quinta-feira, 11 de setembro de 2008
à chuva
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
1 ano a provocar!
PARABÉNS por este primeiro aniversário!
Agradeço a tua ajuda preciosa nesta nossa missão de provocar responsavelmente, procurando sempre fazê-lo com a máxima qualidade. Um ano na blogosfera já é uma idade respeitável, juntos vimos nascer e morrer muitos blogs neste espaço de tempo, deixámo-nos prender por alguns, tivemos algumas desilusões, mas o balanço é muito positivo.
O que realmente nos dá mais prazer é esta saudável interacção, a descoberta de pessoas que de outro modo dificilmente conheceríamos. Amizades que ultrapassam o virtual e se tornam bem reais.
Iniciámos este projecto como forma de estarmos os três juntos, já que fisicamente isso é difícil, e acabámos por descobrir que existem muitas pessoas com quem gostamos de partilhar as nossas ideias.
Foi um ano excelente em que pude experimentar muito, aprender bastante, e quero continuar a fazê-lo, cada vez mais e melhor!
Agradeço a todos os que nos visitam e contribuem para manter vivo este espaço!
Agradeço especialmente aos meus companheiros de blog que aturam as minhas loucuras! QJ+ Quimera, you’re the best!
Venham mais anos, com mais Provocações repletas de Prazer, para todos os que nos acompanham!
carpe vitam!
Aniversário

Nasceu para provocar e para ser provocado, o tempo passou e após um ano, aqui estamos para continuar a provocar e a sermos provocados.
Durante este ano a criatividade provocante fluiu ao correr dos dedos e oferecemos vários bocadinhos de paixão, e muitas provocações gratuitas mais os imensos textos e mais textos e ainda... mais textos e imagens que nós os três escrevemos e produzimos com muito prazer para provocar quem por aqui passou.
A melhor recompensa, com o nascimento do blogue foram as novas amizades.
Ter um blogue é sem sombra de dúvida um desafio à imaginação, criatividade e ao prazer de escrever.
Não vou dissertar sobre o que é ser um “bloguer” cada bloguer terá a sua opinião, no entanto é de comum acordo, diria eu, que é um prazer enorme escrever por prazer e com prazer que aqui nos divertimos a escrever, a provocar e a sermos provocados.
Durante este ano, tivemos a oportunidade de ir conhecendo dezenas de blogues, na minha pasta de favoritos tenho mais de 300 blogues por onde eu na medida do possível visito com alguma regularidade, não a que eu queria, mas a que posso.
Da comunidade bloguer tivemos a oportunidade de conhecer alguns dos seus autores, seja pessoalmente seja via MSN, e conhecer quem está por trás do blogue sem a máscara que nos “protege”.
Da comunidade fizemos amizades virtuais e físicas que tivemos a oportunidade de apertar a mão e de dar uma bela beijoca, sem máscaras, intenções e demais confusões, se durante este ano tivemos imenso prazer em escrever, em deliciarmo-nos a provocar, a excitar os leitores, se ajudamos os nossos leitores a soltarem-se nas regras instituídas e a deixarem-se levar pela imaginação, maior prazer tivemos em poder conhecer e jantar com alguns dos nossos leitores.
Enquanto escrevo esta tentativa de texto, sentido, para comemorar o aniversário do blogue, saboreio o som dos “The Beach Boys”, pois se calhar dirão não tem nada a ver com provocações, mas eu cá, já estou a imaginar o mar, as belas ondas, o pessoal a surfar e as meninas sozinhas em terra, naqueles belos bikinis reduzidos sozinhas e com frio a precisar de serem aquecidas.
Mas voltando ao texto de aniversário…
Obrigado a todos! Percebe-se que temos muitos leitores anónimos que pelas mais diversas razões não comentam, é claro que comentar é facultativo, mas a única maneira de conhecermos os nossos leitores é mesmo convidando-os a ler e a comentar, a dizer-nos que seja: olá!
Nós por aqui nos vamos manter, e iremos garantidamente continuar a tentar provocar, a sermos provocados, a discutir ideias e experiências, e convido a todos os que nos visitam a por aqui ficarem, a beber mais uma rodada de provocações por conta da casa.
Beijos e abraços muito provocantes a todos!
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Diálogos (im)prováveis I
domingo, 7 de setembro de 2008
... e VOEI!
Ao contrário do que seria de esperar, dormi lindamente no dia anterior e não senti grande ansiedade. Também tinha estado a mentalizar-me de que não ia ser nada de especial. Como tenho a mania de me encher de expectativas que saem goradas, achei melhor acalmar os ânimos.E surpreendi-me. É claro que o voo se atrasou. É claro que me enganei no assento perto da asa e acabei por ficar no assento da executiva à frente. É claro que tive de pedir para trocarem comigo para ficar à janela. Mas ADOREI! Passei o tempo todo com o nariz colado ao vidro. Pensei que as janelas fossem maiores. Pensei que o avião fosse maior. Afinal, um Airbus A319 não é uma coisa assim tão impressionante, é um avião de médio porte.
Depois de muito engonhanço às voltas no aeroporto, o bicho lá se fez à pista sem aviso. Comecei finalmente a sentir a potência dos motores e a força da gravidade a puxar-me para trás enquanto atingia velocidades nunca dantes experimentadas, cerca de uns 300 km/h. Adorei a descolagem, no momento exacto em que o avião deixa de ter contacto com o solo e começa a flutuar, deixei escapar um UAU! bem parolo. Simplesmente adorei! E depois, a terra a afastar-se cada vez mais, as casas e os carros a ficarem mais pequenos… já conhecia aquela zona aérea à volta do aeroporto pelo Google Earth, mas de avião tem-se a noção da profundidade. Passei por dentro de uma nuvem e de repente, ficou tudo branco para logo voltar à paisagem magnífica.
Lá em cima, parece que se vai a andar muito devagarinho, a terra cá em baixo passa lentamente mas o bicho consegue atingir facilmente os 850 km/m e subir até cerca de 13 km, até quase não distinguir cidades, apenas os rios e as montanhas.
Depois a aterragem também foi interessante. Primeiro, a perda de altitude, embora gradual, fez-me algumas vertigens. Depois achei piada à forma do avião curvar, inclinando para a esquerda ou para a direita, a fazer-se à pista. A aterragem foi suave, nem dei pelo momento de contacto com o solo e a travagem também foi subtil. Estava à espera de uma coisa mais brusca, estava à espera de alguma turbulência lá em cima, mas foi tudo muito calmo.
A viagem de regresso correu lindamente, a parte que eu mais gosto é definitivamente da descolagem. A paisagem nocturna é fabulosa, nada que eu já tivesse visto no Google Earth, pois lá é sempre de dia. As luzes foram-se afastando à medida que o avião ia ganhando altitude, até serem apenas manchas claras em fundo escuro, cidades perdidas no meu mapa aéreo. Pena haver muita nebulosidade, que não me permitiu ver a paisagem como eu gostaria quando estávamos a chegar, mas fui espreitando por entre as nuvens, a ver as pontes e os telhados das casas a aproximarem-se cada vez mais.
Na aterragem, já senti melhor as rodas a atacarem os asfalto da pista e a travagem que se sucedeu. Foi giro! Quero mais!
E o que eu me ri com a tripulação? Os espanhóis a falar inglês são imbatíveis. Depois, aquele tom de voz monocórdico de quem já disse a mesma coisa milhares de vezes faz com que não se perceba nada do que dizem. E a demonstração dos procedimentos de segurança? Eu já tinha visto anúncios a gozar com aquilo, mas pensei que estivessem a exagerar. Qual quê, é mesmo assim, os gestos com cara de enfado enquanto a gravação passa em duas línguas diferentes, é demais!
Sei que isto é uma banalidade para a maior parte das pessoas, mas é mesmo daquelas coisas que eu andava há imenso tempo para fazer e nunca tinha tido oportunidade. Agora só falta asa delta, pára-quedas e balão de ar quente… até lá, vou continuar a voar na minha imaginação.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
provocação gratuita 32
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Voar

sexta-feira, 29 de agosto de 2008
provocação gratuita 31
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Não Despir!
A noite está demasiado quente para espaços fechados mas tu insistes em conhecer um desses bares-discotecas que se dizem alternativos. Eu preferia ficar no hotel a matar a sede que tenho de ti mas cedo à tua vontade.
Escolho um vestido de poliéster justo até à anca e depois folgado o suficiente para me dar liberdade de movimentos a dançar e calço umas sandálias de salto alto que me dão um certo sex-appeal.
O bar é um espaço moderno e em quase toda a extensão da parede lateral exibe uma tela de dois corpos nus abraçados. No rés-do-chão é a pista de dança e no piso superior desenha-se um labirinto entre mesas baixas e puffs. O ambiente é descontraído, sem olhares incomodativos de homens a “babarem-se” ou de mulheres a avaliarem as roupas umas das outras. Percebe-se que parte da clientela é gay e isso só torna o ambiente mais interessante. Este é, sem dúvida, um espaço de liberdade, isento de preconceito!
Enterramos-nos os dois num puff delicioso enquanto saboreámos uma piña colada. Com um pouco de gelo mal moído na língua dou-te um beijo gelado e depois sussurro-te ao ouvido que não trago roupa interior. Está perto da verdade...
Nos casais à volta sente-se uma enorme tensão sexual presa entre beijos e carícias discretas e isso só aumenta o meu desejo. Tentas escapar às teias de sedução que te teço levando-me para dançar.
A música não é propriamente calma mas todos os pretextos são bons para te tocar, para me enroscar em ti. A evidência do teu desejo aumenta vertiginosamente enquanto me agarras por trás fazendo os nossos corpos balançarem num sobe e desce sincronizado com a música. A tua respiração ao meu ouvido provoca-me arrepios, os teus beijos no meu pescoço enlouquecem-me, as tuas mãos a descerem da minha cintura até aos meus caminhos de pecado aumentam a ânsia de te fundir no meu corpo...
Já sem fôlego encostamos-nos a uma coluna num canto da pista. As tuas mãos deslizam pelas minhas cochas e nádegas debaixo do meu vestido enquanto eu desaperto os botões das tuas calças.
Os meus saltos deixam-nos praticamente à mesma altura. Entrelaço uma perna em ti fazendo o teu mastro encostar-se a mim e, sem perceberes como, no instante em que aproximas a tua mão para afastar as minhas cuecas, faço-te entrar em mim num impulso!
Com o lusco-fusco das luzes intermitentes passamos despercebidos, ou assim parece. Sinceramente não me interessa se alguém nos observa! A intensidade do momento não me permite perder mais que uns milésimos de segundo a pensar nisso. Os gemidos perdem-se na amplitude da música, perdemos-nos ambos num vai-vem efusivo até explodimos de prazer com a intensidade de um furação!
Já no elevador do hotel perguntas-me se realmente estou sem roupa interior pois com a confusão de tecidos entre nós, apesar de teres a sensação que usava um fio dental estranhaste a facilidade com que me havias penetrado. Pergunto-te se queres verificar e tu acedes abaixando-te aos meus pés. Por debaixo do vestido descobres o meu segredo a espreitar entre rendas e dás-lhe um beijo!
Hummm... quero mais...
