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sábado, 15 de outubro de 2011
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
domingo, 14 de dezembro de 2008
diálogos (im)prováveis VI
ela: como será que se diz asa vazada em inglês?
ele: nem sei. wing vasation?
ela: lol, parto o côco a rir com o tradutor do Google!
escrevi asa torcida. sabes o que é que ele respondeu? ASA FANS lolololololololol o que eu me ri!
ele: lol
ela: depois optei por twisted wing. twisted wing é giro!
ele: lol
ela: e se for embeded wing? sabes aquelas asas dos sacos de plástico, que são recortadas no próprio saco? acho que vou fazer uns desenhos..
ele: ok. vê lá se vês algo erótico nisso lolol
ela: em asas de sacos? eu pegava nelas e punha-me a voar daqui para fora! um montão delas coloridas, um grande saco a fazer de balão de ar quente! e depois quando estivesse lá em cima, sozinha ou bem acompanhada, despia-me...
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
à chuva
Chove lá fora, sento-me na cama a ouvir o som da chuva a bater no beirado da janela, sabe bem ouvir o som da chuva, relaxa-me, faz a minha imaginação voar enquanto espero por ti..
Dou uma escapadela à rua, vou até à praia e vejo chover junto do mar, sabe tão bem, a água corre pelo meu corpo, não tenho uma peça de roupa seca, se calhar devia voltar para casa, mas sabe tão bem estar aqui em frente do mar a sentir a chuva bater no meu corpo, é melhor ir para casa, com um pouco de sorte tu já chegaste e ainda me ajudas a tirar esta roupa molhada e de boleia tomamos um belo duche quente.
E de facto, lá estás tu, um sorriso de orelha a orelha, um beijo quente e bem molhado para matar as saudades que já eram muitas.
Entramos em casa, a minha roupa estava toda molhada não tinha ponta de roupa seca em mim, tu ajudas-me a tirar a roupa, que bom que é voltar a sentir as tuas mãos no meu corpo, os teus dedos a passarem pela minha pele molhada, os teus beijos que me aquecem o espírito.
Acabamos por ir para a casa de banho, sinto a água quente a correr pelo meu corpo, sinto as tuas mãos a correrem pelo meu corpo, não sei bem porquê mas deixo-me estar, entre a água quente do chuveiro e as tuas mãos calmas e doces a correr o meu corpo, deixo-me ficar tal como estou, num estado de total relaxe, embora sinta a excitação do momento a correr por todo o meu corpo, sinto as tuas mãos a tocarem-me e a tua boca a beijar-me, tinha tantas saudades de te sentir junto de mim, e assim, ambos sem roupa no banho…
Pressinto pelo teu toque que nos vamos divertir ali no banho, depois do teu toque e dos teus beijos, colocamo-nos numa posição confortável, os nossos sexos unem-se como um só fosse e nesse vai e vem de prazer atingimos em simultâneo o orgasmo, deixando correr pelas pernas o resultado final do nosso encontro no duche.
És tu que me dás banho, sabe tão bem ver as tuas mãos a lavar o meu corpo, cheias de espuma e de gel de banho, lavamo-nos, secamo-nos, vimos para o quarto.
A chuva continua a cair com a mesma intensidade, oiço-a claramente a bater na janela do quarto, abraçamo-nos, aconchegamo-nos no quente do quarto, e deixamo-nos ficar a ouvir o som da chuva a bater nas janelas, embalando-nos numa sonolência meiga e doce…
Assim ficamos neste embalo musical das gotas de água a bater nas janelas…
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Imagina…
Sais do trabalho tarde, após um dia cansativo e tens apenas uma coisa em mente:

Desejas com fervor que a loja da esquina ainda esteja aberta, e está! Compras uma barra de chocolate de leite recheado de caramelo. Mal cabes em ti de contentamento: seis pedaços de prazer todinhos para ti, seis momentos mágicos de puro deleite com caramelo. Vais doseá-los bem, aproveitar cada bocado ao máximo.
É noite, faz frio e chovisca. Corres escadas abaixo abrindo ansiosamente a embalagem, e o aroma do chocolate mistura-se com o do caramelo. Partes o primeiro pedacinho e o chocolate é tão suave que nem se ouve o partir.
Entras no carro a sorrir, derretendo-o contra o céu da boca, acariciando-o com a língua. Na rádio passa aquela música que tanto gostas. Estás na fila dos semáforos, fechas os olhos por um instante e deixas-te levar por aquele sabor quente, o chocolate já derretido e o caramelo intenso a desfazer-se num líquido sublime.
Reparas no efeito curioso dos pingos de chuva a refractarem a luz vermelha do carro da frente. Sabe bem estar a caminho de casa, mal podes esperar por um banho quente!
Preparas o banho, pões outro pedaço na boca enquanto te despes. Sabe-te bem lavar o corpo cansado e esvaziar a mente enquanto saboreias o doce e tentas não mexer a língua, não engolir para prolongar o sabor até liquefazer. Registas todas as sensações deste sabor que se prolonga na tua memória.
De banho tomado, sentas-te na cama, ouves o vento lá fora enquanto ofereces à tua boca mais um pedaço. O caramelo não se quer soltar e deixa um rasto elástico entre um pedaço e outro. Aperta-lo contra o céu da boca, extraindo o sabor apaixonante que diz ao teu cérebro para libertar mais endorfina e serotonina na corrente sanguínea. Sentes imediatamente o efeito envolvente de bem-estar percorrer-te o corpo todo, recostas-te, fechas os olhos e pensas como seria bom oferecer um beijo de chocolate com caramelo ao teu amor. A tua imaginação apodera-se da realidade e brinda-te com o teu desejo. Partilhas os pedaços que restam com quem amas, em beijos deliciosamente doces e reconfortantes...
É noite, faz frio e chovisca. Corres escadas abaixo abrindo ansiosamente a embalagem, e o aroma do chocolate mistura-se com o do caramelo. Partes o primeiro pedacinho e o chocolate é tão suave que nem se ouve o partir.
Entras no carro a sorrir, derretendo-o contra o céu da boca, acariciando-o com a língua. Na rádio passa aquela música que tanto gostas. Estás na fila dos semáforos, fechas os olhos por um instante e deixas-te levar por aquele sabor quente, o chocolate já derretido e o caramelo intenso a desfazer-se num líquido sublime.
Reparas no efeito curioso dos pingos de chuva a refractarem a luz vermelha do carro da frente. Sabe bem estar a caminho de casa, mal podes esperar por um banho quente!
Preparas o banho, pões outro pedaço na boca enquanto te despes. Sabe-te bem lavar o corpo cansado e esvaziar a mente enquanto saboreias o doce e tentas não mexer a língua, não engolir para prolongar o sabor até liquefazer. Registas todas as sensações deste sabor que se prolonga na tua memória.
De banho tomado, sentas-te na cama, ouves o vento lá fora enquanto ofereces à tua boca mais um pedaço. O caramelo não se quer soltar e deixa um rasto elástico entre um pedaço e outro. Aperta-lo contra o céu da boca, extraindo o sabor apaixonante que diz ao teu cérebro para libertar mais endorfina e serotonina na corrente sanguínea. Sentes imediatamente o efeito envolvente de bem-estar percorrer-te o corpo todo, recostas-te, fechas os olhos e pensas como seria bom oferecer um beijo de chocolate com caramelo ao teu amor. A tua imaginação apodera-se da realidade e brinda-te com o teu desejo. Partilhas os pedaços que restam com quem amas, em beijos deliciosamente doces e reconfortantes...
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
O Quarto Elemento...Outras Perspectivas - 2ª Parte
Finalmente o tão desejado fim-de-semana longe da minha rotina. Não parava de pensar no momento em que iria encontrar os meus amigos mais queridos, no abraço apertado com que eles me presenteiam em cada reencontro. Combinámos encontrar-nos no nosso velho refúgio. Tal como combinado, a chave estava no vaso ao pé da porta. Entro e deparo-me com um ambiente ainda mais acolhedor do que já é costume.
Como cheguei cedo decido tomar um banho de imersão enquanto aguardo a chegada deles. Já debaixo da água coberta de espuma, fecho os olhos e deixo-me envolver pelo calor da água, a música e o cheiro a óleo essencial que se espalha pela casa. Oiço um barulho, penso que devem ser eles. Estou tão relaxada que nem me mexo. Sei que me encontram com facilidade, a casa não é muito grande.
Entretanto sinto uma mão contornar o meu rosto, deslizar pelos meus cabelos. “Olá Quimera!” Não conhecia aquela voz! Abro os olhos meio assustada! O rosto era-me familiar mas eu não queria acreditar que fosse mesmo ele! O homem que apenas existia na minha imaginação, aquele que eu não conhecia pessoalmente mas que me tocava na alma de forma tão intensa estava ali debruçado sobre mim a olhar-me com doçura.
Fiquei sem palavras, o nosso olhar dizia tudo. Sem qualquer pudor pela minha nudez levantei-me estendendo os meus braços para ele e beijámo-nos. Sim, era mesmo o meu Eros, o meu deus mitológico que ganhava forma naquele corpo sexy que eu ansiava tocar.
Olho-o novamente e sorrio ao ver a sua t-shirt molhada e os vestígios de espuma que as minhas mãos haviam deixado no seu rosto. Como duas crianças começámos a brincar com a água enquanto trocávamos algumas palavras sem sentido. Não havia nada a explicar, aquele momento teve a cumplicidade própria de quem já se conhece há muito tempo. Entretanto ele já estava todo molhado. Despimos as roupas que ele trazia vestidas e partilhámos a banheira num verdadeiro banho ao corpo e à alma. Beijámo-nos, acariciámo-nos, fundimo-nos um no outro numa comunhão que só os amantes conhecem.
Passámos aquela tarde juntos, perdidos nos lábios, no corpo um do outro, a saborear cada palavra, cada gesto, cada toque…! “Para ti não serei mais uma quimera!”.
Ébria de entusiasmo nem me lembrara dos meus amigos. Tinha que lhes ligar. Sentia-me feliz e queria que partilhassem aquele momento comigo em todos os sentidos. Pego no telemóvel e decido enviar-lhes um sms…
Como cheguei cedo decido tomar um banho de imersão enquanto aguardo a chegada deles. Já debaixo da água coberta de espuma, fecho os olhos e deixo-me envolver pelo calor da água, a música e o cheiro a óleo essencial que se espalha pela casa. Oiço um barulho, penso que devem ser eles. Estou tão relaxada que nem me mexo. Sei que me encontram com facilidade, a casa não é muito grande.Entretanto sinto uma mão contornar o meu rosto, deslizar pelos meus cabelos. “Olá Quimera!” Não conhecia aquela voz! Abro os olhos meio assustada! O rosto era-me familiar mas eu não queria acreditar que fosse mesmo ele! O homem que apenas existia na minha imaginação, aquele que eu não conhecia pessoalmente mas que me tocava na alma de forma tão intensa estava ali debruçado sobre mim a olhar-me com doçura.
Fiquei sem palavras, o nosso olhar dizia tudo. Sem qualquer pudor pela minha nudez levantei-me estendendo os meus braços para ele e beijámo-nos. Sim, era mesmo o meu Eros, o meu deus mitológico que ganhava forma naquele corpo sexy que eu ansiava tocar.
Olho-o novamente e sorrio ao ver a sua t-shirt molhada e os vestígios de espuma que as minhas mãos haviam deixado no seu rosto. Como duas crianças começámos a brincar com a água enquanto trocávamos algumas palavras sem sentido. Não havia nada a explicar, aquele momento teve a cumplicidade própria de quem já se conhece há muito tempo. Entretanto ele já estava todo molhado. Despimos as roupas que ele trazia vestidas e partilhámos a banheira num verdadeiro banho ao corpo e à alma. Beijámo-nos, acariciámo-nos, fundimo-nos um no outro numa comunhão que só os amantes conhecem.
Passámos aquela tarde juntos, perdidos nos lábios, no corpo um do outro, a saborear cada palavra, cada gesto, cada toque…! “Para ti não serei mais uma quimera!”.
Ébria de entusiasmo nem me lembrara dos meus amigos. Tinha que lhes ligar. Sentia-me feliz e queria que partilhassem aquele momento comigo em todos os sentidos. Pego no telemóvel e decido enviar-lhes um sms…
Foto retirada de :http://enresinados.weblog.com.pt/arquivo/2005/08/nus_393.html
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