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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

EMIS: resultados preliminares do estudo



Aqui há uns tempos pediram-nos a colaboração, agora divulgamos os resultados aqui.

O Relatório Final será publicado em Setembro de 2011.
Até lá poderão encontrar mais informação e relatórios em: www.emis-project.eu

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

sábado, 17 de maio de 2008

... duramente suave

foto: Dylan Ricci
continuação daqui

A minha atitude. Surpreendi-me a mim mesmo. Foi uma explosão, um soltar de amarras. Sabia que a resposta ia ser positiva, pois ele já tinha falado abertamente da sua homossexualidade e eu já vinha a sentir-me seduzido há algum tempo.

Sempre pensei que pudesse fazer uma mulher feliz. Creio que o consegui, por alguns momentos, sei que não é coisa que conseguisse a vida inteira. Eu tentei, eu bem que tentei e não me arrependo de o ter tentado, o resultado disso foi a coisa mais incrível que alguma vez fiz.

A minha filha. Ternura infinita. Faço qualquer coisa por ela. E foi por ela que saí de casa. Estou com ela quase todos os dias, mas morro de saudades de a ver adormecer. Escolhemos dar-lhe paz e tranquilidade, sei que ela está melhor assim.


Eu estava tão bem com a minha pacatez, o meu trabalho, os meus amigos... ele surgiu para me inquietar.

Tentei resistir-lhe, bem que tentei. Mas era cada vez mais difícil. Masturbava-me a pensar nele, a imaginar como seria estar com ele, ser com ele. E quando chegava a quinta-feira, ansiava por o ver, por poder estar com ele, respirar com ele.

O cinema. Era algo que iria acontecer, mais tarde ou mais cedo. Ela sabia-o muito bem e tratou de me facilitar as coisas. Adoro aquela mulher!

Ele encantou-me. Culto, sofisticado, bem-humorado, expansivo… bom demais para ser verdade. Ele é um sonho do qual eu não quero despertar.
Deixou-me à vontade, ser eu a escolher, como um verdadeiro anfitrião.

A velocidade estonteante a que o sangue me corria pelo corpo. Mas tudo acontecia de forma natural, instintiva, animal.

A boca dele. Grande, generosa. Lutamos os dois pelo domínio. Despimo-nos como se não houvesse amanhã, com fúria, com raiva por não o termos feito antes.

O duche. Mil e uma gotas mornas a escorrer, a percorrer os corpos, as fundirem-se com o gel transformando-o em espuma, dando-nos um pretexto (como se fosse preciso) para nos explorarmos mutuamente.

A boca dele no meu pau… as mãos dele percorrem-no, brincam com as minhas bolas, deslizam com a espuma do duche até encontrarem a minha entrada. Pressiona devagar com um dedo enquanto a sua boca encontra cabeça e mordisca, e faz qualquer coisa com a língua que me deixa doido e pede-me para lhe passar um preservativo de morango. Tem uma colecção enorme no duche. Ele põe-mo com a boca como se já tivesse nascido a fazê-lo. Desliza e engole-me todo, até eu sentir a cabeça apertada contra o fundo da garganta e continua, numa cadência certa, e as mãos deslizam, e os dedos penetram… sinto-os dentro de mim, devagar, a tocar no sítio certo, a aumentar o ritmo, a fazer-me gemer, até eu não aguentar mais de tanto prazer e peço-lhe que pare.

Levanto-o. Beijo-o. Percorro-lhe o corpo coberto de espuma.

O pau dele… ai o pau dele… massajo-o. Beijo-lhe a boca. Acaricio-lhe a cabecinha, devagar, enquanto lhe mordisco as orelhas, o pescoço, os ombros… ele suspira ao meu ouvido… eu percorro-lhe as nádegas, aperto-as, enquanto a minha outra mão continua a percorrê-lo, a rodear a glande, a deslizar pela pele em redor com o polegar… viro-o contra a parede, faço-o sentir-me duro contra as nádegas e continuo a acariciar-lhe as bolas, o pau, as nádegas… encontro a entrada e pressiono com os dedos até ele me pedir para entrar e eu obedeço, devagar… até ele me pedir com mais força, mais depressa… e o tempo pára. A mão dele e a minha no sexo dele. O meu vaivém. A explosão dele. A minha…

Tranquilidade. Cigarro à janela e o tempo retoma o seu curso, o mundo regressa. Nina Simone e dois copos de Mouchão tinto. Cama. Fecho os olhos para ouvir melhor, para saborear melhor. Está calor.



Novamente a inquietação, a fome dos corpos. Sinto o vinho a escorrer-me no rego das nádegas. Ele lambe. Ele morde. Ele penetra-me com a língua… ele lambuza-me com lubrificante, entra devagar com um dedo... com dois… viro-o de costas, provo-o com o vinho, ponho-lhe o preservativo, desço sobre ele devagar… dói. Volto a tentar até me sentir confortável, enquanto ele acaricia o meu pau. Rodamos. Ele por cima, virado para mim, penetra-me devagar enquanto me toco… a dor funde-se com o prazer, com o suor dos corpos. E o prazer sobrepõe-se. Imenso. Carnal. Encarnado. Pecado? É ter vivido tanto tempo sem saber, sem conhecer…

Sorrimos, rimos, gargalhamos. Partilhamos. A cama, a mesa, a vida.

Cor de rosa… o nosso romance é desta cor troçada pelos homens que se dizem muito machos. Não tem mal nenhum. Já estava na hora de me reconciliar com o que sinto, com o que sempre senti. Alegria, arco-íris!




segunda-feira, 28 de abril de 2008

suavemente duro...

Aborrecem-me os bares, os cafés, os chats, a conversa da treta, todos os pontos de engate banal. Já chega. Esgotei a minha paciência. Estarei a tornar-me anti-social?

Quero um homem que não se excite facilmente. Que me dê imensa luta. Quero conquistá-lo devagar e definitivamente. Será assim tão difícil? Não é qualquer um que me tira do sério, porque é que hei-de querer um que seja fácil?

E não vou procurá-lo, não vou atrás dele. Ele que me cative primeiro, sem se dar conta, depois logo verei se valerá a pena o esforço.

Porque não estou a ficar mais novo e quero assentar. Escolher um homem com quem ficar e dedicar-me a conquistá-lo todos os dias. Poder confiar nele, poder partilhar a minha vida. Quero um homem para amar.

...

Conheci-o no mestrado. Muito sóbrio e discreto, muito compenetrado. Eu costumava gostar deles mais vivaços, mas aquele era diferente e talvez por isso me intrigasse. Ia sempre acompanhado de uma bela mulher (amiga, colega, amante?) que ciúmes que ela me fazia, poder estar com ele assim tão perto... mais tarde percebi que era apenas uma colega bastante amiga, uma aliada na minha conquista.

O curso foi-se desenrolando, o meu interesse inicial foi-se transformando em admiração, em tesão. Gostava das intervenções dele, sempre muito pertinentes, com imensa paixão. Derretia-me completamente.
Eu, que costumo perceber logo se um homem demonstra algum interesse por mim, não estava a conseguir entender o que se passava com ele. Por um lado, olhava-me de uma forma intensa, não o via fazer isso com toda a gente, mas também fazia o mesmo com a amiga, o que me confundia.

Estava a ser difícil chegar a ele, nós não tínhamos tempo nenhum entre as sessões, era sempre tudo a correr. Até que chegou a oportunidade de fazer um trabalho de grupo e ele e a amiga convidaram-me para o fazer com eles. Bingo! Iria ter uma oportunidade para estar mais tempo com ele, e conhecê-lo melhor.

O primeiro trabalho de grupo correu lindamente, era fácil trabalhar com ele e a amiga também era bastante dinâmica e competente, fazíamos uma boa equipa. Como em equipa que ganha não se mexe, continuámos a fazer os trabalhos de grupo juntos. O meu encanto por ele aumentava, mal podia esperar pelo final da semana para poder estar ao pé dele. Tentava controlar o meu ímpeto, ele estava a revelar-se difícil, não entendia se o meu instinto estava certo quando me dizia para avançar, ele não parava de me enviar mensagens dúbias com o corpo, um pára e arranca difícil de interpretar.
Às vezes não era nada fácil. E isso dava-me um tesão enorme!

Depois de definirmos o tema de um trabalho, lembrei-me de um documentário que estava a passar no cinema que tinha tudo a ver e combinámos ir vê-lo. Já sabia que ele era recém-divorciado e tinha uma menina, nessa altura fiquei finalmente a saber que era completamente descomprometido! Como rejubilei! Mal podia esperar pela ida ao cinema…

Para tornar as coisas ainda mais interessantes, a nossa amiga ligou à última da hora a dizer que tinha surgido um imprevisto e tinha de ir trabalhar. Pensei imediatamente que ela estava a ajudar-me. Adoro a solidariedade feminina! Ele ainda tentou combinar para outra altura quando já estávamos à porta do cinema, mas ela insistiu para que fossemos os dois, que depois apanharia outra sessão.

Notei-lhe o nervosismo de estar só comigo, de se ir sentar ao meu lado e interpretei isso como um bom sinal. Sabia que tinha de ir devagar.

O filme começou, não estava muita gente no cinema, e a excitação de estar com ele no escurinho, lado a lado, a tocar-lhe no braço, a ter de lhe falar baixinho ao ouvido… ele estava a saborear um rebuçado e o aroma do morango soltava-se de cada vez que ele abria a boca. Estava a pedir para ser beijado. Eu já não via nada do filme, estava concentrado no perfil compenetrado dele, fixado no ecrã, que belo perfil que ele tinha, mas estava tenso. Na verdade, estava a dar-me muito mais luta do que eu alguma vez poderia imaginar. Nunca nenhum homem me tinha dado tanto trabalho a interpretar.

Até que voltou a cabeça para mim e notou que eu já estava a olhar para ele. O meu coração disparou. Tive a exacta noção de que aquele era o momento decisivo e não podia vacilar. Sabia que tinha de deixar espaço para ser ele a fazer o gesto seguinte. Ele olhou-me por uns segundos, senti-lhe a respiração acelerar, senti-lhe o desejo contido e a mão dele cravada na minha coxa com uma força incrível. Encostou a testa à minha, fechou os olhos e foi deslizando a mão até encontrar o meu sexo duro, ansioso por se libertar.

Sorri, beijei-lhe a cara, beijei-lhe os lábios, entrei na boca dele a saber a morango, com um travo disfarçado de tabaco, tentei conter o meu entusiasmo, a minha alegria, o meu tesão. Apetecia-me gritar, rir às gargalhadas, tínhamos de sair dali imediatamente…
continuação aqui


Madonna, Human Nature

domingo, 23 de setembro de 2007

Uma noite diferente

Estava eu a chegar ao meu quarto num hotel de segunda categoria, mas mesmo assim aceitável, depois de ter vindo de algum sítio que não me lembro donde, mas só sei que vinha de fato e gravata e tinha vestido propositadamente umas cuequinhas de “fio dental” muito giras que dias antes havia comprado no SexShop, pois uma coisa era certo estes dias que iam agora começar, embora já tivesse havido um prelúdio uns dias antes quando havia chegado mais a minha namorada; como eu ia dizendo, cheguei para ir ter com ela, a minha ideia era passar uma noite romântico-porno-sexual, mas, nunca pensei em ter a surpresa que ela me fez! E assim foi abri a porta do quarto e dei-lhe um beijo, e foi quando ela me disse que tinha uma surpresa para mim, passando-se de imediato para trás de mim, coisa que eu estranhei confesso, a estando atrás de mim vendou-me fazendo prometer que acontecesse o que acontecesse nunca tiraria a venda, e eu como sou um menino bem mandado concordei com o pedido. Depois pegou-me pela mão e levou-me para um dos aposentos do sítio onde estava, que embora fosse um hotel de segunda categoria tenho que admitir que o dito cujo quarto era mais do que isso pois tinha até uma sala relativamente espaçosa, e penso que me tenha levado para essa sala, pois não encontrei a cama ou qualquer outro objecto que se relacionasse com um quarto, bem eu, que me lembre não encontrei rigorosamente nada que se parecesse com nada, pois aquele espaço onde estava agora não tinha nada, ou melhor tinha algo no chão macio e confortável que se poderia chamar cama, mas andando para a frente, ela disse-me para esperar um pouco que a minha surpresa e não dizer nada, nem sequer falar, pura e simplesmente esperar por a surpresa e aproveita-la estava a chegar e eu como menino obediente que sou (!) obedeci e esperei, e lá estava eu encostado a parede a tentar perceber onde é que estava ou o que tinha acontecido àquele espaço vendado a tentar matar o tempo até chegar a surpresa.

De repente pressenti que alguém entrava naquela sala e que se aproximava de mim, o meu coração batia fortemente (tal como agora bate enquanto escrevo estas palavras), aproxima-se, sinto-lhe os passos firmes e decididos, não sabia quem era nem o que queria mas deixei-me estar, nervoso e inquieto o meu coração batia cada vez mais depressa nervoso e inquieto a minha garganta estava seca e eu cada vez mais me apercebia da excitação que se apoderava do meu corpo, por fim senti um corpo junto ao meu, não sabia de quem era, certeza tinha eu, da minha namorada não era de certeza se fosse ela eu sabia, quem era? Ainda hoje estou para descobrir, mas no meu íntimo prefiro assim não saber quem era é mais… sei lá, mais engraçado ficar neste suspense de olhar para as pessoas e imaginar quem era.

Mas voltando um pouco atrás, essa dita pessoa, aproximou-se de mim e tocou-me, eu estava de costas e nem sequer me mexi, entretanto senti a mão a tocar-me a acarinhar-me a correr a sua mão pelo meu corpo, e beija-me no pescoço, ou no pouco que estava na altura visível, desaperta-me a gravata, sempre por detrás de mim, não sei como é que consegui, mas assim foi, tirou-me a gravata e desapertou-me um pouco a camisa, agora já sinto a sua boca com mais vigor no meu pescoço, de seguida começa a despir-me vagarosamente com muito cuidado mas ao mesmo tempo com muito carinho, acho que posso dizer assim. Já estou em tronco nu, agora sinto a sua boca no meu corpo no meu peito, no meu pescoço, e por fim na minha boca (beijava muito bem acho que é importante referenciar isto, e eu enquanto escrevo isto e me lembro do acontecimentos continuo a ter o meu coração a bater de excitação a recordar aqueles momentos, até o meu pénis se pronuncia sobre essa excitação), ainda não me apercebi bem de quem era mas, tal como tinha prometido à minha namorada não disse nada, deixei-me ir aproveitando o momento que estava a ser muito agradável e excitante. De seguida desaperta-me as calças e por fim tira-mas, e lá estou eu, tenho que concordar que, se fosse noutra situação era um bocado constrangedor, e como eu ia dizendo, lá estou eu, neste momento quase nu, só com uma pequena cuequinha de fim dental, uma cueca gira, muito simples de cor escura, e bastante confortável, é um bocado constrangedor para um homem ser visto assim por alguém que não conhece, mas pronto, adiante. Agora sinto que se está a despir, foi rápido confesso nem dei pelo tempo passar, só sei que naqueles momentos de espera estava um pouco a tremer com a excitação, mas apercebi-me que já estava, diga-mos numa condição idêntica à minha (!). Agora sim, sinto o corpo desta minha surpresa, sinto por detrás de mim, a beijar-me as costas, é agradável, sinto o seu respirar, profundo e intenso, era um respirar seguro de si. Passa as mãos na minha anca e roça-se em mim, senti algo estranho, faltava-lhe qualquer coisa, ou tinha qualquer coisa que se calhar não deveria ter (bem se não tivesse ainda era mais estranho!), o que era, pois embora me tivesse tocado, se calhar a palavra mais correcta era roçado em mim muito rapidamente mas convictamente. Agora tira-me as cuecas, estou nu, completamente excitado a prova disso era o meu pénis que estava em pé parecendo uma arma apontada pronta a disparar.

Tomei uma decisão! Estava a “minha surpresa” a acariciar-me o pénis muito cuidadosamente, com as mãos e com a boca, sabia-me bem, mas eu não podia deixar avançar sem saber minimamente com quem estava, peguei-lhe não mão, a pessoa que estava comigo levantou-se, não disse uma única palavra, eu também não, nunca dissemos uma única palavra durante todo o tempo que estivemos e passamos, até se ir embora, levantou-se e agora fui eu que beijei e comecei a passar-lhe as mãos pelo corpo, também só tinhas as cuecas vestidas e também eram do tipo da minha, eram de “fio dental”, finalmente percebi com quem estava, com um homem, também ele muito excitado, fiquei um pouco abananado, respirei fundo, das duas uma ou continuo e deixo-me levar, ou viro as costas e vou-me embora… voltei a respirar fundo, beijei-o de forma intensa, e pensei para mim, que se lixe, se ela me deu esta surpresa lá terá as suas razões, e até agora estou a gostar, vamos em frente, e continuei a beijá-lo, agora SOU eu que lhe tiro as cuecas, também o seu pénis está rijo e firme como o meu.

Deitamo-nos no chão naquela espécie de cama que ali estava feita, sinto o seu corpo junto do meu, os nossos sexos tocam-se, deveras excitante, ele passa a língua PELO meu corpo, muito cuidadosamente, muito… não sei, sabia-me bem, detém-se junto do meu pénis começa a beijá-lo e por fim chupa-o como se fosse um gelado, sabia-me bem, era… não sei talvez por ser um ele e não uma ela, parecia-me diferente, finalmente venho-me, e tenho a primeira “explosão” de prazer visível da situação (desde que ele me tinha começado a tocar que eu estava a ter prazer), vai subindo, o meu sémen escorria-lhe pela boca e agora estava no meu corpo, volta a beijar-ME na boca, passando o pouco do restava do meu sémen para a minha boca, que eu engulo, fincando assim os dois com o mesmo sabor na boca. De repente reajo, agora sou eu que estou por cima e sou eu que beijo o corpo deste fulano, cheirava muito bem, não sei o que era mas cheirava muito bem, vou-me deslocando por seu corpo, brinco com os bicos do seu peito tal como ele me fez a mim, mordiscando-os muito cuidadosamente, depois deixo-me correr elo seu estômago ate chegar ao seu pénis (mais um dilema para mim chupo ou não chupo?) rocei nele com a minha face, um pouco peganhenta de algum sémen que tinha ficado perdido nela de um beijo anterior, senti o seu pénis na minha cara, rocei nele com ela era agradável, nunca tinha estado numa posição daquelas, começa a passar a língua por ele, muito calmamente, mordisco-lhe a cabeça do pénis, sabia-me bem fazer aquilo e depois enchi o peito de ar e comecei a chupar-lhe o pénis entrevalando com umas lambidelas e umas mordiscadelas, sentia que ele estava a gostar, à coisas que um homem não pode disfarçar, até que por fim agarrei-me ao pénis e usando a cabeça e a boca ia friccionando o seu pénis de forma ritmada e calma, até que por fim ele veio-se na minha boca, senti pela primeira vez na minha vida o que é uma pessoa vir-se na nossa boca, senti o gosto quente (e até relativamente saboroso) do seu sémen deixei que ele corresse pelo canto da minha boca e pelo seu corpo e ia subindo até a sua boca, onde (um pouco por vingança também) lhe depositei o pouco que restava do seu sémen; agora estou eu por cima dele sito as suas mãos percorrerem as minhas costas até ao meu cu, era agradável, mas sabia-me muito bem sentir os nossos corpos já sujos e suados tocarem-se, viro-o de costas, para o deixar recuperar desta primeira aventura, beijo-lhe as costas, passo-lhe a língua por ela até chegar ao seu rabo, também cheirava bem, beije-lhe o rabo e com a minha língua procurei o buraco do seu rabo, passei com a língua por ele, senti-o gemer de prazer tentei enfiar a língua do buraco (um pouco difícil, mas consegui), continuei a faze-lo até os meus maxilares ressentirem-se, então já sabia estava na hora, subi, agora estava deitado sobre as costas dele, e possui-o, penetrei com o meu pénis no interior do seu corpo estava dentro dele, assim estivemos até eu me vir.

Caí para o lado, estava ofegante e embora não tivesse já aquilo a que nós chamamos de tesão continuava a sentir-me excitado, o que iria acontecer agora?

Ele, volta a beijar-ME de forma intensa na boca, faz-me rebolar, agora sou eu que tenho as costas à sua disposição, sinto o seu corpo em cima do meu, era agradável, ele beija-me o pescoço, as costas, as pernas (não me tinha lembrado de lhe beijar-lhe as pernas), detém-se no meu rabo, mordisca-mo, era como se me fizesse cócegas com os dentes, mas ao mesmo tempo não eram cócegas, era agradável, agora é ele que me põe a língua no buraco no meu cu, é agradável, sabia-me bem sentir a língua dele, assim húmida a passar por aquele sítio, estava a dar-me muito prazer, eu já estremecia, e embora estivesse cansado o meu corpo começava a dar sinais de excitação. Ele desloca-se sobre o meu corpo, sinto o seu pénis a passar pelas minhas costas, a tocar no meu rabo, sinto o pénis dele a “acariciar” o meu rabo, de repente sou penetrado, sinto o seu pénis dentro de mim, eis algo de diferente que eu nunca tinha experimentado (embora confesso tivesse curiosidade em saber e sentir o que era a penetração), e ali estou eu, com ele por cima de mim, com uma parte do seu corpo dentro de mim, transpiramos, a noite estava quente, e ele continuava, eu sentia o seu pénis dentro de mim como que a entrar e a sair mas sem nunca sair, ele vêm-se, sinto o seu sémen a entrar dentro de mim, sinto uma coisa quente que corre pelo meu interior, uma sensação estranha, mas agradável, ele pára, está deitado em cima de mim, dentro de mim, assim quietos sem nunca termos dito uma palavra um ao outro, a única coisa que se poderia ter assemelhado a palavras foram os gemidos de prazer que tínhamos produzido, ele continua dentro de mim beijando-me carinhosamente o meu pescoço, tento virar a cara para o beijar, é um pouco difícil, mas lá consigo, ainda senti o sabor do meu sémen na sua boca, tal como ele deve ter sentido o sabor do dele na minha boca, as nossas línguas, mais uma vez tocam-se junto com os nossos lábios, era… agradável estarmos assim. Por fim ele sai de dentro de mim, eu estava muito excitado, o meu pénis voltava a estar teso tal como nos primeiros momentos que nos tocamos, sinto o seu sémen a escorrer, a sair de mim e a escorrer pelas minhas pernas, era uma sensação agradável. Estamos frente a frente, eu sem o ver, ele, não sei, provavelmente via-me, toca com a sua mão no meu pénis e acaricia-o com muito cuidado, eu faço o mesmo, beijamo-nos, a sua boca contra a minha, os seus lábios contra os meus, as nossas línguas dentro das nossas bocas friccionam-se, tocam-se, era um beijo muito quente, eu não resisto, quero mais, volto a passar a minha língua no seu rabo, naquele buraquinho que hoje ME parecia algo de muito especial, agora ao passar a língua pelo seu rabo sinto os restos do meu sémen que ficaram por ali, é uma sensação entranha, um sabor também ele muito estranho, mas muito agradável, volto a possuí-lo com todo o meu vigor, até que por fim venho-me, mas agora tiro o meu pénis para fora, venho-me para cima dele, sujei-o por completo e deito-me em cima dele, quero estar assim, e sentir o meu sémen ainda quente junto ao meu corpo, ou melhor entre os nossos corpos, viro-o voltamo-nos a beijar intensamente, agora é ele que me agarra, beija-me o peito, mordisca-me os bicos do meu peito, eu vibro, beija o meu pénis, retirando os restos de sémen que lá poderia estar, põe-me de joelhos e volta-me a possuir, desta vez sinto que me penetra mais fundo do que da primeira vez, vibro, e ele insiste com todo o seu vigor, sinto-o dentro de mim, vibro, ele vem-se, sinto o seu jacto de sémen dentro de mim, o meu coração bate velozmente, sinto que os nossos orgasmos estão em sintonia, tremo por todos os lados, ele continua dentro de mim, deixo-me escorregar para o chão com ele dentro de mim, apetece-me ficar assim, ele vai-me dando pequenos beijos no pescoço e nas costas, estava-me a saber bem, era diferente mas bom estar naquela posição, com ele dentro de mim, parecia algo de surreal, mas bom, tê-lo dentro de mim era uma sensação, sem explicação, confesso, mas muito boa.
Ele sai de cima de mim, levanta-me, estamos os dois frente a frente em pé, volto a sentir o seu sémen a escorrer para fora, era bom, os seus lábios voltam a tocar nos meus, põe a sua língua na minha boca, a minha língua toca a dele, beijamo-nos novamente, de forma intensa.
Ele afasta-se, percebo que está na hora de ele se ir embora, fiquei… não sei, talvez triste por aquela aventura estar a acabar, mas é a vida, tudo o que é bom também se acaba (!) ele volta a beijar-me, fiquei com o sentimento de que ele estava a dizer-me que tinha também ele gostado, mas que tinha sido só aquela aventura, nunca mais nos iríamos voltar a ver ou a tocar, pelo menos daquela forma, já que eu não sei quem ele era, beijou-me carinhosamente, vestiu-se, antes de se ir embora, voltou-me a beijar de forma quente e intensa, afastou-se, abriu a porta, fechou-a, ouvi abrir a porta da rua e a fechar-se, foi-se embora.

Sentei-me no chão, ainda estava com a venda que a minha namorada me tinha posto, não me apetecia tirar, sinto outra presença naquele espaço, era ela, teria voltado? Teria ela assistido a tudo? Sim, ela tinha assistido a tudo, estava nua, senti o seu peito transpirado junto de mim. Ela tinha assistido a tudo e sem nunca participar, masturbou-se os seus dedos cheiravam à sua vagina, aquele cheiro quente e saboroso, que é a sua vagina, beijei-a, não sei como mas ganhei forças, peguei nela, deitei-a no chão, passei com a minha língua pelo seu corpo, lambi a SUA vagina, queria voltar a ter o seu sabor na minha boca, misturando-se agora com o sabor a sémen que tinha dele, possuí-a vigorosamente, ela gritava de prazer à medida que ia atingido o orgasmo, viemo-nos ao mesmo tempo, eu deixo-me estar deitado em cima dela. Por fim lá a muito custo deixo-me cair para o lado, finalmente ela tiram-me a venda, a sala onde tinha estado, não tinha nada, tinha sido tudo retirado, era espaçosa, sentia-me muito bem, fomos os dois tomar banho, é ela que me lava, estou demasiado cansado para me lavar, e ao mesmo tempo, parece que quer ficar com a sensação de toda aquela aventura dentro de mim.
Deixei-me estar, soube-me aquele banho, mas na minha cabeça já havia planos de vingança, ela tinha que me pagar aquela surpresa, mas isso fica para outro dia!

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Atracção Sexual

Apeteceu-me trazer-vos aqui uma selecção dos momentos mais eróticos que eu já vi passados entre dois homens no cimema.
A quem ainda não viu estes filmes, aconselho vivamente a que o façam.
Por ordem cronológica, aqui vai:
Não é propriamente um filme erótico, mas só esta cena bate aos pontos muitos filmes pseudo-erótico-porno que por aí andam. É um filme muito forte, baseado numa história verídica, vale mesmo a pena ver. Infelizmente, não existe à venda nem para aluguer por cá...

James Spader... excelente. A cena em que a personagem dele está a fazer amor com a personagem da Deborah Unger e ela lhe pergunta (entre outras coisas igualmente interessantes) se ele gostava de provar o esperma de outro homem... Viram "A Secretária"? Mais outro a não perder!

Heath Ledger, além de podre de bom, é um actor do caraças. Casou com a actriz que faz de mulher dele neste filme, sabiam? O Jake também não é mau, dentro de um estilo completamente diferente.

Peço desculpa pela parca qualidade de imagem, mas isto não substitui de modo algum o visionamento integral das obras, serve apenas de teaser.

Não me digam que estas cenas não vos dão tesão!...
Sejam mulheres com homens, mulheres com mulheres ou homens com homens, desde que consigam fazer passar a química sexual, que diferença faz de que sexo são?
Quero saber o que sentem ao ver estas imagens. Querem partilhar isso? Conseguem sentir o desejo das personagens? Aceleram-vos o ritmo cardíaco? Ficam de pau feito os meninos? Molham as cuecas as meninas?

Sugestão: partilhem aqui as vossas cenas provocantes preferidas do cinema.