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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

swingin' (in the rain) parte 37

continuação daqui | início

Tínhamos criado o ritual de ir uma vez por mês ao clube, mas quebrámos a regra no primeiro mês de Verão. Basicamente, nenhuma das festas temáticas nos convenceu nem conseguimos convencer mais ninguém a vir connosco, pelo que achámos que não valeria a pena. Os Embaixadores é que estão lá sempre, o que nos preocupa um pouco, achamos que estão viciados. Mas gostámos de saber que já diversificaram a sua dieta, e para além de casais, já estiveram com uma ex-namorada do Guardião e numa ou outra ocasião, com outro homem. Agora só falta o Guardião deixar a sua Musa usar o presente que lhe demos...

Voltaríamos duas vezes no mesmo mês, por ocasião de dois aniversários, primeiro do A e depois da Musa. Depois do que se passou, ficámos agradavelmente surpreendidos quando ele nos convidou para a festa e nos disse que seria no nosso antro de perdição favorito. Estava um calor insuportável, daqueles que só apetece despir a pele, e fomos novamente ao final da tarde, com a certeza de que o tempo estaria muito mais convidativo a um mergulho na piscina do que da última vez. Aliás, não pensávamos noutra coisa durante o caminho, chegámos lá acima com o termómetro do carro a marcar 49,5º. A piscina já estava composta, corpos bonitos, muito topless. O Yang bem que chateou a Yin para fazer o mesmo, mas apesar de ela ter ido com um simples vestidinho de verão curto e decotado, não deixou de ir à casa de banho vestir o bikini antes de se render à piscina. A sensação de frescura oferecida pela água nos nossos corpos literalmente escaldantes é indescritível. Nadámos, mergulhámos, apaziguámos o calor. Pouco depois, uma mulher fez aquilo que a Yin queria ter feito mas não teve coragem: despiu o vestido e mergulhou. Até que ela começou a achar ridículo estar a secar ao sol com o bikini molhado e despiu-se, ainda a tempo de atazanar o Yang, que continuava com os calções. Entretanto, lá se convenceu a despir. Não há dúvida que sem roupa é muito melhor!
A outra mulher saída da casca também por lá estava com o marido. A Yin gostou do corpo dele, achou as mamas da mulher descomunais, espalhafatosas, em sintonia com a personalidade dela.
Pouco depois, o marido dela entrou de serviço voluntário ao churrasco e o pessoal começou a dar ao dente e a atacar a sangria. Eram oito, nove da noite e o calor continuava insuportável, só se estava bem dentro de água. Depois de comer, hesitámos em ir à água, mas acabámos por ceder, estava toda a gente dentro de água, e a diferença de temperatura entre os nossos corpos e a imensidão de líquido clorificado não era significativa, de modo que dificilmente pararíamos de fazer a digestão por imergir naquelas águas. E realmente ninguém se sentiu mal, muito pelo contrário.
Já tínhamos sido informados das limitações do sexo na piscina. O homem do outro casal mergulhou depois de ter grelhado a carne, imaginamos que aquilo lhe deve ter sabido mesmo bem e a seguir ainda melhor, quando a sua esposa decidiu mergulhar e dar-lhe prazer com a boca. O Yang pergunta à Yin "quanto tempo aguentas?" Mas ela não está claramente numa de competição e responde "3 segundos". Experimentámos fazer algumas brincadeiras que a água facilita e beijámo-nos debaixo de água. A Yin queixava-se que não via nada, a água não estava realmente límpida, é uma piscina de campo, tem alguns insectos e outras coisas vegetais a boiar, mas parece-nos perfeitamente utilizável. E continuamos a utilizá-la até anoitecer, altura em que decidimos tomar duche e mudar de roupa.


continua aqui

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

o sítio que te espera

nestes dias cinzentos e frios, é bom ter alguma coisa que nos aqueça. gostava de te levar com as letras até um sítio quente e acolhedor. voa com as asas da tua imaginação até esse sítio íntimo. é um espaço que se adapta a ti na procura de satisfazer os teus desejos. a entrada abre-se à tua passagem e as paredes envolvem-te à medida que vais penetrando no espaço de recolhimento seguro. é um habitáculo desenhado para te reconfortar. Abraça com força quem te hospeda, contagia com o teu calor e fica por lá o tempo que te apetecer.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

hot wet pink suede


Chega aqui. Deixa-me falar-te ao ouvido: quero-te toda! Deixas-me mimar-te? Começo devagar a descer pelo pescoço, a inspirar o teu cheiro a um milímetro da pele, a trincar a tua orelha até sentir a resposta. Beijo-te suavemente, demoradamente, nos teus lábios doces. Mordo-te o queixo e desço com a língua. Enrolada na toalha, és uma irresistível tentação. Posso despir-te? Deixa… desembrulho-te, a sorver o sabor quente do teu peito. Quero ter-te assim, nua, à minha mercê. Confias em mim?
És linda! O teu corpo é um instrumento delicado e único que eu toco todo, não deixo milímetro por tocar, e insisto onde sinto a resposta mais intensa. A minha boca perde-se nos teus seios, nas tuas axilas, no interior dos teus braços, faço-te cócegas com a língua e mordo suavemente a lateral do teu tronco. Adoro quando fechas os olhos e ris!
Contorno as tuas pernas, subo até ao interior das coxas e por lá me deixo ficar até suspirares… lindíssima.
Beijo a tua barriguinha e vou rodeando o umbigo. Suspiras. Arrepio-te?
Lambuzo-te as virilhas com a língua toda até à entrada do teu anusito e seguro-te as nádegas, até me pedires para entrar.
Mergulho em ti devagarinho, roço a face, o nariz, os lábios nas tuas profundezas.
Tão macia… carnuda, camurça rosa, molhada e quente, a deslizar por entre os meus dedos. Quero beijar todos os teus lábios. Beijo-os de facto, como se de uma boca se tratasse, e enterro a minha língua na maciez do teu interior. Beijas-me, ora com uma, ora com a outra boca, sorvo o teu sabor húmido de desejo, doce e salgado. Aperto o teu segredo com pequenas dentadas, mordo os teus lábios generosos, esfrego a minha boca em ti, o meu queixo, a minha língua, com força, em sintonia com o ritmo da tua respiração.
As minhas mãos passeiam-se pelo teu corpo, apertam-te os seios, as nádegas e todas as tuas partes redondas e carnudas. E gemes… sim, consigo ouvir a sinfonia que o teu corpo orquestra, que maravilha! E danças na minha boca, enquanto te sinto toda, a transpirar prazer. O teu sexo vibra, explode e brilha sob a minha boca, puxas-me o cabelo, prendes-me, apertas-me e eu liberto-te.
Lambo-te com ternura, como a uma ferida, até me dizeres para parar.
Adoro quando fechas os olhos e sorris… queres mais?
post relacionado: fondue de chocolate com sexo

domingo, 17 de agosto de 2008

gelo escaldante

Mais um fim-de-semana de trabalho intensivo. Já faltou mais para terminar o curso e desaparecer de vez... O laço aperta-me o pescoço, incomoda-me hoje mais do que o costume, é um eufemismo para forca. O calor é insuportável, o ar condicionado no máximo não dá conta do recado. Vou enchendo o balde de gelo com vontade de me enfiar na arca, enquanto a chefe me grita ao ouvido que o gelo já devia estar no copo do senhor da mesa 9 há 3 minutos. Pego na toalha, respiro fundo e preparo-me para aturar mais um cliente insatisfeito pronto a descarregar o seu mau humor de pessoa frustrada em cima de mim. Mas não foi isso que aconteceu. Assim que saí a porta de serviço, ela estava a levantar-se da mesa. Não era muito alta, mesmo com os saltos, mas sobressaía no seu vestido vermelho escuro simples, colado ao corpo, onde transpareciam algumas curvas apetitosas. A melhor parte deste trabalho é isto: poder servi-las, aspirando os seus perfumes e espreitando os seus decotes. Estamos sempre a competir por mesas destas e deixamos as mulheres servir as mesas dos homens que elas acham piada. Isto quando a chefe nos deixa fazer esta gestão, claro, e não estão homens e mulheres interessantes na mesma mesa, caso em que temos de tirar à sorte ou tentamos servi-los à vez.
Mas esta mulher de vermelho... pele clara, cabelo escuro, curto, impecavelmente penteado e brilhante, colado ao crânio. Uns lábios vermelhos de cereja e uns olhos... ela olha directamente para mim enquanto me aproximo e o calor aperta. Ela diz "Que calor!" com uma voz tão quente que eu sinto o gelo a derreter mais depressa. Nisto, desata um laço na parte detrás do pescoço e o vestido desliza rapidamente, descobrindo-lhe o corpo por completo, caindo aos seus pés e revelando a sua total nudez. Tem a atitude das ninfas do Manara e algumas curvas da Druuna do Serpieri, um pouco menos sumptuosa, mas equilibrada. Eu paralizo, e perante o meu espanto, ela aproxima-se mais, olhando para o balde que trago nas mãos, e retira lá de dentro dois cilindros. Sorri, e com a outra mão disponível, faz-me subir o queixo que entretanto tinha caído, e pisca-me o olho, voltando costas. Começo a ver as nádegas dela a bambolear lentamente enquanto se afasta um pouco e vai passando o gelo pela face, pelo pescoço, pelas axilas e depois pára. Encosta-se à parede e faz o gelo deslizar pelo peito, endurecendo-o, despertando os mamilos. Vai arredondando as arestas dos cilindros gelados, que passam do estado sólido a líquido ao contacto com a pele escaldante, deixando um rasto de pequenas gotas que vão escorrendo e pingando. Desce pelo centro até ao umbigo, e por lá se detém um pouco, a arrefecer o ventre. Sinto o sangue a descer vertiginosamente, reparo que estou completamente em pé, e isso nota-se bem nas minhas calças, mas nem vale a pena disfarçar porque ninguém está a olhar para mim, está tudo de boca aberta a olhar para ela, a tapar os olhos às criancinhas. Sinto o suor a escorrer e só me apetece enfiar o balde de gelo pela cabeça abaixo. Ela desce as mãos pelo corpo, esfrega o gelo pelo interior das coxas, pelas virilhas e pelo rego das nádegas, e em gestos coordenados e simultâneos, faz desaparecer o gelo dentro dela. Aquilo deve ter-lhe provocado imenso prazer, porque pouco depois o seu corpo estremece todo por entre gemidos, o peito sobre e desce rapidamente devido à respiração acelerada, ela fecha os olhos e abre a boca, soltando um grito desalmado e o som ecoa na minha cabeça e faz-me querer ainda mais penetrá-la e ajudá-la a derreter o gelo.

Escorre-lhe algum líquido por entre as pernas, o único vestígio da água que já foi gelada e agora é quente.




Acordo encharcado em suor e esperma. Foda-se, devia ter percebido que era bom demais para ser verdade... mas mesmo assim, foi bastante real!

imagem: getty images

terça-feira, 15 de julho de 2008