quinta-feira, 27 de setembro de 2012
quarta-feira, 3 de junho de 2009
unidade
aprendemos os nossos corpos sem pressas,
na descoberta de quem se está a conhecer.
deixámos a pele sussurrar desejos,
na insuportável vontade de fusão.
penetrei-te!
entrei por todos os teus orifícios,
dominei-te!
tinha de saber que te dou prazer,
para me poder submeter a ti.
dei-te o meu corpo,
deixei que tomasses conta dele.
saciei-te!
voltámos ao início,
nem dominadores nem dominados,
a saber que os nossos corpos já foram um.
reeditado a 10/08/2009, após um toque de um certo Samurai!
(arigatou gozaimasu)
segunda-feira, 9 de março de 2009
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
provocação gratuita 46
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
provocação gratuita 44
os homens amam com pressa, mas odeiam com calma"
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
provocação gratuita 42
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
sexta-feira, 4 de abril de 2008
provocação gratuita 10
autor desconhecido
sexta-feira, 7 de março de 2008
provocação gratuita 6
Bernardo Soares, Livro do Desassossego
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
trocas de palavras... trocas de mimos. um diálogo
Eu sinto-o, também quero! Muito!
Enrosco-me em ti, aconchego-me no teu calor, enquanto lá fora a chuva cai.
A chuva, ai a chuva, está a trovejar, raios e coriscos!
Sinto vontade de te possuir!
Quero, quero, QUERO!
Possui-me!
Se eu pudesse, agora mesmo…
Irra! Quero lamber-te!
Tem paciência, espera…
Engole-me!
Ummmmm!
Perdi-me, no teu corpo, delicioso, quente, envolvente, excitante, perdi-me nele e por aqui quero continuar.
Não pareces nada perdido, nem precisas de mapa, já conheces bem os caminhos que te levam ao êxtase…
Humedeço de excitação!
Também eu! E aqueço, ganho rosetas nas faces…
Encontra-me para me voltar a perder em ti!
Tão bom, perder para encontrar!
Toca no meu corpo, sente nas tuas mãos o resultado do teu toque.
Eu sinto, mesmo à distância, não é preciso corpo presente, basta a ideia, a mera ideia de te ter aqui, de te saber perto, tão perto, dentro de mim!
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
O MEU AMOR
Chico Buarque: A genialidade de um mestre da música.
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
E que me deixa louca
Quando me Beja na boca
A minha pele toda fica arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minh’alma se sentir beijada
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos
Viola os meus ouvidos
Com tantos segredos
Lindos e indecentes
Depois brinca comigo
Ri do meu umbigo
E me crava os dentes
Eu sou sua menina viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz
Meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me deixar maluca
Quando me roça a nuca
E quase me machuca
Com a barba malfeita
E de poupar as coxas
Quando ele se deita
O meu amor
Tem um jeito manso é só seu
De me fazer rodeios
De me beijar os seios
Me beijar o ventre
E me deixar em brasa
Desfruta do meu corpo
Como se o meu corpo
(fosse a sua casa)
Eu sou a sua menina viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz
