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quinta-feira, 14 de março de 2013

uma noite erótica (parte II)


texto por PinhalMancontinuação daqui

O enorme quarto tinha uma ténue iluminação, em tons de vermelho, oriunda principalmente das mesas-de-cabeceira. Espalhadas pelo chão do quarto, haviam também bastantes velas, que emanavam um suave mas interessante odor a cereja. Ainda no chão, e desde o ponto onde ela se encontrava, tinha sido colocado um encantador trilho de pétalas vermelhas, que seguiam um trajecto ondulante até uma cadeira no centro do quarto, e desde aí até à enorme cama. Aqui, sobre os lençóis brancos, estava desenhado um grande coração, preenchido também com pétalas vermelhas, e no seu centro, um outro mais pequeno, com pétalas de um tom mais claro. Cor-de-rosa suave talvez, ou mesmo brancas. 
Na cadeira, provocadoramente despido de roupas à excepção de uma pouco inocente gravata, mas numa pose pouco reveladora, encontrava-se Miguel, expectante pela reacção da jovem beldade ao cenário por si montado.
Carla seguiu pelo trilho de pétalas, pisando-as cuidadosamente com os sensuais sapatos de salto stiletto, até chegar bem perto da cadeira. As notas e o ritmo da música enchiam o ambiente, como que a convidando descaradamente a presentear Miguel com um sensual Striptease. Era sem dúvida uma jogada arriscada da parte deste, pois é sabido que deve partir da Mulher a iniciativa de querer brindar o seu parceiro com uma actuação tão ousada. Mas Carla adorava ser desafiada… E Miguel já tinha percebido isso… 
Num acto romântico, ele revelou uma rosa vermelha, que ofereceu a Carla. Esta aceitou-a, com um sorriso, e perguntou-lhe: 
- O que é que tu queres?... 
- O que tu me quiseres dar. Nada mais do que isso… 
- Olha que depois tens que te aguentar à bronca! 
- E eu aguento… 
- Tens a certeza? 
- Tenho… – Arriscou ele. 
Naquele curto momento de impasse, a música desapareceu num fadeout… 
De repente, a doce voz de Michael Bublé surgiu por entre um fundo de cordas, soltando 
as palavras “Birds flying high, you know how I feel”… 



Era o catalizador que Carla precisava… O timbre do Canadiano arrancou-lhe desde logo 
um sorriso maroto, e à medida que os vocábulos eram derramados, surgiu-lhe uma enorme vontade de baixar a alça direita do vestido. Os olhares não descolavam, e nenhum dos dois se permitia sequer a pestanejar. Era como se uma batalha pelo controlo do Universo estivesse prestes a começar! 

Ao escutar “…It’s a new dawn…”, Carla deixou cair a rosa a seus pés. A sua mão esquerda deslizou sobre o ombro direito e a alça descaiu no braço. 
Quando o contrabaixo surgiu a marcar o ritmo, foi inevitável o acelerar das batidas dos 
corações de ambos. 
A anca de Carla começou a seguir a cadência da música de uma forma infernalmente 
provocante. 
Havia voltado as costas a Miguel que se encontrava absolutamente fascinado, enquanto 
a segunda alça também era arrastada pelo braço esquerdo. O vestido desceu vagarosamente até à cintura, impulsionado sensualmente pelos dedos de Carla. 
Ela virou-se por momentos, revelando o atraente rendilhado do seu soutien preto. 
Aproximou-o descaradamente da cara de Miguel, deixando-o a morder os seus próprios 
lábios. 
Depois girou de novo, sempre numa dança ritmada. O vestido continuou o seu caminho, 
descendo pelo fabuloso corpo da jovem e revelando o cinto de ligas e o sensual fio 
dental que desaparecia por entre as suas nádegas. 
No resto do trajecto descendente do vestido, Carla foi flectindo as pernas, mantendo o 
tronco direito e o ritmo da música na anca. 
O vestido caiu finalmente no chão, sobre o manto de pétalas. Ela retirou os pés de 
dentro da circunferência que o mesmo desenhava, afastando um pouco as pernas. 
Vergou o corpo para o apanhar, espetando descaradamente o traseiro na direcção de 
Miguel e, sempre sincronizada com a cadência da melodia, endireitou-se e atirou-o para 
longe, num gesto brusco mas que conteve uma bela carga erótica. 
Carla olhou por cima do ombro, só para confirmar que Miguel se encontrava a apreciar 
o espectáculo. Sorriu ao atestar que só lhe faltava um pouco baba para perder por 
completo a compostura. 
Ele estava extasiado pela divina imagem que lhe entrava pelos olhos: Os saltos altos 
sublinhavam a elegância das pernas, cobertas por umas sensuais meias escuras, 
semi-transparentes, encimadas por um cativante trabalhado de renda, preso pelas ligas 
que as uniam ao cinto. O fio dental e o soutien eram as restantes peças que restavam no 
corpo de Carla. Certamente ficariam para o final da actuação. 
As molas que ligavam as meias ao cinto foram soltas, e este começou lentamente a ser 
puxado para baixo pelos polegares de Carla. Ela foi curvando as costas aos poucos, 
fazendo questão de manter as pernas esticadas e os seus glúteos bem pertinho da cara de 
Miguel. A sua anca mantinha um delicioso rebolar, quase enlouquecedor. Miguel era um cavalheiro, de facto. Ardia em vontade de lhe tocar, mas nem por um instante ousou arriscar uma atitude que pudesse pôr em causa o resto da fantástica representação. 
Quando o cinto chegou ao chão, os peitos de Carla quase que estavam colados aos seus 
joelhos, numa fantástica demonstração da sua elasticidade. Ela tirou o cinto, rodou o 
corpo e atirou-o a Miguel, que o recebeu com um sorriso aberto. 
Carla aproximou-se e curvou o corpo sobre ele, aproximando os seus lustrosos lábios 
dos dele e, pousando as mãos sobre os joelhos, afastou-lhe descaradamente as pernas, 
revelando uma brutal erecção. 
- Olha quem acordou! – Brincou ela. 
Miguel não conseguiu evitar que surgisse um rubor no seu rosto, como se se sentisse 
envergonhado. 
- Não tenhas vergonha, meu lindo… Agora já é tarde demais para isso! – Disse, enquanto soltava uma piscadela de olho. 
De seguida, pegou na gravata e segredou: 
- Gostei deste pormenor… Mas mais tarde, vais ficar tão quente, que nem esta peça vais 
querer sobre o teu corpo – Gracejou. 
Então, puxando o artefacto com suavidade mas de um modo convicto, ordenou: 
- Anda daí! Preciso dessa cadeira, agora… 
Miguel obedeceu e deixou-se guiar através do manto vermelho, até aos pés da cama. 
Então, Carla fê-lo sentar, apontou-lhe o indicador direito e rematou com um sorriso: 
- Fica aí quietinho a apreciar… 
 continua...

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Não Despir!

A noite está demasiado quente para espaços fechados mas tu insistes em conhecer um desses bares-discotecas que se dizem alternativos. Eu preferia ficar no hotel a matar a sede que tenho de ti mas cedo à tua vontade.

Escolho um vestido de poliéster justo até à anca e depois folgado o suficiente para me dar liberdade de movimentos a dançar e calço umas sandálias de salto alto que me dão um certo sex-appeal.

O bar é um espaço moderno e em quase toda a extensão da parede lateral exibe uma tela de dois corpos nus abraçados. No rés-do-chão é a pista de dança e no piso superior desenha-se um labirinto entre mesas baixas e puffs. O ambiente é descontraído, sem olhares incomodativos de homens a “babarem-se” ou de mulheres a avaliarem as roupas umas das outras. Percebe-se que parte da clientela é gay e isso só torna o ambiente mais interessante. Este é, sem dúvida, um espaço de liberdade, isento de preconceito!

Enterramos-nos os dois num puff delicioso enquanto saboreámos uma piña colada. Com um pouco de gelo mal moído na língua dou-te um beijo gelado e depois sussurro-te ao ouvido que não trago roupa interior. Está perto da verdade...

Nos casais à volta sente-se uma enorme tensão sexual presa entre beijos e carícias discretas e isso só aumenta o meu desejo. Tentas escapar às teias de sedução que te teço levando-me para dançar.

A música não é propriamente calma mas todos os pretextos são bons para te tocar, para me enroscar em ti. A evidência do teu desejo aumenta vertiginosamente enquanto me agarras por trás fazendo os nossos corpos balançarem num sobe e desce sincronizado com a música. A tua respiração ao meu ouvido provoca-me arrepios, os teus beijos no meu pescoço enlouquecem-me, as tuas mãos a descerem da minha cintura até aos meus caminhos de pecado aumentam a ânsia de te fundir no meu corpo...

Já sem fôlego encostamos-nos a uma coluna num canto da pista. As tuas mãos deslizam pelas minhas cochas e nádegas debaixo do meu vestido enquanto eu desaperto os botões das tuas calças.

Os meus saltos deixam-nos praticamente à mesma altura. Entrelaço uma perna em ti fazendo o teu mastro encostar-se a mim e, sem perceberes como, no instante em que aproximas a tua mão para afastar as minhas cuecas, faço-te entrar em mim num impulso!

Com o lusco-fusco das luzes intermitentes passamos despercebidos, ou assim parece. Sinceramente não me interessa se alguém nos observa! A intensidade do momento não me permite perder mais que uns milésimos de segundo a pensar nisso. Os gemidos perdem-se na amplitude da música, perdemos-nos ambos num vai-vem efusivo até explodimos de prazer com a intensidade de um furação!

Já no elevador do hotel perguntas-me se realmente estou sem roupa interior pois com a confusão de tecidos entre nós, apesar de teres a sensação que usava um fio dental estranhaste a facilidade com que me havias penetrado. Pergunto-te se queres verificar e tu acedes abaixando-te aos meus pés. Por debaixo do vestido descobres o meu segredo a espreitar entre rendas e dás-lhe um beijo!

Hummm... quero mais...



quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Será que me imaginas?



Vem com o seu ar de garanhão, deve pensar que lhe vou cair aos pés! Começa com indirectas, sei que me quer levar para a cama.

Eu: Isso é uma proposta?
Ele: Pode-se dizer que sim!
Eu: Mas o que tens para me oferecer que outro homem possa ainda não me ter dado?
Ele: Isso não te posso mostrar com palavras, apenas com actos.

Pergunto-me se ele saberá o que significa desejo. Ele acredita que me pode excitar mas será que consegue despertar o meu desejo? No alto da sua confiança diz-me que não é difícil agradar a uma mulher, que basta ser-se carinhoso e tocar nos pontos certos. Como se engana!

Eu: Não sinto qualquer atracção por ti, não vale a pena perdermos tempo.
Ele: Os teus olhos não me dizem isso!
Eu: O que te leva a crer que o meu olhar é sincero?! Eu gosto de brincar com o fogo mesmo sabendo que me posso queimar. Gosto deste jogo!
Ele: Queres jogar? Então deixa que te acompanhe a casa. Ou estás com medo de perder o jogo?!

Sei que me está a manipular mas não me importo! Vou testar-me a mim própria. Logo se vê no que dá!

Já no carro dele começa com falinhas mansas, com festinhas no cabelo, uns beijinhos no pescoço… Faz todos os mimos que uma mulher pode desejar mas eu não reajo. Tenta beijar-me os lábios mas eu recuo.

Eu: Vou-me embora, isto não faz sentido!

Pego na chave de casa mas ele toma-a na sua mão.

Ele: Um beijo em troca da chave! Não és tu que gostas de jogos?
Eu: Sim mas deixo as regras claras e paro quando eu quero. São as minhas regras, só entra no jogo quem quer!
Ele: Tens razão, eu aceitei as tuas regras. Toma a chave!

Ele abraça-me novamente. Confesso que o calor do corpo dele, a sua respiração no meu peito, me excita. Apesar disso não quero ceder ao instinto, ainda não o desejo.

Não sei bem como ele consegue dar-me um beijo nos lábios mas eu não me mexo. Ele ainda não está satisfeito, diz que aquilo não foi um beijo. Para mim também não mas ele assim o quis, foi um beijo roubado. Por mais que tentasse ele não conseguia chegar ao meu íntimo.

Tanta insistência já me estava a irritar. È então que o agarro no pescoço e lhe dou um beijo bruto, selvagem terminando com uma mordidela no lábio inferior.

Eu: Não imaginas quem eu sou…!

Saí do carro sem me despedir, apenas acenei pela janela um adeus. Não deixei contacto, tinha o dele mas não tencionava usá-lo.

Ainda deu para perceber o ar perplexo dele. Deveria estar a pensar se também isso seria parte do jogo!

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Uma sexta-feira passada...

A semana passada, decidi ir passar o fim-de-semana fora, já que temos uma casa na praia durante uns meses, nada melhor do que aproveitar. Sempre dá para descansar e relaxar um pouco.

Dá para nos afastarmos do PC, do stress do dia a dia, dos nossos pequenos vícios diários…

Cheguei, a casa estava vazia, ia passar a noite sem ninguém em casa. O resto do pessoal chega sábado, ter a casa só para mim de vez em quando sabe bem termos todo o espaço só para nós, é algo fantástico, posso fazer o que quiser sem ninguém me aborrecer.

Cheguei, mandei a tralha para um canto e fui comer qualquer coisa, que a fome já apertava.

Peguei o telemóvel, e liguei para umas amigas que fazia tempo que não as via e combinamos ir beber um copo depois de jantar.

E assim foi, eram dez e meia quando nos encontrámos, os beijos e abraços do costume, e por fim sentámo-nos num bar a conversar, quando estamos sem ver alguém por algum tempo, há sempre qualquer coisa para conversar, e a conversa é como as cerejas…

A noite passou-se rapidamente, quando olho para o relógio já é mais que horas de ir para a cama, venho para casa.

O meu corpo está moído de um dia de trabalho, não é que tenha um trabalho que faça grande esforço físico, na verdade não faço nenhum esforço, estar atrás de uma secretária num escritório… não cansa muito o corpo. Mas o meu corpo ressentia-se, e embora já fosse tarde decidi tomar um belo banho (eis outra maravilha de estar sem ninguém em casa, posso tomar banho a qualquer hora do dia ou da noite que ninguém se vai incomodar ou ralhar por estar a fazer barulho ou o quer que seja!). Lembrei-me que tinha no carro uns brinquedos bem engraçados que me haviam oferecido fazia tempo, mas que raramente tinha tempo e oportunidade para os usar, e pensei cá para mim, eis uma bela altura de os ir buscar!

Sem mais corri ao carro e trouxe-os comigo. Despi-me, o meu corpo estava sem roupa, com alguma excitação pelo meio, olho para os meus brinquedos e penso… por qual é que vou começar, eles são de vários tamanhos, uns meramente manuais e outros com pilhas… vou começar por um manual e mais pequeno, antes com a mão estimulo-me, sabe bem, o meu corpo começa a estar mais receptivo aos meus brinquedos, pego num dos mais pequenos e penetro-me com ele… sabe bem, tinha saudades de brincar comigo assim, de usar estes brinquedos em mim.

Sabe bem sentir o brinquedo dentro de mim, o meu corpo, move-se em si mesmo, ajuda-me a sentir o brinquedo, a estimular-me…

A excitação vai aumentando, e mais, e mais…

Detenho-me, vou para a casa de banho, tenho um chuveiro magnífico à minha espera, levo os meus preferidos comigo, brinco com ambos, a minha excitação volta a aumentar, cada vez mais, o meu corpo treme com a excitação, e mais, e mais…

Sinto que está próximo, o meu orgasmo aproxima-se, intensifico o uso dos meus brinquedos em mim, e o meu orgasmo aproxima-se, a água corre pelo meu corpo, a excitação aumenta, está a chegar…

Atinjo o pico, venho-me… sinto o meu corpo estremecer, deixo-me escorregar… sento-me, tenho-o ainda dentro de mim, deixo-me ficar assim um pouco, com o meu brinquedo dentro de mim e a água a escorrer pelo meu corpo…

Sabe bem estes duches a horas tardias, sabe muito bem, estimula-me a mente e o corpo.

Deliciosamente provocante

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

A minha primeira aventura (4ª parte)

1ª Parte

2ª Parte

3ª Parte


(…)

Os brinquedos…

Como ia dizendo, também eu queria brincar, ou melhor, que brincassem comigo.

A minha amiga por esta altura está “sem fôlego”, deixa-se ficar um pouco, depois de me agarrar, ela abraça-me com força, dizendo que era muito bom estar ali, que aquela noite estava a ser maravilhosa, que nunca tinha tido tanto prazer e tão intenso como naquela noite.

De repente levanta-se, “empurra-me para o chão”, a minha amiga virou “dominadora” e sabe muito bem, estar sob o “domínio” dela.

Sinto os lábios dela no meu corpo, já os havia sentido antes, e continua a saber muito bem, sinto a língua dela a correr pelo meu corpo, no meu peito, porra que bem que sabe!

Sinto-a, sinto-a de uma forma que nunca na vida tinha imaginado senti-la, toca-me no meu sexo, sinto a língua dela das virilhas, também eu tinha me depilado, pelos é coisa que não existe, a minha pele está macia, lisa, suave, sinto a língua dela do meu sexo, sinto e estremeço o meu corpo arrepia-se só com a passagem muito ao de leve da língua dela pelas minhas virilhas, sinto-a ela lambe-me, beija-me acaricia-me, masturba-me, hummm!!!!!!!

Ela manda-me virar, sinto a língua dela do meu rabo, sinto a língua dela dentro do meu rabo, porra que sabe bem!

Sinto que os brinquedos estão perto, sinto algo a tremer próximo de mim e a escorregar pelo meu corpo, sinto-o a entrar dentro de mim, é confortável, tal como a minha amiga diria, tem o tamanho certo, sinto-o, não imaginaria que era tão agradável, o meu amor soube bem escolher!

Ela continua a dar-me prazer, tenho de mudar de posição esta posição é boa, mesmo boa, mas as minhas pernas já não se aguentam, viro-me de frente, e tenho a minha amiga na minha frente, vê-se que está extremamente excitada, ela masturba-se enquanto me penetra, eu beijo-a, beijo-a intensamente, ela domina-me, empurra-me para o chão e volta a penetrar-me, é bom, muito bom, e agora posso olhar para ela, sentir a sua excitação, sinto que estarei próximo do orgasmo, a minha amiga continua loucamente a penetrar-me com o brinquedo e a masturbar-se, ela também está próxima do orgasmo, vimo-nos, temos um orgasmo em simultâneo, os nossos corpos estão suados e oleados (é bom não esquecer que eu antes tinha massajado a minha amiga, e usado bastante óleo).

Ficamos no chão, deitadas, beijamo-nos, mimamo-nos, os nossos corpos estão cansados, a nossa respiração é ofegante, os nossos corações batem velozmente.

Olho para o meu amor, está no mesmo sítio, vi que estava sem uma boa parte da roupa, masturbou-se enquanto assistia, tem de ser compensado! Mas vai ter de esperar este momento é meu e da minha amiga!

(…)

Passou-se algum tempo, segundos, minutos não tenho bem certeza, o meu corpo recuperou, sentia-me bem, a minha amiga também já estava recuperada, votamo-nos a beijar, já não me lembro se disse, mas adoro beijar a boca da minha amiga!

Levantamo-nos e vamos ter com o meu amor.

Pegamos-lhe nas mãos e puxamo-lo para o nosso meio. Digo à minha amiga para beijar o meu amor, ela olha para mim meio sem saber o que dizer o que fazer, o meu amor também, mas eu digo-lhes para não recearem e beijarem-se, tocarem-se, sentirem-se.

E assim foi, ela tocou, beijou sentiu o meu amor, e eu fiquei a ver por uns momentos e por fim também fui à carga, partilhei o meu amor com a minha amiga, beijos, toques, carícias, sexo, suor, ouve de tudo nessa noite, acabou por ser uma noite de muito prazer, ver e sentir, fazer amor a três, na mesma cama, na mesma noite, acabamos os três a dormir agarrados numa mistura de pernas braços e troncos, mas confesso que ele ficou um pouco à margem, e aproveitei para estar com ela o máximo de tempo possível, para a sentir como na verdade nunca a tinha sentido, era uma situação nova para as duas, mas ambas gostamos do que fizemos e como o fizemos, uma experiência diferente, nenhuma estava preparada para aquela noite, para o que aconteceu, mas foi bom, muito bom, foi a minha primeira aventura.

Ao meu amor devo em parte a oportunidade que nos deu, como é que ele preparou tudo não sei, nem a minha amiga sabe, pode ser que um dia nos conte. Mas agradece-lhe, por nos respeitar, por nos dar espaço, por saber partilhar e aceitar partilhar.

Podia acabar por aqui, mas ainda tenho um domingo soalheiro para aproveitar para estar com as duas pessoas que me são mais queridas, o meu amor, e ela a minha amiga.

(…)

terça-feira, 2 de outubro de 2007

A minha primeira aventura (3ª parte)

1ª Parte

2ª Parte

(...)

(Sábado pela noite dentro...)

Depois do jantar ficámos por casa a conversar, a casa era pequenina, e passámos para a sala que antecedia o quarto nas águas furtadas, era um espaço agradável e amplo, tivemos que procurar almofadas para nos sentar pois não havia nenhuma cadeira ou sofá naquele espaço que vou passar a chamar de sala.

Encontrámos uma pequena aparelhagem que segundo lá dizia lia MP3, o que até deu jeito, já que tínhamos trazido uns CDs nesse formato, lá escolhi um com música calma para podermos apreciá-la e podermos estar a conversar.

Embora fosse um dia quente de primavera, as noites ainda estavam ligeiramente frescas, acabámos por juntar mais, sempre nos íamos aquecendo...

A minha amiga, queixou-se com algumas tensões no corpo, estava moída da viagem, e já estávamos ali à conversa fazia algum tempo, e o corpo começa a cansar-se, eu ofereci-me para lhe fazer umas massagens, e ela acedeu rapidamente, e lá ela se posicionou de forma que eu lhe pudesse começar a massajar as costas, e lá comecei a fazer-lhe umas pequenas massagens, mas como ela estava vestida não me estava dar grande jeito para a massajar devidamente, e perguntei-lhe se ela não se importava de se despir, ou pelo menos de tirar alguma roupa, de modo a que se sentisse mais à vontade mas sem se sentir intimidada, e ela disse logo que não tinha problema nenhum em tirar a roupa, afinal estava junto de duas pessoas em quem tinha total confiança e intimidade, vê-la em roupas intimas não seria por parte dela problema algum, e assim o fez, despiu-se, calmamente por sinal, e pude admirar enquanto ela se despia o corpo dela, não sei porquê mas excitava-me.

O meu amor, enquanto ela se despia, foi buscar o óleo que na noite anterior tinha usado em mim, e sussurrou-me ao ouvido:

- Amo-te! Estás por tua conta!

Colocou-se num canto da sala próximo de nós. E pensei eu, tu lá sabes onde queres sentar!

E com calma comecei a massajar a minha amiga, agora com o óleo é muito mais fácil, ela estremecia ao meu toque, perguntei-lhe se podia desapertar-lhe o soutien e ela disse-me que sim, e relembrou-me que estávamos entre amigos íntimos, que tinha total confiança em nós e de modo algum se sentiria incomodada por estar como estava!

Eu senti um orgulho enorme na minha amiga e na confiança que ela depositava em mim.

Continuei a massajar com a minha habitual calma e agora sem o soutien até era mais fácil, ela continuava estendida no chão e eu com as mãos a percorrer-lhe as costas, perguntei se lhe podia massajar todo o corpo, e ela disse:

- Claro que sim! Isso nem se pergunta, massaja onde tu quiseres, como tu quiseres, estou nas tuas mãos!

É claro que isto é uma grande responsabilidade, mas continuei, comecei a massajar-lhe os pés, tinha decidido começar numa ponta e acabar noutra, assim estimulava-lhe todo o corpo de forma organizada (e é como mandam os livros de massagem).

Comecei por massajar-lhe os pés de depois as pernas, uma de cada vez a direita e a esquerda, ela, e eu sentia isso nas minhas mãos à medida que lhe ia tocando, estremecia, sentia que estava a ter prazer, era estranho vê-la ali a ter prazer pelas minhas mãos. Mas lá continuei, pés, joelhos, tornozelos, pernas, rabo – ela trazia uma cuequinha fio dental muito gira que me deu jeito para lhe massajar o rabo, embora tenha ficado com a impressão que estava mais a apalpá-la do que a massajar, mas ela não se importou rigorosamente, pois quando cheguei ao rabo e comecei a tocar a medo, ela própria me relembrou que estava à vontade.

Mas até aqui tudo estava bem, mas agora queria massajar a parte da frente do seu corpo, e um pouco timidamente e meio a olhar para o meu amor que continuava no mesmo sitio, disse à minha amiga se queria que eu parasse ou se gostaria que eu continuasse a massajá-la mas agora pela frente, e ela levantou-se sorriu-me, deu-me um beijo quase junto da minha boca, os seus lábios praticamente tocaram nos meus, não sei porquê mas estremeci com aquele beijo, virou-se e disse:

- Não percebo porque é que fazes perguntas tolas, já te disse que estás à vontade, massaja-me como quiseres e onde quiseres, eu somente aproveito o que me quiseres dar.

Enchi o peito de ar, continuava a sentir uma sensação estranha, um nó na barriga, um pequeno nervosismo, a situação era nova para mim, um pouco estranha, mas fui eu que me meti nesta situação e agora tinha de me amanhar e fazer aquilo que me tinha comprometido a fazer, massajar a minha mais querida amiga.

Comecei novamente pelos pés e pernas, passando a mãos muito perto da sua pequenina cueca, ela disse-me:
- Espera um pouco.

E sem demoras tirou a cueca (que por sinal bem giras como já tinha dito), tremi, nunca tinha visto a minha amiga nua, estava toda rapadinha, nem um pelito sequer, não sei porquê estremeci, o nó na garganta parecia aumentar, até uns pequenos arrepios de frio, e isso era coisa que não tinha, isto de massajar aquece-nos. Continuei a massajá-la, algum óleo escorria-lhe da barriga para as virilhas, e demais partes íntimas, toquei-lhe nas virilhas um pouco a medo, ela nada disse, continuei para cima, uma boa massagem na barriga é sempre agradável, e bem verdade isso é, a minha amiga estremecia cada vez mais ao meu toque, massajei-lhe uma mão e o braço, e depois fiz o mesmo à outra mão, tive de tirar alguma roupa que trazia vestida, o calor já era algum, o meu amor, remexeu-se um pouco no lugar em que estava, pensava que não queria que eu me despisse, mas rapidamente percebi que tinha era posto a roupa onde não devia e ia arriscar-me a sujar a roupa, uma roupita nova que havia comprado fazia uns tempos para uma ocasião de sair à noite com o meu amor.

Mas pronto, estava eu a pensar que estava quase a terminar as massagens e já a começar a comentar se ela tinha gostado quando ela me diz:

- E então o meu peito?

Agora sim, o nó que tinha na garganta apertou-se mais, tremi! A minha amiga queria que eu lhe mexesse no peito (por sinal bem interessante, bonito, tinha os mamilos espetados, ela depois disse-me que é normal tê-los assim quando eles apanham ar. E muito timidamente comecei a massajar os peitos da minha amiga, que situação tão estranha!

Mas bem, lá ganhei coragem, e fiz-lhe uma massagem ao peito, dei mais um jeito aos ombros e pescoço (tive de lhe pedir que se sentasse para lhe massajar o pescoço), e acabei a massajem dando-lhe um beijo no pescoço (é uma espécie de imagem de marca que tenho).

De repente estou de frente para a minha amiga, e não resisto, dou-lhe um beijo, um belo beijo naqueles lábios brilhantes da minha amiga.

Afasto-me, viro-me para o meu amor e está no mesmo sítio, parece que está a apreciar, fazendo sinal do tipo, não tenho nada a ver com isso, não foi a mim que me beijaste.

A minha amiga está a olhar para mim, também meio atrapalhada notava-se na cara dela, do tipo isto nunca me tinha acontecido, virei-me novamente para ela, estou a olhar para ela e ela olha para mim, ela levanta a mão e toca-me na cara com ela faz-me uma carícia, e faço-lhe o mesmo, instantes depois voltamo-nos a beijar, desta vez temos certeza no nosso intimo que queremos fazer isso, mas ao mesmo tempo, e o meu amor, o que pensaria do que tinha feito, do que já me passava na cabeça fazer? Estava no mesmo sítio, com um sorriso um pouco tonto nos lábios, e fez-me o mesmo abanar de mãos que já tinha feito, sacudindo-as, como que diz (e de facto era o que estava a dizer-me) metes-te nessa situação agora desenrasca-te, eu estou aqui no meu cantinho a apreciar, se estás a gostar... diverte-te!

Voltei-me para a minha amiga e lá estava ela, nua, parecia que estava à minha espera, ela segredou-me ao ouvido:

- Não sei o que vai acontecer aqui hoje, mas esta é a minha primeira vez!

Eu sorri-lhe e disse-lhe também ao ouvido:

- Também é a minha!

Voltamo-nos a beijar, tinha-a ali nua à minha frente, não fui capaz de resistir e tomei-a para mim, beijei-lhe o corpo – ainda bem que o óleo tinha um sabor agradável – beijei-lhe o pescoço, os ombros, os seios, ai os seus seios, definitivamente adoro beijar-lhe os seios, são tão macios, suaves, e com os mamilos sempre em pé, onde lhe vou dando muito suavemente umas dentadas. Sei que ela estremece, geme, sinto que está a ter prazer, isto tudo é diferente, mas ao mesmo tempo nada me é estranho.

Beijo-lhe a barriga, as virilhas, tenho a minha língua no sexo dela, sabe bem, toco-lhe com os dedos enquanto lhe faço um minete, ela geme, estremece, contorce-se, ela vem-se, sinto o orgasmo dela junto de mim, os meus beijos nela continuam, beijo-lhe a boca de forma profunda, fecho os olhos, deixo-me ir, deixo-me estar, quando dou por mim, é ela que me domina, começa a despir e agora apercebo-me que ainda tinha roupa com o calor da minha excitação até disso me esqueci.

Ela despe-me com muito jeitinho, dá-me uma sensação de muito carinho e cuidado, estou de roupa interior, também bastante bonita a minha roupa interior, tinha-a escolhido propositadamente para esta noite, para "dar" ao meu amor, e por falar nisso, lá estava o meu amor, no mesmo sitio, com um sorriso meio tolo, como que dizendo diverte-te!

A minha amiga despiu-me a minha roupa interior por fim, ela tem jeito, ou pelo menos mais jeito do que certas pessoas que eu cá sei.

Estamos frente a frente sem roupa, ela empurra-me para o chão, beija-me, tal como eu a beijei, o meu pescoço, o meu corpo, o meu peito, trata-me tal como eu a tratei, mas agora sou eu que estremeço de prazer, gosto dos beijos dela, sou doces os beijos dela, e como ela é mais pequena do que eu, até parece que a própria boca dela é mais pequena, os beijos sabem-me muito bem, adoro aquela boca!

Agora é ela que me beija no sexo, sinto a língua dela, sinto a boca dela, sinto os dedos dela, hummm, a minha respiração aumenta, a minha excitação aumenta, sinto o meu coração a trotar, sinto que vou....

Vim-me, que belo orgasmo, o prazer é mais que muito, é extenuante, ela volta para junto de mim, beija-me calmamente, ficamos assim um bocado, sabe-me muito bem.

(...)

A noite que até parecia que ia já longa, afinal ainda agora tinha começado.

Por momentos pareceu-me que o meu amor se tinha ido embora, mas afinal lá estava no mesmo sitio, com o mesmo sorriso, deve ter ido à casa de banho, sei lá, sinceramente naquele momento, e o meu amor que me perdoe, não estava a pensar o que lhe tinha acontecido, era demasiado bom estar com a minha amiga, era uma situação diferente, nova, mas muito boa.

(...)

Afinal o meu amor, tinha ido buscar uma pequena mochila que colocou perto de nós (começo a desconfiar que o meu amor sabe mais do que aparenta!) fomos ver a mochila e tanto eu como a minha amiga ficámos sem saber bem o que dizer ou fazer, lá dentro tinha alguns brinquedos que trabalham a pilhas...

Gostei do que vi, embora a admiração fosse alguma, a cara da minha amiga não era diferente da minha, via-se que olhava para mim com uma cara de... nem sei bem o quê!

Certo é que concordamos que tínhamos de experimentar os brinquedos!

Peguei num, não muito grande, diria que tinha o tamanho certo, verifiquei e tinha pilhas, nunca tinha tocado numa coisa daquelas era engraçado, ter uma coisa na mão a tremer, virei-me para a minha amiga, que naquela noite era mais que amiga, era a minha amante!

Voltei a beijá-la, voltei a acariciá-la, a tocar-lhe, penetrei-a com o brinquedo enquanto que com a minha língua lhe tocava no clítoris, ela estremecia cada vez mais, eu não parava, ela estremecia, um brinquedo entrava e saía, entrava e saía, entrava e saía, entrava e saía, ela gemia, estremecia, beijávamo-nos, eu acariciava-me enquanto brincava com a minha amiga, a minha excitação não era maior, quem diria, estava a ter prazer sem quase necessidade de fazer o quer que seja, mal me tocava...

A minha amante "explodiu" num orgasmo, eu também me vim, soube-me bem vir assim, ela respira ofegante, eu sentia o meu coração bater loucamente, a minha excitação também era grande, ela puxa-me para junto dela, beija-me, abraça-me, ficamos assim.

Mas eu também quero experimentar os brinquedos!!!

(…)

4ª Parte

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

A minha primeira aventura (1ª parte)

(sexta-feira à noite)

Era um dia de primavera, uma sexta-feira, não me lembro bem de que mês, mas até estava um dia muito agradável, o tempo estava quente, e era bem convidativo a vestir umas roupinhas leves e frescas, e ao fim da tarde depois de um dia de trabalho ir até uma esplanada à beira mar era muito bom.

O dia foi um pouco complicado, logo hoje que tinha coisas combinadas para a noite, um jantar romântico e um fim-de-semana longe de casa. Mas no trabalho alguém se lembrou que numa sexta-feira à tarde era dia de trabalhar pela semana inteira e de repente o trabalho avolumou-se na secretária, mas consegui despachar as coisas e sair do trabalho não muito para lá da hora normal (só me safei uma hora depois).

Lá fui eu para casa a correr, e ainda tive de passar pelo supermercado para comprar umas coisitas urgentes que me faziam falta.

Tomei um belo banho, embora fosse um belo banho a correr pois eu já estava a ficar sem tempo, e tinha o jantar combinado no restaurante para as 20.30.

Tomei banho, produzi-me tanto quanto pude e arranquei. Finalmente cheguei ao restaurante, são 20.50, o atraso não foi muito grande.

Jantamos os dois juntinhos num canto do restaurante, era agradável aquele restaurante, não tinha muita gente, e a comida estava soberba. Dali saímos e fomos ao cinema ver um filme que tinha estreado por esses dias, era um filme engraçado, para início de noite não estava mal.

Eu sabia que ia haver uma surpresa, mas não sabia bem qual, tinha trazido comigo uma pequena mala com roupa para o fim-de-semana, e depois do filme arrancamos um pouco para o “desconhecido” não sabia para onde ia, mas uma “aventura” no desconhecido parecia-me ser interessante.

Afinal, não fomos assim tão longe, estávamos pouco mais ou menos 30/35 quilómetros de casa, mas estávamos suficientemente longe de casa, chegamos a uma pequena moradia, simpática com um R/C e um sótão (pensava eu) que afinal eram umas águas furtadas e era onde estava o quarto onde íamos ficar.

O quarto estava à meia-luz, era muito agradável, e depois de um dia cheio de trabalho aquele quarto era o lugar mais acolhedor do mundo e estando na companhia da minha cara metade, aquele lugar era sem sombra para qualquer dúvidas o lugar mais seguro do mundo.

(…)

Deitamo-nos, senti as mãos no meu corpo, estremeci por completo, hummm, umas belas massagens agora vinha mesmo a calhar… e não é que tenho direito a elas, um cheiro perfumado corre pelo meu corpo, é um óleo com essência de, parece-me, canela, bem ao certo já nem sei muito bem, os meus sentidos estão ligeiramente deturpados, sei que o cheiro é muito agradável, e as massagens ainda melhores, hummm tão bom, sabe mesmo bem sentir o nosso corpo ser massajado por umas mão assim tão firmes e que sabem exactamente onde nos tocar, acho que a melhor coisa que pode haver é mesmo uma massagem feita pela nossa cara metade, sabe sempre onde nos tocar, é estimulante, é um prazer enorme.

Depois de trocarmos umas carícias, que não foi mais que isso, acabei por adormecer, muito leve, e só me lembro de um beijo de boas noites, e a pensar cá para mim… que bela surpresa (mal eu sabia que a surpresa ainda estava para chegar)

(…)

2ª Parte

3ª Parte

4ª Parte

domingo, 23 de setembro de 2007

Uma noite diferente

Estava eu a chegar ao meu quarto num hotel de segunda categoria, mas mesmo assim aceitável, depois de ter vindo de algum sítio que não me lembro donde, mas só sei que vinha de fato e gravata e tinha vestido propositadamente umas cuequinhas de “fio dental” muito giras que dias antes havia comprado no SexShop, pois uma coisa era certo estes dias que iam agora começar, embora já tivesse havido um prelúdio uns dias antes quando havia chegado mais a minha namorada; como eu ia dizendo, cheguei para ir ter com ela, a minha ideia era passar uma noite romântico-porno-sexual, mas, nunca pensei em ter a surpresa que ela me fez! E assim foi abri a porta do quarto e dei-lhe um beijo, e foi quando ela me disse que tinha uma surpresa para mim, passando-se de imediato para trás de mim, coisa que eu estranhei confesso, a estando atrás de mim vendou-me fazendo prometer que acontecesse o que acontecesse nunca tiraria a venda, e eu como sou um menino bem mandado concordei com o pedido. Depois pegou-me pela mão e levou-me para um dos aposentos do sítio onde estava, que embora fosse um hotel de segunda categoria tenho que admitir que o dito cujo quarto era mais do que isso pois tinha até uma sala relativamente espaçosa, e penso que me tenha levado para essa sala, pois não encontrei a cama ou qualquer outro objecto que se relacionasse com um quarto, bem eu, que me lembre não encontrei rigorosamente nada que se parecesse com nada, pois aquele espaço onde estava agora não tinha nada, ou melhor tinha algo no chão macio e confortável que se poderia chamar cama, mas andando para a frente, ela disse-me para esperar um pouco que a minha surpresa e não dizer nada, nem sequer falar, pura e simplesmente esperar por a surpresa e aproveita-la estava a chegar e eu como menino obediente que sou (!) obedeci e esperei, e lá estava eu encostado a parede a tentar perceber onde é que estava ou o que tinha acontecido àquele espaço vendado a tentar matar o tempo até chegar a surpresa.

De repente pressenti que alguém entrava naquela sala e que se aproximava de mim, o meu coração batia fortemente (tal como agora bate enquanto escrevo estas palavras), aproxima-se, sinto-lhe os passos firmes e decididos, não sabia quem era nem o que queria mas deixei-me estar, nervoso e inquieto o meu coração batia cada vez mais depressa nervoso e inquieto a minha garganta estava seca e eu cada vez mais me apercebia da excitação que se apoderava do meu corpo, por fim senti um corpo junto ao meu, não sabia de quem era, certeza tinha eu, da minha namorada não era de certeza se fosse ela eu sabia, quem era? Ainda hoje estou para descobrir, mas no meu íntimo prefiro assim não saber quem era é mais… sei lá, mais engraçado ficar neste suspense de olhar para as pessoas e imaginar quem era.

Mas voltando um pouco atrás, essa dita pessoa, aproximou-se de mim e tocou-me, eu estava de costas e nem sequer me mexi, entretanto senti a mão a tocar-me a acarinhar-me a correr a sua mão pelo meu corpo, e beija-me no pescoço, ou no pouco que estava na altura visível, desaperta-me a gravata, sempre por detrás de mim, não sei como é que consegui, mas assim foi, tirou-me a gravata e desapertou-me um pouco a camisa, agora já sinto a sua boca com mais vigor no meu pescoço, de seguida começa a despir-me vagarosamente com muito cuidado mas ao mesmo tempo com muito carinho, acho que posso dizer assim. Já estou em tronco nu, agora sinto a sua boca no meu corpo no meu peito, no meu pescoço, e por fim na minha boca (beijava muito bem acho que é importante referenciar isto, e eu enquanto escrevo isto e me lembro do acontecimentos continuo a ter o meu coração a bater de excitação a recordar aqueles momentos, até o meu pénis se pronuncia sobre essa excitação), ainda não me apercebi bem de quem era mas, tal como tinha prometido à minha namorada não disse nada, deixei-me ir aproveitando o momento que estava a ser muito agradável e excitante. De seguida desaperta-me as calças e por fim tira-mas, e lá estou eu, tenho que concordar que, se fosse noutra situação era um bocado constrangedor, e como eu ia dizendo, lá estou eu, neste momento quase nu, só com uma pequena cuequinha de fim dental, uma cueca gira, muito simples de cor escura, e bastante confortável, é um bocado constrangedor para um homem ser visto assim por alguém que não conhece, mas pronto, adiante. Agora sinto que se está a despir, foi rápido confesso nem dei pelo tempo passar, só sei que naqueles momentos de espera estava um pouco a tremer com a excitação, mas apercebi-me que já estava, diga-mos numa condição idêntica à minha (!). Agora sim, sinto o corpo desta minha surpresa, sinto por detrás de mim, a beijar-me as costas, é agradável, sinto o seu respirar, profundo e intenso, era um respirar seguro de si. Passa as mãos na minha anca e roça-se em mim, senti algo estranho, faltava-lhe qualquer coisa, ou tinha qualquer coisa que se calhar não deveria ter (bem se não tivesse ainda era mais estranho!), o que era, pois embora me tivesse tocado, se calhar a palavra mais correcta era roçado em mim muito rapidamente mas convictamente. Agora tira-me as cuecas, estou nu, completamente excitado a prova disso era o meu pénis que estava em pé parecendo uma arma apontada pronta a disparar.

Tomei uma decisão! Estava a “minha surpresa” a acariciar-me o pénis muito cuidadosamente, com as mãos e com a boca, sabia-me bem, mas eu não podia deixar avançar sem saber minimamente com quem estava, peguei-lhe não mão, a pessoa que estava comigo levantou-se, não disse uma única palavra, eu também não, nunca dissemos uma única palavra durante todo o tempo que estivemos e passamos, até se ir embora, levantou-se e agora fui eu que beijei e comecei a passar-lhe as mãos pelo corpo, também só tinhas as cuecas vestidas e também eram do tipo da minha, eram de “fio dental”, finalmente percebi com quem estava, com um homem, também ele muito excitado, fiquei um pouco abananado, respirei fundo, das duas uma ou continuo e deixo-me levar, ou viro as costas e vou-me embora… voltei a respirar fundo, beijei-o de forma intensa, e pensei para mim, que se lixe, se ela me deu esta surpresa lá terá as suas razões, e até agora estou a gostar, vamos em frente, e continuei a beijá-lo, agora SOU eu que lhe tiro as cuecas, também o seu pénis está rijo e firme como o meu.

Deitamo-nos no chão naquela espécie de cama que ali estava feita, sinto o seu corpo junto do meu, os nossos sexos tocam-se, deveras excitante, ele passa a língua PELO meu corpo, muito cuidadosamente, muito… não sei, sabia-me bem, detém-se junto do meu pénis começa a beijá-lo e por fim chupa-o como se fosse um gelado, sabia-me bem, era… não sei talvez por ser um ele e não uma ela, parecia-me diferente, finalmente venho-me, e tenho a primeira “explosão” de prazer visível da situação (desde que ele me tinha começado a tocar que eu estava a ter prazer), vai subindo, o meu sémen escorria-lhe pela boca e agora estava no meu corpo, volta a beijar-ME na boca, passando o pouco do restava do meu sémen para a minha boca, que eu engulo, fincando assim os dois com o mesmo sabor na boca. De repente reajo, agora sou eu que estou por cima e sou eu que beijo o corpo deste fulano, cheirava muito bem, não sei o que era mas cheirava muito bem, vou-me deslocando por seu corpo, brinco com os bicos do seu peito tal como ele me fez a mim, mordiscando-os muito cuidadosamente, depois deixo-me correr elo seu estômago ate chegar ao seu pénis (mais um dilema para mim chupo ou não chupo?) rocei nele com a minha face, um pouco peganhenta de algum sémen que tinha ficado perdido nela de um beijo anterior, senti o seu pénis na minha cara, rocei nele com ela era agradável, nunca tinha estado numa posição daquelas, começa a passar a língua por ele, muito calmamente, mordisco-lhe a cabeça do pénis, sabia-me bem fazer aquilo e depois enchi o peito de ar e comecei a chupar-lhe o pénis entrevalando com umas lambidelas e umas mordiscadelas, sentia que ele estava a gostar, à coisas que um homem não pode disfarçar, até que por fim agarrei-me ao pénis e usando a cabeça e a boca ia friccionando o seu pénis de forma ritmada e calma, até que por fim ele veio-se na minha boca, senti pela primeira vez na minha vida o que é uma pessoa vir-se na nossa boca, senti o gosto quente (e até relativamente saboroso) do seu sémen deixei que ele corresse pelo canto da minha boca e pelo seu corpo e ia subindo até a sua boca, onde (um pouco por vingança também) lhe depositei o pouco que restava do seu sémen; agora estou eu por cima dele sito as suas mãos percorrerem as minhas costas até ao meu cu, era agradável, mas sabia-me muito bem sentir os nossos corpos já sujos e suados tocarem-se, viro-o de costas, para o deixar recuperar desta primeira aventura, beijo-lhe as costas, passo-lhe a língua por ela até chegar ao seu rabo, também cheirava bem, beije-lhe o rabo e com a minha língua procurei o buraco do seu rabo, passei com a língua por ele, senti-o gemer de prazer tentei enfiar a língua do buraco (um pouco difícil, mas consegui), continuei a faze-lo até os meus maxilares ressentirem-se, então já sabia estava na hora, subi, agora estava deitado sobre as costas dele, e possui-o, penetrei com o meu pénis no interior do seu corpo estava dentro dele, assim estivemos até eu me vir.

Caí para o lado, estava ofegante e embora não tivesse já aquilo a que nós chamamos de tesão continuava a sentir-me excitado, o que iria acontecer agora?

Ele, volta a beijar-ME de forma intensa na boca, faz-me rebolar, agora sou eu que tenho as costas à sua disposição, sinto o seu corpo em cima do meu, era agradável, ele beija-me o pescoço, as costas, as pernas (não me tinha lembrado de lhe beijar-lhe as pernas), detém-se no meu rabo, mordisca-mo, era como se me fizesse cócegas com os dentes, mas ao mesmo tempo não eram cócegas, era agradável, agora é ele que me põe a língua no buraco no meu cu, é agradável, sabia-me bem sentir a língua dele, assim húmida a passar por aquele sítio, estava a dar-me muito prazer, eu já estremecia, e embora estivesse cansado o meu corpo começava a dar sinais de excitação. Ele desloca-se sobre o meu corpo, sinto o seu pénis a passar pelas minhas costas, a tocar no meu rabo, sinto o pénis dele a “acariciar” o meu rabo, de repente sou penetrado, sinto o seu pénis dentro de mim, eis algo de diferente que eu nunca tinha experimentado (embora confesso tivesse curiosidade em saber e sentir o que era a penetração), e ali estou eu, com ele por cima de mim, com uma parte do seu corpo dentro de mim, transpiramos, a noite estava quente, e ele continuava, eu sentia o seu pénis dentro de mim como que a entrar e a sair mas sem nunca sair, ele vêm-se, sinto o seu sémen a entrar dentro de mim, sinto uma coisa quente que corre pelo meu interior, uma sensação estranha, mas agradável, ele pára, está deitado em cima de mim, dentro de mim, assim quietos sem nunca termos dito uma palavra um ao outro, a única coisa que se poderia ter assemelhado a palavras foram os gemidos de prazer que tínhamos produzido, ele continua dentro de mim beijando-me carinhosamente o meu pescoço, tento virar a cara para o beijar, é um pouco difícil, mas lá consigo, ainda senti o sabor do meu sémen na sua boca, tal como ele deve ter sentido o sabor do dele na minha boca, as nossas línguas, mais uma vez tocam-se junto com os nossos lábios, era… agradável estarmos assim. Por fim ele sai de dentro de mim, eu estava muito excitado, o meu pénis voltava a estar teso tal como nos primeiros momentos que nos tocamos, sinto o seu sémen a escorrer, a sair de mim e a escorrer pelas minhas pernas, era uma sensação agradável. Estamos frente a frente, eu sem o ver, ele, não sei, provavelmente via-me, toca com a sua mão no meu pénis e acaricia-o com muito cuidado, eu faço o mesmo, beijamo-nos, a sua boca contra a minha, os seus lábios contra os meus, as nossas línguas dentro das nossas bocas friccionam-se, tocam-se, era um beijo muito quente, eu não resisto, quero mais, volto a passar a minha língua no seu rabo, naquele buraquinho que hoje ME parecia algo de muito especial, agora ao passar a língua pelo seu rabo sinto os restos do meu sémen que ficaram por ali, é uma sensação entranha, um sabor também ele muito estranho, mas muito agradável, volto a possuí-lo com todo o meu vigor, até que por fim venho-me, mas agora tiro o meu pénis para fora, venho-me para cima dele, sujei-o por completo e deito-me em cima dele, quero estar assim, e sentir o meu sémen ainda quente junto ao meu corpo, ou melhor entre os nossos corpos, viro-o voltamo-nos a beijar intensamente, agora é ele que me agarra, beija-me o peito, mordisca-me os bicos do meu peito, eu vibro, beija o meu pénis, retirando os restos de sémen que lá poderia estar, põe-me de joelhos e volta-me a possuir, desta vez sinto que me penetra mais fundo do que da primeira vez, vibro, e ele insiste com todo o seu vigor, sinto-o dentro de mim, vibro, ele vem-se, sinto o seu jacto de sémen dentro de mim, o meu coração bate velozmente, sinto que os nossos orgasmos estão em sintonia, tremo por todos os lados, ele continua dentro de mim, deixo-me escorregar para o chão com ele dentro de mim, apetece-me ficar assim, ele vai-me dando pequenos beijos no pescoço e nas costas, estava-me a saber bem, era diferente mas bom estar naquela posição, com ele dentro de mim, parecia algo de surreal, mas bom, tê-lo dentro de mim era uma sensação, sem explicação, confesso, mas muito boa.
Ele sai de cima de mim, levanta-me, estamos os dois frente a frente em pé, volto a sentir o seu sémen a escorrer para fora, era bom, os seus lábios voltam a tocar nos meus, põe a sua língua na minha boca, a minha língua toca a dele, beijamo-nos novamente, de forma intensa.
Ele afasta-se, percebo que está na hora de ele se ir embora, fiquei… não sei, talvez triste por aquela aventura estar a acabar, mas é a vida, tudo o que é bom também se acaba (!) ele volta a beijar-me, fiquei com o sentimento de que ele estava a dizer-me que tinha também ele gostado, mas que tinha sido só aquela aventura, nunca mais nos iríamos voltar a ver ou a tocar, pelo menos daquela forma, já que eu não sei quem ele era, beijou-me carinhosamente, vestiu-se, antes de se ir embora, voltou-me a beijar de forma quente e intensa, afastou-se, abriu a porta, fechou-a, ouvi abrir a porta da rua e a fechar-se, foi-se embora.

Sentei-me no chão, ainda estava com a venda que a minha namorada me tinha posto, não me apetecia tirar, sinto outra presença naquele espaço, era ela, teria voltado? Teria ela assistido a tudo? Sim, ela tinha assistido a tudo, estava nua, senti o seu peito transpirado junto de mim. Ela tinha assistido a tudo e sem nunca participar, masturbou-se os seus dedos cheiravam à sua vagina, aquele cheiro quente e saboroso, que é a sua vagina, beijei-a, não sei como mas ganhei forças, peguei nela, deitei-a no chão, passei com a minha língua pelo seu corpo, lambi a SUA vagina, queria voltar a ter o seu sabor na minha boca, misturando-se agora com o sabor a sémen que tinha dele, possuí-a vigorosamente, ela gritava de prazer à medida que ia atingido o orgasmo, viemo-nos ao mesmo tempo, eu deixo-me estar deitado em cima dela. Por fim lá a muito custo deixo-me cair para o lado, finalmente ela tiram-me a venda, a sala onde tinha estado, não tinha nada, tinha sido tudo retirado, era espaçosa, sentia-me muito bem, fomos os dois tomar banho, é ela que me lava, estou demasiado cansado para me lavar, e ao mesmo tempo, parece que quer ficar com a sensação de toda aquela aventura dentro de mim.
Deixei-me estar, soube-me aquele banho, mas na minha cabeça já havia planos de vingança, ela tinha que me pagar aquela surpresa, mas isso fica para outro dia!

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

As amantes

Numa noite de verão, num quarto dum 5º andar as duas amantes encontraram-se.
Estavam frente a frente, a olharem uma para a outra, beijaram-se como se fosse a primeira vez que se beijavam.

Abraçaram-se ternuramente como outros tantos amantes fazem.

Tocaram-se, com calma, com carinho, com o toque exacto que só uma mulher sabe ter.

As línguas tocam-se nos beijos ardentes e repetitivos, a excitação entre elas aumenta, continuando-se a beijarem.

A roupa, de forma natural começa a ser despida, encontrando já só em cuecas e soutien. Corre uma brisa fresca da janela aberta do 5º andar pois a noite está quente, e os seus corpos excitados quentes estão.

Trocam carícias entre elas, beijam os seios de ambas, uma está deitada na cama, a outra por cima, beija-lhe o peito, fazendo a sua amante submissa estremecer de prazer.

Corre pelo abdómen, beijando-lhe as virilhas e por fim corre a língua pelo seu buraquinho, que muito quente e excitado estava.

Um vibrador aparece, a amante submissa surpresa diz, quero-o senti-lo dentro de mim, fode-me!

E a outra amante assim o faz, com o seu vibrador penetra-o na sua amante, e esta estremece de prazer.

A noite é de verão, está quente, vão para a janela, a amante submissa aprecia o ar da noite naquele andar, a sua amante, louca desejo continua a acaricia-la, a beijar, a foder!

Daquela janela do 5º andar ambas as amantes tiveram a sua noite de prazer, ambas se vieram, ambas sentiram o prazer do orgasmo.

Voltam para a cama, beijam ternuramente abraçam-se, assim ficam, e adormecem, nuas, excitadas, molhadas, elas são amantes, elas assim o decidiram ser.
Provoca-me
Imagem: Lovers, by lucretious