Sábado, terceira parte.
Enquanto observava abandonado ao meu desejo, fui aliviando o tesão que elas me provocavam, com movimentos lentos e silenciosos, mas no momento do êxtase, não consegui conter uns gemidos. Elas, que até ali pareciam ignorar-me, olharam em mim e sorriram. Limparam com a boca o resultado do meu prazer, envolveram-me no meio delas e eu senti-me nas nuvens. O meu amor pediu à nossa amiga para me beijar e beijou-me de seguida. Ser mimado por duas mulheres em simultâneo é delicioso. As duas a percorrer-me o pau… é um remoinho de prazer alucinante. Mimar duas mulheres simultaneamente é uma grande responsabilidade. Eu fui-me aguentando, deixando-as fazerem o que quisessem comigo. Não nos esquecemos dos preservativos, pois embora estivéssemos à vontade na questão das doenças, não queríamos facilitar em relação a gravidezes não desejadas. Felizmente estava bem disposto e consegui chegar para as duas de uma forma equilibrada. Isto foram elas que me disseram, porque no meio de tanto desejo, o instinto tomou conta de mim e não me preocupei com mais nada a não ser satisfazê-las, satisfazendo-me a mim também.
A partir deste episódio, gerou-se uma cumplicidade ainda maior entre nós os três e especialmente entre mim e o meu amor. Os nossos sorrisos trocados sem motivo aparente tinham de ser disfarçados para que ninguém se apercebesse do nosso pequeno segredo.
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sábado, 29 de dezembro de 2007
o presente: a minha versão
Sábado, segunda parte.
Depois do jantar, com a fome saciada e bem regada, subimos para as águas furtadas. Senti alguma apreensão inicial na minha namorada, mas parece que o vinho fez-lhe bem, rosou-lhe as faces e desinibiu-a um pouco, estava mesmo linda! A nossa amiga também não ficava atrás com aquela mini-saia e eu só pensava como sou um homem de sorte em ter duas mulheres tão lindas a jantar comigo e a fazerem-se uma à outra.
A música ajudou a soltar os corpos e aumentar o meu tesão, o clima estava mesmo propício ao desejo, e eu sentia-o na minha namorada, sentia-o na nossa amiga. Só tinha de fazer uma ponte subtil e vê-las encontrarem-se no centro.
Foi a minha namorada quem tomou a iniciativa, oferecendo-se para massajar a amiga. Eu olhei-a com cumplicidade e fervor, fui buscar o óleo. Ela despiu-se e deixou-a massajá-la por completo, enquanto eu observava todos os seus movimentos com prazer.
Eu mal me conseguia conter com tanta sensualidade à minha frente, a nossa amiga completamente despida, linda, adoro as suas mamas firmes, e a minha namorada de lingerie, que bem que lhe fica aquele conjunto preto que lhe ofereci. Os movimentos delas eram lentos e graciosos, trocando sorrisos cheios de desejo e ternura. Finalmente beijaram-se. Um beijo tímido, como se fosse o primeiro, que no caso de ambas era mesmo, pois nunca tinham beijado uma mulher. Aquele beijo doce deixou-me louco e pelos vistos também gostaram porque decidiram continuar e prolongar aquele prazer delicioso. Eu deixei-me ficar, passando despercebido, gozando com o prazer delas a explorarem-se mutuamente. Senti-me espectador de uma obra de arte de duas artistas muito criativas.
Depois do jantar, com a fome saciada e bem regada, subimos para as águas furtadas. Senti alguma apreensão inicial na minha namorada, mas parece que o vinho fez-lhe bem, rosou-lhe as faces e desinibiu-a um pouco, estava mesmo linda! A nossa amiga também não ficava atrás com aquela mini-saia e eu só pensava como sou um homem de sorte em ter duas mulheres tão lindas a jantar comigo e a fazerem-se uma à outra.
A música ajudou a soltar os corpos e aumentar o meu tesão, o clima estava mesmo propício ao desejo, e eu sentia-o na minha namorada, sentia-o na nossa amiga. Só tinha de fazer uma ponte subtil e vê-las encontrarem-se no centro.
Foi a minha namorada quem tomou a iniciativa, oferecendo-se para massajar a amiga. Eu olhei-a com cumplicidade e fervor, fui buscar o óleo. Ela despiu-se e deixou-a massajá-la por completo, enquanto eu observava todos os seus movimentos com prazer.
Eu mal me conseguia conter com tanta sensualidade à minha frente, a nossa amiga completamente despida, linda, adoro as suas mamas firmes, e a minha namorada de lingerie, que bem que lhe fica aquele conjunto preto que lhe ofereci. Os movimentos delas eram lentos e graciosos, trocando sorrisos cheios de desejo e ternura. Finalmente beijaram-se. Um beijo tímido, como se fosse o primeiro, que no caso de ambas era mesmo, pois nunca tinham beijado uma mulher. Aquele beijo doce deixou-me louco e pelos vistos também gostaram porque decidiram continuar e prolongar aquele prazer delicioso. Eu deixei-me ficar, passando despercebido, gozando com o prazer delas a explorarem-se mutuamente. Senti-me espectador de uma obra de arte de duas artistas muito criativas.
o presente: a minha versão
Sábado, primeira parte.
Acordei-a com um beijo e o pequeno-almoço na cama, avisando-a logo para não se ir acostumando. Há certas coisas a que se dá mais valor se forem feitas apenas ocasionalmente. Ela agradeceu-me primeiro com um sorriso e depois com o corpo todo fazendo-me estremecer. Acabámos no duche, num longo e delicioso banho onde me deliciei a percorrer-lhe o corpo com a espuma para depois a possuir segredando-lhe ao ouvido, provocando-a, preparando-a para a surpresa.
Depois de almoço, ela já sabia que a surpresa envolvia uma terceira pessoa, e claro que tentou adivinhar quem seria, mas eu nada deixei transparecer. Fomos buscá-la à rodoviária. Não foi fácil conseguir que ela viesse, teve de negociar três turnos e fazer 300 km para estar ali, mas querer é poder, e eu sabia bem que ela queria tanto como eu. Estava radiante, já não via a amiga há imenso tempo, ao contrário de mim, que tinha ido ter com ela para lhe fazer o convite e expor a minha ideia. Nós já tínhamos conversado os três sobre a vontade de ambas quererem estar com uma mulher, mais do que isso, quererem estar uma com a outra, via-lhes o brilho nos olhos e o desejo disfarçado de timidez com que abordavam o assunto. Percebi que estavam receptivas e limitei-me a fazer a ponte entre as duas, falando individualmente com cada uma.
Estavam ali as duas lindas frente a frente, pareciam bastante contentes e isso alegrava-me. Conduzi-as de novo até à casa, deixei-as à vontade para porem a conversa em dia e aproveitei para descansar. Sabia que ia necessitar de estar descontraído para qualquer exigência das meninas mais tarde. Custou-me bastante a adormecer, só a imaginar o que poderia acontecer, as duas enroladas… o meu pau teimava em não descansar, mas lá consegui relaxar e acordar a tempo de tratar do jantar, avisando logo que o tratamento da loiça ficava por conta delas.
Acordei-a com um beijo e o pequeno-almoço na cama, avisando-a logo para não se ir acostumando. Há certas coisas a que se dá mais valor se forem feitas apenas ocasionalmente. Ela agradeceu-me primeiro com um sorriso e depois com o corpo todo fazendo-me estremecer. Acabámos no duche, num longo e delicioso banho onde me deliciei a percorrer-lhe o corpo com a espuma para depois a possuir segredando-lhe ao ouvido, provocando-a, preparando-a para a surpresa.
Depois de almoço, ela já sabia que a surpresa envolvia uma terceira pessoa, e claro que tentou adivinhar quem seria, mas eu nada deixei transparecer. Fomos buscá-la à rodoviária. Não foi fácil conseguir que ela viesse, teve de negociar três turnos e fazer 300 km para estar ali, mas querer é poder, e eu sabia bem que ela queria tanto como eu. Estava radiante, já não via a amiga há imenso tempo, ao contrário de mim, que tinha ido ter com ela para lhe fazer o convite e expor a minha ideia. Nós já tínhamos conversado os três sobre a vontade de ambas quererem estar com uma mulher, mais do que isso, quererem estar uma com a outra, via-lhes o brilho nos olhos e o desejo disfarçado de timidez com que abordavam o assunto. Percebi que estavam receptivas e limitei-me a fazer a ponte entre as duas, falando individualmente com cada uma.
Estavam ali as duas lindas frente a frente, pareciam bastante contentes e isso alegrava-me. Conduzi-as de novo até à casa, deixei-as à vontade para porem a conversa em dia e aproveitei para descansar. Sabia que ia necessitar de estar descontraído para qualquer exigência das meninas mais tarde. Custou-me bastante a adormecer, só a imaginar o que poderia acontecer, as duas enroladas… o meu pau teimava em não descansar, mas lá consegui relaxar e acordar a tempo de tratar do jantar, avisando logo que o tratamento da loiça ficava por conta delas.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
O presente: a minha versão
Uma versão alternativa de A Minha Primeira Aventura, parte 1
Sexta-feira.
Duche tomado, um pouco de gel, o perfume que ela gosta no pescoço, pulsos e instrumento (ela gosta quando o zezinho cheira bem, mas sem exageros). Combinei com ela no restaurante. Já sei como é, os anos de namoro diziam-me que ia chegar atrasada, por isso aproveitei para rever mentalmente o meu plano, antecipando a satisfação, mal me contendo. É claro que poderia não dar certo, mas não custava nada tentar. Tudo apontava para a realização de um sonho que eu sabia aguardado por ela também. Chegou, toda produzida com um decote revelador, fiquei logo em pé quando ela se inclinou para roçar os meus lábios nos dela. Aquele decote desconcentra-me e ela sabe disso.
Ela é muito curiosa, por isso disse-lhe apenas que tinha uma surpresa, e resisti que nem uma pedra ao bombardeamento de perguntas durante o jantar e no cinema. Resisti estoicamente à tentativa de me arrancar informações em troca de carícias, aproveitando bem as que lhe apeteceu oferecer, no escurinho.
Tenho um amigo com uma pequena casa numa aldeia a 30 km daqui. Sabia que a usava para encontros amorosos e decidi pedir-lhe a casa emprestada, ao que ele acedeu prontamente. Ele é designer de interiores e decorou a casa de forma a ser quente e acolhedora, para servir os seus propósitos. A minha namorada gostou bastante e passámos uma bela noite em que eu não me poupei a esforços para a mimar como ela gosta e tendo imenso prazer em despi-la e fazê-la vir-se demoradamente.
gracias D, P, Q e AC pela preciosa ajuda ;-)
Sexta-feira.
Duche tomado, um pouco de gel, o perfume que ela gosta no pescoço, pulsos e instrumento (ela gosta quando o zezinho cheira bem, mas sem exageros). Combinei com ela no restaurante. Já sei como é, os anos de namoro diziam-me que ia chegar atrasada, por isso aproveitei para rever mentalmente o meu plano, antecipando a satisfação, mal me contendo. É claro que poderia não dar certo, mas não custava nada tentar. Tudo apontava para a realização de um sonho que eu sabia aguardado por ela também. Chegou, toda produzida com um decote revelador, fiquei logo em pé quando ela se inclinou para roçar os meus lábios nos dela. Aquele decote desconcentra-me e ela sabe disso.
Ela é muito curiosa, por isso disse-lhe apenas que tinha uma surpresa, e resisti que nem uma pedra ao bombardeamento de perguntas durante o jantar e no cinema. Resisti estoicamente à tentativa de me arrancar informações em troca de carícias, aproveitando bem as que lhe apeteceu oferecer, no escurinho.
Tenho um amigo com uma pequena casa numa aldeia a 30 km daqui. Sabia que a usava para encontros amorosos e decidi pedir-lhe a casa emprestada, ao que ele acedeu prontamente. Ele é designer de interiores e decorou a casa de forma a ser quente e acolhedora, para servir os seus propósitos. A minha namorada gostou bastante e passámos uma bela noite em que eu não me poupei a esforços para a mimar como ela gosta e tendo imenso prazer em despi-la e fazê-la vir-se demoradamente.
gracias D, P, Q e AC pela preciosa ajuda ;-)
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