sábado, 5 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 20 de abril de 2009
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Sons de Prazer
advertência: os sons abaixo deverão ser ouvidos com auscultadores. caso não seja possível, convém ouvir só ou na companhia certa ;)
Fica aqui um agradecimento muito especial ao Girassol, por ter reconstituído o conteúdo deste post que deixou de funcionar devido ao desuso do flash e a morte dos sítios onde estavam alojados alguns componentes anteriormente utilizados. Coisas que acontecem quando se tem um blog jurássico...
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Ai Amélie, Amélie...
Ela diverte-se com questões idiotas sobre o mundo…
Como “quantos casais estarão a ter um orgasmo neste momento?”
Quinze!
Amélie, deste-me uma ideia... :)
segunda-feira, 5 de maio de 2008

Esta mulher estava a dar-me luta. Apaixonei-me por ela, queria obcecadamente ajudá-la. Queria estar com ela, tentar dar-lhe esse prazer que ela tanto desejava e simultaneamente recusava a si própria. Mas sabia perfeitamente que isso não ia acontecer, que tinha de ser ela e apenas ela a consegui-lo.
Não trocámos mails durante uns tempos. Um belo dia, ela escreve-me:
Estava deitada, num estado onírico. Não sei bem se estava acordada ou a dormir. Estou no meio de um prado florido, com flores amarelas e roxas a pintalgar a paisagem. O céu é de um azul claro uniforme, com tufos de nuvens suaves. Estou dentro de uma banheira branca de metal, num banho morno de imersão em água de óleos perfumados e pétalas de rosa. Os pássaros chilreiam numa sinfonia de acasalamento. É Primavera, claro que é Primavera. Acaricio os meus cabelos, massajo o couro cabeludo e deixo as minhas mãos escorregarem para o pescoço. Cruzo-as para chegar aos ombros, ao interior dos meus braços. Olho para as minhas mãos molhadas e oleadas como se fosse a primeira vez e toco-me, mão na mão. São brilhantes as minhas mãos, os meus dedos deslizam facilmente. Toco no meu peito, aperto-o com as duas mãos, reclino-me e deixo-o assomar à superfície da água, com algumas pétalas de rosa agarradas. Rodeio os mamilos, estimulo-os até ficarem bem rijos. Dirijo-me com as duas mãos para baixo, até à cintura. Sigo depois pelo centro, até encontrar as minhas coxas submersas. Acaricio o interior até às virilhas, colocando as pernas para fora da banheira. Faço isto gentilmente, durante imenso tempo, devagar, até a minha vulva suplicar para lhe tocar. Toco-lhe até a minha vagina me pedir para entrar e continuo assim, a saborear a minha textura íntima, exercitando os músculos, contraindo e relaxando, sabe tão bem!
Vou aumentando o ritmo devagar, em movimentos circulares, desenhando oitos em cima do meu clítoris. Cada vez com mais calor, mais ardor, mais paixão.
Começo finalmente a sentir um pulsar ténue, algo que me impele a continuar a massajar o interior da carne, intensificando essa sensação que me consome, sentindo a tensão a faiscar, a electricidade a percorrer-me o corpo que me faz vibrar e latejar incontrolavelmente.
Ah É isto, é istoooooooooooo!
Não contenho um estranho grito de prazer libertador e uma lágrima escorre-me pela face. É bom demais! E sinto uma paz, uma calma, uma tranquilidade vitoriosa.
Rio às gargalhadas, despertando do estado de sonho em que me encontrava.
Sublime, absolutamente sublime!
Obrigada :-)
Este mail deu-me um tremendo tesão. Fiquei o dia inteiro com as palavras dela na cabeça, e quando finalmente me pude soltar, vim-me a pensar nela, dediquei-lhe o meu orgasmo.
Foi uma vitória suada, muito desejada e extremamente merecida. Agora, minha pérola, o mundo é verdadeiramente a tua ostra!
sábado, 19 de abril de 2008
Ela é normalíssima. Relativamente jovem, saudável, inteligente. É sensual, o tipo de mulher que se quiser, não deixa ninguém indiferente. Não é má amante, é imaginativa e não tem problemas em satisfazer os seus parceiros. Mas nunca teve um orgasmo.
Também não era coisa que a preocupasse muito. Aliás, ela nem sequer ligava muito ao sexo, passando por alguns períodos de absoluto celibato. Não era por isso que a sua vida era triste. Era bastante preenchida, e talvez por isso não desse grande importância ao facto.
Não se achava anormal, mas às vezes tinha alguma curiosidade em saber como seria…
Tinha tido alguns encontros sexuais com diferentes homens. Tinha prazer, bastante prazer com eles, principalmente quando estava apaixonada. Tem neste momento uma relação com um homem que ama, apesar de não estar apaixonada. É uma relação bastante estável. Aparentemente, tudo está bem.
Ela não finge orgasmos, nem finge o prazer que sente durante o sexo, mas ainda não falou com o companheiro sobre esta sua dificuldade. No fundo, não lhe quer dar muita importância, não deixa de ser feliz por causa disso. Acha que poderá acontecer quando menos esperar. E espera. E espera… até que se farta.
Ela quer mais, quer melhor. Ela compra livros. Ela pesquisa. Ela experimenta.
Nada parece resultar, mas quebra uma rotina na vida sexual que dá prazer aos dois. Tenta falar com o companheiro, mas não consegue, não quer que ele sinta uma culpa que não tem, não quer que ele se sinta obrigado a esforçar-se mais. Por que acha que ele é excelente, faz tudo o que ela pede e mais ainda.
No meio das suas navegações internéticas, encontra relatos pormenorizados de mulheres que têm magníficos, frequentíssimos, fortíssimos e prolongados orgasmos. As histórias excitam-na por um lado, mas por outro fazem-na questionar-se sobre se aquilo é realmente possível, se não será apenas uma realidade hiperbólica gerada por imaginações férteis com pequenas pitadas de realidade.
Decide por isso entrar em contacto com uma dessas mulheres, depois de lhe devorar o blog.
Como é que eu sei estas coisas? Simples, sou a mulher do blog.
Recebi um mail dela. O título suscitou-me logo a atenção: “a mulher que nunca teve um orgasmo”. Em poucas linhas, de forma sucinta, ela levanta as questões que a atormentam, sem se revelar demasiado. É claro que fiquei cheia de curiosidade, e pensei que seria interessante conhecê-la melhor.
Como morávamos longe, bastante longe mesmo, continuámos a trocar mails e a conversar através da net. Fizemos algumas videoconferências. Ainda não nos conhecemos pessoalmente.
Reproduzo aqui alguns excertos de mails que trocámos.
Ela: É verdade que nunca me preocupei muito com “ela”. De vez em quando dizia-lhe Olá, mas nunca olhando muito “lá para baixo”.
Eu: Tens de seduzir, tens de namorar, tens de saber amar a tua vagina. Olha para ela. Vê-a ao espelho, tira fotos, desenha-a, faz o que tiveres de fazer para a observar, para a conhecer melhor. Fala com ela. Depois sente-a. Sente os pêlos que guardam a entrada. Sente a maciez, a humidade exterior. Entra lá dentro, sente a textura. Sente o cheiro, saboreia-a.
Ela: Eu tenho imenso prazer, às vezes pergunto-me se o clímax que sinto é o orgasmo. Ou serei insaciável? Como é que eu vou saber se tive uma coisa que nunca senti?
Às vezes penso que essa coisa do orgasmo feminino é um mito.
Como é que eu sei o que é um orgasmo? Como é que o identifico?
Eu: Não sei. É diferente de mulher para mulher. Mas acredita, quando o sentires, não vais ter dúvidas.
É tudo uma questão de controlo, ou melhor, de perda de controlo, do deixar ir.
Ela: Gosto muito mais de experimentar o sexo com o meu homem, sozinha não me dá tanto gozo. Acho que a coisa funciona muito melhor quando existe amor.
Eu: Tens de ser tu a descobrir-te. Não estejas à espera que seja um homem a fazê-lo. Se tu não souberes o que te dá prazer, ele mas dificilmente o saberá.
O orgasmo é uma manifestação de amor-próprio, bastante individualista, mesmo quando experimentado em simultâneo. Não entendo por que algumas pessoas deliram com orgasmos simultâneos, eu acho um desperdício. Gosto de sentir plenamente quando alguém se vem. Quando me venho ao mesmo tempo que a outra pessoa, quase não dou por isso.
Ela: Toco-me com os dedos. Sabe bem. Olho-me ao espelho, gosto do meu corpo, excito-me. Mas não consigo libertar a pressão. Gozo, sinto uma enorme excitação, mas se insistir, se intensificar, acabo por secar, por me magoar.
Eu: Conhece o teu corpo. Há muito boa gente que acha que a uretra e a vagina são o mesmo canal. Pelo menos quando se usa tampões percebe-se logo que isso não é assim! Estás a ver, a anatomia feminina foi muito bem pensada!
Estás a ver o teu clítoris? Esse botão onde começam os pequenos lábios é apenas a pontinha. Toca na parte de cima, onde os grandes lábios se encontram. Pressiona. Consegues senti-lo? É um tecido sensível, cheio de nervos, tem o dobro das terminações nervosas do pénis, enterra-se no interior do corpo e vibra todo, irradiando essa sensação pelo corpo no momento do orgasmo.
Exercita o teu sexo. Fazes ideia dos músculos poderosos que tens? Ginástica genital, tens de experimentar. É uma arte oriental milenar. É tão fácil! Excelente para prevenir incontinência urinária, sabias? Estás a ver os músculos que usas para controlar a urina? Experimenta da próxima vez que fores à casa de banho contraí-los. Quando os conseguires dominar… quando tiveres consciência do poder que tens entre as pernas… the world is your oyster.
continua aqui
Alguns links interessantes:
Neonantra estatísticas
Estatísticas chinesas
Política do orgasmo
Mistérios da sexualidade feminina
Ponto G
Pompoar
Pompoarismo
- manual em pdf
Estudo a decorrer sobre sexualidade feminina em Portugal
Livro Fantasias eróticas: Segredos das mulheres portuguesas,
de Isabel Freire
segunda-feira, 31 de março de 2008
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Olhar... (1)

Olhar quente, provocante… quase que promíscuo… foi isso que pensei de ti a primeira vez que te vi.
Depois, não sei bem como conhecemo-nos, tínhamos amigos em comum, pois foi, vários até.
Mas o teu olhar, cada vez que os meus olhos cruzavam com os teus, tinhas sempre aquele olhar… quente, deliciosamente quente, provocavas com o teu olhar, sentia-se isso, onde passavas, a tua presença fazia sentir-se.
A tua presença irritava-me, conseguias rapidamente ser o centro das atenções, não que fosses desinteressante, mas o teu olhar… perco-me no teu olhar…
Quando queres tens um olhar doce, meigo, o teu olhar arrepia-me!
Com o tempo fui-me habituando ao teu olhar, olhavas-me de forma lasciva, talvez por não te ligar muito (ok, confesso, fingia ignorar-te), o teu olhar fustigava-me de desejo, apetecia-me agarrar em ti e beijar-te!
Mas o que pensarias de mim, se fizesse tal coisa, mal nos conhecemos, mal nos falamos, é certo que frequentamos os mesmos sítios, olhas diversas vezes para mim, sempre com o mesmo olhar, quente, provocante…
Acendes-me o desejo, o meu corpo fica a arder em desejo, bem que queria tocar-te, beijar-te… mas não posso…
É certo que a concorrência é muita, tens sempre gente de volta de ti, há sempre alguém que se interessa… mas é certo que nunca te vi com ninguém.
Ao fim de, já não sei quantos tempo, em que trocamos olhares, em que o teu olhar alucina o meu desejo, falamos pela primeira vez, a tua voz é como o teu olhar, quente, provocante, emana desejo… porra! Desejo-te!
E lá fizemos a conversa de ocasião, olá, olá, tudo bem, tudo bem, prazer em conhecer, igualmente, o meu nome é… e o meu é… até o teu nome me acendia o desejo, ao pé de ti, não entendo porquê, mas o meu corpo termia, incendiava-se, excitava-se, o meu corpo explodia de desejo… mas não, tenho de me controlar, onde fica a casa de banho… vamos lá ver se ela não está a abarrotar de gente!
Ufff, que sorte tinha uma sanita para mim, sentei-me, toquei-me, senti finalmente um alivio, satisfiz-me mesmo ali, que sitio tão estranho para me masturbar, mas tinha de o fazer, precisava de me acalmar, na minha cabeça só via o teu corpo, o teu olhar, o teu olhar lascivo e provocante…
Que bem que sabe tocar-me… que pena não seres tu a tocares-me, porque sim, não vou logo à primeira vez com alguém para a cama, e para mais não tenho preservativos, não sei por onde andas… e concorrência não falta…!!!
Volto para o grupo, o meu corpo está mais calmo, a minha excitação física está aliviada… à falta de melhor termo.
Sento-me, num pequeno sofá que por ali estava, tu viste ter comigo, que também te querias sentar e que aquela confusão já aborrecia… e eu na minha normal bondade convidei-te a sentar, ou melhor a partilhar o sofá, o que vale é que ele era espaçoso ou então tinha de ser mesmo um em cima do outro… não é que a ideia não me agradasse…. Mas não seria o sítio indicado, nem que fosse porque a roupa que trazíamos não era a mais indicada para esse tipo de loucuras… não que sexo num lugar público não fosse… desafiante… nunca o fiz, e o meu corpo deseja o teu…
Mas pronto acabamos por ficar ali naquele canto à conversa, ficaste a saber o que eu faço, fiquei a saber o que fazes, idade, o teu cheiro… ficou-me no nariz o teu cheiro, tinhas um perfume suave, era agradável, e os teus olhos, finalmente pude olhar de perto para o teu olhar e analisa-lo, os teus olhos brilhavam, tinhas uma expressão doce, como sempre tens, mas via-se que sabias o que querias e como querias, desde que te comecei a observar ia analisando os teus pequenos comportamentos e garantidamente sabias o que querias!!!
Mas perco-me no teu olhar, simples, doce, meigo, penetrante, olhos verdes, olhos verdes estranhos, mudam de tonalidade… disseste-me que não distinguias algumas tonalidades de verdes…
Tem graça, olhos verdes… e não distingues os verdes!!!
Trocamos de telefones, e disseste que te ias embora, querias ir descansar, e eu… olha! Também vou! Isto também já deu o que tinha a dar, está na hora de ir para casa, acabamos por sair os dois.
Acompanhaste-me ao carro, despedimo-nos… bem que te queria beijar os teus lábios… são deliciosos, carnudos…
Mas foste tu que me beijaste… foi um momento sem palavras que possa descrever… foi suave, quente, ligeiramente húmido, os nosso lábios deslizaram um contra o outro, foi um momento único…
Despedimo-nos, e tu disseste-me, amanhã telefono-te!
Foi o meu momento de loucura total, embora exteriormente controlei-me, sorri, disse até amanhã, meti-me no carro e corri para casa.
Cheguei a casa, tomei um belo banho nocturno, não resisti e voltei a tocar-me, o meu corpo pedia-me, precisava de satisfazer o meu corpo, a minha excitação era mais que muita, que bem que sabe estar na banheira, com aquela água quente a cobrir o meu corpo, e eu com as minhas mãos a tocar-me… sabe bem….
(…) continuação aqui
domingo, 9 de dezembro de 2007
o grande O Lá
Começámos devagar, a saborear cada curva, monte e vale sem pressa de Lá chegar.
Tu já Lá tinhas estado e disseste-me como é bom. Foste e voltaste e eu continuei contigo ao meu ritmo.
Demorei a Lá chegar, mas quando assim é, sabe melhor a chegada.
O grande O estava à minha espera, como sempre, de braços abertos.
Nem sempre consigo abraçá-lo, mas desta vez consegui aproximar-me bastante e abracei-o calmamente, sentindo-o percorrer-me o corpo todo a partir do centro, numa explosão de prazer intenso. Não satisfeito, ele quer levar-me ao cume. Estou quase Lá. Aumento o ritmo da caminhada até ficar sem fôlego. Viva, vibrante, revigorada – o meu corpo grita, liberta-me a alma! Ah, que paisagem magnífica! Que viagem maravilhosa! Deixo-me levar pelas ondas que me invadem e levanto voo. É bom demais! É intensa, demorada, deliciosamente violenta esta viagem até Lá.
Fecho os olhos húmidos e deixo-me ir até a energia se esgotar e não ter mais forças, deslizo lentamente até ao chão e peço para me trazeres de volta, aninhada em ti saboreio os sentidos numa suave quietude.
sábado, 1 de dezembro de 2007
Ao Minete
Entre as pernas tenho um segredo
Segredo que quer ser beijado!
Mete a tua boca entre mim
Sinto a tua língua correr
Sinto a tua língua entrar em mim
Corre-a pelo meu segredo
Sinto o teu toque,
Sinto o prazer que me dás
Tocando-me assim de macio
Sinto a força da tua língua
Sinto o calor do teu beijo
No meu segredo
Do meu segredo, vem prazer
Da tua língua vem prazer
Venho-me com prazer na tua boca
Venho-me com loucura
Ao toque da tua língua!
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Uma sexta-feira passada...
Dá para nos afastarmos do PC, do stress do dia a dia, dos nossos pequenos vícios diários…
Cheguei, a casa estava vazia, ia passar a noite sem ninguém em casa. O resto do pessoal chega sábado, ter a casa só para mim de vez em quando sabe bem termos todo o espaço só para nós, é algo fantástico, posso fazer o que quiser sem ninguém me aborrecer.
Cheguei, mandei a tralha para um canto e fui comer qualquer coisa, que a fome já apertava.
Peguei o telemóvel, e liguei para umas amigas que fazia tempo que não as via e combinamos ir beber um copo depois de jantar.
E assim foi, eram dez e meia quando nos encontrámos, os beijos e abraços do costume, e por fim sentámo-nos num bar a conversar, quando estamos sem ver alguém por algum tempo, há sempre qualquer coisa para conversar, e a conversa é como as cerejas…
A noite passou-se rapidamente, quando olho para o relógio já é mais que horas de ir para a cama, venho para casa.
O meu corpo está moído de um dia de trabalho, não é que tenha um trabalho que faça grande esforço físico, na verdade não faço nenhum esforço, estar atrás de uma secretária num escritório… não cansa muito o corpo. Mas o meu corpo ressentia-se, e embora já fosse tarde decidi tomar um belo banho (eis outra maravilha de estar sem ninguém em casa, posso tomar banho a qualquer hora do dia ou da noite que ninguém se vai incomodar ou ralhar por estar a fazer barulho ou o quer que seja!). Lembrei-me que tinha no carro uns brinquedos bem engraçados que me haviam oferecido fazia tempo, mas que raramente tinha tempo e oportunidade para os usar, e pensei cá para mim, eis uma bela altura de os ir buscar!
Sem mais corri ao carro e trouxe-os comigo. Despi-me, o meu corpo estava sem roupa, com alguma excitação pelo meio, olho para os meus brinquedos e penso… por qual é que vou começar, eles são de vários tamanhos, uns meramente manuais e outros com pilhas… vou começar por um manual e mais pequeno, antes com a mão estimulo-me, sabe bem, o meu corpo começa a estar mais receptivo aos meus brinquedos, pego num dos mais pequenos e penetro-me com ele… sabe bem, tinha saudades de brincar comigo assim, de usar estes brinquedos em mim.
Sabe bem sentir o brinquedo dentro de mim, o meu corpo, move-se em si mesmo, ajuda-me a sentir o brinquedo, a estimular-me…
A excitação vai aumentando, e mais, e mais…
Detenho-me, vou para a casa de banho, tenho um chuveiro magnífico à minha espera, levo os meus preferidos comigo, brinco com ambos, a minha excitação volta a aumentar, cada vez mais, o meu corpo treme com a excitação, e mais, e mais…
Sinto que está próximo, o meu orgasmo aproxima-se, intensifico o uso dos meus brinquedos em mim, e o meu orgasmo aproxima-se, a água corre pelo meu corpo, a excitação aumenta, está a chegar…
Atinjo o pico, venho-me… sinto o meu corpo estremecer, deixo-me escorregar… sento-me, tenho-o ainda dentro de mim, deixo-me ficar assim um pouco, com o meu brinquedo dentro de mim e a água a escorrer pelo meu corpo…
Sabe bem estes duches a horas tardias, sabe muito bem, estimula-me a mente e o corpo.
Deliciosamente provocante
domingo, 14 de outubro de 2007
Adão e Eva no Paraíso
O calor daquela noite de Verão, apesar de estarmos à beira-mar, convidava a sair. Fui com um grupo de amigos ao nosso bar habitual. Havia entre eles um amigo pelo qual me sentia atraída. Era o meu fruto proibido! O bar tinha uma pequena pista de dança. Ao calor do álcool que me estimulava os sentidos, juntou-se o calor provocado pela proximidade do corpo do meu Adão que dançava comigo.
Quando menos esperava, ele agarrou-me contra ele e deu-me um beijo nos lábios. Afastei de imediato a minha boca da dele para lhe dizer ao ouvido que não o devia ter feito. Pior a emenda que o soneto! Enquanto lhe dizia isso não resisti a dar-lhe um beijo no pescoço. Esquecemos por momentos onde e com quem estávamos. Beijámo-nos intensamente!
Fomos dançando ao sabor dos nossos beijos cada vez mais ardentes. Os nossos corpos roçavam um no outro, sentia o teu sexo duro a encostar-se na minha púbis. Mais uns minutos naquele espaço e éramos acusados de atentado ao pudor! Tínhamos que sair dali.
Saímos sem nos despedirmos de ninguém e fomos para a praia. Aí ele deitou-me sobre a areia e começou a despir-me, a tocar-me a beijar-me. Retribui as carícias e os beijos dados. Quando ele chegou ao meu sexo e o lambeu enquanto os seus dedos entravam em mim, senti que o céu que avistava estava mais próximo, quase conseguia tocar as estrelas. Quis que também ele sentisse o mesmo!
Agora era o meu Adão quem estava deitado, enquanto eu, de joelhos paralelos ao seu pescoço, insinuava o meu rabo para o seu rosto. Baixei-me e meti o fruto desejado na minha boca. Por essa altura já ele tocava com a língua no meu clítoris de forma ritmada e com os seus dedos estimulava os meus buraquinhos mágicos.
Sentia o meu orgasmo a aproximar-se, já não conseguia conter os meus gemidos ofegantes. Aumentei o ritmo da minha boca sobre o seu sexo e comecei a sentir o corpo dele contrair-se até ao espasmo final. Veio-se na minha boca, contagiou-me com o seu prazer, enlouqueceu-me… Ofereci o meu orgasmo aos seus lábios! Tocámos ambos o céu…!
Descemos à terra num abraço terno, apenas com as estrelas como cúmplices da nossa partilha, do nosso prazer!
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Fala-me de Orgasmos

Que é bom, já sabemos. Gostávamos de saber o que te dá prazer, te faz chegar ao êxtase total. Como gostas de provocar um orgasmo a quem que está contigo? No que é que pensas? O que vês? O que ouves? O que cheiras? O que saboreias? Onde tocas? Dor? Vibração? Contracção? Alívio? Transe? Onde, como, quando, porquê?
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Masturbação

O meu corpo já sentido de um dia de escritório queixava-se, mas, o que tem de ser, tem mesmo de ser, peguei na minha bicicleta e fui pedalar um pouco, as curvas do tempo começam a aparecer, um bom passeio de bicicleta sempre ajuda a queimar umas calorias, nem que seja para depois as recuperar rapidamente numa saída à noite no fim-de-semana!
Depois de dar um belo passeio, foi bem mais de uma hora a pedalar, o meu corpo estava completamente em suor, banheira, onde está a minha bela banheira?
Dispo-me, olho para o meu corpo, agora sem roupa, todas as minhas curvas estão à vista, todo o meu ser está agora à vista. Estou de frente para um espelho grande que tenho na sala, olho para mim, vejo-me sem roupa…
Não sei bem porquê, mas toco-me, ou melhor acaricio-me, excito-me, mas tenho de ir tomar banho!
Abro a torneira, deixo a água aquecer, entro na banheira, tenho o chuveiro aberto, deixo a água correr pelo meu corpo, sabe bem, depois de um esforço físico, sentir a água correr pelo nosso corpo, volto a tocar-me, sabe bem, é excitante, sentir a água correr pelo nosso corpo, e ir tocando-nos, instintivamente levo a minha mão ao meu sexo, acaricio-me…
Saco do chuveiro, aponto-o para mim para o meu corpo, para o meu sexo, sabe bem sentir o jacto de água assim no nosso sexo, excita-me.
A excitação aumenta, toco-me, agora com mais intensidade, passo as mãos pelo meu corpo, acaricio-me, masturbo-me, primeiro com calma, vou aumentando a intensidade à medida que a excitação aumenta, sabe bem, a água cai por cima do meu corpo, imagino-me que não sou eu que me masturbo, que está mais alguém aqui comigo, que me toca, que me acaricia, que me masturba…
Hummm
Sinto que o orgasmo está perto, sim estou a vir-me, venho-me…
A água continua a correr sobre mim, sobre o meu corpo, excitado pelo orgasmo…
Tomo banho, seco-me, estico-me na cama, não tenho roupa, deixo-me estar, assim sem roupa em cima da cama, relaxando, saboreando o orgasmo já passado, sonhando em partilhar esta sensação.
Toca-me,
Toca-te,
Sente-me,
Sinto-te,
Provoco-te,
Provoca-me!
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
A minha primeira aventura (4ª parte)
2ª Parte
3ª Parte
(…)
Os brinquedos…
Como ia dizendo, também eu queria brincar, ou melhor, que brincassem comigo.
A minha amiga por esta altura está “sem fôlego”, deixa-se ficar um pouco, depois de me agarrar, ela abraça-me com força, dizendo que era muito bom estar ali, que aquela noite estava a ser maravilhosa, que nunca tinha tido tanto prazer e tão intenso como naquela noite.
De repente levanta-se, “empurra-me para o chão”, a minha amiga virou “dominadora” e sabe muito bem, estar sob o “domínio” dela.
Sinto os lábios dela no meu corpo, já os havia sentido antes, e continua a saber muito bem, sinto a língua dela a correr pelo meu corpo, no meu peito, porra que bem que sabe!
Sinto-a, sinto-a de uma forma que nunca na vida tinha imaginado senti-la, toca-me no meu sexo, sinto a língua dela das virilhas, também eu tinha me depilado, pelos é coisa que não existe, a minha pele está macia, lisa, suave, sinto a língua dela do meu sexo, sinto e estremeço o meu corpo arrepia-se só com a passagem muito ao de leve da língua dela pelas minhas virilhas, sinto-a ela lambe-me, beija-me acaricia-me, masturba-me, hummm!!!!!!!
Ela manda-me virar, sinto a língua dela do meu rabo, sinto a língua dela dentro do meu rabo, porra que sabe bem!
Sinto que os brinquedos estão perto, sinto algo a tremer próximo de mim e a escorregar pelo meu corpo, sinto-o a entrar dentro de mim, é confortável, tal como a minha amiga diria, tem o tamanho certo, sinto-o, não imaginaria que era tão agradável, o meu amor soube bem escolher!
Ela continua a dar-me prazer, tenho de mudar de posição esta posição é boa, mesmo boa, mas as minhas pernas já não se aguentam, viro-me de frente, e tenho a minha amiga na minha frente, vê-se que está extremamente excitada, ela masturba-se enquanto me penetra, eu beijo-a, beijo-a intensamente, ela domina-me, empurra-me para o chão e volta a penetrar-me, é bom, muito bom, e agora posso olhar para ela, sentir a sua excitação, sinto que estarei próximo do orgasmo, a minha amiga continua loucamente a penetrar-me com o brinquedo e a masturbar-se, ela também está próxima do orgasmo, vimo-nos, temos um orgasmo em simultâneo, os nossos corpos estão suados e oleados (é bom não esquecer que eu antes tinha massajado a minha amiga, e usado bastante óleo).
Ficamos no chão, deitadas, beijamo-nos, mimamo-nos, os nossos corpos estão cansados, a nossa respiração é ofegante, os nossos corações batem velozmente.
Olho para o meu amor, está no mesmo sítio, vi que estava sem uma boa parte da roupa, masturbou-se enquanto assistia, tem de ser compensado! Mas vai ter de esperar este momento é meu e da minha amiga!
(…)
Passou-se algum tempo, segundos, minutos não tenho bem certeza, o meu corpo recuperou, sentia-me bem, a minha amiga também já estava recuperada, votamo-nos a beijar, já não me lembro se disse, mas adoro beijar a boca da minha amiga!
Levantamo-nos e vamos ter com o meu amor.
Pegamos-lhe nas mãos e puxamo-lo para o nosso meio. Digo à minha amiga para beijar o meu amor, ela olha para mim meio sem saber o que dizer o que fazer, o meu amor também, mas eu digo-lhes para não recearem e beijarem-se, tocarem-se, sentirem-se.
E assim foi, ela tocou, beijou sentiu o meu amor, e eu fiquei a ver por uns momentos e por fim também fui à carga, partilhei o meu amor com a minha amiga, beijos, toques, carícias, sexo, suor, ouve de tudo nessa noite, acabou por ser uma noite de muito prazer, ver e sentir, fazer amor a três, na mesma cama, na mesma noite, acabamos os três a dormir agarrados numa mistura de pernas braços e troncos, mas confesso que ele ficou um pouco à margem, e aproveitei para estar com ela o máximo de tempo possível, para a sentir como na verdade nunca a tinha sentido, era uma situação nova para as duas, mas ambas gostamos do que fizemos e como o fizemos, uma experiência diferente, nenhuma estava preparada para aquela noite, para o que aconteceu, mas foi bom, muito bom, foi a minha primeira aventura.
Ao meu amor devo em parte a oportunidade que nos deu, como é que ele preparou tudo não sei, nem a minha amiga sabe, pode ser que um dia nos conte. Mas agradece-lhe, por nos respeitar, por nos dar espaço, por saber partilhar e aceitar partilhar.
Podia acabar por aqui, mas ainda tenho um domingo soalheiro para aproveitar para estar com as duas pessoas que me são mais queridas, o meu amor, e ela a minha amiga.
(…)
terça-feira, 2 de outubro de 2007
A minha primeira aventura (3ª parte)
2ª Parte
(...)
(Sábado pela noite dentro...)
Depois do jantar ficámos por casa a conversar, a casa era pequenina, e passámos para a sala que antecedia o quarto nas águas furtadas, era um espaço agradável e amplo, tivemos que procurar almofadas para nos sentar pois não havia nenhuma cadeira ou sofá naquele espaço que vou passar a chamar de sala.
Encontrámos uma pequena aparelhagem que segundo lá dizia lia MP3, o que até deu jeito, já que tínhamos trazido uns CDs nesse formato, lá escolhi um com música calma para podermos apreciá-la e podermos estar a conversar.
Embora fosse um dia quente de primavera, as noites ainda estavam ligeiramente frescas, acabámos por juntar mais, sempre nos íamos aquecendo...
A minha amiga, queixou-se com algumas tensões no corpo, estava moída da viagem, e já estávamos ali à conversa fazia algum tempo, e o corpo começa a cansar-se, eu ofereci-me para lhe fazer umas massagens, e ela acedeu rapidamente, e lá ela se posicionou de forma que eu lhe pudesse começar a massajar as costas, e lá comecei a fazer-lhe umas pequenas massagens, mas como ela estava vestida não me estava dar grande jeito para a massajar devidamente, e perguntei-lhe se ela não se importava de se despir, ou pelo menos de tirar alguma roupa, de modo a que se sentisse mais à vontade mas sem se sentir intimidada, e ela disse logo que não tinha problema nenhum em tirar a roupa, afinal estava junto de duas pessoas em quem tinha total confiança e intimidade, vê-la em roupas intimas não seria por parte dela problema algum, e assim o fez, despiu-se, calmamente por sinal, e pude admirar enquanto ela se despia o corpo dela, não sei porquê mas excitava-me.
O meu amor, enquanto ela se despia, foi buscar o óleo que na noite anterior tinha usado em mim, e sussurrou-me ao ouvido:
- Amo-te! Estás por tua conta!
Colocou-se num canto da sala próximo de nós. E pensei eu, tu lá sabes onde queres sentar!
E com calma comecei a massajar a minha amiga, agora com o óleo é muito mais fácil, ela estremecia ao meu toque, perguntei-lhe se podia desapertar-lhe o soutien e ela disse-me que sim, e relembrou-me que estávamos entre amigos íntimos, que tinha total confiança em nós e de modo algum se sentiria incomodada por estar como estava!
Eu senti um orgulho enorme na minha amiga e na confiança que ela depositava em mim.
Continuei a massajar com a minha habitual calma e agora sem o soutien até era mais fácil, ela continuava estendida no chão e eu com as mãos a percorrer-lhe as costas, perguntei se lhe podia massajar todo o corpo, e ela disse:
- Claro que sim! Isso nem se pergunta, massaja onde tu quiseres, como tu quiseres, estou nas tuas mãos!
É claro que isto é uma grande responsabilidade, mas continuei, comecei a massajar-lhe os pés, tinha decidido começar numa ponta e acabar noutra, assim estimulava-lhe todo o corpo de forma organizada (e é como mandam os livros de massagem).
Comecei por massajar-lhe os pés de depois as pernas, uma de cada vez a direita e a esquerda, ela, e eu sentia isso nas minhas mãos à medida que lhe ia tocando, estremecia, sentia que estava a ter prazer, era estranho vê-la ali a ter prazer pelas minhas mãos. Mas lá continuei, pés, joelhos, tornozelos, pernas, rabo – ela trazia uma cuequinha fio dental muito gira que me deu jeito para lhe massajar o rabo, embora tenha ficado com a impressão que estava mais a apalpá-la do que a massajar, mas ela não se importou rigorosamente, pois quando cheguei ao rabo e comecei a tocar a medo, ela própria me relembrou que estava à vontade.
Mas até aqui tudo estava bem, mas agora queria massajar a parte da frente do seu corpo, e um pouco timidamente e meio a olhar para o meu amor que continuava no mesmo sitio, disse à minha amiga se queria que eu parasse ou se gostaria que eu continuasse a massajá-la mas agora pela frente, e ela levantou-se sorriu-me, deu-me um beijo quase junto da minha boca, os seus lábios praticamente tocaram nos meus, não sei porquê mas estremeci com aquele beijo, virou-se e disse:
- Não percebo porque é que fazes perguntas tolas, já te disse que estás à vontade, massaja-me como quiseres e onde quiseres, eu somente aproveito o que me quiseres dar.
Enchi o peito de ar, continuava a sentir uma sensação estranha, um nó na barriga, um pequeno nervosismo, a situação era nova para mim, um pouco estranha, mas fui eu que me meti nesta situação e agora tinha de me amanhar e fazer aquilo que me tinha comprometido a fazer, massajar a minha mais querida amiga.
Comecei novamente pelos pés e pernas, passando a mãos muito perto da sua pequenina cueca, ela disse-me:
- Espera um pouco.
E sem demoras tirou a cueca (que por sinal bem giras como já tinha dito), tremi, nunca tinha visto a minha amiga nua, estava toda rapadinha, nem um pelito sequer, não sei porquê estremeci, o nó na garganta parecia aumentar, até uns pequenos arrepios de frio, e isso era coisa que não tinha, isto de massajar aquece-nos. Continuei a massajá-la, algum óleo escorria-lhe da barriga para as virilhas, e demais partes íntimas, toquei-lhe nas virilhas um pouco a medo, ela nada disse, continuei para cima, uma boa massagem na barriga é sempre agradável, e bem verdade isso é, a minha amiga estremecia cada vez mais ao meu toque, massajei-lhe uma mão e o braço, e depois fiz o mesmo à outra mão, tive de tirar alguma roupa que trazia vestida, o calor já era algum, o meu amor, remexeu-se um pouco no lugar em que estava, pensava que não queria que eu me despisse, mas rapidamente percebi que tinha era posto a roupa onde não devia e ia arriscar-me a sujar a roupa, uma roupita nova que havia comprado fazia uns tempos para uma ocasião de sair à noite com o meu amor.
Mas pronto, estava eu a pensar que estava quase a terminar as massagens e já a começar a comentar se ela tinha gostado quando ela me diz:
- E então o meu peito?
Agora sim, o nó que tinha na garganta apertou-se mais, tremi! A minha amiga queria que eu lhe mexesse no peito (por sinal bem interessante, bonito, tinha os mamilos espetados, ela depois disse-me que é normal tê-los assim quando eles apanham ar. E muito timidamente comecei a massajar os peitos da minha amiga, que situação tão estranha!
Mas bem, lá ganhei coragem, e fiz-lhe uma massagem ao peito, dei mais um jeito aos ombros e pescoço (tive de lhe pedir que se sentasse para lhe massajar o pescoço), e acabei a massajem dando-lhe um beijo no pescoço (é uma espécie de imagem de marca que tenho).
De repente estou de frente para a minha amiga, e não resisto, dou-lhe um beijo, um belo beijo naqueles lábios brilhantes da minha amiga.
Afasto-me, viro-me para o meu amor e está no mesmo sítio, parece que está a apreciar, fazendo sinal do tipo, não tenho nada a ver com isso, não foi a mim que me beijaste.
A minha amiga está a olhar para mim, também meio atrapalhada notava-se na cara dela, do tipo isto nunca me tinha acontecido, virei-me novamente para ela, estou a olhar para ela e ela olha para mim, ela levanta a mão e toca-me na cara com ela faz-me uma carícia, e faço-lhe o mesmo, instantes depois voltamo-nos a beijar, desta vez temos certeza no nosso intimo que queremos fazer isso, mas ao mesmo tempo, e o meu amor, o que pensaria do que tinha feito, do que já me passava na cabeça fazer? Estava no mesmo sítio, com um sorriso um pouco tonto nos lábios, e fez-me o mesmo abanar de mãos que já tinha feito, sacudindo-as, como que diz (e de facto era o que estava a dizer-me) metes-te nessa situação agora desenrasca-te, eu estou aqui no meu cantinho a apreciar, se estás a gostar... diverte-te!
Voltei-me para a minha amiga e lá estava ela, nua, parecia que estava à minha espera, ela segredou-me ao ouvido:
- Não sei o que vai acontecer aqui hoje, mas esta é a minha primeira vez!
Eu sorri-lhe e disse-lhe também ao ouvido:
- Também é a minha!
Voltamo-nos a beijar, tinha-a ali nua à minha frente, não fui capaz de resistir e tomei-a para mim, beijei-lhe o corpo – ainda bem que o óleo tinha um sabor agradável – beijei-lhe o pescoço, os ombros, os seios, ai os seus seios, definitivamente adoro beijar-lhe os seios, são tão macios, suaves, e com os mamilos sempre em pé, onde lhe vou dando muito suavemente umas dentadas. Sei que ela estremece, geme, sinto que está a ter prazer, isto tudo é diferente, mas ao mesmo tempo nada me é estranho.
Beijo-lhe a barriga, as virilhas, tenho a minha língua no sexo dela, sabe bem, toco-lhe com os dedos enquanto lhe faço um minete, ela geme, estremece, contorce-se, ela vem-se, sinto o orgasmo dela junto de mim, os meus beijos nela continuam, beijo-lhe a boca de forma profunda, fecho os olhos, deixo-me ir, deixo-me estar, quando dou por mim, é ela que me domina, começa a despir e agora apercebo-me que ainda tinha roupa com o calor da minha excitação até disso me esqueci.
Ela despe-me com muito jeitinho, dá-me uma sensação de muito carinho e cuidado, estou de roupa interior, também bastante bonita a minha roupa interior, tinha-a escolhido propositadamente para esta noite, para "dar" ao meu amor, e por falar nisso, lá estava o meu amor, no mesmo sitio, com um sorriso meio tolo, como que dizendo diverte-te!
A minha amiga despiu-me a minha roupa interior por fim, ela tem jeito, ou pelo menos mais jeito do que certas pessoas que eu cá sei.
Estamos frente a frente sem roupa, ela empurra-me para o chão, beija-me, tal como eu a beijei, o meu pescoço, o meu corpo, o meu peito, trata-me tal como eu a tratei, mas agora sou eu que estremeço de prazer, gosto dos beijos dela, sou doces os beijos dela, e como ela é mais pequena do que eu, até parece que a própria boca dela é mais pequena, os beijos sabem-me muito bem, adoro aquela boca!
Agora é ela que me beija no sexo, sinto a língua dela, sinto a boca dela, sinto os dedos dela, hummm, a minha respiração aumenta, a minha excitação aumenta, sinto o meu coração a trotar, sinto que vou....
Vim-me, que belo orgasmo, o prazer é mais que muito, é extenuante, ela volta para junto de mim, beija-me calmamente, ficamos assim um bocado, sabe-me muito bem.
(...)
A noite que até parecia que ia já longa, afinal ainda agora tinha começado.
Por momentos pareceu-me que o meu amor se tinha ido embora, mas afinal lá estava no mesmo sitio, com o mesmo sorriso, deve ter ido à casa de banho, sei lá, sinceramente naquele momento, e o meu amor que me perdoe, não estava a pensar o que lhe tinha acontecido, era demasiado bom estar com a minha amiga, era uma situação diferente, nova, mas muito boa.
(...)
Afinal o meu amor, tinha ido buscar uma pequena mochila que colocou perto de nós (começo a desconfiar que o meu amor sabe mais do que aparenta!) fomos ver a mochila e tanto eu como a minha amiga ficámos sem saber bem o que dizer ou fazer, lá dentro tinha alguns brinquedos que trabalham a pilhas...
Gostei do que vi, embora a admiração fosse alguma, a cara da minha amiga não era diferente da minha, via-se que olhava para mim com uma cara de... nem sei bem o quê!
Certo é que concordamos que tínhamos de experimentar os brinquedos!
Peguei num, não muito grande, diria que tinha o tamanho certo, verifiquei e tinha pilhas, nunca tinha tocado numa coisa daquelas era engraçado, ter uma coisa na mão a tremer, virei-me para a minha amiga, que naquela noite era mais que amiga, era a minha amante!
Voltei a beijá-la, voltei a acariciá-la, a tocar-lhe, penetrei-a com o brinquedo enquanto que com a minha língua lhe tocava no clítoris, ela estremecia cada vez mais, eu não parava, ela estremecia, um brinquedo entrava e saía, entrava e saía, entrava e saía, entrava e saía, ela gemia, estremecia, beijávamo-nos, eu acariciava-me enquanto brincava com a minha amiga, a minha excitação não era maior, quem diria, estava a ter prazer sem quase necessidade de fazer o quer que seja, mal me tocava...
A minha amante "explodiu" num orgasmo, eu também me vim, soube-me bem vir assim, ela respira ofegante, eu sentia o meu coração bater loucamente, a minha excitação também era grande, ela puxa-me para junto dela, beija-me, abraça-me, ficamos assim.
Mas eu também quero experimentar os brinquedos!!!
(…)
4ª Parte
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
A minha primeira aventura (1ª parte)
Era um dia de primavera, uma sexta-feira, não me lembro bem de que mês, mas até estava um dia muito agradável, o tempo estava quente, e era bem convidativo a vestir umas roupinhas leves e frescas, e ao fim da tarde depois de um dia de trabalho ir até uma esplanada à beira mar era muito bom.
O dia foi um pouco complicado, logo hoje que tinha coisas combinadas para a noite, um jantar romântico e um fim-de-semana longe de casa. Mas no trabalho alguém se lembrou que numa sexta-feira à tarde era dia de trabalhar pela semana inteira e de repente o trabalho avolumou-se na secretária, mas consegui despachar as coisas e sair do trabalho não muito para lá da hora normal (só me safei uma hora depois).
Lá fui eu para casa a correr, e ainda tive de passar pelo supermercado para comprar umas coisitas urgentes que me faziam falta.
Tomei um belo banho, embora fosse um belo banho a correr pois eu já estava a ficar sem tempo, e tinha o jantar combinado no restaurante para as 20.30.
Tomei banho, produzi-me tanto quanto pude e arranquei. Finalmente cheguei ao restaurante, são 20.50, o atraso não foi muito grande.
Jantamos os dois juntinhos num canto do restaurante, era agradável aquele restaurante, não tinha muita gente, e a comida estava soberba. Dali saímos e fomos ao cinema ver um filme que tinha estreado por esses dias, era um filme engraçado, para início de noite não estava mal.
Eu sabia que ia haver uma surpresa, mas não sabia bem qual, tinha trazido comigo uma pequena mala com roupa para o fim-de-semana, e depois do filme arrancamos um pouco para o “desconhecido” não sabia para onde ia, mas uma “aventura” no desconhecido parecia-me ser interessante.
Afinal, não fomos assim tão longe, estávamos pouco mais ou menos 30/35 quilómetros de casa, mas estávamos suficientemente longe de casa, chegamos a uma pequena moradia, simpática com um R/C e um sótão (pensava eu) que afinal eram umas águas furtadas e era onde estava o quarto onde íamos ficar.
O quarto estava à meia-luz, era muito agradável, e depois de um dia cheio de trabalho aquele quarto era o lugar mais acolhedor do mundo e estando na companhia da minha cara metade, aquele lugar era sem sombra para qualquer dúvidas o lugar mais seguro do mundo.
(…)
Deitamo-nos, senti as mãos no meu corpo, estremeci por completo, hummm, umas belas massagens agora vinha mesmo a calhar… e não é que tenho direito a elas, um cheiro perfumado corre pelo meu corpo, é um óleo com essência de, parece-me, canela, bem ao certo já nem sei muito bem, os meus sentidos estão ligeiramente deturpados, sei que o cheiro é muito agradável, e as massagens ainda melhores, hummm tão bom, sabe mesmo bem sentir o nosso corpo ser massajado por umas mão assim tão firmes e que sabem exactamente onde nos tocar, acho que a melhor coisa que pode haver é mesmo uma massagem feita pela nossa cara metade, sabe sempre onde nos tocar, é estimulante, é um prazer enorme.
Depois de trocarmos umas carícias, que não foi mais que isso, acabei por adormecer, muito leve, e só me lembro de um beijo de boas noites, e a pensar cá para mim… que bela surpresa (mal eu sabia que a surpresa ainda estava para chegar)
(…)
2ª Parte
3ª Parte
4ª Parte
domingo, 23 de setembro de 2007
Uma noite diferente
De repente pressenti que alguém entrava naquela sala e que se aproximava de mim, o meu coração batia fortemente (tal como agora bate enquanto escrevo estas palavras), aproxima-se, sinto-lhe os passos firmes e decididos, não sabia quem era nem o que queria mas deixei-me estar, nervoso e inquieto o meu coração batia cada vez mais depressa nervoso e inquieto a minha garganta estava seca e eu cada vez mais me apercebia da excitação que se apoderava do meu corpo, por fim senti um corpo junto ao meu, não sabia de quem era, certeza tinha eu, da minha namorada não era de certeza se fosse ela eu sabia, quem era? Ainda hoje estou para descobrir, mas no meu íntimo prefiro assim não saber quem era é mais… sei lá, mais engraçado ficar neste suspense de olhar para as pessoas e imaginar quem era.
Mas voltando um pouco atrás, essa dita pessoa, aproximou-se de mim e tocou-me, eu estava de costas e nem sequer me mexi, entretanto senti a mão a tocar-me a acarinhar-me a correr a sua mão pelo meu corpo, e beija-me no pescoço, ou no pouco que estava na altura visível, desaperta-me a gravata, sempre por detrás de mim, não sei como é que consegui, mas assim foi, tirou-me a gravata e desapertou-me um pouco a camisa, agora já sinto a sua boca com mais vigor no meu pescoço, de seguida começa a despir-me vagarosamente com muito cuidado mas ao mesmo tempo com muito carinho, acho que posso dizer assim. Já estou em tronco nu, agora sinto a sua boca no meu corpo no meu peito, no meu pescoço, e por fim na minha boca (beijava muito bem acho que é importante referenciar isto, e eu enquanto escrevo isto e me lembro do acontecimentos continuo a ter o meu coração a bater de excitação a recordar aqueles momentos, até o meu pénis se pronuncia sobre essa excitação), ainda não me apercebi bem de quem era mas, tal como tinha prometido à minha namorada não disse nada, deixei-me ir aproveitando o momento que estava a ser muito agradável e excitante. De seguida desaperta-me as calças e por fim tira-mas, e lá estou eu, tenho que concordar que, se fosse noutra situação era um bocado constrangedor, e como eu ia dizendo, lá estou eu, neste momento quase nu, só com uma pequena cuequinha de fim dental, uma cueca gira, muito simples de cor escura, e bastante confortável, é um bocado constrangedor para um homem ser visto assim por alguém que não conhece, mas pronto, adiante. Agora sinto que se está a despir, foi rápido confesso nem dei pelo tempo passar, só sei que naqueles momentos de espera estava um pouco a tremer com a excitação, mas apercebi-me que já estava, diga-mos numa condição idêntica à minha (!). Agora sim, sinto o corpo desta minha surpresa, sinto por detrás de mim, a beijar-me as costas, é agradável, sinto o seu respirar, profundo e intenso, era um respirar seguro de si. Passa as mãos na minha anca e roça-se em mim, senti algo estranho, faltava-lhe qualquer coisa, ou tinha qualquer coisa que se calhar não deveria ter (bem se não tivesse ainda era mais estranho!), o que era, pois embora me tivesse tocado, se calhar a palavra mais correcta era roçado em mim muito rapidamente mas convictamente. Agora tira-me as cuecas, estou nu, completamente excitado a prova disso era o meu pénis que estava em pé parecendo uma arma apontada pronta a disparar.
Tomei uma decisão! Estava a “minha surpresa” a acariciar-me o pénis muito cuidadosamente, com as mãos e com a boca, sabia-me bem, mas eu não podia deixar avançar sem saber minimamente com quem estava, peguei-lhe não mão, a pessoa que estava comigo levantou-se, não disse uma única palavra, eu também não, nunca dissemos uma única palavra durante todo o tempo que estivemos e passamos, até se ir embora, levantou-se e agora fui eu que beijei e comecei a passar-lhe as mãos pelo corpo, também só tinhas as cuecas vestidas e também eram do tipo da minha, eram de “fio dental”, finalmente percebi com quem estava, com um homem, também ele muito excitado, fiquei um pouco abananado, respirei fundo, das duas uma ou continuo e deixo-me levar, ou viro as costas e vou-me embora… voltei a respirar fundo, beijei-o de forma intensa, e pensei para mim, que se lixe, se ela me deu esta surpresa lá terá as suas razões, e até agora estou a gostar, vamos em frente, e continuei a beijá-lo, agora SOU eu que lhe tiro as cuecas, também o seu pénis está rijo e firme como o meu.
Deitamo-nos no chão naquela espécie de cama que ali estava feita, sinto o seu corpo junto do meu, os nossos sexos tocam-se, deveras excitante, ele passa a língua PELO meu corpo, muito cuidadosamente, muito… não sei, sabia-me bem, detém-se junto do meu pénis começa a beijá-lo e por fim chupa-o como se fosse um gelado, sabia-me bem, era… não sei talvez por ser um ele e não uma ela, parecia-me diferente, finalmente venho-me, e tenho a primeira “explosão” de prazer visível da situação (desde que ele me tinha começado a tocar que eu estava a ter prazer), vai subindo, o meu sémen escorria-lhe pela boca e agora estava no meu corpo, volta a beijar-ME na boca, passando o pouco do restava do meu sémen para a minha boca, que eu engulo, fincando assim os dois com o mesmo sabor na boca. De repente reajo, agora sou eu que estou por cima e sou eu que beijo o corpo deste fulano, cheirava muito bem, não sei o que era mas cheirava muito bem, vou-me deslocando por seu corpo, brinco com os bicos do seu peito tal como ele me fez a mim, mordiscando-os muito cuidadosamente, depois deixo-me correr elo seu estômago ate chegar ao seu pénis (mais um dilema para mim chupo ou não chupo?) rocei nele com a minha face, um pouco peganhenta de algum sémen que tinha ficado perdido nela de um beijo anterior, senti o seu pénis na minha cara, rocei nele com ela era agradável, nunca tinha estado numa posição daquelas, começa a passar a língua por ele, muito calmamente, mordisco-lhe a cabeça do pénis, sabia-me bem fazer aquilo e depois enchi o peito de ar e comecei a chupar-lhe o pénis entrevalando com umas lambidelas e umas mordiscadelas, sentia que ele estava a gostar, à coisas que um homem não pode disfarçar, até que por fim agarrei-me ao pénis e usando a cabeça e a boca ia friccionando o seu pénis de forma ritmada e calma, até que por fim ele veio-se na minha boca, senti pela primeira vez na minha vida o que é uma pessoa vir-se na nossa boca, senti o gosto quente (e até relativamente saboroso) do seu sémen deixei que ele corresse pelo canto da minha boca e pelo seu corpo e ia subindo até a sua boca, onde (um pouco por vingança também) lhe depositei o pouco que restava do seu sémen; agora estou eu por cima dele sito as suas mãos percorrerem as minhas costas até ao meu cu, era agradável, mas sabia-me muito bem sentir os nossos corpos já sujos e suados tocarem-se, viro-o de costas, para o deixar recuperar desta primeira aventura, beijo-lhe as costas, passo-lhe a língua por ela até chegar ao seu rabo, também cheirava bem, beije-lhe o rabo e com a minha língua procurei o buraco do seu rabo, passei com a língua por ele, senti-o gemer de prazer tentei enfiar a língua do buraco (um pouco difícil, mas consegui), continuei a faze-lo até os meus maxilares ressentirem-se, então já sabia estava na hora, subi, agora estava deitado sobre as costas dele, e possui-o, penetrei com o meu pénis no interior do seu corpo estava dentro dele, assim estivemos até eu me vir.
Caí para o lado, estava ofegante e embora não tivesse já aquilo a que nós chamamos de tesão continuava a sentir-me excitado, o que iria acontecer agora?
Ele, volta a beijar-ME de forma intensa na boca, faz-me rebolar, agora sou eu que tenho as costas à sua disposição, sinto o seu corpo em cima do meu, era agradável, ele beija-me o pescoço, as costas, as pernas (não me tinha lembrado de lhe beijar-lhe as pernas), detém-se no meu rabo, mordisca-mo, era como se me fizesse cócegas com os dentes, mas ao mesmo tempo não eram cócegas, era agradável, agora é ele que me põe a língua no buraco no meu cu, é agradável, sabia-me bem sentir a língua dele, assim húmida a passar por aquele sítio, estava a dar-me muito prazer, eu já estremecia, e embora estivesse cansado o meu corpo começava a dar sinais de excitação. Ele desloca-se sobre o meu corpo, sinto o seu pénis a passar pelas minhas costas, a tocar no meu rabo, sinto o pénis dele a “acariciar” o meu rabo, de repente sou penetrado, sinto o seu pénis dentro de mim, eis algo de diferente que eu nunca tinha experimentado (embora confesso tivesse curiosidade em saber e sentir o que era a penetração), e ali estou eu, com ele por cima de mim, com uma parte do seu corpo dentro de mim, transpiramos, a noite estava quente, e ele continuava, eu sentia o seu pénis dentro de mim como que a entrar e a sair mas sem nunca sair, ele vêm-se, sinto o seu sémen a entrar dentro de mim, sinto uma coisa quente que corre pelo meu interior, uma sensação estranha, mas agradável, ele pára, está deitado em cima de mim, dentro de mim, assim quietos sem nunca termos dito uma palavra um ao outro, a única coisa que se poderia ter assemelhado a palavras foram os gemidos de prazer que tínhamos produzido, ele continua dentro de mim beijando-me carinhosamente o meu pescoço, tento virar a cara para o beijar, é um pouco difícil, mas lá consigo, ainda senti o sabor do meu sémen na sua boca, tal como ele deve ter sentido o sabor do dele na minha boca, as nossas línguas, mais uma vez tocam-se junto com os nossos lábios, era… agradável estarmos assim. Por fim ele sai de dentro de mim, eu estava muito excitado, o meu pénis voltava a estar teso tal como nos primeiros momentos que nos tocamos, sinto o seu sémen a escorrer, a sair de mim e a escorrer pelas minhas pernas, era uma sensação agradável. Estamos frente a frente, eu sem o ver, ele, não sei, provavelmente via-me, toca com a sua mão no meu pénis e acaricia-o com muito cuidado, eu faço o mesmo, beijamo-nos, a sua boca contra a minha, os seus lábios contra os meus, as nossas línguas dentro das nossas bocas friccionam-se, tocam-se, era um beijo muito quente, eu não resisto, quero mais, volto a passar a minha língua no seu rabo, naquele buraquinho que hoje ME parecia algo de muito especial, agora ao passar a língua pelo seu rabo sinto os restos do meu sémen que ficaram por ali, é uma sensação entranha, um sabor também ele muito estranho, mas muito agradável, volto a possuí-lo com todo o meu vigor, até que por fim venho-me, mas agora tiro o meu pénis para fora, venho-me para cima dele, sujei-o por completo e deito-me em cima dele, quero estar assim, e sentir o meu sémen ainda quente junto ao meu corpo, ou melhor entre os nossos corpos, viro-o voltamo-nos a beijar intensamente, agora é ele que me agarra, beija-me o peito, mordisca-me os bicos do meu peito, eu vibro, beija o meu pénis, retirando os restos de sémen que lá poderia estar, põe-me de joelhos e volta-me a possuir, desta vez sinto que me penetra mais fundo do que da primeira vez, vibro, e ele insiste com todo o seu vigor, sinto-o dentro de mim, vibro, ele vem-se, sinto o seu jacto de sémen dentro de mim, o meu coração bate velozmente, sinto que os nossos orgasmos estão em sintonia, tremo por todos os lados, ele continua dentro de mim, deixo-me escorregar para o chão com ele dentro de mim, apetece-me ficar assim, ele vai-me dando pequenos beijos no pescoço e nas costas, estava-me a saber bem, era diferente mas bom estar naquela posição, com ele dentro de mim, parecia algo de surreal, mas bom, tê-lo dentro de mim era uma sensação, sem explicação, confesso, mas muito boa.
Ele sai de cima de mim, levanta-me, estamos os dois frente a frente em pé, volto a sentir o seu sémen a escorrer para fora, era bom, os seus lábios voltam a tocar nos meus, põe a sua língua na minha boca, a minha língua toca a dele, beijamo-nos novamente, de forma intensa.
Ele afasta-se, percebo que está na hora de ele se ir embora, fiquei… não sei, talvez triste por aquela aventura estar a acabar, mas é a vida, tudo o que é bom também se acaba (!) ele volta a beijar-me, fiquei com o sentimento de que ele estava a dizer-me que tinha também ele gostado, mas que tinha sido só aquela aventura, nunca mais nos iríamos voltar a ver ou a tocar, pelo menos daquela forma, já que eu não sei quem ele era, beijou-me carinhosamente, vestiu-se, antes de se ir embora, voltou-me a beijar de forma quente e intensa, afastou-se, abriu a porta, fechou-a, ouvi abrir a porta da rua e a fechar-se, foi-se embora.
Sentei-me no chão, ainda estava com a venda que a minha namorada me tinha posto, não me apetecia tirar, sinto outra presença naquele espaço, era ela, teria voltado? Teria ela assistido a tudo? Sim, ela tinha assistido a tudo, estava nua, senti o seu peito transpirado junto de mim. Ela tinha assistido a tudo e sem nunca participar, masturbou-se os seus dedos cheiravam à sua vagina, aquele cheiro quente e saboroso, que é a sua vagina, beijei-a, não sei como mas ganhei forças, peguei nela, deitei-a no chão, passei com a minha língua pelo seu corpo, lambi a SUA vagina, queria voltar a ter o seu sabor na minha boca, misturando-se agora com o sabor a sémen que tinha dele, possuí-a vigorosamente, ela gritava de prazer à medida que ia atingido o orgasmo, viemo-nos ao mesmo tempo, eu deixo-me estar deitado em cima dela. Por fim lá a muito custo deixo-me cair para o lado, finalmente ela tiram-me a venda, a sala onde tinha estado, não tinha nada, tinha sido tudo retirado, era espaçosa, sentia-me muito bem, fomos os dois tomar banho, é ela que me lava, estou demasiado cansado para me lavar, e ao mesmo tempo, parece que quer ficar com a sensação de toda aquela aventura dentro de mim.
Deixei-me estar, soube-me aquele banho, mas na minha cabeça já havia planos de vingança, ela tinha que me pagar aquela surpresa, mas isso fica para outro dia!
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
As amantes
Abraçaram-se ternuramente como outros tantos amantes fazem.
Tocaram-se, com calma, com carinho, com o toque exacto que só uma mulher sabe ter.
As línguas tocam-se nos beijos ardentes e repetitivos, a excitação entre elas aumenta, continuando-se a beijarem.
A roupa, de forma natural começa a ser despida, encontrando já só em cuecas e soutien. Corre uma brisa fresca da janela aberta do 5º andar pois a noite está quente, e os seus corpos excitados quentes estão.
Trocam carícias entre elas, beijam os seios de ambas, uma está deitada na cama, a outra por cima, beija-lhe o peito, fazendo a sua amante submissa estremecer de prazer.
Corre pelo abdómen, beijando-lhe as virilhas e por fim corre a língua pelo seu buraquinho, que muito quente e excitado estava.
Um vibrador aparece, a amante submissa surpresa diz, quero-o senti-lo dentro de mim, fode-me!
E a outra amante assim o faz, com o seu vibrador penetra-o na sua amante, e esta estremece de prazer.
A noite é de verão, está quente, vão para a janela, a amante submissa aprecia o ar da noite naquele andar, a sua amante, louca desejo continua a acaricia-la, a beijar, a foder!
Daquela janela do 5º andar ambas as amantes tiveram a sua noite de prazer, ambas se vieram, ambas sentiram o prazer do orgasmo.
Voltam para a cama, beijam ternuramente abraçam-se, assim ficam, e adormecem, nuas, excitadas, molhadas, elas são amantes, elas assim o decidiram ser.
Imagem: Lovers, by lucretious
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Luxúria
E encontrei-te, estavas na cama,
Mas não estavas só,
E numa só vez,
Puxaram-me para perto de vós
Fiquei no meio, beijei-vos na boca,
Primeiro à esquerda, depois à direita,
Ou foi ao contrário?
Foram tantos os beijos que já não tenho certeza qual foi o primeiro
Não interessa!
Gosto de estar no meio, sentir o vosso calor,
Sentir o vosso corpo a roçar-se no meu
À procura de prazer
Do toque
Da minha boca
Da vossa boca
Do vosso sexo
Do meu sexo
Fazemos uma orgia,
O prazer é mais que muito
Agora estás tu no meio,
Depois, estás tu no meio
Cada um de nós, a seu tempo no meio
No meio, nem sempre está a virtude,
Mas está, definitivamente, uma entrega ao prazer
À luxúria!
Sinto que o meu orgasmo se aproxima
A vós vos entrego o meu orgasmo
É vosso, pois foi de vocês
E por causa de vocês que ele aqui está.
Também quero o vosso orgasmo
Quero sentir os vossos gemidos
Quero os vossos orgasmos
QUERO-VOS!


