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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

instinto de proCRIAÇÃO?


instinto animal... Natural... Brutal... VITAL!

(não liguem, é do calooooor.
ai, este caloooooooooooooooor....

o Verão dá-me cá um Tesão...)

sábado, 6 de junho de 2009

domingo, 13 de abril de 2008

o escritor

Está o escritor a rabiscar o seu bloco de notas, a desenhar a sua história letra a letra, construindo as personagens, tecendo o enredo, quando de repente a sua mão deixa de lhe obedecer, e começa a escrever sozinha. O escritor, estupefacto, lê depois de escrever:
- Desculpa lá, mas quem é que tu pensas que és, Deus? Nem penses que eu vou fazer isso. Ao menos Deus ainda dá o livre arbítrio, agora tu… não passas de um ditadorzeco que não ouve o seu povo!
Ele olha, boquiaberto, para o que a sua mão acaba de escrever e pensa que não devia ter dormido tão pouco. Começa a riscar o que a sua mão escreveu, mas ela toma de novo o controlo:
- Olha, eu acho que estás a fazer tudo mal, tens de ouvir as personagens. Não sabes a trabalhadeira que é apoderar-me da tua mão para te poder dizer isto. Só porque não escutas. Tens uma data de personagens a gritar e não as consegues ouvir.
Ele agora está perplexo, a olhar para o que escreveu, sem se atrever a voltar a aproximar a mão do papel. Passado um bocado, tenta recompor-se, concentra-se e começa a ouvir uma multidão dentro da sua cabeça, todos a falar ao mesmo tempo.
- Calem-se! Assim não consigo pensar! – Grita ele.
- Ah! Ele ouve! – Responde um coro de vozes desorganizadas.
- Já que estamos todos aqui dentro, exigimos que os nossos direitos sejam respeitados, e um deles é sermos ouvidos!
- Queremos tomar o comando dos nossos destinos!
- E deste modo, ajudamos-te a deixar de ser um escritor da treta!
- Tens de cozinhar melhor as ideias e saborear as palavras, depois se te souber bem, podes partilhar, que é a melhor forma de multiplicar prazeres. Nem toda a gente vai gostar, porque é mesmo assim, nem toda a gente aprecia a mesma comida. Mas o que importa é que seja feita com amor. Apura os teus sentidos, dá-nos liberdade!

O escritor decide passar a ouvir as suas personagens e deixa de ter tantas insónias. Há quem diga que passou a escrever melhor. Há quem diga que é louco.

sábado, 17 de novembro de 2007

a Arte de Expressar Prazer

Pêras em Chocolate
Gostávamos de saber quais são as tuas manifestações de prazer predilectas. Seja no cinema, literatura, pintura, fotografia, música, dança, teatro, culinária... qualquer tipo de arte.
Cita, cria, envia-nos. Para o mail ou para o blog.
Ficamos à espera...
foto: CORBIS

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

EXPECTATIVAS




[Do lat. exspectatu, esperado, + -iva.] S.f. Esperança fundada em supostos direitos, probabilidades ou promessas.)


Expectativa é sonho em perspectiva, energia que nos faz evoluir.

As desilusões não são mais do que as nossas expectativas frustradas. E a desilusão dói… aperta, sufoca, frustra. Só porque criamos expectativas, só porque sonhamos.

Vamos deixar de sonhar por causa disso?
Vamos deixar de ambicionar mais e melhor porque nos magoamos no processo?

Eu quero, eu espero, eu acredito. E desiludo-me, por vezes. E dói. Mas isso não me faz deixar de querer, nem de esperar, muito menos de acreditar.

Sinto necessidade de me justificar, de dar claramente a entender os meus propósitos: estou aqui para (me) experimentar, para (me) testar, para (me) compreender. Cada letra, cada cor, cada gesto é MEU, sou EU a tentar seguir o meu caminho.

Demasiada exigência? Demasiada ambição? Não me parece que possa ser demasiado exigente comigo, mas talvez o seja com os outros. Eu dou, e espero receber na mesma medida. Egoísmo…

Preciso de querer melhor, de esperar melhor, de acreditar melhor.

Vivo na expectativa de que a Dor seja apenas uma forma de compreender melhor o Prazer.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Liberdade de Pensamentos


PARABÉNS! Fico muito contente por finalmente te teres libertado!
A sério, estou mesmo feliz por ti (sorriso, daqueles que tu sabes).
Este “conteúdo” que não é bom aplaude-te.
Mas já agora, deixa-me só esclarecer o meu ponto de vista:
(Não quero que isto se torne numa guerra entre sexos – quero simplesmente mostrar outro ponto de vista.)
Este “conteúdo” que aqui está não é bom para ti, eu sei, não te serve, não satisfaz todos os teus caprichos, não é?
Não é pelo meu decote, nem pelas minhas pernas, muito menos pelos meus batons e demais acessórios que compõem a “embalagem” que eu me quero insinuar. Não é com certeza culpa minha teres-te deixado escravizar pelo teu sexo. Eu sou assim, embalada desta forma que tu tanto gostas, não te vou pedir desculpa por ser como sou.
Só te peço que me aceites, com todos os meus defeitos e qualidades, como eu faço contigo.
A decisão é tua, meu caro. (piscadela de olho, daquelas que tu bem sabes…)

terça-feira, 16 de outubro de 2007

ditadura das hormonas


Escusas de vir com os teus decotes, com as tuas pernas, baton e lápis de olhos. Escusas de te insinuar.
Quem é que pensas que és?! Lá por a embalagem ser boa, não significa que o conteúdo também seja, e no teu caso, eu sei que não é.

Hoje não vou ceder, declarei guerra à ditadura das hormonas, não aceito que a química me dite as regras. Já avisei o meu pau: ele até se poderá erguer, mas não te dará prazer. Porque sei que há provocações excitantes que não passam pelo sexo puro e duro; porque sei que há prazeres extasiantes por caminhos que não imaginas.

Hoje, liberto o meu grito contestatário: não vou ser ESCRAVO do meu SEXO!!!