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domingo, 30 de maio de 2010

arco-íris

PekeninaArco-Íris Aqui deixo um pequeno tributo às cores do arco-íris. E porque é SUNday* faço do amarelo a minha cor do dia!

E a vossa?

:)

* – Expressão por carpe vitam!

terça-feira, 25 de maio de 2010

domingo, 21 de março de 2010

Sexo Seguro Sempre! – Como ter sexo seguro

Uma campanha que nunca tinha visto, mas que achei interessante pelas pessoas e metáforas usadas. E porque nunca é demais lembrar…

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

um conto de Carnaval (2ª parte)

continuação daqui

Cara a cara, continuaram com as falas do guião:
-"Can you love a player?"- diz ela já com ar de desejo.
-"Can you love a fool?" - diz ele segundos antes de a agarrar. Riem. Agarram-se sofregamente, despem os fatos que os envolvem, deixando as máscaras. Estas tinham recortes nos lábios, pelo que os beijos eram trocados com avidez. A cama em que se deitavam era típica das casas daquela altura. Um verdadeiro dossel da realeza. Tudo em seda entre púrpuras e dourados.

Entregaram-se loucamente como dois amantes. Ela com destreza, coloca o preservativo com a boca, o que o deixa mais erecto do que estava. Ele deita-a e penetra-a devagar, até ao fundo. Ela solta um gemido curto, mas que indica com clareza o prazer que sente. Enquanto isso inicia-se um rito, um jogo a quatro mãos em que buscam todos os recantos dos corpos. Línguas sedentas beijam e molham cada pedaço de pele à vista. Com ritmos mais acelerados começam a perder os sentidos... E sentindo algo quente, com uma respiração profunda, ele veio-se enquanto sentia os espasmos do orgasmo daquele ventre. Vestiram-se e desceram, um de cada vez, até ao salão principal. Ninguém notou o que se passou e assim era como queriam que ficasse. Minutos depois era hora da despedida.
-"Good night my lord. Hope you enjoyed the evening." - diz Viola com um sorriso.
-"Believe me my lady, I did. Have a great night." - despede-se ele, sorrindo também. Deram um beijo simples, apenas lábios com lábios e cada um seguiu o seu caminho. Assim foi a noite de William e Viola, numa noite de Carnaval. O que eles não sabiam é que no ano seguinte a história repetir-se-ia, mas com personagens diferentes.


FIM

domingo, 14 de fevereiro de 2010

um conto de Carnaval (1ª parte)

Arredores de Londres. Névoa, frio, noite. Baile de máscaras. Ele de William Shakespeare com um daqueles fatos que sê vê em filmes e ela de Viola de Lesseps com um vestido de seda dourada, comprido, espartilhado, decotado e com uma enorme saia em balão. Não se conheciam, mas aquela complementaridade notada pelos dois foi evidente na primeira troca de olhares. Despiram-se de imediato com os olhos. As máscaras não revelavam identidades, apenas fantasias.
-"The dinner is served." - ecoou pelo salão da mansão onde se encontravam. Os lugares estavam marcados. Coincidência ou não estavam um em frente ao outro separados pelos pratos, talheres de prata, copos de cristal, um castiçal prateado e uma travessa recheada de queijos das mais variadas nacionalidades.
Os vários convidados falavam das futilidades que se comentam nas revistas, na qualidade do que estava na mesa... eles, ao invés da maioria, preferiam o silêncio. Entre cada garfada esboçavam um sorriso. Entre cada sorriso, um gole do mais requintado vinho.
Finda a sobremesa era hora do baile.
Ela desloca-se até umas das mesas e limita-se a observar. Não só quem está no palco, mas também tudo o que se encontra à sua volta. Repara na toalha de cetim, nos cortinados de veludo vermelho-sangue, nas cadeiras de madeira maciça, na colecção de punhais exposta numa das paredes creme. Pergunta-se como serão os quartos...
Ele senta-se mais atrás e o pensamento que lhe invade a mente é apenas um: conhecer a paixão do personagem que encarna nessa noite.
-"And now, the last dance of the night." - É o último anúncio.
Ele abre os olhos, como que acordado de um sonho. "Well William, I guess it's now or never!" pensa para si. Num ápice levanta-se vai até àquela mulher de cabelos loiros que o fascinou desde o primeiro momento e estende-lhe a mão.
-"Would you give me the honour Madame?" - disse.
-"Miss, if you please..." - corrigiu ela. E deu-lhe a mão.
-"A thousand apologies, Miss..." - proferiu, embaraçado.
-"Viola, Viola de Lesseps." - completou ela enquanto caminhavam para o palco. Não, ela não ia entregar o seu nome. Queria continuar assim, Viola.
E deu-se início uma valsa, a última valsa da noite. Para aquele casal era mais que isso. Era o desenrolar de um mistério onde, até agora, apenas sabiam os nomes dos personagens que vestiam. E nada mais que isso.
Olhavam-se por segundos que pareciam eternos e as mãos dele na pele dela pareciam algodão...
A cintura dela aos olhos dele eram mas do que poderia pedir.
Ele, moreno de olhos castanhos, um castanho profundo como ela nunca tinha visto. Talvez fosse da máscara, mas na altura não se importou. Queria gozar o momento, apreciar o homem que tinha nos braços. Ela de corpo esbelto, cabelos compridos, longos, ondulados. Olhos de cor azul misturado com um leve tom de verde. Um verdadeiro enigma de mulher de lábios vermelhos e finos, mas não em demasia. "Perfect!" pensou ele. Só viam a hora de ver a descoberto que toda aquela vestimenta cobria.
-"Master Shakespeare, I heard you are a poet" - quebrou ela o silêncio. Ele nada disse.
-"But a poet of no words?" - diz, indignada.
-"I was a poet till now, but I have seen beauty that puts my poems at one with the talking ravens at the Tower." - diz ele, tal como no filme "Shakespeare In Love" tão bem conhecido pelos dois, ao que parece. Riem os dois. Sim, ambos conhecem o filme de cor. O que vinha a seguir ao baile também eles conheciam. E pretendiam seguir o guião. Não à risca, mas quase. A música ainda tocava e aproveitavam os dois para se desviarem, aos poucos. Chegaram às escadas e foram subindo sempre de braço dado. A mansão não era de nenhum dos dois, mas de um amigo que tinham em comum. Ainda assim sabiam perfeitamente onde era o quarto de hóspedes.


quinta-feira, 26 de novembro de 2009

provocação gratuita 60

"Don't you think one of the charms of marriage... is that it makes deception a necessity for both parties?"

("Não lhe parece que um dos encantos do casamento... é que faz do engano uma necessidade para as duas partes?")

por Sandor Szavost (Sky Dumont) no filme Eyes Wide Shut

domingo, 8 de novembro de 2009

Summer II

Sonhei que era um presente. Embrulhada num lençol (aquele roxo de cetim)… E um laço vermelho, gigante, a cobrir-me quase todo o corpo. O céu estava limpo e a janela aberta permitia que o calor do Sol, destapado por completo, entrasse e me iluminasse o corpo.
Olhas-me e sorris. Um sorriso perverso, matreiro. O processo é lento: começas por desembrulhar o laço, tirar-lhe o nó. Desenrolas a fita devagar, como que a degustar ainda não me veres a pele. Cheiras-me enquanto destapas os pés. Vais subindo devagar, descobrindo-me; descobrindo os meus recantos. Revelas as minhas pernas, as coxas, o sexo liso que palpita de desejo, o umbigo que molhas com a língua, os braços que percorres com a tua mão, o peito que mostra vontade de te ter ali, inspirando fundo e devagar; o pescoço que beijas e me revela arrepios…
No fundo vais saboreando aquele “antes”, aquela expectativa, milissegundos antes d’O momento.
Fechámos os olhos e deixámo-nos levar pela vontade, pelo desejo, pelo querer.

Quando os abri não estavas lá, mas tinha a sensação de que tudo tinha já acontecido…

Talvez um dia sonhe com o resto…

sábado, 22 de agosto de 2009

Summer I

Férias - I

211… O número, o quarto, o corredor, o hotel…
Ela numa ânsia tempestuosa de lá chegar, depois da agitação do dia.

Os banhos, as fantasias, os sorrisos, as provocações na varanda… Despida de roupa e preconceitos, sem receio os olhos alheios. Apenas um corpo invadido pela réstia de sol…

Era Verão, o calor era muito e as vontades começavam a emergir quando se via sozinha naquela cama de casal…

Um quarto que deixou de o ser a partir do momento em que as fantasias começaram. Refúgio, isso sim… Refúgio para sentimentos, conversas de horas, prazeres inúmeros… Esses, acima de tudo!

Falavam ao telefone horas afim. Ele picava, ela respondia. As quatro paredes absorviam todas as palavras de gozo, todas as fotografias trocadas, todos os toques a si mesma e orgasmos de ambos. Intensos, simultâneos, loucos, deliciosos. A pedirem mais… E assim foi nos 5 dias que ali morou.

Ao fim do 5º dia ela fecha a porta, olha para o número e sorri.

“Para a próxima também vens…”

211… De um hotel qualquer…

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Será verdade?

“90 pessoas apanham a gripe Suína e toda a gente quer usar uma máscara.

Um milhão de pessoas tem SIDA e poucos querem usar um preservativo.”

Recebido por mail

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Luxúria

SONY DSC

A luxúria é o desejo passional e egoísta por todo o prazer sensual e material.

Segundo a Doutrina Católica é um dos sete pecados capitais e consiste no apego aos prazeres carnais, corrupção de costumes; sexualidade extrema, lascívia e sensualidade.

Em Bhagavad Gita, Krishna disse: é a luxúria, nascida dentre a paixão, que se transforma em ira quando insatisfeita. A luxúria é insaciável e é um grande demónio. Conheça-a como o inimigo. (3.37).

Texto retirado daqui
Foto retirada daqui

Envolta no cetim dos lençóis sinto-lhes a cor, o cheiro, a vontade e o desejo… E quero mais…

Será mesmo pecado?

sábado, 18 de abril de 2009

domingo, 25 de janeiro de 2009

Desejos…

Eu bem sei que disse que não gostava de chocolate, mas digam lá que este anúncio não convence? Se o efeito é este… eu quero!


Chega aqui e deixa-me provar esse pescoço… Deixa-me derreter…

Beijo de fondue…

(Primeiro post como membro deste blog… é uma verdadeira honra! Muito obrigada!)

quarta-feira, 11 de junho de 2008

verão by pekenina

Verão - a noite
continuação daqui
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foto by Hugo Gomes
Rui e Bia conversavam sobre os “novos amigos”. Já se imaginavam os seis numa completa loucura na praia ou, quem sabe, no quarto de Hotel onde estavam hospedados.
Os quatro amigos chegam aos pares. Primeiro eles, depois elas. No entanto a opinião era unânime. Tinha valido a pena a espera. Estavam as duas deslumbrantes. Cláudia com uma mini-saia e top decotado, sandálias. Joana estava de vestido justo sem costas o que não só salientava as suas curvas como mostrava que não tinha sutien e, por fim, saltos altos.
Cláudia e Joana sentiam-se diferentes. Aquele casal trazia qualquer coisa de diferente e tanto Vasco como Tiago nunca tinham estado assim.
A noite foi-se desenrolando e depois de algumas bebidas já as inibições tinham desaparecido. Vasco conversava com Rui e Bia enquanto Tiago conversava com as duas amigas.
Sem que nenhum dos dois percebesse confessaram que desde a tarde da praia que tinham ficado com umas imagens na cabeça... imagens essas que correspondiam exactamente com o que Rui e Bia desejavam.
Ainda sem nada se ter passado decidiram ir dar uma volta pela praia.
O canto do costume ainda lá estava, mas a praia estava completamente deserta.
Joana deitou-se na areia. Cláudia fez-lhe companhia. Bia deita-se entre as duas amigas e beija Joana, sem mais nem menos. Joana fecha os olhos e deixa-se levar.
Rui, Cláudia e Tiago envolvem-se em beijos e carícias enquanto Vasco percorria o corpo de Bia.
Depois de quebrado o gelo inicial, já os seis se encontravam deitados. Rui e Vasco despiam-se mutuamente. Tiago era despido por Joana e Cláudia enquanto Bia o beijava.
Era muita gente, muitas mãos, muitas vontades.
Rui e Bia iam ser tratados que nem príncipes. Afinal de contas estavam em lua-de-mel.
Rui senta-se e fecha os olhos. Tiago coloca em si um preservativo e percorre a cara de Rui com o seu pénis, duro e grosso até encontrar os lábios que depressa se abrem para o receber. Rui sente-se invadido outro corpo revestido de látex que lhe acariciava o ânus. Era Vasco que lentamente o penetrava. Bia era acariciada pelo marido e por Joana e Cláudia. Joana beijava-a enquanto Cláudia fazia mestrias com as mãos no monte de Vénus.
Só se ouviam gemidos... os três homens vieram-se quase em simultâneo. Primeiro Vasco, depois Rui e por fim Tiago.
A noite, no entanto, estava longe de ter terminado. Bia queria ser penetrada pelos dois “desconhecidos”. Senta-se em cima de Vasco que a penetra por trás e sente Tiago numa só estocada. Cláudia e Joana usam e abusam de Rui.
Dedos entram e saem de bocas sedentas, dedos entram e saem de vaginas que escorrem excitação, que gritam por serem preenchidas. E Rui assim o faz, uma de cada vez, enquanto usa as mãos na outra.
Tiago e Vasco envolvem-se a pedido de Bia. Quer assistir. Toca-se enquanto vê Vasco a entrar em Tiago. São movimentos possantes, rápidos, secos. Enquanto o penetra consegue bater-lhe uma punheta como Tiago nunca tinha sentido.
Cláudia e Joana beijam-se. Não um beijo como os do costume. Um beijo longo, cheio de êxtase, de erotismo. Rui pede mais. Cláudia deita-se e Joana vira-se ao contrário formando um 69 perfeito. Cláudia ainda estava de mini-saia e assim ficou, Joana tinha o vestido e uma tanga rasgada ao meio, o que permitia que a língua de Cláudia se mexesse perfeitamente, mesmo com lingerie. Deliciam-se as duas uma com a outra enquanto Rui se deleita a assistir.
Rui e Bia enquanto observam os quatro amigos vão-se explorando um ao outro. Ela troca as suas mãos pelas dele e vice-versa. Tocam-se mutuamente, vêm-se entre altos gemidos, depois de ouvirem Joana e Cláudia num intenso orgasmo.
No fim foram todos tomar banho naquela água tépida que reflectia a lua tipo espelho.
- Eu e a Bia sempre quisemos ter uma noite assim.
- Mas nós não somos gays – disse Joana.
- Nós percebemos isso quando foram à água, mas quisemos continuar para ver no que dava – disse Bia com um piscar de olhos.
Nenhum dos presentes era virgem, mas nenhum deles tinha tido, até hoje, uma noite com sensações tão fantásticas como aquela. A melhor lua de mel.
camisinhacarnaval
foto in Orquídea Garden



domingo, 8 de junho de 2008

Verão by pekenina

Verão - a tarde

Foto by Enresinados

- Joana vamos à praia?
- Ok. Deixa-me só vestir o bikini e arrumar as coisas que eu já passo em tua casa de carro.
- Quando estiveres pronta manda-me um toque para o telemóvel que eu desço.

O telemóvel de Cláudia vibra.

Cláudia e Joana conheciam-se desde sempre. Faziam tudo juntas, sabiam tudo uma da outra. Tinham uma particularidade: cumprimentavam-se com um singelo beijo na boca. Não que isso quisesse dizer alguma coisa, apenas tinham confiança para o fazer. Era o “cumprimento especial” apenas entre as duas.

Cláudia entra no carro de Joana e beija-a.

- Cruzei-me com o Tiago e com o Vasco. Também iam para a praia. Espero que não te importes que venham connosco...

- Claro que não. – diz Cláudia com um sorriso na cara.

Tiago era moreno, olhos verdes, alto e magro mas não demasiado; Vasco, pelo contrário, era mais musculado, meio aloirado, olhos castanhos amêndoa.

Conheciam Joana e Cláudia há muitos anos, desde a primária. Moravam todos no mesmo bairro pelo que cresceram todos juntos.

Cláudia cumprimentou-os com um sorriso.

Chegados à praia, escolhem “aquele spot”, aquele cantinho quase reservado para onde iam sempre, na praia do costume.

Toalhas estendidas, guarda-sol, etc...

- Cláudia ajudas-me aqui a por creme? Não tive tempo de por em casa.
-Sim, claro.

Tiago e Vasco nem ouviram. Estavam já preparados para ir ao banho. Depois de verem Cláudia a por creme em Joana é que se lembraram que também não tinham posto protector.

- Vasco ajuda-me aqui que eu também não pus creme em casa.
- Então depois trocamos que eu também me esqueci.

Passa um casal de namorados a apreciar a cena e Joana repara. Dá uma cotovelada a Tiago que também percebe o que vai na cabeça daqueles dois.

Com um piscar de olhos acordam em fingir que, de facto, se tratam de dois casais homossexuais que aproveitam a típica desculpa do “pões-me creme?” para trocarem carícias num local público. Segredam a Vasco e a Cláudia o que se passa e os quatro riem, mas concordam em provocar o casal que se tinha instalado ao lado deles.

- Cláudia... desvia o bikini por favor, senão fico com marcas e sei que não gostas...
- Não te preocupes. Faço questão de espalhar bem.
- Vasco vais ter que puxar os calções para baixo para não os manchares...
- Ok. Deixa-me só acabar de por aqui na coxa que já trato das costas.

Rui e Bia continuavam a ouvir toda a conversa, apreciando. Há algum tempo que tinham desejo de ter uma aventura com casais homossexuais.

- Tiago é a tua vez – diz Vasco com um ar comprometedor.
- Está bem assim? – pergunta Tiago depois de insistir na região lombar de Vasco.
- Perfeito!
- Vamos ao banho pessoal? – diz Joana.
- Bora! – Diz Cláudia entusiasmada.
- Mas quem é que guarda as nossas coisas...?

Antes que alguém dissesse alguma coisa, Rui respondeu prontamente:

- Se quiserem nós guardamos. Vamos ficar por aqui.
- Não se importam mesmo...? – pergunta Tiago.
- Na boa – diz Bia com um sorriso.

Rui era fisicamente semelhante a Tiago. Um pouco mais alto. Bia tinha cabelo preto, encaracolado, tez branca.

- Obrigada! – diz Joana com um sorriso.

No meio de toda a brincadeira na água Joana provoca Rui e Bia, puxando o fio do bikini a Cláudia. Acidentalmente esta acaba por perder mesmo a parte de cima do bikini. Por mais que tentasse mergulhar não se conseguia esconder, pois a maré ali era rasa e rodeada de pequenas rochas. Por vingança Cláudia faz o mesmo a Joana.

Tiago e Vasco já conheciam aquelas duas, mas nunca as tinham imaginado assim sem roupa, particularmente num cenário como aquele: praia. Tanto Tiago como Vasco ficaram atrapalhados, a tentar procurar os bikinis das amigas, mas sentiam-se a viajar, longe dali, o que se fazia notar debaixo dos calções dos dois. Tentando disfarçar curvavam-se para tentar procurar os bikinis nas rochas, mas em vão.

Rui e Bia assistiam atentamente a tudo. Bia sentia-se cada vez com mais vontade de conhecer as raparigas.

Depois de encontrados os bikinis regressam os quatro já refrescados.

- Obrigado – diz Vasco a Rui.
- Ora essa. Já agora, sou o Rui e esta é a Bia. Vocês são de cá?
- Sim, crescemos aqui. E vocês? Nunca vos tinha visto por aqui...
- Viemos de lua-de-mel.
- Parabéns, então – responde Vasco com um sorriso.

Mesmo depois de toda esta conversa Vasco ainda se sentia a tentar esconder todo aquele volume debaixo dos calções. Olhou para Tiago e percebeu que este também se tinha virado de barriga para baixo para se tentar esconder.

- Vou buscar um gelado. Alguém quer? - pergunta Cláudia.
- Sim, por favor – responde Joana.

Cláudia regressa com um gelado para a amiga.

- És um amor – diz Joana, pagando à amiga com um beijo nos lábios.

Cláudia sorri.

Tiago e Vasco vêem a cena e não ficam indiferentes. Já tinham presenciado aquilo vezes sem conta e hoje, sem saberem explicar porquê, estavam assim, doidos por verem duas amigas darem um simples beijo.

- Oh meninos que é isso? Também querem é? – diz Joana.
- Oh Joana não sejas tonta. Sabes bem que não... – responde Tiago muito atrapalhado.
- Não seja por isso ok?

Do nada Joana atira-se aos lábios de Tiago dando-lhe um beijo curto enquanto Cláudia faz o mesmo a Vasco.

- Agora para não dizerem que é injusto, trocamos – diz Cláudia.

Trocam de pares para que sejam os dois beijados pelas duas raparigas.

Os dois amigos nem sabiam o que dizer. Estavam estáticos, mas tentaram encarar aquilo com naturalidade, ainda que não fosse nada fácil.

Rui estava notoriamente excitado e Bia também.

- Conhecem algum sítio onde se possa descontrair à noite? – pergunta Rui.
- Nós hoje vamos ao bar daqui da praia. Tem música muito porreira e como fica na praia é muito agradável. – diz Joana.

Continuaram na palhaçada os quatro, conversando de vez em quando com aquele simpático casal de recém-casados.

Por volta das 20h decidiram ir para casa. Assim teriam tempo de jantar, tomar banho, etc. Tinham combinado no bar da praia por volta das 23h.

pekenina

continua aqui