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terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Olhar... (1)


Olhar quente, provocante… quase que promíscuo… foi isso que pensei de ti a primeira vez que te vi.

Depois, não sei bem como conhecemo-nos, tínhamos amigos em comum, pois foi, vários até.

Mas o teu olhar, cada vez que os meus olhos cruzavam com os teus, tinhas sempre aquele olhar… quente, deliciosamente quente, provocavas com o teu olhar, sentia-se isso, onde passavas, a tua presença fazia sentir-se.

A tua presença irritava-me, conseguias rapidamente ser o centro das atenções, não que fosses desinteressante, mas o teu olhar… perco-me no teu olhar…

Quando queres tens um olhar doce, meigo, o teu olhar arrepia-me!

Com o tempo fui-me habituando ao teu olhar, olhavas-me de forma lasciva, talvez por não te ligar muito (ok, confesso, fingia ignorar-te), o teu olhar fustigava-me de desejo, apetecia-me agarrar em ti e beijar-te!

Mas o que pensarias de mim, se fizesse tal coisa, mal nos conhecemos, mal nos falamos, é certo que frequentamos os mesmos sítios, olhas diversas vezes para mim, sempre com o mesmo olhar, quente, provocante…

Acendes-me o desejo, o meu corpo fica a arder em desejo, bem que queria tocar-te, beijar-te… mas não posso…

É certo que a concorrência é muita, tens sempre gente de volta de ti, há sempre alguém que se interessa… mas é certo que nunca te vi com ninguém.

Ao fim de, já não sei quantos tempo, em que trocamos olhares, em que o teu olhar alucina o meu desejo, falamos pela primeira vez, a tua voz é como o teu olhar, quente, provocante, emana desejo… porra! Desejo-te!

E lá fizemos a conversa de ocasião, olá, olá, tudo bem, tudo bem, prazer em conhecer, igualmente, o meu nome é… e o meu é… até o teu nome me acendia o desejo, ao pé de ti, não entendo porquê, mas o meu corpo termia, incendiava-se, excitava-se, o meu corpo explodia de desejo… mas não, tenho de me controlar, onde fica a casa de banho… vamos lá ver se ela não está a abarrotar de gente!

Ufff, que sorte tinha uma sanita para mim, sentei-me, toquei-me, senti finalmente um alivio, satisfiz-me mesmo ali, que sitio tão estranho para me masturbar, mas tinha de o fazer, precisava de me acalmar, na minha cabeça só via o teu corpo, o teu olhar, o teu olhar lascivo e provocante…

Que bem que sabe tocar-me… que pena não seres tu a tocares-me, porque sim, não vou logo à primeira vez com alguém para a cama, e para mais não tenho preservativos, não sei por onde andas… e concorrência não falta…!!!

Volto para o grupo, o meu corpo está mais calmo, a minha excitação física está aliviada… à falta de melhor termo.

Sento-me, num pequeno sofá que por ali estava, tu viste ter comigo, que também te querias sentar e que aquela confusão já aborrecia… e eu na minha normal bondade convidei-te a sentar, ou melhor a partilhar o sofá, o que vale é que ele era espaçoso ou então tinha de ser mesmo um em cima do outro… não é que a ideia não me agradasse…. Mas não seria o sítio indicado, nem que fosse porque a roupa que trazíamos não era a mais indicada para esse tipo de loucuras… não que sexo num lugar público não fosse… desafiante… nunca o fiz, e o meu corpo deseja o teu…

Mas pronto acabamos por ficar ali naquele canto à conversa, ficaste a saber o que eu faço, fiquei a saber o que fazes, idade, o teu cheiro… ficou-me no nariz o teu cheiro, tinhas um perfume suave, era agradável, e os teus olhos, finalmente pude olhar de perto para o teu olhar e analisa-lo, os teus olhos brilhavam, tinhas uma expressão doce, como sempre tens, mas via-se que sabias o que querias e como querias, desde que te comecei a observar ia analisando os teus pequenos comportamentos e garantidamente sabias o que querias!!!

Mas perco-me no teu olhar, simples, doce, meigo, penetrante, olhos verdes, olhos verdes estranhos, mudam de tonalidade… disseste-me que não distinguias algumas tonalidades de verdes…

Tem graça, olhos verdes… e não distingues os verdes!!!

Trocamos de telefones, e disseste que te ias embora, querias ir descansar, e eu… olha! Também vou! Isto também já deu o que tinha a dar, está na hora de ir para casa, acabamos por sair os dois.

Acompanhaste-me ao carro, despedimo-nos… bem que te queria beijar os teus lábios… são deliciosos, carnudos…

Mas foste tu que me beijaste… foi um momento sem palavras que possa descrever… foi suave, quente, ligeiramente húmido, os nosso lábios deslizaram um contra o outro, foi um momento único…

Despedimo-nos, e tu disseste-me, amanhã telefono-te!

Foi o meu momento de loucura total, embora exteriormente controlei-me, sorri, disse até amanhã, meti-me no carro e corri para casa.

Cheguei a casa, tomei um belo banho nocturno, não resisti e voltei a tocar-me, o meu corpo pedia-me, precisava de satisfazer o meu corpo, a minha excitação era mais que muita, que bem que sabe estar na banheira, com aquela água quente a cobrir o meu corpo, e eu com as minhas mãos a tocar-me… sabe bem….

(…) continuação aqui

sábado, 5 de janeiro de 2008

Gelado de canela e maçã assada

Existem vários tipos de provocações, deixo uma provocação doce e fresca, para adoçar a boca e o espírito!


* ingredientes

Para 8 a 10 pessoas
3 folhas de gelatina
água
15 g de farinha custarda
2 dl de leite
1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de canela em pó
20 g de Vaqueiro
1 limão
4 dl de nata fresca


* preparação

Ponha as folhas de gelatina de molho em água fria.

Dissolva a farinha custarda no leite. Deite o leite condensado numa tigela, junte a canela em pó e o leite com a custarda dissolvida e misture muito bem com uma vara de arames. Junte a Vaqueiro e leve ao microondas durante 3 a 4 minutos na potência máxima, mexendo com a vara de arames de minuto a minuto. Adicione a gelatina escorrida e a raspa da casca do limão, misture bem, mude para outra tigela e deixe arrefecer.

Bata as natas, que devem estar bem frias, até ficarem espessas e adicione-as delicadamente ao creme anterior. Leve ao congelador e deixe gelar.

A acompanhar uma maçã assada polvilhada com canela

A receita foi tirada daqui

Bom apetite, e boas provocações!