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terça-feira, 30 de outubro de 2007

Falta pouco...

Estou a contar as horas que faltam para o nosso doce reencontro. Sei que será assim… doce, intenso, envolvente, extasiante! Aquele misto de loucura e carinho que tão bem nos caracteriza. Estou à vossa espera…!

imagem retirada daqui.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Janela de Recordações

Na janela deste quinto andar lembro a última vez que estivemos juntas (os)! As duas neste quarto, nesta cama… O teu mais que tudo a presenciar a nossa entrega!
Lembro o teu orgasmo vivido entre contracções e gemidos, o jeito como me agarraste, a expressão do teu rosto… Todo o teu corpo numa celebração de prazer! Tive a certeza que te podia dar muito mais do que certos homens nos dão! Senti que tocava o teu corpo como nunca tinha tocado antes. Espero ter tocado a tua alma com a mesma intensidade!

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

A minha primeira aventura (4ª parte)

1ª Parte

2ª Parte

3ª Parte


(…)

Os brinquedos…

Como ia dizendo, também eu queria brincar, ou melhor, que brincassem comigo.

A minha amiga por esta altura está “sem fôlego”, deixa-se ficar um pouco, depois de me agarrar, ela abraça-me com força, dizendo que era muito bom estar ali, que aquela noite estava a ser maravilhosa, que nunca tinha tido tanto prazer e tão intenso como naquela noite.

De repente levanta-se, “empurra-me para o chão”, a minha amiga virou “dominadora” e sabe muito bem, estar sob o “domínio” dela.

Sinto os lábios dela no meu corpo, já os havia sentido antes, e continua a saber muito bem, sinto a língua dela a correr pelo meu corpo, no meu peito, porra que bem que sabe!

Sinto-a, sinto-a de uma forma que nunca na vida tinha imaginado senti-la, toca-me no meu sexo, sinto a língua dela das virilhas, também eu tinha me depilado, pelos é coisa que não existe, a minha pele está macia, lisa, suave, sinto a língua dela do meu sexo, sinto e estremeço o meu corpo arrepia-se só com a passagem muito ao de leve da língua dela pelas minhas virilhas, sinto-a ela lambe-me, beija-me acaricia-me, masturba-me, hummm!!!!!!!

Ela manda-me virar, sinto a língua dela do meu rabo, sinto a língua dela dentro do meu rabo, porra que sabe bem!

Sinto que os brinquedos estão perto, sinto algo a tremer próximo de mim e a escorregar pelo meu corpo, sinto-o a entrar dentro de mim, é confortável, tal como a minha amiga diria, tem o tamanho certo, sinto-o, não imaginaria que era tão agradável, o meu amor soube bem escolher!

Ela continua a dar-me prazer, tenho de mudar de posição esta posição é boa, mesmo boa, mas as minhas pernas já não se aguentam, viro-me de frente, e tenho a minha amiga na minha frente, vê-se que está extremamente excitada, ela masturba-se enquanto me penetra, eu beijo-a, beijo-a intensamente, ela domina-me, empurra-me para o chão e volta a penetrar-me, é bom, muito bom, e agora posso olhar para ela, sentir a sua excitação, sinto que estarei próximo do orgasmo, a minha amiga continua loucamente a penetrar-me com o brinquedo e a masturbar-se, ela também está próxima do orgasmo, vimo-nos, temos um orgasmo em simultâneo, os nossos corpos estão suados e oleados (é bom não esquecer que eu antes tinha massajado a minha amiga, e usado bastante óleo).

Ficamos no chão, deitadas, beijamo-nos, mimamo-nos, os nossos corpos estão cansados, a nossa respiração é ofegante, os nossos corações batem velozmente.

Olho para o meu amor, está no mesmo sítio, vi que estava sem uma boa parte da roupa, masturbou-se enquanto assistia, tem de ser compensado! Mas vai ter de esperar este momento é meu e da minha amiga!

(…)

Passou-se algum tempo, segundos, minutos não tenho bem certeza, o meu corpo recuperou, sentia-me bem, a minha amiga também já estava recuperada, votamo-nos a beijar, já não me lembro se disse, mas adoro beijar a boca da minha amiga!

Levantamo-nos e vamos ter com o meu amor.

Pegamos-lhe nas mãos e puxamo-lo para o nosso meio. Digo à minha amiga para beijar o meu amor, ela olha para mim meio sem saber o que dizer o que fazer, o meu amor também, mas eu digo-lhes para não recearem e beijarem-se, tocarem-se, sentirem-se.

E assim foi, ela tocou, beijou sentiu o meu amor, e eu fiquei a ver por uns momentos e por fim também fui à carga, partilhei o meu amor com a minha amiga, beijos, toques, carícias, sexo, suor, ouve de tudo nessa noite, acabou por ser uma noite de muito prazer, ver e sentir, fazer amor a três, na mesma cama, na mesma noite, acabamos os três a dormir agarrados numa mistura de pernas braços e troncos, mas confesso que ele ficou um pouco à margem, e aproveitei para estar com ela o máximo de tempo possível, para a sentir como na verdade nunca a tinha sentido, era uma situação nova para as duas, mas ambas gostamos do que fizemos e como o fizemos, uma experiência diferente, nenhuma estava preparada para aquela noite, para o que aconteceu, mas foi bom, muito bom, foi a minha primeira aventura.

Ao meu amor devo em parte a oportunidade que nos deu, como é que ele preparou tudo não sei, nem a minha amiga sabe, pode ser que um dia nos conte. Mas agradece-lhe, por nos respeitar, por nos dar espaço, por saber partilhar e aceitar partilhar.

Podia acabar por aqui, mas ainda tenho um domingo soalheiro para aproveitar para estar com as duas pessoas que me são mais queridas, o meu amor, e ela a minha amiga.

(…)

terça-feira, 2 de outubro de 2007

A minha primeira aventura (3ª parte)

1ª Parte

2ª Parte

(...)

(Sábado pela noite dentro...)

Depois do jantar ficámos por casa a conversar, a casa era pequenina, e passámos para a sala que antecedia o quarto nas águas furtadas, era um espaço agradável e amplo, tivemos que procurar almofadas para nos sentar pois não havia nenhuma cadeira ou sofá naquele espaço que vou passar a chamar de sala.

Encontrámos uma pequena aparelhagem que segundo lá dizia lia MP3, o que até deu jeito, já que tínhamos trazido uns CDs nesse formato, lá escolhi um com música calma para podermos apreciá-la e podermos estar a conversar.

Embora fosse um dia quente de primavera, as noites ainda estavam ligeiramente frescas, acabámos por juntar mais, sempre nos íamos aquecendo...

A minha amiga, queixou-se com algumas tensões no corpo, estava moída da viagem, e já estávamos ali à conversa fazia algum tempo, e o corpo começa a cansar-se, eu ofereci-me para lhe fazer umas massagens, e ela acedeu rapidamente, e lá ela se posicionou de forma que eu lhe pudesse começar a massajar as costas, e lá comecei a fazer-lhe umas pequenas massagens, mas como ela estava vestida não me estava dar grande jeito para a massajar devidamente, e perguntei-lhe se ela não se importava de se despir, ou pelo menos de tirar alguma roupa, de modo a que se sentisse mais à vontade mas sem se sentir intimidada, e ela disse logo que não tinha problema nenhum em tirar a roupa, afinal estava junto de duas pessoas em quem tinha total confiança e intimidade, vê-la em roupas intimas não seria por parte dela problema algum, e assim o fez, despiu-se, calmamente por sinal, e pude admirar enquanto ela se despia o corpo dela, não sei porquê mas excitava-me.

O meu amor, enquanto ela se despia, foi buscar o óleo que na noite anterior tinha usado em mim, e sussurrou-me ao ouvido:

- Amo-te! Estás por tua conta!

Colocou-se num canto da sala próximo de nós. E pensei eu, tu lá sabes onde queres sentar!

E com calma comecei a massajar a minha amiga, agora com o óleo é muito mais fácil, ela estremecia ao meu toque, perguntei-lhe se podia desapertar-lhe o soutien e ela disse-me que sim, e relembrou-me que estávamos entre amigos íntimos, que tinha total confiança em nós e de modo algum se sentiria incomodada por estar como estava!

Eu senti um orgulho enorme na minha amiga e na confiança que ela depositava em mim.

Continuei a massajar com a minha habitual calma e agora sem o soutien até era mais fácil, ela continuava estendida no chão e eu com as mãos a percorrer-lhe as costas, perguntei se lhe podia massajar todo o corpo, e ela disse:

- Claro que sim! Isso nem se pergunta, massaja onde tu quiseres, como tu quiseres, estou nas tuas mãos!

É claro que isto é uma grande responsabilidade, mas continuei, comecei a massajar-lhe os pés, tinha decidido começar numa ponta e acabar noutra, assim estimulava-lhe todo o corpo de forma organizada (e é como mandam os livros de massagem).

Comecei por massajar-lhe os pés de depois as pernas, uma de cada vez a direita e a esquerda, ela, e eu sentia isso nas minhas mãos à medida que lhe ia tocando, estremecia, sentia que estava a ter prazer, era estranho vê-la ali a ter prazer pelas minhas mãos. Mas lá continuei, pés, joelhos, tornozelos, pernas, rabo – ela trazia uma cuequinha fio dental muito gira que me deu jeito para lhe massajar o rabo, embora tenha ficado com a impressão que estava mais a apalpá-la do que a massajar, mas ela não se importou rigorosamente, pois quando cheguei ao rabo e comecei a tocar a medo, ela própria me relembrou que estava à vontade.

Mas até aqui tudo estava bem, mas agora queria massajar a parte da frente do seu corpo, e um pouco timidamente e meio a olhar para o meu amor que continuava no mesmo sitio, disse à minha amiga se queria que eu parasse ou se gostaria que eu continuasse a massajá-la mas agora pela frente, e ela levantou-se sorriu-me, deu-me um beijo quase junto da minha boca, os seus lábios praticamente tocaram nos meus, não sei porquê mas estremeci com aquele beijo, virou-se e disse:

- Não percebo porque é que fazes perguntas tolas, já te disse que estás à vontade, massaja-me como quiseres e onde quiseres, eu somente aproveito o que me quiseres dar.

Enchi o peito de ar, continuava a sentir uma sensação estranha, um nó na barriga, um pequeno nervosismo, a situação era nova para mim, um pouco estranha, mas fui eu que me meti nesta situação e agora tinha de me amanhar e fazer aquilo que me tinha comprometido a fazer, massajar a minha mais querida amiga.

Comecei novamente pelos pés e pernas, passando a mãos muito perto da sua pequenina cueca, ela disse-me:
- Espera um pouco.

E sem demoras tirou a cueca (que por sinal bem giras como já tinha dito), tremi, nunca tinha visto a minha amiga nua, estava toda rapadinha, nem um pelito sequer, não sei porquê estremeci, o nó na garganta parecia aumentar, até uns pequenos arrepios de frio, e isso era coisa que não tinha, isto de massajar aquece-nos. Continuei a massajá-la, algum óleo escorria-lhe da barriga para as virilhas, e demais partes íntimas, toquei-lhe nas virilhas um pouco a medo, ela nada disse, continuei para cima, uma boa massagem na barriga é sempre agradável, e bem verdade isso é, a minha amiga estremecia cada vez mais ao meu toque, massajei-lhe uma mão e o braço, e depois fiz o mesmo à outra mão, tive de tirar alguma roupa que trazia vestida, o calor já era algum, o meu amor, remexeu-se um pouco no lugar em que estava, pensava que não queria que eu me despisse, mas rapidamente percebi que tinha era posto a roupa onde não devia e ia arriscar-me a sujar a roupa, uma roupita nova que havia comprado fazia uns tempos para uma ocasião de sair à noite com o meu amor.

Mas pronto, estava eu a pensar que estava quase a terminar as massagens e já a começar a comentar se ela tinha gostado quando ela me diz:

- E então o meu peito?

Agora sim, o nó que tinha na garganta apertou-se mais, tremi! A minha amiga queria que eu lhe mexesse no peito (por sinal bem interessante, bonito, tinha os mamilos espetados, ela depois disse-me que é normal tê-los assim quando eles apanham ar. E muito timidamente comecei a massajar os peitos da minha amiga, que situação tão estranha!

Mas bem, lá ganhei coragem, e fiz-lhe uma massagem ao peito, dei mais um jeito aos ombros e pescoço (tive de lhe pedir que se sentasse para lhe massajar o pescoço), e acabei a massajem dando-lhe um beijo no pescoço (é uma espécie de imagem de marca que tenho).

De repente estou de frente para a minha amiga, e não resisto, dou-lhe um beijo, um belo beijo naqueles lábios brilhantes da minha amiga.

Afasto-me, viro-me para o meu amor e está no mesmo sítio, parece que está a apreciar, fazendo sinal do tipo, não tenho nada a ver com isso, não foi a mim que me beijaste.

A minha amiga está a olhar para mim, também meio atrapalhada notava-se na cara dela, do tipo isto nunca me tinha acontecido, virei-me novamente para ela, estou a olhar para ela e ela olha para mim, ela levanta a mão e toca-me na cara com ela faz-me uma carícia, e faço-lhe o mesmo, instantes depois voltamo-nos a beijar, desta vez temos certeza no nosso intimo que queremos fazer isso, mas ao mesmo tempo, e o meu amor, o que pensaria do que tinha feito, do que já me passava na cabeça fazer? Estava no mesmo sítio, com um sorriso um pouco tonto nos lábios, e fez-me o mesmo abanar de mãos que já tinha feito, sacudindo-as, como que diz (e de facto era o que estava a dizer-me) metes-te nessa situação agora desenrasca-te, eu estou aqui no meu cantinho a apreciar, se estás a gostar... diverte-te!

Voltei-me para a minha amiga e lá estava ela, nua, parecia que estava à minha espera, ela segredou-me ao ouvido:

- Não sei o que vai acontecer aqui hoje, mas esta é a minha primeira vez!

Eu sorri-lhe e disse-lhe também ao ouvido:

- Também é a minha!

Voltamo-nos a beijar, tinha-a ali nua à minha frente, não fui capaz de resistir e tomei-a para mim, beijei-lhe o corpo – ainda bem que o óleo tinha um sabor agradável – beijei-lhe o pescoço, os ombros, os seios, ai os seus seios, definitivamente adoro beijar-lhe os seios, são tão macios, suaves, e com os mamilos sempre em pé, onde lhe vou dando muito suavemente umas dentadas. Sei que ela estremece, geme, sinto que está a ter prazer, isto tudo é diferente, mas ao mesmo tempo nada me é estranho.

Beijo-lhe a barriga, as virilhas, tenho a minha língua no sexo dela, sabe bem, toco-lhe com os dedos enquanto lhe faço um minete, ela geme, estremece, contorce-se, ela vem-se, sinto o orgasmo dela junto de mim, os meus beijos nela continuam, beijo-lhe a boca de forma profunda, fecho os olhos, deixo-me ir, deixo-me estar, quando dou por mim, é ela que me domina, começa a despir e agora apercebo-me que ainda tinha roupa com o calor da minha excitação até disso me esqueci.

Ela despe-me com muito jeitinho, dá-me uma sensação de muito carinho e cuidado, estou de roupa interior, também bastante bonita a minha roupa interior, tinha-a escolhido propositadamente para esta noite, para "dar" ao meu amor, e por falar nisso, lá estava o meu amor, no mesmo sitio, com um sorriso meio tolo, como que dizendo diverte-te!

A minha amiga despiu-me a minha roupa interior por fim, ela tem jeito, ou pelo menos mais jeito do que certas pessoas que eu cá sei.

Estamos frente a frente sem roupa, ela empurra-me para o chão, beija-me, tal como eu a beijei, o meu pescoço, o meu corpo, o meu peito, trata-me tal como eu a tratei, mas agora sou eu que estremeço de prazer, gosto dos beijos dela, sou doces os beijos dela, e como ela é mais pequena do que eu, até parece que a própria boca dela é mais pequena, os beijos sabem-me muito bem, adoro aquela boca!

Agora é ela que me beija no sexo, sinto a língua dela, sinto a boca dela, sinto os dedos dela, hummm, a minha respiração aumenta, a minha excitação aumenta, sinto o meu coração a trotar, sinto que vou....

Vim-me, que belo orgasmo, o prazer é mais que muito, é extenuante, ela volta para junto de mim, beija-me calmamente, ficamos assim um bocado, sabe-me muito bem.

(...)

A noite que até parecia que ia já longa, afinal ainda agora tinha começado.

Por momentos pareceu-me que o meu amor se tinha ido embora, mas afinal lá estava no mesmo sitio, com o mesmo sorriso, deve ter ido à casa de banho, sei lá, sinceramente naquele momento, e o meu amor que me perdoe, não estava a pensar o que lhe tinha acontecido, era demasiado bom estar com a minha amiga, era uma situação diferente, nova, mas muito boa.

(...)

Afinal o meu amor, tinha ido buscar uma pequena mochila que colocou perto de nós (começo a desconfiar que o meu amor sabe mais do que aparenta!) fomos ver a mochila e tanto eu como a minha amiga ficámos sem saber bem o que dizer ou fazer, lá dentro tinha alguns brinquedos que trabalham a pilhas...

Gostei do que vi, embora a admiração fosse alguma, a cara da minha amiga não era diferente da minha, via-se que olhava para mim com uma cara de... nem sei bem o quê!

Certo é que concordamos que tínhamos de experimentar os brinquedos!

Peguei num, não muito grande, diria que tinha o tamanho certo, verifiquei e tinha pilhas, nunca tinha tocado numa coisa daquelas era engraçado, ter uma coisa na mão a tremer, virei-me para a minha amiga, que naquela noite era mais que amiga, era a minha amante!

Voltei a beijá-la, voltei a acariciá-la, a tocar-lhe, penetrei-a com o brinquedo enquanto que com a minha língua lhe tocava no clítoris, ela estremecia cada vez mais, eu não parava, ela estremecia, um brinquedo entrava e saía, entrava e saía, entrava e saía, entrava e saía, ela gemia, estremecia, beijávamo-nos, eu acariciava-me enquanto brincava com a minha amiga, a minha excitação não era maior, quem diria, estava a ter prazer sem quase necessidade de fazer o quer que seja, mal me tocava...

A minha amante "explodiu" num orgasmo, eu também me vim, soube-me bem vir assim, ela respira ofegante, eu sentia o meu coração bater loucamente, a minha excitação também era grande, ela puxa-me para junto dela, beija-me, abraça-me, ficamos assim.

Mas eu também quero experimentar os brinquedos!!!

(…)

4ª Parte

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

A minha primeira aventura (2ª parte)

1ª Parte

(…)

(Sábado de manhã e tarde)

Acordei com um beijo, eram umas dez e meia mais coisa menos coisa, já fazia tempo que não dormia tão bem. Mas melhor ainda acordar com um belo beijo de bons dias e o pequeno-almoço na cama, se bem me lembro a ultima vez que tive o pequeno-almoço na cama (ou qualquer outra refeição) tinha eu os meus 10 anos e tinha varicela.

Mas o meu amor veio dar-me o pequeno-almoço e juro que o beijo com que acordei foi um beijo extremamente estimulante, foi algo de mágico, foi muito bom, e a parte mais engraçada é que foi um simples beijo…

Depois de tomar o pequeno-almoço ficamos os dois na cama a conversar e a trocar carícias, e claro, acabamos por fazer amor, soube-me muito bem fazer amor, com calma, sem pressas, sentir cada toque, cada beijo, cada carícia, cada palavra de carinho, de amor que era dita.

Mas pronto o que é bom acaba depressa (e ainda estivemos no bem bom algum tempo) mas tinha de ir tomar banho, é claro que acabamos os dois por ir tomar banho juntos (supostamente devia ser mais rápido, um a lavar as costas do outro, mas garanto que é a mais pura mentira!).

O meu amor, andava com um sorriso de orelha a orelha, e ia-me provocando se eu imaginava qual seria a surpresa que tinha para mim, e eu lá ia tentando adivinhar, e para não variar falhava na surpresa (não tenho muito jeito para adivinhar), mas o estar ali, aquele fim-de-semana, já era por si só uma bela surpresa.

Já era perto do almoço, e fomos a um pequeno restaurante perto de casa almoçar, estávamos um pouco com hora marcada, pois a minha surpresa chegaria durante a tarde e era necessário ir busca-la.

Eram mais ao menos três da tarde quando o telemóvel do meu amor toca, já tínhamos acabado de almoçar mas estávamos a fazer tempo nesse mesmo restaurante para ir buscar a minha surpresa (e dizendo de passagem que o restaurante tinha uma excelente cozinha e uma paisagem maravilhosa).

São horas! A minha surpresa está a chegar, fomos à estação de autocarros buscar a dita cuja surpresa, o meu coração batia loucamente, é um pouco idiota, afinal, embora [ainda] não soubesse bem qual seria a surpresa, era sem sombra de dúvidas uma pessoa, o meu jeito para adivinhar realmente não é grande coisa!

Chega um autocarro, o meu coração bate fortemente, as minhas pernas tremem, e sinto um nó no estômago, como é que é possível tanto nervosismo?

Finalmente! A minha surpresa está mesmo à minha frente, estou sem palavras, as minhas mãos, pernas, braços, o meu corpo todo treme, a minha alegria é enorme. Como é que uma pessoa pode fazer-nos isso tudo? Simples tenho à minha frente a minha melhor amiga, vem com um sorriso maroto nos lábios e uma lágrima no canto do olho, nos meus olhos também corre uma pequena lágrima de alegria, fazia tanto tempo que eu não a via, uma grande amiga, a única pessoa que eu confio cegamente para além do meu amor.

Estamos os três juntos finalmente, a conversa entre nós não pára, já fazia bastante tempo que não estava com esta minha linda amiga, já fazia realmente demasiado tempo! Ela está muito bonita, sorridente, “solta”, confiante e segura de si, tinha um brilhozinho nos olhos muito, admito, excitante!

Passamos o resto da tarde a conversar, aproveitou-se para pôr a conversa em dia, o tempo passou a correr, quando dei conta era quase hora do jantar, o meu amor tinha desaparecido, e eu continuava na “palheta”, e o jantar, não havia nada preparado, o que é que ela ia comer!

O meu amor, a minha cara-metade, voltou a aparecer, afinal tinha estado a dormir uma sesta, deixando-nos à vontade para conversar, vá-se lá perceber…

Quanto ao jantar, afinal não havia grandes problemas, o restaurante onde tínhamos estado servia para fora (imagine-se até fazia entregas) e o meu amor tinha tratado de tudo, o jantar chegou para nós os três.

(…)

3ª Parte

4ª Parte

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

As amantes

Numa noite de verão, num quarto dum 5º andar as duas amantes encontraram-se.
Estavam frente a frente, a olharem uma para a outra, beijaram-se como se fosse a primeira vez que se beijavam.

Abraçaram-se ternuramente como outros tantos amantes fazem.

Tocaram-se, com calma, com carinho, com o toque exacto que só uma mulher sabe ter.

As línguas tocam-se nos beijos ardentes e repetitivos, a excitação entre elas aumenta, continuando-se a beijarem.

A roupa, de forma natural começa a ser despida, encontrando já só em cuecas e soutien. Corre uma brisa fresca da janela aberta do 5º andar pois a noite está quente, e os seus corpos excitados quentes estão.

Trocam carícias entre elas, beijam os seios de ambas, uma está deitada na cama, a outra por cima, beija-lhe o peito, fazendo a sua amante submissa estremecer de prazer.

Corre pelo abdómen, beijando-lhe as virilhas e por fim corre a língua pelo seu buraquinho, que muito quente e excitado estava.

Um vibrador aparece, a amante submissa surpresa diz, quero-o senti-lo dentro de mim, fode-me!

E a outra amante assim o faz, com o seu vibrador penetra-o na sua amante, e esta estremece de prazer.

A noite é de verão, está quente, vão para a janela, a amante submissa aprecia o ar da noite naquele andar, a sua amante, louca desejo continua a acaricia-la, a beijar, a foder!

Daquela janela do 5º andar ambas as amantes tiveram a sua noite de prazer, ambas se vieram, ambas sentiram o prazer do orgasmo.

Voltam para a cama, beijam ternuramente abraçam-se, assim ficam, e adormecem, nuas, excitadas, molhadas, elas são amantes, elas assim o decidiram ser.
Provoca-me
Imagem: Lovers, by lucretious

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Amante

Senti a tua boca na minha
Os teus lábios junto dos meus
Senti a tua boca correr o meu pescoço
Senti a tua língua
Beijaste-me no peito
Senti a tua língua a contornar o meu mamilo
A mordisca-lo
Tremi,
Gemi,
Sabe bem, assim com cuidado,
Sinto a tua língua correr pela barriga
Tocas-me nas virilhas com a língua
Beijas-me o sexo
Sinto uma mistura de língua, boca e lábios no meu sexo
Sabe bem,
Sabe muuuuiiiiinnnnnnttttttooooo bem
Sinto o orgasmo a aproximar-se
Tu continuas,
Também te apercebes que o orgasmo se aproxima
Venho-me
Que orgasmo tão estimulante
Que orgasmo orgasmico!
Agora sou eu que te toco,
Te beijo a boca com calma
Com carinho
Sentes a minha boca junto da tua?
Sentes o calor do nosso beijo
A excitação do nosso beijo
Revelou-se no teu corpo
Continuo a beijar-te
Sentes a minha língua no teu peito?
Os meus lábios a apertarem-te o mamilo?
Toco-te com a ponta dos dedos
Delicadamente correndo pelo teu corpo
Estremeces
Toco com a minha boca no teu sexo
Novamente estremeces
E eu continuo…
Sinto o teu corpo a estremecer com prazer
Oiço os teus gemidos
Sinto que ele está próximo
Vens-te, sinto o teu prazer
Belo orgasmo o teu

E de dois passamos a três
E nós os dois juntos
O mesmo prazer damos a quem agora chegou
Ficou no meio de nós
Um amante?
Uma amante?
Não interessa muito qual é o sexo
Vamos somente chamar Amante
Ou será que um de nós é que Amante?
E não quem chegou
Nós os três juntos
Entregamo-nos de olhos fechados
Não há sexo
Mas há muito sexo
Os nossos corpos transpirados
Roçam-se uns nos outros
O prazer de um é o prazer de todos
Os orgasmos aparecem
A excitação aumenta
Um beijo
Uma carícia
Um toque
Uma…
Acabamos abraçados
Os três
Trocando carícias
Sentindo-nos seguros uns nos outros
O prazer prolonga-se

Toca-me e provoca-me