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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Óleo, Paixão e Tesão


O escasso tempo para a intimidade dos últimos tempos faz-me ter necessidade de abrandar o ritmo em todos os sentidos. Vamos de fim-de-semana par um lugar recôndito e sossegado. Jantamos uma comidinha do tempo das nossas avós e após uma curta caminhada vamos para o hotel. A fome que temos um do outro é intensa mas desta vez não vamos ceder à fúria dos nossos instintos. Proponho-te um jogo: que exploremos o corpo um do outro de olhos vendados com ajuda de óleo de massagem comestível. Vale tudo menos penetração sexual.

Condições aceites, preparamo-nos para o deleite que nos espera. Já despidos sobre os lençóis colocamos as vendas entre beijos lânguidos. Convido-te em suaves gestos a deitares-te e debruço-me sobre ti. Procuro a superfície fria do vidro que contém o óleo de massagem e verto uma quantidade generosa sobre o teu peito que depois espalho suavemente.
Vou percorrendo a tua pele, detenho-me nos teus mamilos e toco-lhes levemente com a língua. Sinto o sabor doce do óleo de morango entrecortado com um subtil aroma a champanhe. Subo ao pescoço e dou-te a provar o gosto dos meus lábios. Toco a tua boca e afasto-me, sinto-te a procurar-me. As vendas deixam-nos atentos aos movimentos, aos cheiros e à temperatura que o óleo intensifica a cada contacto. Calma meu querido, o jogo ainda mal começou!
Desço novamente ao peito, barriga, até chegar ao baixo-ventre. Coloco-te óleo na zona púbica, vou massajando as virilhas, o interior das coxas, as pernas até chegar aos pés. Volto a subir até chegar ao teu membro erecto. Percorro os testículos e o corpo do pénis com os dedos, depois a cabecinha. Depois começo-te a lamber do períneo até ao ânus e inverto o movimento em suaves lambidelas em torno das bolinhas. Meto uma bola á boca, depois outra. Simulo uma mordidela e subo um pouco mais. Sacio um pouco da tua sede sorvendo o teu pénis para dentro da minha boca e quando te sinto a estremecer com mais força paro. Quase perdes o controlo!
Levantas-te sobre mim a começas a massajar-me. Percorres cada centímetro do meu corpo entre carícias e beijos. Lambes-me, beijas-me, enlouqueces-me…! A tua língua dentro de mim… soberbo, perfeito!

Passamos horas neste jogo, envoltos em óleo, paixão e tesão até que quebramos a regra principal. Possuis-me com vigor e ambos saciamos a emergência que nos consome numa explosão de prazer.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Massagens a 4 mãos - a mim

Chegou a minha vez, nesta altura já estou completamente aquecida. Deito-me de costas, eles desapertam-me o soutien e puxam-me a tanga para fora do corpo, sabe bem estar deitada a descansar depois de tanta actividade. Escolho também o óleo de arnica. Pegam-me nos pés, estão doridos de terem passado a noite anterior de saltos, peço para darem especial atenção ao dedo mais pequenino. Fecho os olhos para sentir melhor. Sabe meeeesmo bem. Solto alguns gemidos de prazer quando me pressionam a planta do pé, que bem que sabe! Calcanhares, tornozelos, ummmmm… Pernas, o mesmo que lhes fiz. Chegam ao cimo da coxa e eu começo instintivamente a empinar o rabo, a convidá-los a entrar. Ele aceita o meu convite. Ui, é tão bom! Nádegas-virilhas, virilhas-nádegas. Que trajecto delicioso! Sinto-os subir para as costas, e é muito bom, eles massajam em ritmo vigoroso, sem dó nem piedade, sabe bem! Ombros, pescoço, viro-me.
E recomeça: pés, canelas, joelhos, coxas, ai, coxas… virilhas… ummmm tão bom! Vou rodando a cabeça contra o colchão, sabe-me bem massajar assim o couro cabeludo. Eu gemo, suspiro, encorajo… e tenho o que peço. Barriga, peito, peito, peito, peitooooooo. Maravilha! Só faltam os ombros e o pescoço, tal como eles sento-me e desfruto. Mãos fantásticas, quatro, pele com pele, a deslizar ao sabor do óleo essencial… dedos, toque, forte, lindo, sorriso, beijo, amor…até o sono nos oferecer generosamente o descanso merecido.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Massagens a 4 mãos – a ele

Começo a sentir calor, começo a despir-me. Primeiro a camisola, depois as calças. Estou com uma lingerie preta que ele me ofereceu, soutien push up e tanga transparente.
Voltamos à carga, agora é a vez dele ser massajado. Ele já está só de boxers justinhos, e não demora muito a ser completamente despido por nós as duas.
Deitado de barriga para baixo, começamos novamente pelos pés. Escolhemos um óleo à base de arnica para o efeito. Os pés dele são enormes, comparados com os dela, exigem mais força, mais destreza para serem massajados a preceito. Damos especial atenção aos tornozelos, ele tem alguns problemas com as articulações. Iniciamos a viagem pelas pernas, ele é bastante peludo, mas isso não nos atrapalha. Barriga da perna, coxa, virilha… insisto nas virilhas, acaricio o saco das bolas, espalho bastante óleo pelo rego e passo a mão pelo interior quente.
Seguimos para as costas. Ele tem mesmo as costas largas! Sabe bem mergulhar as mãos oleadas por aquelas costas, cada uma com o seu lado, pressionando, massajando… eu ponho-me em cima dele e procuro fazer-lhe estalar os ossos (não consegui fazê-lo com ela) oiço os ossos estalarem duas ou três vezes, massajo para descontrair. Pedimos para ele se virar, voltamos aos pés, massajamos entre os dedos, consigo sentir-lhe os tendões em tensão, descontraio-os, subimos para as canelas, os joelhos, as coxas…
Volto a acariciar levemente o saco, detenho-me na virilha, volto à coxa… não paro de olhar-lhe o pau, dá-me vontade de engoli-lo todo, mas contenho-me. Ele mostra alguns sinais de excitação, não o suficiente para me encorajar.
Subo para a barriga, massajo vigorosamente com ela, a ver se a massagem dissipa a distensão abdominal, brinco um pouco com o assunto, rimos. Massajamos de lado, onde os pêlos não moram, enfiamos os dedos nos tufos do peito dele, descobrimos a maciez das auréolas à volta dos mamilos, não resisto e trinco um.
Mãos, braços, ombros, pescoço – nada fica por massajar. Pedimos para se sentar e massajamos-lhe os ombros, o pescoço, a nuca…
Termino com um beijo na cabeça rapada a pente 1.

continua aqui

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Massagens a 4 mãos - a ela

Estávamos os três cansados, ela tinha estado a trabalhar o dia todo, nós fartámo-nos de passear a pé, e a noite anterior tinha sido de estragação total, a dançar e a beber pela madrugada dentro.
Decidimos ficar por casa, o quarto estava frio, mas musiquinha calma e as velas perfumadas do costume ajudavam a aquecer o ambiente.
Primeiro ela, que tinha estado a trabalhar enquanto nós nos divertíamos. Tomou um duche, estava gelada dentro do roupão, tínhamos de a aquecer bem.
Escolheu um gel de massagem anti-stress com alfazema e ylang-ylang, muito leve, nada oleoso.
Começamos pelos pés. Tem uns pés pequenos, à imitação do corpo. Com movimentos coordenados, vamos pressionando nos pontos estratégicos, com os polegares, com os nós dos dedos na curva, com as duas mãos agarrando o pé por completo, pressionando junto aos tornozelos, contornando-os… não resisto e mordo-lhe o dedo grande, ela ri-se.
Continuamos pelas pernas, apertando os gémeos, os adutores… ela abre ligeiramente as coxas, deixando antever um pouco o sexo lisinho e apetitoso. Passamos pelas virilhas, contornamos as nádegas… que vontade de lhe enfiar a mão naquele vale apetitoso! Mas não o faço, ela não está para aí virada, sei-o pela expressão do seu corpo, se quisesse, pedia.
Voltamos a cobrir-lhe a parte inferior do corpo com o roupão e dirigimo-nos às costas. Ela está magrita, consigo sentir-lhe as costelas e fico com a sensação de que ela é muito frágil. Sei que é uma ideia tola, na verdade ela é bastante forte, mas tenho especial atenção com as costas dela, tento ser delicada.
Ombros, pescoço, nuca… massajamos-lhe os braços delicados, os pulsos, as mãos… esfrego a minha mão na dela, têm o mesmo tamanho, apesar de ela ser mais pequena que eu, peço-lhe para se virar de costas, para a podermos massajar por completo. Novamente os pés. Agora já estão mais morninhos. Apertamos o peito do pé, esfregamos bem, continuamos pelas canelas, pelo joelhos, subimos às coxas e voltamos a tornear as virilhas, ai, que vontade!...
Continuamos, pelo ventre, que bem que sabe contornar-lhe o ventre, à volta do umbigo, mais uma vez domino a minha vontade de lhe enfiar a língua, tenho de me concentrar no prazer dela, não no meu.
Seguimos pelo tronco, apertando bem de lado, até ao peito – massajamos as maminhas firmes, só me apetece morder-lhe o mamilo castanho, mas contento-me a esfregar-lho contra o meu polegar, circulando a auréola, ummm…
Ele pede para ela se sentar para melhor lhe massajar os ombros e a nuca. Acabo por ser eu a tratar do assunto. Acabo ao mesmo tempo e da mesma forma que termina a música: suave, e com um abraço. Voltamos a vestir-lhe o roupão, queremos levá-la até à cama, mas ela insiste que também nos quer massajar.

 continua aqui