segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Boas Entradas!



texto por PinhalMan

Carla havia aceite o convite para ir a casa de Miguel beber um copo. Tinha sido o primeiro encontro, e não queria dar-lhe a entender que era uma miúda fácil. Por isso, quando a conversa começou a amornar, aproveitou e perguntou-lhe:
- Levas-me a casa?
- Já?! Porque não ficas aqui até de manhã? – Respondeu-lhe ele.
- Achas? Já vim à tua casa na primeira vez que saímos. Se passo aqui o resto da noite vou-me sentir uma verdadeira galdéria! – Disse ela a rir.
Miguel ia refutar a ideia de Carla, quando ela lhe colocou uma mão sobre a boca.
- Não é negociável… Só preciso de saber se me levas, ou não…
Miguel não ousou insistir. Respondeu, então a sorrir:
- É claro que te levo. Depois de me teres proporcionado uma companhia tão encantadora, levo-te, onde quiseres ir…
Despacharam-se então, e dirigiram-se calmamente para perto da porta de saída.
Perante a sensação de desejo de que aquela noite se pudesse perpetuar no tempo, Miguel não resistiu e, antes que Carla pudesse pegar nos seus pertences, encostou-a à parede e disse-lhe:
- Desculpa, mas é mais forte do que eu!
E deu-lhe um beijo bem profundo.
Carla sentiu um arrepio causado por aquele ímpeto inesperado de Miguel, e pela sensação de estar encostada a uma parede e em simultâneo ao corpo do seu amante.
O sangue começou a correr-lhe rápido nas veias. Então, resolveu ousar, e com a mão direita subiu o vestido até à anca. Levantou de seguida o joelho direito quase até à axila.
Miguel entendeu de imediato o atrevimento de Carla e colocou o seu braço esquerdo debaixo da sua perna, deixando-a suspensa.
Enquanto o beijo se tornava mais e mais arrebatador, Miguel deixou perceber que era capaz de suportar o delicado peso de Carla contra a parede e ela embarcou na loucura… Levantou a outra perna, que foi de imediato suportada pelo braço direito de Miguel. De seguida, rodou o pé direito, fazendo cair o sapato ao chão. Pouco depois, o outro sapato seguiu o mesmo caminho.
Carla, à parte de ter os seus braços em redor do pescoço de Miguel, estava agora totalmente à sua mercê, confiando por completo na sua robustez física para que não a deixasse cair. Essa ligação tornava o momento mais excitante do que perigoso. A adrenalina corria rápido nas veias de ambos.
Carla estava totalmente exposta, pois a sua púbis estava encostada ao baixo-ventre de Miguel. A inevitável fricção do momento cobrava o seu preço de ambos os lados… Carla começou por se sentir excitada, depois humedecida e, por fim, encharcada no desejo de ter Miguel dentro de si. Já este, não podia, nem queria, evitar que o seu membro ficasse  bem crescido e duro. Tinha uma forte sensação de calor que era potenciada pelo repetido roçar das cuecas de renda nas suas calças.
Carla libertou então o pescoço de Miguel, deixando-lhe todo o trabalho de a suportar, e baixou as mãos até ao cinto das calças dele. Desapertou-o, de uma forma mais ou menos atabalhoada, enquanto se continuavam a beijar, e baixou-lhe as calças e os boxers até onde os seus braços o permitiram. Pegou então no seu inchado pénis e, desviando com a outra mão as suas próprias cuecas, apontou-o para a sua expectante vagina. Miguel não resistiu e entrou de rompante pelo bem lubrificado interior de Carla, até sentir tocar-lhe bem no fundo. O calor de Carla soube-lhe tão bem!
Carla não conseguiu evitar soltar um forte gemido, que alimentou ainda mais a tesão que inundava os sentidos de Miguel. Guiado por esta, ele começou a executar ritmados e profundos movimentos de vaivém, enquanto a sua boca se perdia por entre os lábios e o pescoço de Carla.
Aguentou este frenesim por algum tempo, até que começou a sentir os seus braços a ceder. Abrandou então o ritmo e deixou descair uma das pernas de Carla. Esta compreendeu a mensagem e acabou por se suportar no seu próprio pé, repetindo pouco depois o movimento com a outra perna.
Miguel sentiu-se aliviado, mas não saciado. Deixou que a sua roupa descaísse até ao chão, soltou um pé, e com o outro jogou-a para longe de si, ficando com as pernas livres de movimentos. Então, virou Carla para a parede e puxou as suas ancas para si.
Logo esta leu as ideias do seu amante: Puxou o vestido para cima, passou-o pelo tronco e tirou-o, desnudando o seu belo corpo.
Depois, dobrou o tronco para a frente, ao mesmo tempo que com os polegares começou a descer as cuecas pelas pernas abaixo. Revelando uma elasticidade fantástica, manteve as pernas quase direitas e foi aproximando o peito dos joelhos, enquanto fazia a sensual peça de lingerie sair por um pé e depois pelo outro. Por fim, colocou as mãos na parede e, arqueando sensualmente o tronco, espetou os glúteos na direcção de Miguel, tornando-os deliciosamente reluzentes. Este não se conseguiu segurar. Penetrou de novo Carla, fazendo soar as batidas da sua anca naquelas nádegas, que cada vez mais lhe pareciam irresistíveis.
Sentia-se a arder em volúpia e as barreiras do decoro começavam a desvanecer-se. O outrora cuidado e gentil cavalheiro parecia agora dominado por uma animalesca vontade de ir mais e mais além. E foi subjugado a esta força que ele não resistiu à tentação e então, com o seu polegar direito, começou a esfregar de um modo provocador o ânus de Carla, ao mesmo ritmo que a penetrava.
Os gemidos de Carla tornavam-se mudos. Ela estava a experimentar um prazer tal, que a sua garganta não conseguia verbalizar o que ela sentia.
Sem conseguir perceber os sinais da sua parceira, mas cego pela sua excitação, Miguel deixou soltar um certeiro fio de saliva por entre as nádegas de Carla e usou-o como lubrificante.
Justamente quando se preparava para tentar penetrar o olho anal de Carla com o polegar, esta segurou‑lhe com firmeza o pulso.
Miguel gelou! Teria estragado aquele momento de adrenalina pura ultrapassando os limites de Carla?!
Foi então que sentiu o seu dedo ser impelido pela amante para o seu interior, desaparecendo até à sua base. Carla soltou um gemido:
- Ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!…
Miguel sentiu a sua excitação renascer com mais vigor! Retirou parte do polegar, deixando apenas a sua extremidade dentro da parceira e voltou a penetrá-la, ainda com mais afinco.
Carla sentia-se a rebentar de prazer, mas tal como Miguel, apetecia-lhe voar mais e mais longe. Então, moveu a anca um pouco para a frente, dando a entender que desejava uma pausa na repetida penetração. Miguel parou.
Carla estendeu então a mão direita na sua direcção e encontrou o seu encharcado pénis. Afagou-o com doçura, como que o felicitando pelo óptimo desempenho, e voltou a esticar-se para trás.
Apontou-o então para o seu cu, e perante o olhar deliciado mas embasbacado de Miguel, forçou a glande para dentro de si.
Devagar, esta foi desaparecendo no interior de Carla, enquanto ela libertava um “Hummmmmmmmmmmmm”, como se estivesse a experimentar a sensação que mais desejava.
Parou por instantes, como que para ganhar fôlego, e voltou a forçar o membro para dentro de si, até o sentir bem no seu interior.
- Ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh… Que bom que é sentir-te. – Soltou – Agora estou por tua conta… Leva-me para lá das estrelas…
E Miguel voltou à sua marcha repetitiva.
Primeiro de uma forma mais cuidada, mas à medida que ia ganhando confiança com base nos gemidos aprovadores de Carla, ia acelerando e forçando a penetração até tão fundo quanto conseguia.
Entretanto, tentando dar ainda um pouco mais de prazer à sua parceira, curvou-se um pouco sobre as suas costas, e levou a mão direita até ao seu baixo-ventre. Desceu, tacteando um pouco, até conseguir encontrar, com a ponta dos dedos, o seu clítoris.
Carla soltou um gemido bem profundo. Aquele pormenor pareceu-lhe divino. Sentiu um choque em todo o seu corpo e o orgasmo estava agora tão próximo…
Enquanto Miguel ritmava a circulação dos seus dedos com as batidas da sua anca, ela não resistiu a colocar a sua mão direita sobre a mão de Miguel, pressionando-a de tal forma contra si, que ele começou a ter dificuldade em trabalhar-lhe aquele importante centro de prazer.
Foi então que ele percebeu que a sua amante estava bem perto de alcançar o clímax e os seus movimentos de penetração atingiram um ritmo frenético, que o levou a sentir-se a rebentar de prazer.
Então Carla não resistiu e deslizou a sua mão para trás, penetrando-se a si própria com três dedos e largando um brutal gemido de satisfação:
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
Miguel sentiu-a estremecer e também não aguentou, explodindo o seu gozo dentro dela… Sentia por um lado a força das pernas a desaparecer, mas a sensação era tão forte, que continuou a socar as nádegas de Carla por uns longos instantes, enquanto se sentiu a ejacular umas quatro ou cinco vezes mais.
Foi então que curvou o seu corpo por cima do corpo de Carla, e segredou-lhe ao ouvido:
- Tu és um espanto…
Carla reuniu as suas forças, endireitou o tronco e puxou a anca para a frente, fazendo Miguel sair de dentro de si:
- Ohhhhhhhhhhhh… - Não resistiu a soltar.
Então virou-se de frente para Miguel, que logo se apressou a aproximar os seus lábios dos dela.
Carla olhou-o olhos nos olhos e disse com um ar derrotado:
- Eu não acredito que te deixei ires-me ao cu na primeira vez que saímos! Decididamente, sou mesmo uma galdéria!
Miguel respondeu com um ar animado:
- Isso quer dizer que sempre podes passar cá a noite comigo, então?...
Entreolharam-se, desataram-se a rir, e entregaram-se a um apaixonado beijo…

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

swingin' (in the rain) parte 11

continuação daqui | início

O Yang estava com imenso tesão a ver as meninas brincarem ao sexo oral com os meninos e comentou com a Yin, mas ela não estava interessada em ser macaquinha de imitação, se há coisa que preza é a originalidade, além de que não se sentia suficientemente à vontade para ser exibicionista, preferia o papel de voyeur. Para fazer uma coisa bem feita, necessitava de concentração e mais privacidade. Entretanto começam os espectáculos, que segundo a publicidade, prometiam sexo explícito. Estávamos no canto oposto aos varões, que foi o local escolhido para o show, havia muita gente à frente, a Yin pôs-se em cima de um banco para ver melhor, mas pareceu-lhe tudo muito fraquinho. Os corpos eram interessantes, como convém, mas as simulações de foda deixavam bastante a desejar. Achámos muito mais interessante o comboio de corpos serpenteantes em redor dos varões, formado pelos clientes, parecia algo verdadeiramente espontâneo, se bem que não nos juntámos, a Yin gosta de saber quem toca e quem a toca e o Yang... estava mas interessado em enfiar as mãos por tudo o que era sítio no corpo dela. Não parava de a provocar, e muito discretamente, decidirmos fazer o nosso próprio espectáculo. O Yang percorria o corpo da Yin, com beijos e carícias, enquanto nos movíamos ao ritmo da música. Desvia o tecido rendado do peito e sorve-lhe os mamilos na boca. Ela desce discretamente as mãos e apalpa-lhe vigorosamente o rabo, depois vira-se e roça as nádegas no sexo dele e sente-o crescer. Enfia a mão nos boxers para o sentir bem duro e estimula-o ainda mais, discretamente, enquanto dança com um ar de cabra dissimulada. Beijamo-nos com ardor, brincamos com a chibata. A temperatura dos corpos aumenta bastante, apetece ao Yang continuar, a Yin acha que não é o local indicado para ir mais longe, apesar de ter visto um casal encostado à parede a tentar a penetração.
O que viemos ver estava visto e o que viemos fazer estava feito. No dia seguinte haveria caminhada de manhã cedo e a madrugada já ia adiantada, pelo que era chegada a hora de ir embora.



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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

utopias



Foi Natal e Verão do outro lado do mundo. É Verão e Natal no coração de quem consegue. Cada vez menos gostamos das luzes e das musiquinhas e das prendas. Cada vez mais gostamos de reunir a família e sentir o calor dos sorrisos. E queremos mais uma vez agradecer àqueles que, com consciente ou inconsciente coragem, decidem cumprir o verdadeiro espírito natalício fazendo nascer as suas crias e criando-as.
Por aqui, ficamo-nos pelas reuniões familiares e pelas lembranças do Verão que nos fazem perseguir o prazer, como as gaivotas...

JCA + carpe vitam!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

swingin' (in the rain) parte 10

continuação daqui | início

Não foi difícil dar com o sítio, apesar de ser bastante inacessível, é necessário subir, subir, subir até lá chegar. Apesar de ser noite cerrada, adivinhava-se uma bela paisagem daquela altitude. Deparámo-nos com uma vivenda de dimensões generosas, na entrada algumas pessoas vestidas normalmente, mas o porteiro denunciava o que se passaria lá dentro, pois debaixo da gabardina espreitavam um peito depilado e uns boxers. Não fosse a simpatia e pareceria um daqueles prevertidos que andam pelos jardins a mostrar as pendurezas. Uma mulher jovem e bonita mostrou-nos o espaço. Uma área lounge com lareira e sofás confortáveis garantiam que ninguém teria frio. As pessoas pareceram-nos demasiado vestidas. Havia bastantes quartos, alguns com portas, outros sem, bastante espaçosos e aquecidos. Havia também casas de banho com bom aspecto e limpas. Descemos e encontrámos mais quartos, uma sala sado-maso com uma jaula, uma cruz de Santo André (tradução baunilha: um X na parede onde se amarram as pessoas que querem levar de tau-tau) uma cadeira multi-posições e uma cadeira baloiçante que a Yin fez questão de experimentar e não achou muito prática. Levou a chibata, just in case... O piso inferior tinha também uma sala ampla, ainda vazia, com dois varões e bolas de espelho - a pista de dança, com um aspecto normalíssimo e área considerável (tendo em conta as dos outros clubes a que fomos).
Voltámos acima e tratámos de nos despir num dos quartos. Após a espera no bengaleiro, regressámos ao lounge. A música era ambiente e não estorvava a conversa. Os sofás estavam todos ocupados, pelo que nos sentámos numa espécie de muro que separava o bar dos sofás. Era uma superfície de pedra e estava gelada, mas nada que não aquecesse com o calor do corpo. A Yin pediu o seu já habitual creme de whisky e passado pouco tempo, fomos para uma mesa alta. Não tardou muito até que nos vieram abordar. Era um casal com quem já nos tínhamos cruzado. O Yang achou simpático da parte deles terem vindo ter connosco, a Yin ainda está a remoer o facto de eles nos terem deixado pendurados certa vez porque encontraram uns amigos e decidiram ir embora com eles antes de nós chegarmos. Não era coisa que fizessemos, mas cada qual tem a sua maneira de funcionar e há que respeitar as prioridades. Pode dizer-se que ficaram apresentados. Junto com esse casal estava outro, que conhecemos do site e entendemos como uma espécie de embaixadores do espaço. Muito simpáticos, fizeram-nos sentir em casa. Tivemos oportunidade de trocar ideias sobre algumas partes desta história que temos vindo a publicar no site e eles são das poucas pessoas que comentaram. São também dos poucos que mantêm actividade regular. Esta ideia de haver verdadeiros casais swingers a fazer relações públicas nos bares pareceu-nos bastante inteligente e funcionou perfeitamente connosco. Facilitou imenso termos tido algum contacto virtual com eles, conhecermo-lhes os gostos e os amigos, ajuda a quebrar o gelo. Frio foi coisa que não sentimos. As pessoas respeitaram o dress code e havia alguma sintonia, alguns corpos bonitos, outros nem por isso, mas completamente à vontade. A Yin estava com algum receio de parecer vulgar com a sua fatiota, mas sentiu-se perfeitamente integrada. O Yang, passado algum tempo, tirou a máscara, tal como a maior parte das pessoas, e a t-shirt também. A Yin fez questão de manter a máscara, era o seu reduto de conforto.
Quando fomos para a pista, o espaço já estava bastante composto e não se pode dizer que houvesse demasiadas pessoas, o calor humano e a sensualidade dos corpos dançantes mantinha o espaço quente e o nível de fumo era suportável. Encontrámos um casal com quem a Yin tinha estado a falar antes de irmos mas não nos deram grande troco, talvez por já estarem com mais gente. Não voltámos a falar com eles, apesar de nos cruzarmos algumas vezes. Havia imensos corpos bonitos e apetecíveis, mas sem grande margem para abordagem, com o barulho das luzes, nem os nomes se percebiam. Cada vez se torna mais claro que é muito mais interessante conhecer as pessoas pela cabeça e depois ver se o corpo interessa. Mantivemo-nos no nosso canto, a dançar e a observar o que se passava à nossa volta. Ao contrário de uma disco normal, a (maior parte da) música era dançável e não havia os habituais gajos colados ao bar, toda a gente dançava e parecia divertir-se a olhar ou a provocar olhares, exibicionistas e voyeurs interagiam no seu habitat em perfeito equilíbrio. Do nosso cantinho víamos os dois casais que vieram ter connosco a conviverem saudavelmente, meninas com meninos, meninas com meninas, nada de meninos com meninos. Um deles comentou connosco numa altura em que as meninas se estavam a entender: “olha para aquilo, o que é que um gajo há-de fazer?” A Yin respondeu “Ver?” Ainda pensou acrescentar “fazer o mesmo entre os homens?” Sim, isso teria-lhe dado um certo gozo extra ver, mas ela sabia perfeitamente que eles eram todos hetero e que esse tipo de surpresas estariam fora de questão, além de que entre o barulho das luzes e a falta de interesse, ele não iria ouvir nada.



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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

diálogos (im)prováveis XIX

Creio que esta cena explica bem por que gosto tanto desta série:



video

 Dexter, série 7, episódio 8 "Argentina"

If I love you? If I love you! I went to the church that night that you killed Travis Marshall to tell you that I'm in love with you!

You're... in love with me?

Fuck! Oh, my God. Was. I don't even know if I fucking like you. This is... Oh, forget it.


What do you mean you're in love with me?

I didn't... I didn't mean to say that. I don't... I know it's weird, and it's gross, and it's fucked up, but... And I know you don't feel the same. I don't even know if feel the same. I mean, it's one thing to be in love with your brother, but it is a whole 'nother level to be in love with your brother who's a goddamn fucking serial killer. You're a serial killer, and I'm more fucked up than you are!


Mais cenas aqui e aqui.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Swingin' (in the rain) parte 9

continuaçãc daqui | início

Estava um dia chuvoso e frio, tínhamos planeado visitar mais um clube naquela noite, mas chegada a data a vontade não era muita. Já tinham passado várias semanas desde a nossa última incursão num bar swing, e apesar de termos convidado por diversas vezes, também não seria desta que iríamos estar com os nossos amigos. A festa era inspirada no filme “eyes wide shut”, o que em teoria é uma ideia muito apelativa, mas na prática tínhamos algumas questões logísticas a resolver. Apesar de fazermos nudismo, a Yin não se sentia confortável com a ideia de ir a uma festa de lingerie, ainda para mais com o frio que estava. O Yang insistiu e parecia entusiasmado, pelo que ela começou a pensar como resolveria os seus receios e decidiu usar a criatividade. Fez as diligências necessárias para confirmar a ida. este tinha sido um dos contactos feitos pelo Yang quando procurou pela primeira ir a um clube, tendo a resposta sido negativa. Mas desta vez, como já estávamos registados em sites, foi tudo mais fácil. do outro lado já conheciam o nosso perfil e o blog e prontificaram-se a dar-nos as indicações necessárias. Nós não fazíamos ideia onde era o local, apenas que seria a uns 30 ou 40 km de casa. Todos os clubes são bastante reservados, mas a inscrição em sites swing ou a recomendação de alguém do meio ajuda bastante. Começámos a entusiasmar-nos com a ideia dos trajes. Tinha de ser algo elegante e sensual, como sempre tentamos para estas ocasiões, mas desta vez um pouco mais ousado. O low profile manter-se-ia na atitude, não no traje. E com esta permissa procurámos as máscaras, em tons de preto, com lantejoulas e cetim e penas a cobrir os olhos. Tinha de ser algo minimamente confortável para usar a noite toda. Um pouco de verniz da cor das unhas da Yin a realçar certos pormenores personalizava e as máscaras e dava-lhes a coerência necessária para serem um par. Procurámos boxers de cetim para o Yang, a Yin imaginou uns pretos com riscas fininhas brancas, mas não os encontrámos, pelo que ele resolveu a coisa com uns pretos em microfibra que lhe ficavam a matar. Uma t-shirt branca simples cobriria o tronco, caso não tivesse calor. Sapatos e meias pretas (a Yin ainda pensou numas ligas para as meias masculinas, mas o Yang fez-lhe má cara) e para o toque final de classe, um laço preto de cetim ao pescoço deixava-o pronto para a festa. Ela escolheu uma cueca rendada preta confortavelmente sexy e uma espécie de top roxo rendado e transparente que lhe cobria o tronco e até meio das nádegas, com uma abertura à frente desde o peito que deixava vislumbrar o umbigo e a cueca. Nas pernas, umas meias pretas transparentes com discretas ligas rendadas começavam nas coxas e terminavam nuns elegantes e clássicos sapatos pretos de fivela. A maquilhagem intensificava-lhe os olhos com traços pretos e pálpebras da cor do top. Ainda antes da festa apercebemo-nos que algumas pessoas iriam levar capas como no filme, mas não achámos que fosse necessário. A Yin levou uma écharpe preta semi-transparente com franjas divertidas que vestida servia de cachecol e despida lhe resguardava as costas e os seios. Vestimos roupa normalíssima por cima e rumámos ao clube. Ninguém suspeitaria do que se passaria debaixo de roupas tão normais e isso divertia-nos. Confortáveis, sensuais e elegantes, sentimos assim que os trajes estavam completos e ficámos seguros de que tínhamos tudo o que era necessário para nos divertirmos na festa. 

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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

swingin' (in the rain) parte 8

continuação daqui |início

O sítio era discreto, uma vivenda adaptada. A recepção, os mesmos labirintos, mas maior, com menos cortinados que no outro bar, camas com lençois pretos. Fizemos uma visita guiada, já havia casais nos quartos, fizeram questão de nos mostrar isso, mas não era algo que estivéssemos a pensar fazer. Uma pequena pista de dança com varão, uma parte exterior agradável, com uma espécie de pseudo-piscina sem água. O casal modelo ainda não tinha chegado, mas não tardou muito até o Yang os encontrar, o que não era difícil, destacavam-se pela altura, apesar do sítio estar a abarrotar. Abancámos lá fora, apesar da temperatura estar um pouco baixa, a conversa era animada e juntou-se um grupo simpático para trocar ideias.
Às tantas o Yang trouxe a prática de nudismo para a conversa e o elemento masculino do casal modelo (Tboy) disse que não se sentiria bem numa praia dessas porque tinha receio de ficar excitado e embaraçado. A Yin disse que é raro ver isso, que de qualquer das formas é uma coisa natural e deve ser encarada como tal, que ela própria já sentiu uns calores e nada como o mar para acalmar. Mas na praia que costumamos frequentar o que há mais são homens. Giros e gay, mas homens. Ele sussurra-lhe que é bi e ela quase se engasga com a bebida. Não é que não soubesse disso, simplesmente é tão invulgar que se esqueceu completamente. E perdeu assim uma bela oportunidade de ficar calada.
Fomos circulando, entrando e saindo, a música da pista não era má de todo, ficámos um pouco com o casal modelo, às tantas o Tboy rouba o top ao seu par (Tgirl), revelando as suas magníficas mamas. O Yang entusiasma-se e começa a beijar a Yin, encosta-a contra a parede, baixa-lhe o top revelando uma mama cujo mamilo rapidamente desaparece dentro da boca dele. Ela é apanhada de surpresa, sabe-lhe bem, mas sente-se demasiado quente, exposta, e trava o apetite dele para ir apanhar ar lá fora. Por esta altura, o tabaco pesava no ar, ardia nos olhos e tornava-se difícil respirar, ainda mais para quem não fuma. Lá fora encontrámos o casalinho com quem tínhamos estado. A F sentada, de perna traçada, mostrava a tentadora renda da meia de liga. Estavam mais outros dois casais, um deles mais velhos e desinibidos, com quem já tínhamos trocado umas ideias no site. O outro, claramente à caça. Trocámos algumas ideias sobre o que se tinha passado entre nós e  pouco depois, desapareceram com o casalinho de curiosos com quem tínhamos estado.
Ficámos ainda um pouco mais cá fora, estava frio, mas sabia bem o ar respirável. Entretanto chegou o casal modelo e trocámos algumas confidências. A Tgirl não parecia muito à vontade com isso, estava desconfortável porque tinha frio e o seu par é um desbocado. Mas nós achamos-lhe piada, gostamos muito de trocar ideias com eles. Encontrámos umas mantas e por ali ficámos um bocado, até voltarmos novamente para dentro. No bar, falávamos sobre a transsexualidade da Tgril e o Tboy comentou connosco se acreditávamos que era possível existir um membro masculino naquelas calças tão justas. Eram realmente calças coladas ao corpo, que lhe ficavam a matar. E de repente, pede à Yin para lhe tocar, ao que o seu par protesta, com algum embaraço. A Yin tem curiosidade, mas é incapaz de avançar sem a autorização dela, que após alguma relutância, a dá. E deixa ficar lá a mão durante um bocado, a sentir-lhe o sexo arrumadinho.
Pouco depois, encontrámos os dois casalinhos esbaforidos, com ar de quem tinha ido experimentar os colchões. Reconhecemos o outro casal do site, ficámos a saber que profissionalmente trabalham na mesma área do Yang, mas creio que é só mesmo isso que temos em comum. Eles são predarores experientes, autênticas aves de rapina. Ao pé deles somos apenas... gaivotas juvenis.
A noite já estava no fim, quase a dizer olá ao dia e era hora de irmos. Demos boleia ao casal modelo que nos ofereceu o pequeno almoço (de salientar a broa acabadinha de fazer que a Yin saboreou com imenso deleite) e assistimos com eles ao nascer do dia, antes de seguirmos para casa. 

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sábado, 10 de novembro de 2012

swingin' (in the rain) parte 7

continuação daqui | início

Continuámos a trocar ideias, mais com ele do que com ela porque à distância não tem tanta disponibilidade, foi crescendo uma vontade de estarmos novamente juntos. Quando fomos ao bar swing, convidaram-nos para a inauguração de um outro bar do género, que na altura não nos despertou grande interesse, mas que nos fomos apercebendo através do tal site que uma série de casais iriam, incluindo o casal modelo e este com quem estivemos, de forma que a ideia nos foi parecendo mais apelativa e combinámos ir, apesar de termos de fazer bastantes quilómetros. Mas já que assim era, decidimos ir mais cedo e tentar fazer um pouco de praia nudista, convidando os nossos amigos. Toda a gente parecia ter planos para esta data, mas o casalinho que esteve connosco em casa disse que era capaz de aparecer, até porque não moravam muito longe. A tarde estava ventosa, ainda pusemos o rabo ao léu, mas não por muito tempo sem ficarmos cheios de areia, acabámos por nos vestir e ir para a beira de um casal gay de cuecas brancas que estava abrigado por um corta-vento de canas bastante eficaz. A tarde foi passando e os nossos amigos não chegavam. Assistimos a um belo espectáculo de aviação totalmente inesperado e lamentámos que eles não estivessem ali. Estávamos ansiosos que chegassem, a pensar que já não viriam, mas finalmente apareceram, todos frescos e sorridentes. Assistimos juntos ao morrer do sol e ao nascimento da lua no horizonte, teve o seu je ne sais quoi de romântico...
É um prazer enorme conversar com eles. Podíamos estar ali a noite toda, não fosse o frio. Acabámos por ir embora juntos, mas não jantámos com eles. Nós tínhamos de mudar de roupa e pensámos que o melhor sítio seria um centro comercial e assim foi, comemos e mudámo-nos. Ainda era cedo e a Yin aproveitou para pintar as unhas, que não ficaram como ela queria e o Yang já se estava a passar. Lá seguimos finalmente para um teatro alternativo onde tínhamos combinado encontrarmo-nos com o casalinho e um outro amigo de outras lides. A F estava lindíssima num vestido justo e curto, com a sua nova cor de cabelo, a Yin não a poupou a elogios. O M trouxe o sorriso malandreco que faz covinhas nas bochechas e para a Yin, poderia ter vindo vestido apenas assim, com aquele sorriso.
Lá seguimos os quatro, rumo ao bar, bastante curiosos sobre a fauna que iríamos encontrar...


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domingo, 4 de novembro de 2012

swingin' (in the rain) parte 6

continuação daqui | início

Yin colocou o strap on e perguntou quem queria levar com ele, mas ninguém quis. Não é a primeira vez que isto lhe acontece, mas não desiste. Deixou-se ficar com ele, a gozar aquela sensação de “eu tenho um pau espetado e está-me a dar um gozo do caraças andar por aqui a exibi-lo”. Se tivesse um a sério, não dormiria durante uns dias. A madrugada já ia adiantada, no dia seguinte teríamos de levantar cedo para a caminhada, mas o desejo continuava a provocar-nos. Apesar do cansaço, a pica continuava. Voltámos aos pares iniciais para terminar em beleza. Nós os dois no chão, numa bela canzana, eles os dois em cima um do outro no sofá cama. Mesmo assim, sem trocas, é extremamente excitante partilhar a intimidade. A Yin estava na casa de banho quando o M se veio e arrepiou-se de gozo com a sinfonia de gemidos. Os dela melódicos a contrastar com os dele, tipo vocalista de banda de heavy metal.

A Yin transpirava por todos os poros e decidiu ir tomar banho, convidando a F para se juntar a ela, que não se fez rogada. Os olhos dela brilharam quando a Yin lhe falou em imersão. Acendeu as velas, pôs a água a correr na banheira, juntou o gel para fazer a espuma, num ritual que tanto aprecia. É raro tomar banho de imersão, mas quando toma, gosta de fazê-lo a preceito, com tempo. Começaram a lavar-se uma à outra, a percorrer os corpos numa conversa calma sobre o que se passou, sobre experiências passadas. Estiveram na banheira até as pontas dos dedos engelharem. A Yin apreciou bastante esta cumplicidade.

Cansados mas satisfeitos, fomos finalmente descançar. No dia seguinte lá fomos e foi extremamente agradável, paisagens belíssimas que já conhecíamos por outros caminhos, mas agora de outro ângulo, outros caminhos, contacto direto com a Natureza, grupo porreiro, muito bom mesmo. Fizemos alguns planos de novos encontros, e apesar de cansados, aguentámos a pedalada. Fizemos ainda uma pequena visita pela zona antes de termos de voltar porque a Yin tinha de ir trabalhar. Eles também tinham de ir à sua vida, pelo que não se demoraram muito mais com o Yang em casa.
Para quem se conhecia tão pouco, a coisa não correu nada mal, ficámos com vontade de repetir, de conhecer melhor este curioso casalinho. 



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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

swingin' (in the rain) parte 5

continuação daqui | início

Era chegada a altura de a apresentar à Gigi. Os elementos masculinos assistiam no sofá, impávidos mas não serenos, a este espectáculo. A F gostou bastante da nova amiguinha, foi bastante expressiva quanto a isso. Depois foi a vez de retribuir à Yin, que se colocou de gatas para a receber com carícias. Nunca se vem quando está com alguém pela primeira vez, mas soube-lhe bem. A prioridade dela é conhecer e satisfazer o(s) parceiro(s), é daí que vem a sua satisfação primordial. Estava cansada, depois de um dia de trabalho, mas bastante entusiasmada. Os elementos masculinos continuavam no sofá, a conversar sobre o que se estava a passar, a aguardar a altura certa para intervir.
Elas convidam o M para se juntar à festa e começam a mimar-lhe o sexo. Não era a primeira vez que a Yin fazia isto, começar a comer o bolo pelo recheio, abocanhando o pedaço. Desta vez belíssimamente assistida pela F, com movimentos simétricos, sincronizados, que estavam visivelmente a dar gozo ao M. Iam chupando e lambendo alternadamente, a brincar com as bolas. Só depois o beijo. Foi estranho para a Yin, não apenas pela barba, mas pela boca e pela língua. Não se entenderam muito bem. Gostou mais das mãos dele no seu corpo, de lhe sentir a excitação animal. Yin está convencida de que ele é uma tartaruga ninja mutante adulta, versão
hard core. Gostou de sentir o desejo dele, gostou de o fazer a meias, coordenada com a mulher dele.
Entretanto o Yang, impelido pelo desejo mas muito controladinho, também se juntou discretamente à festa, começando por tocar nas meninas enquanto tratavam do outro menino, penetrando com os dedos. Pouco depois era a vez dele ser mimado pelas duas. Soube-lhe bem, claro que soube.
O outro casal tinha tido algumas experiências soft, nada de trocas, de penetrações em mulher alheia e assim queriam continuar, mas não tinham nada contra as mulheres se penetrarem, pelo que a Yin foi buscar o strap on e a menina coração prontificou-se a degustar-lhe o cu. O gozo expressado na cara dela enquanto o fazia... arzinho de malandreca doce. A Yin também gozava a ser penetrada, a pedir-lhe que lhe desse com mais força... e os homens assistiam entesoados sem se tocar. Intimidades entre eles nem pensar.



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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

swingin' (in the rain) parte 4

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Após a apresentação, baixámos as luzes. Pensámos em aceder as velas, mas estava imenso calor, pelo que ficámos apenas com a luz da tv. A Yin queixava-se com calor, já tinha bebido alguns copos e a tolerância alcoólica dela é muito baixa, pelo que um par de copos fazem-ma rir desalmadamente sem motivo aparente. Desta vez, estava a portar-se bem. Estavam ambas sentadas no tapete, eles sentados no sofá. A Yin queixou-se mais uma vez do calor e perguntou ao ouvido da F: “não me queres tirar a blusa?” Ao que ela respondeu afirmativamente e teve de penar a desabotoar todos os botõezinhos da dita blusa, devagar, numa deliciosa tortura. E foi a confirmação que a Yin precisava para saber que ia haver brincadeira. Depois foi a vez dela fazer desaparecer o top da F. Ambas ficaram a olhar uma para a outra, a apreciar as mamas ainda envolvidas pelos soutiens, cor de rosa o da F, preto o da Yin. Foi um instante enquanto estavam ambas nuas da cintura para cima, a beijarem-se e a acariciarem-se. Depois foram-se despindo mutuamente, revelando os seus corpos à pouca luz e aos olhares dos seus pares. Ambas de joelhos, a Yin aproximou-se por detrás da F e começou a beijar-lhe o pescoço, a boca, enquanto percorria o seu corpo com as mãos, a sentir-lhe o desejo onde era mais premente, até chegar à entrada do seu templo humedecido. Dedilhou os lábios e massajou suavemente o botão do prazer ao ritmo da melodia que ela emitia: os gemidos dela eram música para os seus ouvidos. Se dúvidas houvesse, esta era a confirmação que as desvaneceria: era ela a cantora da sinfonia que a Yin ouviu quando íamos embora no outro dia do bar swing.
Colocou-se de quatro e deixou que a Yin lhe desse algumas chibatadas nos glúteos e nos lábios. Ela tem uns lábios lindos, e quando estão inflados, vistos de trás, parecem mesmo um coraçãozinho... menina coração...


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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

swingin' (in the rain) parte 3

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O jantar correu muito bem, com a colaboração de todos. Eles trouxeram um bolo de chocolate com pimenta e cenoura feito por ele ao som de heavy metal que estava uma delícia. Não estava muito picante, era necessário esfregar a língua contra o céu da boca para o sentir.
Estava combinado no dia seguinte irmos caminhar, pelo que eles ficariam a dormir lá em casa. A conversa foi fluindo, e gerou-se uma empatia bastante boa entre nós, tanto que fomos buscar a gaveta dos brinquedinhos sexuais e decidimos fazer uma sessão de tuppersex. A Yin fez as honras e foi mostrando, por ordem de preferência, num crescendo de interesse, os nossos sex toys. Numa situação ou outra, passava-os para as mãos deles. Quando chegou à parte da chibata e do pingalim, o Yang perguntou se não queriam experimentar, dando assim oportunidade à Yin de lhes demonstrar, coisa que não se fizeram rogados. Toda a gente deu e recebeu. O elemento masculino, chamemos-lhe M, baixou as calças e uma parte dos boxers, como se fosse levar uma injecção e levou com a chibata; a F baixou as calças, revelando um magnífico traseiro dividido por um fio dental e também levou da Yin. Que tesão de rabo! Depois foi a vez dela. A Yin também tinha um belo fio dental azul eléctrico e prateado. A F estava com receio de magoar a Yin e deu-lhe um açoite muito fraquinho, ao que ela pediu para lhe dar com mais força, mas ela ainda assim foi bastante comedida.
Entre bolas tailandesas, strap ons e anéis vibratórios, chegou a vez do último brinquedo, que a Yin diz que “não é um vibrador, é uma amiga” e chama-lhe Gigi. Não é de facto muito impressionante no tamanho, mas tem uma forma, cor e textura muito agradáveis, já tinha sido usada por outras duas amigas que gostaram bastante. A Yin explicou que os brinquedinhos são criteriosamente limpos, além de que usam preservativos. Eles não se fizeram rogados a tocar e experimentar os vários modos vibratórios.

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terça-feira, 16 de outubro de 2012

Swingin' (in the rain) parte 2

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A Yin sonhou que tinham ido à praia com o casalino conterrâneo e enviou-lhes uma sms a perguntar se iriam cumprir o sonho. Eles disseram que não ia dar, deram uma desculpa um bocado esfarrapada. Ainda fizemos uma ou outra tentativa de contacto, mas foram todas em vão. Não percebemos o motivo que os levou a afastarem-se, pois no dia em que os conhecemos foram muito simpáticos, mas há que saber aceitar uma resposta negativa e perceber quando não se deve insistir mais.
Entretanto o Yang registou-nos no tal site e reconhecemos de imediato o casal modelo que tinha estado no bar na mesma noite. Gostámos das fotos, têm um aspecto profissional. A Yin gostou bastante do perfil. Quando o viu, achou que explicava algumas coisas. Ela sempre achou interessantes estas questões de género, e pensou logo em meter conversa para falar sobre isso. Depois pensou que possivelmente toda a gente pergunta o mesmo e que não seria boa ideia. Ainda assim enviou uma mensagem do género "gostei do perfil e das fotos, felicidades". Não tinha grandes expectativas que respondessem de volta. Mas responderam! E mais surpreendente ainda, encetámos assim um diálogo bastante interessante. Nós não somos do género de "se não é pra foder, não vale a pena conhecer" e ficámos a  saber que eles também não.
Entretanto o Yang também descobriu o outro casalinho da menina das pernas bonitas. Tinham uma foto curiosa no perfil e ele encetou conversa com eles. O elemento masculino foi bastante simpático, trocámos perfis do Facebook e achámos incrível a parecença do elemento feminino com a nossa primeira amante. Arrepiante mesmo, as parecenças físicas no perfil e no sorriso. Comentámos isso com eles e combinámos uma videoconferência que nunca chegou a acontecer, até porque entretanto combinámos mesmo encontrarmo-nos e fazer uma caminhada em grupo pelos nossos lados.
Foi tudo muito rápido, ainda pensámos que não viriam, mas quando demos por nós estávamos em frente a eles no supermercado a fazer compras para o jantar. Nunca tínhamos levado ninguém lá para casa na perspectiva que acontecesse algo de sexual, mas por algum motivo achámos que era chegada a hora e estas eram as pessoas ideiais. Além disso, frisámos bastante que ninguém se poderia sentir obrigado a nada de sexual, obrigatório seria passar um bom bocado com eles, o resto, a existir, seria sempre um acréscimo. E como costuma dizer a Yin, “antes uma boa conversa que uma má queca”.
As parecenças do elemento feminino (chamemos-lhe F) com a nossa primeira amante resumiam-se a traços físicos, nem a voz, linguagem corporal, personalidade, eram completamente diferentes. Mas de vez em quando quando sorria era impressionante como se parecia... Muito doce esta mulher, simpática, lindíssima, enfim, ficámos encantados com ela. Gostamos da conversa dele, da forma como se expressa revelando que tem cabeça. E tem uns olhos claros cor de avelã que muito agradaram a Yin. Nunca tinha beijado um homem de barba e questionava-se se iria ficar a saber como era...


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domingo, 7 de outubro de 2012

Swingin' (in the rain) parte 1

“We’re swingin’ in the rain
just swingin' in the rain
what a glorious feeling
We’re happy again”

Após mais de uma década de cumplicidades e experiências partilhadas, procuramos sempre renovar, provocar, temperar as emoções que nos unem. Foi isto que nos levou a um bar swing, numa tentativa de ultrapassar um preconceito que diz que esses sítios são uma espécie de mercado da carne de gente machista e preconceituosa com a mania que é muito para a frente.
Chamemos Yin à nossa parte feminina e Yang à masculina. Yang propôs que fôssemos no dia de aniversário da Yin e depois de um dia bem passado em família e um jantar japonês que muito nos agradou, fizemos uma agradável caminhada pelo parque e lá fomos todos aperaltados.
Temos de dizer que não é fácil dar com estes sítios, são muito discretos e é necessário conhecer alguém do meio que nos dê os contactos, caso contrário é muito difícil. Tentámos inscrever-nos no clube mais conhecido e recomendado mas ninguém nos respondeu. Foram uns amigos que nos indicaram um sítio disposto a receber-nos.
Deparámo-nos com uma vivenda, tocámos à campainha e uma mulher simpática abriu-nos a portas e fez as honras da casa. Ao cumprimentá-la, a Yin disse-lhe “muito prazer”, ao que ela responde “Não é prazer, é muito gosto, neste meio diz-se muito gosto”. O Yang gostou da mini-saia dela, a Yin achou-a vulgar. Fomos apresentados aos vários casais, dizendo-nos os nomes que logo a seguir esquecemos. Fizemos uma visita guiada pela casa, que não era muito grande, algumas divisões labirínticas com colchões e sofás semi-privados a convidar ao voyeurismo, muitas cortinas e as escadas para um sótão que não espreitámos. Fez-nos lembrar uma casa de putas às escuras.
Pedimos bebidas e procurámos uma mesa. O Yang pediu uma água tónica e a seguir trancou-se no whisky, a Yin experimentou “Pussy”, uma bebida energética que lhe deu um certo gozo pedir e depois um creme de whisky. Comentámos os casais, claro, supondo que eles também nos estariam a comentar, mas com alguma discrição. Havia uma faixa etária mais velha e alguns casais da nossa idade, dos quais destacámos um, com muito bom aspecto, a menina tinha uma combinação engraçada de calções de ganga curtinhos e sapatos de salto clássicos que lhe ficava a matar, apesar da Yin dizer que jamais sairia assim vestida, gostou de a ver. O elemento masculino do casal também não tinha mau aspecto. Entretanto chegaram mais casais e um em particular, chamou-nos a atenção.
A primeira coisa que reparámos foi num reduzido top branco que reflectia a luz ultravioleta, iluminando um par de mamas intimidante para a Yin. Ela era alta, e a Yin, mesmo de saltos, ficava à altura das suas mamas. E que mamas! Daquelas redondas cuja gravidade não afecta. Nós não temos preconceitos em relação a estas coisas, a Yin gosta de mamas firmes, redondas, de bicos espetados, sem exagero de tamanho. De facto, prefere-las pequenas e firmes a grandes e flácidas. Não que alguma vez tenha saboreado algumas das últimas, mas não lhe apelam muito aos sentidos. O Yang não é tão criterioso e, basicamente, é mamodependente, gosta de as usar como anti-stress. Corpo escultural, pernas longas enfiadas numas calças justas, corpo bem feito, bom demais para ser verdade. Depois ele - careca com estilo, como a Yin gosta, à altura do seu par. "Way out of our league", foi o que pensou a Yin. Curiosamente, a mestre de cerimónias apresentou-nos toda a gente menos este casal, nem sequer lhes mostrou a casa. Devem ser habitués com objectivos específicos, pensou Yin, ou então são profissionais e vieram animar o pessoal. Longe da Yin ousar meter conversa, a sua auto-confiança estava algures em parte incerta, e depois, que haveria aquele casal modelo de querer com uma gaja baixinha quase careca e um gajo careca barrigudo e pitosga? Por mais dedicação que tivéssemos posto nos nossos trajes, nunca poderíamos estar à altura deles. Depois de algum tempo em que já estávamos a ficar fartos da música e das irritantes luzinhas laser a rasgar o escuro, surgiu oportunidade de meter conversa com um casal e o Yang não a desperdiçou. Eles estavam perdidos, a olhar para todo o lado à procura de mesa e ele ofereceu a nossa, o que nos salvou a noite e a partir daí absorveram toda a nossa atenção. Ficámos a saber que moravam perto de nós e tínhamos alguns interesses em comum. A rapariga era tímida, ficou encostada ao marido e quase não falava mas a conversa fluiu e só voltámos a reparar no casal modelo quando nos vínhamos embora. A Yin estranhou ainda lá estarem, pensou que não deveriam ter encontrado casal à altura. Não deve ser fácil. Não voltámos a ver o casalinho da menina com as pernas bonitas. Quando A Yin foi com o elemento masculino do casalinho conterrâneo buscar os casacos, ouviram uma deliciosa melodia que vinha do andar de cima. Alguém estava a aproveitar bem a noite. Decidimos sair juntos com o outro casal, a mestre-de-cerimónias falou-nos no registo num site e pediu-nos o nosso e-mail para o fazer, ao que acedemos e seguimos viagem para casa atrás do casalinho.

Há quem diga que “quem anda à chuva molha-se”, mas nós temos impermeáveis, agora só falta mesmo a chuva…


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domingo, 16 de setembro de 2012

o sexo de um anjo




Na inauguração de um clube Swing, a dançar com movimentos sensuais, mãos e lábios a percorrer os corpos, decidimos apimentar um pouco e descemos o vestido de forma a apresentar os belos seios avolumados e redondos. Os nossos corpos apelavam ao sexo e sentíamos que eramos observados.

Entram dois casais, um deles reconhecemos de uma noite noutro clube, ela tinha dançado com a Letícia, ambas só de fio dental no varão trocavam beijos e carícias, a Letícia sentia que ela tinha fogo entre as pernas. Chega o momento em que ela pergunta se nós queremos ir para o quarto com eles, perguntei se sabiam que a Letícia era trans, eles chocados pediram desculpa e foram embora.

Novamente na inauguração, pedimos duas bebidas e sentámo-nos, olhámos para os dois casais e percebemos que estavam a falar de nós. Não sabíamos o que diziam mas pensámos que falavam das condições físicas da Letícia. Nós por acaso ficámos atraídos pelo novo casal, ambos bonitos e com corpos apetecíveis. Depois de tanta diversão fomos para casa.
Num dia como outro qualquer fomos ao nosso mail, tínhamos um pedido de amizade que aceitámos. Começaram a falar connosco e disseram que nos viram no clube. Perguntámos quem eram, e ficámos surpresos: eram o casal pelo qual nos sentimos atraídos. Combinámos um café e descobrimos que o desejo era mútuo.

Pouco tempo depois fomos os quatro a outro clube SW, trocámos palavras, dançámos e bebemos. Ela cola o seu corpo ao da Letícia e começa a beijar ao de leve, despindo ao mesmo tempo o seu top, deslizando os seus lábios e língua até às mamas, a Letícia inverte os papéis e senta-a na cadeira, passa lábios e língua no seu corpo, apalpa os seios e mete a cabeça entre as coxas dela. Os outros casais começaram a olhar para nós e vimos que era a altura certa para subirmos para o quarto. No quarto começámos por ver um show como nunca visto, ambas de forma lasciva com os lábios no sexo uma da outra, os gemidos são intensos e nós homens fomos fazer companhia. As quatro bocas ocupadas entre as pernas de cada um, a Letícia põe-na de gatas e penetra-a, eu por baixo vou beijando os sexos delas sentindo o suco da luxúria na minha boca enquanto ela saboreia o membro do parceiro. Era a vez de a Letícia ser passiva e agarra no sexo dele e espeta até ao fundo das suas nádegas. Ela deita-se e afasta as pernas como um convite pelo qual eu ansiava, aconchego o meu membro rompendo a timidez da sua vulva. Trocámos de posição para que elas brincassem uma com a outra, com as suas mãos e bocas quando estavam a ser penetradas. Elas começaram a movimentar cada vez mais as ancas ao ponto de eu atingir o clímax.

Trocamos novamente de posição, a Letícia de gatas penetrando-a, ao mesmo tempo que era penetrada por ele e chupando-me sem limites. A vontade, o desejo, a luxúria dos quatro aumentou a temperatura, eram Afrodite e Vénus que estavam ali e o auge da paixão já tinha sido quebrado há muito.

Já mais calmos voltámos cada um para o seu parceiro, a Letícia deita-se e unimos os nossos corpos num só, olhámos para eles e percebemos que eram almas gémeas como nós. E mais uma vez o clímax é atingido, agora os quatro ao mesmo tempo fazendo daquele momento único e inesquecível.

Esta aventura mostrou que as fantasias poderão ser sempre realizadas se tivermos a companhia das pessoas certas e claro, agradecemos ao casal que não sabia que a Letícia era trans porque foi graças a eles que ficámos a conhecer o nosso casal de namoradinhos.

texto e foto de Transcouple

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Olá Blog:

Como vais? eu aqui vou andando, como diria o SG "cá se vai andando com a cabeça entre as orelhas"!


Tenho dias que vou melhor, outros nem por isso, mas o percurso de vida a isso encaminha, no entanto espero que a vida melhore.


E tu, como vais, desde que nasceste, que por acaso até tive... mão no assunto, tens vindo a desenvolver-te e a crescer, já tens o teu próprio espaço.


Contigo, conheci muitas pessoas (e espero continuar a conhecer), tive boas e más experiências, alegria, prazer, amargos de boca, tristeza e dor, já olhei para ti e pensei se deverias continuar a existir ou não, no fim, chego sempre à conclusão que tu não podes pagar as favas por eu sentir e viver a vida.


Fazes cinco anos, parabéns!


que venham muitos mais!

5!


... têm sido uma viagem muito gratificante para mim. Este espaço é uma verdadeira paixão de ondas rebeldes, com os seus altos e baixos, mas onde sei que posso sempre voltar com novas inspirações, como a um porto seguro. Gosto de relações assim. Não é o espaço que importa, gosto do desafio de tentar mantê-lo sempre limpo e arrumado, inteligentemente provocador, mas isso só importa porque tal como em casa, é o sítio onde me sinto à vontade e onde gosto de receber pessoas - essas sim, as verdadeiras estrelas deste sítio. Ao longo destes 5 anos, foram muitas as que por aqui passaram e algumas delas, poucas mas boas, deixaram a sua marca e tornaram-se preciosas. Alicerçaram-se e fortalecem-se aqui relações. É incrível o que um blog nos pode dar se estivermos dispostos a investir tempo, energia, vontade. Por vezes sinto-me só nesta demanda, mas não me importo, até porque gosto muito de fazer as coisas à minha maneira :) No entanto, e como gosto de desafios e acho que se formos mais temos mais hipóteses de ser melhores, deixo aqui mais uma vez um apelo à participação, ao aumento da qualidade deste espaço.

Tenho de deixar também um agradecimento muito especial ao Imperator, criador deste projecto, pois se não fosse ele não estaria aqui de flute de champanhe rosé e morangos, a comemorar mais um aniversário. Agradeço-te mesmo muito, pois tu bem sabes como este tasco é especial para mim :)

Venham mais 5, mais 10, os que forem, desde que sejam muito bons, tanto ou mais do que os que já aconteceram!

5 anos! novo grafismo

[imagem do antigo layout do blog]

é verdade, já lá vão 5 anos desde que começámos este projecto!
para comemorar, resolveu-se mudar novamente de identidade gráfica e layout, desta vez para uma coisa mais fresca e arejada, a apelar com inteligência e sensualidade à satisfação saudável dos prazeres que nos arrebatam...
temos pela primeira vez um símbolo que é uma espécie de coração/maçã/arabesco que servirá futuramente para identificar todas as fotos produzidas por nós.
Mais rubricas e novidades no conteúdo irão surgir, por isso, estejam atentos. divirtam-se. provoquem!

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

private dancer



Ele é fornecedor da Casa desde o início e faz uns trabalhos extra para a Dançarina, que avisou logo que seriam cobrados em trabalho. Queria que ela dançasse para a Namorada, numa dança privada, com ele a assistir.
Ambas acederam, e após duas tentativas de marcar a cena, à terceira foi de vez. Entre elas gerou-se uma empatia imediata desde a primeira vez que se viram. A Dançarina, mulata brazuca, toda sabida e desinibida, bunda e mamas no sítio, a fazerem jus à nacionalidade, a Namorada, mais velha que a Dançarina, mas com um arzinho de menina que não parte um prato, portuguesa branquinha, com um bronze integral dourado responsavelmente conquistado em praias do sul. Aparentemente mais tímida e humilde, rabo menos exuberante e mamas menos firmes que a Dançarina, mas ainda assim proporcionais e bastante comestíveis. Devia ter trazido saltos para ficar mais à altura das plataformas da Dançarina. Falou com o Namorado e com a Dançarina e o seu patrão/amante no sentido de negociar a dança de modo a que fosse para os dois, apesar do Namorado insistir que seria só para Ela, que não queria que a outra esfregasse as mamas nos seus óculos. No fundo, ele ficaria sempre a ganhar, mesmo que a desculpa fosse para a Namorada ver e aprender para reproduzir em casa. A Dançarina disse que ia ver o que podia fazer, enquanto ambos tomavam uma bebida oferecida pela Casa. Já tinham assistido a um strip misto ao vivo, nada de especial, deu para dar umas boas gargalhadas. O Namorado já tinha frequentado sítios semelhantes com colegas de profissão e despedidas de solteiro, mas nunca gastou dinheiro com profissionais do ramo. A Namorada nunca tinha estado numa casa de meninas, satisfez assim a sua curiosidade. O ambiente era calmo e discreto, não fosse o traje insinuante de algumas (poucas) mulheres a denunciarem a sua condição de amantes profissionais. Ainda era cedo, haveria sessão de strip mais tarde.
Mal acabaram as bebidas, veio o patrão/amante, cliente do Namorado indicar as "condições do serviço". É um homem maduro mas enxuto, ligeiramente bimbo, mas ainda assim com algum charme. Devido ao facto de o Namorado ter tratado de alguns assuntos da Dançarina, ele iria aceder a que ela pudesse retribuir com o seu trabalho, sem que fosse necessário pagar qualquer valor. Eles agradeceram e esperaram pelo "serviço". A Dançarina perguntou se queriam que fosse na sala onde estavam (um espaço amplo e vazio, com um varão e bancos confortáveis, robot luminoso e música) ou lá dentro. Por "lá dentro", eles não sabiam muito bem ao que ela se referia, mas disseram que podia ser onde ela preferisse. Ela decidiu então que seria ali mesmo, ficando o patrão/amante a guardar a entrada para que ninguém os interrompesse.
A Dançarina chama o Namorado em privado e fala com ele, pergunta o que pode fazer e ele diz que vale tudo menos morder a Namorada. Depois chama a Namorada e faz-lhe a mesma pergunta e ela diz que é para provocar também o Namorado.
A música é uma dessas baladas da moda e a luz restringe-se ao robot que vai debitando raios laser verdes e vermelhos ritmicamente. A Dançarina surge pela porta em altas plataformas e lingerie branca e preta com folhos que potenciam ainda mais o seu rabo e mamas. Começa a dançar em volta do varão, em poses sensuais estudadas, nota-se que houve ali algum treino, nada que se possa comparar com as bailarinas do Crazy Horse, mas ainda assim, interessante. O casalinho observa atentamente os movimentos da dançarina em volta do varão.
Meneia as ancas, empina o rabo, oferece as mamas, usa habilmente os braços e as pernas para subir e descer do varão... A Namorada gosta particularmente de um movimento em que ela, de gatas, encaixa as nádegas no varão e investe repetidamente contra o cilindro de metal. Pensa que tem de arranjar uma coisa daquelas lá para casa. A Dançarina larga o varão, dirige-se para o casalinho e pergunta a ambos mais uma vez, numa atitude muito profissional com aquele sotaque carregadinho de açúcar, se pode pegar na Namorada, ao que lhe respondem afirmativamente. A Namorada dança com ela e pede-lhe novamente para incluir o seu par. Ela tira o soutien e avança para a cara da Namorada, que aproveita para se refastelar naquele vale, depois faz o mesmo ao namorado, que parece relutante de início, mas depois colabora a pedido da Namorada, interpretando muito mal o papel de quem está a fazer um grande frete. A pele dela é extremamente macia, cabelos cuidados, bem perfumados. A Namorada encontra oportunidade de percorrer o corpo dela com as mãos e lamber e mordiscar-lhe as mamas. A menina tímida revela-se. Tinha saudades de fazer aquilo e soube-lhe bem, mesmo sabendo que se tratava de uma profissional que não o fazia (apenas) por prazer mas por uma troca comercial. A Dançarina despe a camisola ao Namorado e ele diz-lhe para fazer o mesmo à namorada. Ela usa apenas um vestidinho cai-cai, sem roupa interior. A Dançarina parece ter ficado supreendida quando baixa o vestido, revelando as mamas da Namorada, mas rapidamente recupera a compostura e faz um sinal para o patrão/amante vigiar a porta. A Namorada repara no homem, fica um pouco constrangida, mas isso passa-lhe logo, quando a Dançarina se vira para ela e faz encaixar as suas mamas alternadamente, ora de um lado, ora do outro, nas suas, para satisfação de todos. Depois chama o Namorado e dançam os três, com ela no meio, ora virada para um, ora virada para o outro. A seguir, volta para o varão e despe a última peça de roupa que falta e atira-a para a Namorada. Dança um pouco mais e mostra a sua púbis com alguma penugem. Pouco depois, desaparece repentinamente pela mesma porta por onde entrou.
Passado algum tempo volta já vestida, pergunta se gostaram, ao que ambos respondem afirmativamente e agradecem. Ficam com a sensação de que ela também terá gostado, que não foi apenas uma troca comercial, que talvez tenha havido algum prazer da parte dela, que tenha sido um trabalho especial. Afinal de contas, é essa a impressão que deve transmitir todo o bom profissional.