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sexta-feira, 4 de abril de 2014

diálogos (im)prováveis XXIV

- Estive a treinar as braçadas com o pull buoy e é muito mais fácil de crawl que de costas porque...
- Pool boy?!
- Sim, é aquela coisa que se põe entre as pernas e...
- Coisa?!?!?
- Oh, aquele coiso de borracha, ou espuma, ou...
- Cala-te que só te enterras...





foto: Decathlon

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

segunda-feira, 3 de junho de 2013

diálogos (im)prováveis XXIII



São dois "eles", mas podia perfeitamente ser um "ele" e uma "ela". Só que assim tem muito mais piada :)
Lá no fundo, continua a ser um "ele" e uma "ela", ahah!

Rendi-me completamente a esta "Porta dos Fundos" :D

post relacionado: diálogos (im)prováveis XX

sexta-feira, 10 de maio de 2013

diálogos (im)prováveis XXII


Person of Interest, S2e21:- Zero Day

Sou só eu ou este tipo de diálogos dá um certo tesão? As últimas duas linhas, então... o resto é contexto:

Guarda: Sit down. Your lawyer's here.
Ela: You were expecting somebody else?
Ele: I need to get out of here. I have to find Harold.

Ela: I'm not sure Harold wants to be found. At least not by you.
"- 9-1-1 emergency.
- Yes, I'd like to report a break-in at the home of Ernest Thornhill by an extremely dangerous man."
Ele: Root could have forced him to make that call. 

Ela: Either way, if those two have history, odds are she's with him, so I need you to find Harold for me. Can you track him? How? You put a bug on your friend?
Ele: Just his glasses. I've lost people before, so when I care about someone, I plant a tracking device on them.
Ela: I can understand why you and Harold get along.
Ele: Well, unless you've got some kind of plan to get me the hell out of here...

Ela: John. This is the plan.
      I'm this way.
Ele: I'm driving.
Ela: No. No, you're not.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Diálogos (im)prováveis XXI

                                                                        Threesome s01e02

Gosto do conceito desta série, tem cenas hilariantes.
Trata-se de um trio (um casal e um amigo gay) que ao festejar o aniversário dela com muita droga e álcool à mistura, acabam os três na cama.
Mais tarde ela descobre que está grávida do amigo gay e decidem educar a criança os três.
Este é um dos primeiros diálogos depois dessa decisão:


Ela: Okay, so how do I explain this to her? Our three-way, daddy-mummy-daddy setup.

O amigo gay: We need the well-spun version, all right? It's still fundamentally true, but in which we don't come out as drug-crazed perverts.

Ele: On account of our drug-addled threesome?

O amigo gay: O No, no, you see, it's more about the language. We weren't... We weren't drug-addled we were just tired and emotional.We didn't have a threesome, we were just... You know when politicians lie and they say they misspoke? Well, we just misfucked. Hmm?

Ele: Yes.

O amigo gay: Done.

Ela: A tired and emotional misfuck? Yeah.

Ele: Mmm.

Ela: I mean, that will look so much better on the nursery application.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

diálogos (im)prováveis XX

Ahahahahaahahahahahahahah! O côco que eu parti com isto! A gargalhar de cabeça para trás até roncar, só me faltou babar. "Eu quero que o meu reto se passe a chamar torto!" Ahahahaharrrrrrahahaahrrrrrrahahahah! Aiii... guardanapo!



Gracias, Deusa ;)

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

diálogos (im)prováveis XIX

Creio que esta cena explica bem por que gosto tanto desta série:




 Dexter, série 7, episódio 8 "Argentina"

If I love you? If I love you! I went to the church that night that you killed Travis Marshall to tell you that I'm in love with you!

You're... in love with me?

Fuck! Oh, my God. Was. I don't even know if I fucking like you. This is... Oh, forget it.


What do you mean you're in love with me?

I didn't... I didn't mean to say that. I don't... I know it's weird, and it's gross, and it's fucked up, but... And I know you don't feel the same. I don't even know if feel the same. I mean, it's one thing to be in love with your brother, but it is a whole 'nother level to be in love with your brother who's a goddamn fucking serial killer. You're a serial killer, and I'm more fucked up than you are!


Mais cenas aqui e aqui.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

diálogos (im)prováveis XVII

Ele: Tenho saudades das nossas aventuras a quatro.
Ela: Eu também, para quebrar a rotina. Não que seja uma má rotina…
Ele: Sim, mas parece que ninguém quer nada connosco…
Ela: … ou mesmo encontrar alguém que se interesse por um de nós… acho que estamos a perder o jeito, ou a paciência… não te sabia bem foder outra?
Ele: Outra… mas como vou encontrar alguém que te supere?
Ela: Não precisa de me superar, seria bom se fosse diferente, não?
Ele: Talvez, mas ninguém me quer… bom seria arranjar quem nos quisesse aos dois!
Ela: Pois, mas com as nossas esquisitices, não é fácil. É por isso mesmo que se torna tão desafiante…

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

diálogos (im)prováveis XVI

DEXTER, s6e2 "Once upon a time"

"What the fuck? What are you doing?
I wanted to do this the other night, but the shooting sort of messed everything up.
Debra Morgan, will you...?
Are you insane?
 
Come on, Deb. I'm trying to be fuckin' romantic here. 
Romantic isn't springing something like this on me. When... when have we ever talked about marriage?
Will you get up?
Come on, Deb, we've been at this for a year. You... you make me happy, I make you happy.
So?
So..."

post relacionado: diálogos (im)prováveis VII

quinta-feira, 7 de julho de 2011

diálogos (im)prováveis XV

Ele: Tenho estado a pensar… não sei se é boa ideia casar com a S.
Ela: Casar ou viver com ela?
Ele: Tudo… não tenho certezas.
Ela: Não sejas totó, vocês foram feitos um para o outro.
Ele: Então explica-me o que estamos aqui a fazer?
Ela: Foder, sexo do bom. Não confundas as coisas, puto. Lá por as nossas peles se darem extremamente bem, não significa que vamos passar o resto da vida juntos. Não troco o meu marido nem descuro os meus filhos para estar contigo. Enquanto aceitares isso, está tudo bem. Enquanto durar, há que aproveitar.
Ele: Tudo bem, mas… tenho dúvidas.
Ela: É saudável questionares-te. Mas olha bem para ti: tens uma carreira brilhante à tua frente, és um pedaço de carne muito interessante, podes ter as miúdas que quiseres, mas continuo a achar que a S tem tudo o que tu precisas.
Ele: O que eu preciso é diferente do que eu quero…
Ela: Deixa-te de merdas e fode. Verás que tudo fica mais claro depois de uma bela foda.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

diálogos (im)prováveis XIV


texto e foto por Pink Poison

"Estou a gostar muito de te conhecer..."
"Sim? Óptimo, é sempre bom ter novas pessoas na nossa vida mas... "
"Eu quero foder-te além de te conhecer!"
"Bem, és directa..."
"Sou isso e muito mais mas para saberes, tens que me conhecer melhor"


quarta-feira, 1 de junho de 2011

diálogos (im)prováveis XIII

- Caralhudo não é mau, mas linguarudo é melhor!
- E se a juntar a isso for dedudo...
- ... tesudo e mais coisas boas acabadas em udo! Oh-oh!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

diálogos (im)prováveis XII




texto e imagem por Pink Poison

Abraça-me!”
“Pede com jeitinho…”
“Abraça-me já!”
“Amuei”
“Abraça-me”
“Desamua-me!”
“Parva…”
“Trongamongo… com um pau grosso

Chegas-te a mim e não me tocas, apenas fazes-me sentir a tua respiração… tento agarrar-te e foges…
já todo nu e com o maior ferro, anseias por me mamar mas eu... não deixo
Sento-me, baixo as calças e começo a mexer-me, primeiro por cima das cuecas, algo que ADORO e me DEIXA EM PONTO DE CARAMELO e tu sentas-te à minha frente a masturbar-me para veres e entesar-te,
vês-me a molhar as cuecas,
ponho um dedo e dou-to a provar passo o dedo na cabça do caralho ja toda molhada e passo o liquido pelos teus labios com se de batton se tratasse, ponho dois e digo-te que me sinto insatisfeita, com ar de menina mimada… Juntas dois dedos teus aos meus, e começo a ter espasmos, a vir-me e toda a tremer, metes mais dedos e digo-te: “Agora, era impossível foder, não te iria sentir”, quero a tua mão toda… Nunca o havias feito, e eu olhei para ti e disse: “descansa que eu não em magoo e vais-me ver a ter prazer como poucas vezes tenho”… Pouco a pouco foi entrando, olhámos e só estava o teu pulso à vista… Disse-te para rodares a mão ou mexeres alguma coisa e aí sim, foram gritos, foi a tua mão a sentir-me a escorrer
porque tiveste um squirt enorme que me molhou até ao ombro
e eu não parava de me vir… Estavas atónito e eu só disse: Preciso de um copo de água e um beijo” dei-te o copo com água, beijei-te e fodi-te a garganta como tanto gostas enquanto te apalpava e puxava os bicos duros do teu peito. Vim-me muito mas muito e tu lambeste ao ponto de não precisar de o lavar... estava limpo e pronto para mais.

sábado, 26 de março de 2011

diálogos (im)prováveis XI

texto por Lúcio Ferro "Na mouche do Hadith"

«(…) A tua net é lenta. A minha? Ou a tua? A minha costuma ser bastante rápida. É por cabo - fibra óptica - a informação viaja velozmente até me cair no colo; isto é, desde que não esteja a receber ficheiros oriundos do teu pc que, como de costume, está cheio de viroses, em virtude de toda a porn que o infecta... Não tenho porn no meu computador. Não me insultes. Ah! Consultas porn online, é? Claro. Pior um pouco, mais riscos corres; já eu armazeno toda a minha porn em suportes fixos. E só consulto porn na net se e quando oriunda de fontes fidedignas, gosto de porn, não o nego, mas prefiro-a filtrada. Ora, lá estás tu com a tua paranóia habitual; de todos os modos, digo-te que isso de porn, o lexema, é uma palavra muito feia. Prefiro o tradicional e insuspeito eufemismo de "filme de foda". Hmm, parece-me uma combinatória robusta and straight to the business at hand, literalmente, contudo peca por excesso de brejeirice. Que tal, er… filmes de educação sexual? Qual educação. Um mestre por definição já não precisa de educação. Se bem que há algumas películas onde ainda se vê qualquer coisa fora do vulgar. Concordo, há pouco de novo no mundo da porn mas, paradoxalmente, também é verdade que a porn é hoje um dos mais ousados meios de expressão artística, se bem que, por vezes e na ânsia de inovar, a dita expressão roce o doentio.

Ah... Foder como quem faz um filme porn... Ui. Sabes, uma vez fodi a ver um filme de foda: Senti-me como um verdadeiro artista: uma espécie de Clark Gable da foda. E foder para a câmara, já fodeste? Não, alto lá, taradices é que não! Eheheh. Também nunca o fiz, mas sei de quem já o tenha feito. Parece que possui algum mistério, então se for com a criatura amada... Pois, o mistério é como é que é possível agarrar a sarda numa mão e a máquina de filmar na outra. Hmm. É tudo uma questão de prática e ademais pode ser a parceira a segurar; numa coisa ou na outra, bem entendido. Desde que não me dê cabo da máquina... de filmar, bem entendido. Olha, estão a passar educadoras de infância na minha janela, é do infantário ao fundo da rua… Uma loira, metro e sessenta, com colete de sinalização do trânsito... 27, 28 anitos, boa, tão querida, tão boa… Pois. Acredito. Educadoras... educação... filmes de educação... filmes de arte... filmes de arte, filmes de foda... Desculpa, mas não gosto da combinatória "filmes de foda": é feio. É horrível. Imaginas-te a acariciar a tua parceira e às tantas a dizeres-lhe, como quem não quer a coisa: “Querida, vamos ver um filme de foda?..” Não, mas ainda menos me imagino a dizer-lhe: "Querida, vamos ver um filme pornográfico?.."

Realmente, tens alguma razão, é muito complicado gerir as palavras e os eufemismos ainda mais; na volta o melhor é ser ela a dar a dica. É isso mesmo, o giro é quando é ela te confronta com o filme à má-fila; acredita, um tipo fica todo encavacado. Mas depois...Vinga-se. E dá uma excelente foda, garanto. Tem a ver com o sindroma Clark Gable; a arte pela arte. Hmmm… Ou, então, engendra-se uma situação em que, como por "acidente", aparece um filme de foda no canal onde normalmente está a Oprah e um tipo finge que nunca tal coisa viu na vida e diz: "Oops! Mas que vem a ser isto? Já agora, querida, vamos ver o que estão a fazer?.." Bem, é uma estratégia com mérito. Muito embora, mudar da Oprah para um canal porn me pareça ligeiramente inusitado.

Ora, detalhes, sabes, com a minha ex-mulher era giríssimo... Um filme do princípio ao fim e fazíamos questão de replicar a performance dos protagonistas. Isto, claro, se fosse apenas um casal, quando eram orgias entrávamos em variações… Pois. É importante ser versátil e capaz de reproduzir a personagem escolhida com diferentes características; desse ponto de vista é mais um Anthony Hopkins do que um Clark Gable.Er... Não percebi o Hopkins. Há um filme em que ele de facto fode uma gaja mais nova, aquela tipa que foi casada com o Tom Cruise, a australiana. Boazona, ruiva e a fazer papel de mulher ferida e rebelde… Mas, foder imolando Anthony Hopkins? Sim, repara, o Anthony Hopkins é um actor capaz de desempenhar diferentes papéis de modo credível, já o Clark Gable era mais canastrão, era sempre o mesmo. De todo o modo, isto era somente uma metáfora. Sim, claro, percebo, vês-te então como um Anthony Hopkins da foda? Não, mais um Stalone. Um Rambo. Fodo-as a todas com a minha metralhadora, sé é que estás a ver a coisa e, se ficar sem balas, uso o facalhão. Caramba, uma metralhadora? Nunca tinha pensado na foda sob esses termos; e muito menos “facalhão”… mas… Estás louco ou quê? Não me digas que andas por aí armado em Jack the Ripper da foda... Metaforicamente, caralho. Pensava que tinhas uma veia poética, caramba!

Er… Mas um facalhão corta, decepa. E um caralho, pelo contrário, penetra sem ferir, aloja-se, conquista e a dado momento explode. Que lindo, que bonito, mas estás a ver mal a coisa: uma metralhadora tem um ritmo incessante de disparo que pode ser regulado à medida que a munição se esgota ou o cano aquece... Ora bem, a analogia da metralhadora refere-se a sua velocidade de repetição e potência de impacto. O facalhão, no contexto do Rambo, refere-se à capacidade de improvisação quando perdido no meio do mato (também tenho que te explicar a analogia de "no meio do mato"?) Hmm.., sabes, adoro a metrosexualidade púbica, sobretudo se praticada pela minha parceira. Metro quê? Metrossexualidade. Rapar os pelos púbicos, ou queres que te faça um desenho?

Sim, faz-me um desenho, estou curioso. Opá, tu não me provoques, menino. É muito diferente. Sabe bem melhor, isso te garanto... Lamber uma bela cona rapadinha é uma experiência inolvidável e, se for o sexo duma mulher que nos ama, aí então… Esquece. (…)»

quarta-feira, 16 de março de 2011

diálogos

Texto e foto por Pink Poison

Não me perguntes porquê: imagino-te com umas Dockers azuis escuras e uma camisa azul clara de mangas dobradas… Imagino-te a abrires-me a porta de uma casa e ficares a rir e a chorar ao mesmo tempo, são muitas emoções e tu sabes, SE NÃO SABIAS, FICAS A SABER AGORA: ao pé de mim, podes ser tudo o que quiseres à hora que quiseres… Abraço-te a afago-te no meu peito (ok, aguenta-te) e choras, choras talvez a bola de sofrimento que tens dentro de ti.
Sorrateiramente, tiro da minha mala um bombom da caixa que havia trazido e depois de ter deixado todas as tuas lágrimas correrem, mando-te fechar os olhos:
“Confias em mim?”
“Ai… o que me vais fazer?”
“Coisa linda, confia em mim…”
Ponho um bombom na boca e dou-to à tua boca. Sorris e mastigas ao mesmo tempo e assim se afastou o desabafo das lágrimas… Volto a abraçar-te mas desta vez :”Olha, as tuas mamas são um encosto do melhor” enquanto eu replico:”São tuas”…
Sinto-me a levitar quando fecho os olhos e te aperto bem forte, e tiro-te a camisa para fora das calças… Lá vou eu sentir as tuas costas, enquanto uma das minhas pernas roça a parte interior nas tuas, o que já dá um tesão do caraças…
“Ai estas mamas…”
“Quais? Estas?” E pego na tua mão e ponho-ta em cima da minha mama, respiras fundo e começas a desabotoar-me a camisa para descobrires tudo, (entretanto, tanto um, como o outro, começa a sentir o tesão bem forte), ao mesmo tempo eu sussuro-te ao ouvido: “Estou cheia de tesão, mexes nelas como eu gosto… “ E gemo… (ah, pois, eu gemo muito)…
Puxei por ti e fomos para um quarto… fiz-te uma massagem nas costas, beijei-te as orelhas enquanto te dizia: “A tua puta está a ficar com mais e mais tesão… tens que resolver esse problema”… Viras-te para cima como se a massagem não te tivesse relaxado em nada e voltas a lamber, chupar e amassar as minhas mamas, tinhas uma mão em cada uma e, do nada, eu venho-me… Estou molhada, estou com tesão e desejo-te. Dispo-te e faço-te um broche mas antes beijo-te o interior das coxas, lambo-te os tomates e o caralho desde a base até à cabeça e faço o que mais gosto durante um bom tempo: Tenho um caralho na boca… Enquanto isso ouço e sinto o teu prazer, avisas que te vais vir, e eu preparo-me para engolir aquele jacto quente. Saboreio tudo e rio-me. Rio-me porque finalmente tinha conhecido o teu corpo, o teu cheiro, e estavas despenteado por causa dos amassos… Fazemos uma pausa… E, quanto falamos e falamos, eu digo:
“Apetece-me foder-te”
“E se for eu a foder-te?”, dizes tu.
“Olha o atrevido”
Pegas em mim pela cintura e viras-me no sofá da sala, baixas-me as calças e cuecas ao mesmo tempo…
“Não quero cona, importas-te?”
“Não coisa linda, quero-te em todos os buracos”
Entras no meu cú, devagar, quando me sentes relaxada e a ir contra o teu corpo, percebes que me podes enrabar como foder uma cona, eu gemia, eu vinha-me e a minha cona pingava, enquanto eu te pedia para enrabares a tua puta como se não houvesse amanhã… Esporras-me o cú… e cais para o sofá ao lado…
Levanto-me e como um bombom, vou tomar um duche quente e tu segues-me, relaxamos no duche e mais uns momentos de tró-ló-ló, quero saber como és, como são os, como te sentes, como está a “passa seca”, conto-te que também eu já sofri mesmo muito como tu, falamos de coisas divertidas, do teu desporto, do meu desporto, rimo-nos e abraçamo-nos…
Os abraços silenciosos são tramados.
“Coisa linda, a minha cona está a dizer …”
“Só se te comer em todas as posições que eu quiser”
“Aceito”
Fodemos tanto e tantas horas, de quatro, vim-me, pedi para me dares umas valentes palmadas e deste, percebias que eu era doida na cama, montei-te e gemia, vinha-me várias vezes no meio disto tudo…
“Não estou a conseguir aguentar mais…”
E eu para te atrasar, comecei a perguntar-te a tabuada…
Vieste-te depois de termos fodido em todas as posições, tinha parecido uma dança tal era o entendimento do outro quando queria mudar de posição…
Lá fomos para o duche e desta vez, eu quis lavar-te…
Quando eu saí, estavas na cama a olhar para a janela, sentei-me a olhar fixamente para ti e emocionei-me. Com as lágrimas nos olhos, disse:
..., tu também és tudo. Tu és um espectáculo, nunca te disseram?”
Tu ris e dizes que não é assim.
“Isso cabe-me a mim julgar. Tenho fome”
Fomos a um McDrive e ficamos horas no carro a conversar, entre mimos e gargalhadas, ambos nos sentíamos um do outro… O dia nasceu e fomos cada um para sua casa…
Quando é a próxima?


domingo, 5 de setembro de 2010

diálogos (im)prováveis X


Olá! Sou eu, conheci-te num bar, olhavas para o cu de uma gaja, lembras-te?

Conheceste-me num bar?.. Não estou a ver, não conheço pessoas em bares.

Grrr… Pareces daqueles filmes portugueses antigos. Do Vasco Santana e afins. Ó inclemência! Ó martírio! Estará acaso periclitante a vinda de vossa senhoria a esta humilde casa?.. O resto não me lembro. Cromo!

Chama-me nomes, chama-me tesão, sei muito bem quem és e onde nos conhecemos, estou-te cá com uma sanha que nem imaginas, galdéria...

Agora pareces um labrego. Gosto disso. Sanha. Já ontem disseste algo semelhante, de que também gostei. Muito. Tesão? Não sei o que seja. Não aprecio sexo. Nem mesmo de luz apagada. E sim, fodo-te todo. E chupo. E penetro. E entro. E enfio-me. E espeto-me. E abro-me. E rebento-te.

É?.. Não me parece, não vejo qualquer indício de verdade ou sequer de indulgência nas tuas palavras mas… Veremos. Veremos se eu estou com disposição...

Ora, lá estás tu a confundir licença poética com realidade… Estava apenas a pensar numa festa, de aniversário, fim de ano, com chapeuzinhos e serpentinas; sabes, é que estou com uma tesão imensa, deve ser do calor e o trabalho rebentou, chegou a minha vez, só me apetece sair daqui e foder-te, deixar-te seco, impotente.

Deveras?

Deveras: visualizo-te, de joelhos, à minha frente. A lamber-me a rata. Depois, quanto te arrasto pelo caralho e te amarro à cama, constato a tua anuência, incondicional, patente nessa carinha laroca e traquinas nesse pincel grosso empirista…

Ui, com essa do «empirista» é que me quilhaste, bem esgalhado, mal posso esperar… Compro eu o vinho?...


imagem: Virgo, (c) Allthesky.com
Texto por António Gil

quinta-feira, 9 de julho de 2009

diálogos (im)prováveis IX



Ele: Podes ficar aqui se quiseres mas tens de concordar em não falar sobre o calor.
Ela: Sou uma mulher casada.
Ele: Isso significa o quê?
Ela: Significa que não estou à procura de companhia.
Ele: Então devias dizer que és uma mulher casada e feliz.
Ela: Isso só a mim diz respeito.
Ele: O quê?
Ela: O quão feliz eu sou.
Ele: E quão feliz é isso?
Ela: Não és muito esperto, pois não? Gosto disso num homem.
Ele: Que mais gostas? Preguiçoso? Feio? Excitado?
Ela: Não pareces preguiçoso...
(...)
Ele: Posso oferecer-te uma bebida?
Ela: Eu já te disse, tenho marido.
Ele: Eu também lhe pago uma.
Ela: Ele está fora.
Ele: O meu tipo preferido. Beberemos a ele.
Ela: Apenas vem aos fins-de-semana.
Ele: Estou a gostar cada vez mais dele.

Gracias, Stargazer :-)

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

diálogos (im)prováveis VII

estão os dois juntinhos a assistir ao episódio quando se passa esta cena:


Dexter, série 3, episódio 8 "The damage a man can do"

Ela [depois de uma bela gargalhada] : Olha bem para mim, tu sabes que estou a falar muito a sério quando peço que não te passe pela cabeça arranjar um cachucho para me oferecer, ouviste? Não estamos nos States e eu dispenso perfeitamente esse tipo de clichés, ok?
Ele: Ok...

domingo, 14 de dezembro de 2008

diálogos (im)prováveis VI


ela: como será que se diz asa vazada em inglês?
ele: nem sei. wing vasation?
ela: lol, parto o côco a rir com o tradutor do Google!
escrevi asa torcida. sabes o que é que ele respondeu? ASA FANS lolololololololol o que eu me ri!
ele: lol
ela: depois optei por twisted wing. twisted wing é giro!
ele: lol
ela: e se for embeded wing? sabes aquelas asas dos sacos de plástico, que são recortadas no próprio saco? acho que vou fazer uns desenhos..
ele: ok. vê lá se vês algo erótico nisso lolol
ela: em asas de sacos? eu pegava nelas e punha-me a voar daqui para fora! um montão delas coloridas, um grande saco a fazer de balão de ar quente! e depois quando estivesse lá em cima, sozinha ou bem acompanhada, despia-me...