segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Swingin' (in the rain) coisas que aconteceram no Verão

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Fomos no verão seguinte com a Utopia e o Camaleão ao outro clube rural da piscina coberta numa de aproveitar a piscina e aproveitámos bastante. O Yang levou a máquina fotográfica à prova de água e fizemos algumas fotos subaquáticas. A água anula a gravidade e deixa os corpos flutuantes, bastante apetecíveis.
A Utopia não quis experimentar a piscina, mas o Camaleão estava danadinho. Hesitou um pouco em solidariedade com o seu par, mas acabou por se juntar a nós, também sem roupa. O calor convidava a usufruir o espaço exterior, havia churrasco estava uma noite mesmo agradável.
Conhecemos um casal mais velho muito simpático que nos convidou para uma ida à disco anos 80 no autódromo do Estoril, o Yang deu-lhes o nosso contato, mas nunca mais disseram nada.

continua...

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Swingin' (in the rain) os conterrâneos


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Conhecemos mais um casal conterrâneo via site. Pensámos que fosse desta que nos envolveríamos com alguém da nossa cidade, para variar dos cromos conterrâneos com que nos temos cruzado. O Yang viu que tinham bastante em comum connosco, encetou conversa e acabámos por combinar um jantar num restaurante que estávamos com curiosidade em conhecer. Tinham referido que ele era uma “figura pública” e nós ficámos com curiosidade em saber quem seria. O Yang encontrou-o no Facebook e de fato, a cara dele não era estranha à Yin, mas não o conseguiu identificar a não ser quando percebeu onde ele trabalhava. O conceito de “figura pública” dele era trabalhar num atendimento ao público onde a Yin costumava ir. Tirando isso, pareciam bastante sensatos.
O jantar correu bem, apesar do restaurante ter ficado um pouco aquém das expetativas. Comida gourmet, rara e cara, apesar de não ser má de todo. O sítio era agradável e confortável, mas não vingou, pois entretanto fechou. O casal era bastante simpático, a Yin já tinha essa ideia dele, se bem que um pouco gabarola. Ela era encantadora, o Yang gostou bastante dela e a Yin também, embora não sentisse tesão por nenhum dos dois.
Ainda assim, fomo-nos encontrando, tínhamos gostos em comum, pelo que não era difícil encontrar programas que nos davam gozo. A Yin soube de um workshop de massagens terapêuticas e relaxantes e as meninas foram fazê-lo numa tarde fria de inverno. Apesar do frio lá fora, a sala estava aquecida e o ambiente era acolhedor. Só mulheres, incluindo as formadoras, geraram um ambiente de descontração bem humorado. Elas não sabiam, mas iriam fazer massagens uma à outra, ao corpo todo. A Yin pensou “ainda bem que fiz a depilação”, mas lamentou não ter levado uma lingerie mais sexy. A pele da outra menina era suave e morena. Experimentaram vários tipos de massagens, a preferida da Yin foi com uma vela que se transforma em óleo quente. O óleo aquecido em contato com a pele é super relaxante, desliza muito facilmente. A parte das massagens terapêuticas já não foi tão agradável, pois o objetivo é resolver problemas musculares, entre os quais contraturas, e a Yin tinha algumas nas costas, que fazem bastante doer a desfazer, por vezes é de ir às lágrimas. Mas no final, uma sensação de relaxamento total, uma leveza… parece até que os pés não tocam no chão. A noite terminou numa bela jantarada na casa destes Conterrâneos, com quem noutra ocasião estreámos e partimos o nosso set de fondue a fazer ganache de chocolate e frutas.
A Yin não tinha qualquer interesse sexual neles, o Yang gostava de provar as generosas mamas dela. Tinha um perfume bastante doce que se tornava enjoativo, mas tirando isso, era bastante agradável e bem-disposta, sempre na boa, muito tolerante em relação às atitudes do marido.
Ele tinha a mania de que era um homem culto, educado na cidade e todos os outros eram parolos da aldeia de gostos pouco refinados. Estava sempre a falar de sedução e glamour, essa palavra tão amada pelos swingers e que nos incomoda. Ficávamos irritados com alguns comentários e atitudes deste género, pois ele acabava sempre por se armar no maior parolo de todos, e ultra possessivo, o Yang não podia falar sozinho com ela que ficava todo ciumento, principalmente se a Yin não lhe desse atenção, coisa que acontecia com alguma frequência.


Enviaram-nos fotos sensuais indiscutivelmente dela e também uns poemas eróticos interessantes. A Yin perguntou se os poemas eram deles e disseram que sim. Mas como suspeitávamos que não fossem, perguntámos ao Google e ele confirmou. O Yang não queria confrontá-los, principalmente a ele, mas a Yin achou aquela situação uma prova da falta de sinceridade e gabarolice dele. No início, ele ainda voltou a mentir, mas depois de confrontado com o link da autoria dos poemas, começou a disparatar, a revelar um pouco da sua natureza mais crua. A Yin sentiu-se provocada por alguns argumentos e ainda pôs um pouco de lenha na fogueira, até que ele pediu desculpa. Ficou tudo bem, mas nunca mais nos encontrámos para programa nenhum, eles tinham-nos removido do círculo de amizades do Facebook e dos sites swing e nós também não pedimos para voltar ao contato. O Yang ficou com imensa pena, notava-se que havia vontades por explorar entre ele e a outra menina, mas as condições não foram reunidas e certo tipo de incompatibilidades são mesmo inultrapassáveis. Passado algum tempo, ele contatou o Yang para devolver uns livros que ele tinha emprestado à sua esposa e passado mais algum tempo a Yin foi ao estabelecimento onde ele trabalhava e foi muito bem atendida por ele, que fez questão de a atender e de lhe pedir mais uma vez desculpas. Ela aceitou e não guarda mágoa nenhuma do que se passou, mas a verdade é que nunca mais nos encontrámos. O que não tem de ser, tem mesmo muita força e o que não tem de ser, também.

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terça-feira, 13 de setembro de 2016

swingin' (in the rain) o Tal clube

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aqui tínhamos mencionado o primeiro clube que tentámos frequentar, a referência, o supra-sumo dos clubes de swing no nosso país, que o Yang fez logo uma cruz por os achar demasiado elitistas. São o único clube que cobra “jóia”, apesar de já terem baixado esse valor 66% nos últimos anos e supostamente só outro casal que seja “sócio” pode convidar outro casal a sê-lo também. Pois bem, o Tal Casal convidou-nos, insistiu a dizer que iríamos gostar e nós acabámos por ir a uma sexta-feira. As sextas-feiras nos clubes são mais calmas, por norma aparece menos gente. Já nos tinham dito que este clube é do género discoteca com quartos, achámos o espaço decadente, não tanto quanto o outro rural, mas ainda assim gasto, com um ar de Casino Estoril. Às sextas só está aberta a zona do bar, mas isso não nos impediu de espreitar a discoteca com os seus dois pisos,Era noite de kizomba, coisa que temos quase sempre que levar com nos outros clubes, por isso não era novidade. A Yin levou um vestido curto de alças e generoso decote, com o padrão mais africano do seu guarda-roupa e muitas pulseiras e colares, só não tinha cabeleira afro e pele morena.
Lá chegados conhecemos um professor de dança que dançou com a menina do Tal Casal e com a Yin. Ele era muito simpático e jeitoso, mas a mulher era o oposto.
Chegámos a fazer umas aulas desta dança quando ainda não era moda, mas entre os dois, temos quatro pés esquerdos. Isto porque a Yin insiste em comandar e não se deixa levar. Isto porque nas aulas havia falta de homens e ela fazia por vezes o papel masculino, coisa que achava mais interessante. As danças de salão são bastante machistas, são sempre os homens a comandar. No início a coisa não correu muito bem com o professor, mas depois ela entrou no ritmo e lá funcionou.
Depois conhecemos um casal das ilhas também já gasto, a condizer com o espaço. Ele propôs ao menino do Tal Casal irem para um quarto, proposta que ele declinou e mais tarde mostrou-se bastante desagradado e quase ofendido com a forma como foi feita a proposta.
Aproveitámos para conhecer melhor os quartos e dar uma fodinha num deles. Muito pequenos e abafados, com porta dupla de grade para quem quer ser observado, o que não era o nosso caso.



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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Ena tantos...



Nove Primaveras... e Verões! E venham os Outonos e os Invernos também!

É costume por estas alturas fazer-se um balanço, filosofar sobre o futuro... mas desta vez não vou fazer nada disso, apenas não esquecer que isto começou há nove anos e se bem que tenha andado paradito, não está morto, nem estará enquanto houver vontade de publicar coisas e pessoas que leiam, mesmo que sejam muito poucas.
Venham mais!


terça-feira, 6 de setembro de 2016

Swingin' (in the rain): um clube que não deixou saudades e uma agradável despedida

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Os Doces levaram-nos a conhecer outro clube supostamente mais perto de nós, mas igualmente por estradas de muitas curvas. Numa noite de inverno, lá chegámos, enjoados de tanta curva. O sítio até parecia simpático por fora, mais uma vivenda com espaço de esplanada que não podíamos usufruir nesta altura de frio e chuva. No interior, uma sala ampla com pista de dança e um piso superior com vista para a pista. Um certo ar rural, como o outro clube da piscina coberta, mas versão desleixada, principalmente a parte dos quartos, totalmente improvisada às três pancadas, com um ar mesmo reles. O espaço já tinha sido uma discoteca, talvez uma casa de alterne, com um ambiente decadente. Encontrámos os Devassos, os seus amigos da passagem de ano e um ex-jogador de futebol sozinho, ainda com bom ar, mas claramente decadente. A Yin ainda trocou alguns beijos e amassos com os Doces, mas não passou daí.


Estivemos mais algumas vezes com os Alto & Baixa, já depois de terem a criança, decidiram emigrar ambos e tiveram de a deixar cá com os avós. É duro… Mas antes de irem, fomos visitá-los ao parque de campismo e passámos bons momentos a fazer geocaching, com a criança no carrinho. Vieram também jantar connosco lá a casa e a Baixinha cumpriu a promessa de fazer umas massagens à Yin, que as tentou retribuir e aprendeu mais algumas coisas sobre o assunto. Estava frio, mas elas lá se conseguiram aquecer só de cuecas, apenas com creme hidratante e o toque das mãos.

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domingo, 28 de agosto de 2016

Swingin' (in the rain): update

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E fomos continuando, sem novidades relevantes.


Casais surgiram e casais desapareceram, entre eles os Duques e o T-Couple. Com os primeiros continuamos a manter contato, cada um para seu lado a refazer a vida com outras pessoas com quem convivemos e apreciamos a companhia.

A F e o M Curiosos casaram e nós assistimos à cerimónia, trocando sorrisos cúmplices de quem sabe um segredo bem guardado do qual ningúem mais suspeita. Tiveram entretanto um bebé e nunca mais nos encontrámos.

Conhecemos um casal muito simpático de tamanho abastado no clube rural de piscina interior que nos foi apresentado pelos Doces. A conversa fluiu e a verdade é que saímos algumas vezes com eles e continuamos a encontrar-nos para patuscadas na casa uns dos outros. Acabámos por formar um grupo, com esta simpática Dupla de Peso, a Duquesa, o Casal sem Preconceitos e por vezes os Envergonhados e o Tal Casal, fazemos passagens de anos e aniversários juntos, e sempre que haja uma desculpa para comemorar algo. 



Nunca nos envolvemos sexualmente com nenhum destes casais, mas discutimos abertamente as nossas aventuras, misturamo-los com amigos e família que nada sabem sobre as nossas atividades extra-curriculares e até agora tem corrido tudo bem.


Clubes surgiram e clubes desapareceram, entre eles o nosso preferido, que primeiro mudou de sítio e depois fechou. O outro sítio também era de difícil acesso e não tinha piscina, coisa que a Yin não perdoou, apesar de lhe ter sido dito que espaço não faltava e era uma coisa a pensar. Era uma vivenda mais recente e cuidada, que herdou algum do mobiliário e decoração do espaço antigo. Tinha regras novas, como espaço para não fumadores e uma tentativa de selecionar a clientela. Acabou por não resultar e os Donos do Pedaço passaram a trabalhar noutro local que surgiu entretanto, uma vivenda completamente dedicada, bem cuidada, com piscina, bem mais longe da nossa morada.

O local é luxuoso e o único sítio noturno onde conseguimos ir sem voltar para casa a cheirar a tabaco, o que apreciamos bastante. Inicialmente existia apenas uma “sala de chuto” com potentes exaustores e o espaço exterior para fumadores. Mas entretanto, após a pressão destes, já é permitido fumar na pista. Ainda assim, existem muitos espaços onde não é permitido, como nos quartos e no bar. Preservativos masculinos e femininos, bem como lubrificante existem à discrição por todo o lado. A música costuma ser a mesma treta de sempre, até porque os DJs são os mesmos.



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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

O Prazer de Yoga




Yoga é um universo que ando a descobrir. Uma filosofia que se pode praticar no dia a dia, envolvendo a mente e o corpo. Originária da Índia há mais de 5000 anos, tem raízes na língua sânscrita e significa controlar, unir.


Eu já tinha tido alguns contatos com esta disciplina em aulas de grupo ao ar livre e lembro-me de exercícios que me pareciam tão fáceis e simples, na verdade exigiam bastante equilíbrio, força e agilidade, tanto que no dia seguinte ficava com o corpo todo dorido.


Comecei entretanto a pesquisar e a praticar com regularidade com objetivo de perder peso. Pode parecer disparatado, mas a verdade é que experimentei e gostei. Acelera realmente o metabolismo, melhora a postura, contribui ativamente para o meu bem-estar. E havendo algum cuidado com a alimentação, resulta! Encontrei uma "guru" no youtube e fui explorando os seus vídeos e praticando com afinco. Há um que gosto particularmente e que fui vendo e praticando até saber de cor todas as frases e movimentos e incorporar outras posições de outros vídeos para criar o meu treino personalizado. Admiro bastante a postura desta Sadie Nardini. Uma yogi rocker muito castiça!
Claro que no início não é fácil, desequilibrei-me algumas vezes, doeram-me músculos que eu nem suspeitava que tinha, mas com o passar do tempo fui notando substanciais melhorias no equilíbrio, flexibilidade, força, e resistência. Sim, esta última surpreendeu-me bastante, mas a verdade é que notei bem a diferença no caminhar, andar de bicicleta, nadar… todo o tipo de atividade física. Aprendi a respirar de uma forma mais focada e otimizada que faz toda a diferença.Ao princípio, mal conseguia tocar com as pontas dos dedos no chão, com as pernas direitas, passados alguns meses, consigo assentar a palma da mão, atar os atacadores das sapatilhas sem dobrar os joelhos. Deitada, consigo tocar com os pés no chão atrás da cabeça e outras proezas de flexibilidade que só conseguia fazer quando era criança. Ainda não consigo sentar-me na posição de lótus com os dois pés para cima, como na imagem, mas hei-de lá chegar.


Agora no verão quando o calor excessivo não convida ao exercício, espero pelo tempo fresco da noite e vou lá para fora com o meu tapete, a água e a vela de citronela para afastar os insetos, ponho uma musiquinha e vou exercitando ao sabor da brisa fresquinha. Gosto muito de desportos de ar livre, e sabe mesmo bem exercitar yoga junto ao mar (se bem que algumas posições sejam dificultadas pela areia) ou praia fluvial ao pôr-do-sol. Ainda não experimentei mas espero fazêr brevemente stand up paddle yoga, juntar duas coisas que me dão muito prazer!


Ainda sou muito ignorante na matéria, mas estou encantada com as descobertas que vou fazendo. Muito interessante a ligação entre yoga e meditação. Quando estou a fazer os exercícios e me concentro na respiração, sinto que estou a meditar. E quando estou a fazer outro tipo de exercícios físicos e o fôlego começa a esvair-se, concentro-me na respiração de yoga e sinto a minha energia a renovar. Também no sexo notei a diferença, posições que exigem mais flexibilidade e que dantes eram desconfortáveis, são agora possíveis e o treino de respiração também ajuda na resistência e consequente prolongamento da atividade sexual.

Existem exercícios específicos de yoga para os mais variados fins, já experimentei para adormecer,
reduzir o stress, para dores de cabeça… desde que pratico com regularidade, não voltei a ter enxaquecas. No fundo, promovem comprovadamente o bem-estar físico e mental. Admiro bastante a estética, a calma e a graciosidade que esta prática comunica. Os praticantes experientes transmitem imensa paz, gosto da forma com ligam todas as posições e movimentos num todo fluído, como se fosse uma dança.calma e profunda,que expressa a paz que vem de dentro. Os resultados dependem claramente da dedicação e persistência, vale a pena experimentar!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016



O mote é uma conversa com uma amiga, que me trás à memória algumas considerações sobre tomar banho.


Todos tomamos banho, sem pensar no assunto, faz parte de nós.
aqui este assunto foi abordado e eu subscrevo o que ali foi escrito.

Mas…

Tomar um belo banho é sem dúvida um prazer relaxante, corremos todos os dias para de baixo da água e a maior parte das vezes fazemo-lo a correr, sem pensar no assunto.

Nestes dias de frio, a água quente que nos vai salpicando a pele aquece-nos, relaxa-nos contrapondo-se ao tempo frio habitual do inverno.

Sabe bem sentir a água quente a correr pelo corpo, se por vezes é a correr, outras deixo a água correr livremente, deixo-a tocar-me como se dedos fossem, acariciando todo aquele corpo nu.

E claro está, aquele toque da água chama pela líbido, apela ao prazer que vai para lá do sentir a água a correr pela pele.



O toque da água estimula-me e desperta outros sentidos que estavam adormecidos antes, o jato de água direccionado para o sítio certo, apela a outros prazeres. 



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o coração bate mais depressa, levando o sangue a partes do corpo que estavam relaxadas.

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o corpo chama por um toque mais certeiro e conhecedor dos sítios certos onde tocar. 

a espuma do banho ajuda a mão a deslizar, num vai e vem estimulante.


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É uma espécie de mini orquestra onde cada músico toca o seu instrumento e desse conjunto nasce uma pequena melodia entre um gemido, um arrepio, um suspiro, um aahhh que bem que sabe.

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A água continua a correr pelo corpo mas agora muito mais relaxado