quinta-feira, 20 de agosto de 2009
The escaped cock...
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Inquietações do Corpo e da Alma - 6ª Parte
continuação daquiJá passaram seis meses desde o incidente com o cowboy. Ao contrário do que imaginava, a mentira não me tirou o sono! O Carlos continua convicto que a nossa relação é inabalável. Cada vez mais dedicado ao trabalho, nem percebe a incerteza que sinto em relação a tudo o que me rodeia.
Hoje convidou-me para jantar num restaurante que há já algum tempo tenho curiosidade em conhecer. Chegamos ao restaurante e somos encaminhados para a mesa previamente reservada. A vista sobre a cidade é soberba. Fico em silêncio a contemplar o horizonte até que o empregado chega com dois flutes de champanhe que coloca na mesa.
- Um brinde ao amor!
- Ao amor! – Respondo-lhe automaticamente mas sem qualquer convicção. Pressinto-o misterioso mas ainda não percebi porquê. Talvez tenha finalmente percebido que uma mulher tem que ser conquistada a cada dia que passa!
Já na sobremesa diz-me que tem duas coisas muito importantes para me dizer. Demonstro-lhe a minha curiosidade e ele ganha coragem para mas contar. A primeira, diz ele, é a menos boa. Terá que se ausentar do país por causa dos seus negócios por aproximadamente 3 meses. Ainda penso para mim mesma que nem irei sentir a diferença porque ultimamente mal o vejo mas contenho-me e mais uma vez mostro-me compreensiva.
Entretanto vejo-o meter a mão no bolso e tirar uma pequena caixa preta. E eis que o imprevisível acontece.
- Lara, eu amo-te e quero passar o resto dos meus dias ao teu lado. Queres casar comigo?
Não acredito no que estou a ouvir mas o anel de noivado confirma-me num lampejo essa realidade! Um turbilhão de pensamentos invade-me e deixa um rasto de lágrimas nos meus olhos. Fico sem reacção e apenas lhe peço para sairmos dali. Ele acede ao meu pedido e leva-me para casa dele. Na sua inocência julga que choro de emoção. Sim, é emoção mas não a que deveria sentir perante um pedido em casamento.
Já em casa recosto-me no sofá e ele começa a beijar-me lânguidamente, cheio de ternura. A cada beijo a minha frustração e culpa aumentam até me descontrolar num choro compulsivo. Ele fica perplexo e em vão tenta acalmar-me. Tudo o que me estava preso na garganta solta-se num fôlego só. Num longo relato, sem qualquer coerência, digo-lhe que não sei se o que sinto por ele é amor, que estou farta de tudo e de todos, inclusive de mim.
A surpresa dele não poderia ser maior mas perante a minha desolação limita-se a abraçar-me, dizendo que tudo irá ficar bem. Enquanto imagens funestas assaltam os meus pensamentos, acabo por adormecer no colo dele...
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Pensamento
Como gosto de ver um filme em casa refastelado em cima da cama, estava eu a acabar de ver este filme que até nem é grande coisa (pronto está bem, a actriz é bem gira... pena é ter tanta roupa durante o filme) e até gostei mais do primeiro e a actriz também é gira e tem uma cena bastante interessante como aqui se pode ver:
Mas o que me leva a escrever horas foi mesmo o "pensamento" deixado no final do segundo filme que achei interessante, a tradução é livre e feita por quem legendou o filme.
Quando está duro, dá uma.
Quando está mole não dá para nada.
É claro que é um mero pensamento, mas fica em jeito de pensamento provocante... ;-)
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
jacto de tinta vs offset
As mulheres, são mais do tipo offset - ideais e mais económicas para grandes volumes de trabalho, a preparação é morosa, mas depois conseguem imprimir muito mais rápido, e com mais fiabilidade de cor. Imprimem sobretudo em papel, mas também podem imprimir em plástico e em outros materiais lisos de formatos médios e também em rolo contínuo. O offset digital está a revolucionar o mercado com a tecnologia a laser sem necessidade de processos intermédios entre computador e impressão.
Ambas as tecnologias permitem uma excelente qualidade, mas destinam-se a trabalhos diferentes. É claro que existem mulheres jacto de tinta e homens offset, já para não falar nas serigrafias e nas gravações a laser, mas isso já é outra divagação…
terça-feira, 26 de agosto de 2008
cultivando ENTUSIASMO
eu: sim
ela: em que sentido?
eu: quais sentido?
pego em sementes
ponho-as na terra
ela: o teu entusiasmo ou o dos outros?
eu: e espero que cresçam
ela: hummmmmm
eu: e pq n meu e dos outros?
ok, não espero, vou regando qd for preciso
ela: as vezes dá demasiado trabalho...lol
eu: eu sei, mas tem de ser
só assim se pode colher alguma coisa de jeito
ela: e quem precisa de entusiasmo? tu?
eu: quem é que não precisa?
pode não ser agora, mas numa ocasião qualquer
ela: sim... é para isso que os amigos servem aliás
eu: já pensei se seria boa ideia comercializar
mas acho que não
é melhor pensar que é coisa que contagia
ela: acho que há para aí muita gente a precisar...
mas sim contagia...tens razão
eu: :-D
a ver se me aplico nesta nova tarefa!
será que consigo colher entusiasmo? do genuíno? daquele que dura e se prolonga no tempo e é uma ferramenta para toda a vida? Não vejo porque não tentar…
domingo, 22 de junho de 2008
Inquietações do Corpo e da Alma - 5ª Parte
continuação daqui
Percorro as ruas sem pensar no percurso. Não consigo explicar a mim mesma porque raio me fui meter na cama de um desconhecido. Passo por casa para tomar um duche e apesar do marasmo próprio de quem acorda de ressaca, ainda consigo despachar-me a tempo de ir trabalhar.
Estou com péssimo aspecto e sem maquilhagem não consigo mesmo disfarçar a noite mal dormida. Sujeito-me aos comentários dos colegas com especulações sobre como terei passado a noite. Afinal a funcionária exemplar, de aspecto cuidado e com ar de quem não quebra um prato, pela primeira vez, aparece com ar de quem andou na boémia a noite toda.
O Sérgio chega ao escritório aquando a mim mas face à situação, apenas esboça um sorriso de quase cumplicidade. Pelo menos ele, que me conhece mal, não está à espera que eu seja perfeita.
Depois de uns quantos cafés que o Sérgio se oferece para me ir buscar, já me sinto mais acordada. Sem perguntas ou confidências feitas, sinto nele uma espécie de apoio.
O dia arrasta-se, tarda em acabar. Mas por outro lado também não quero que acabe. Não sei como irei encarar o Carlos esta noite. Pareço uma miúda que perdeu a virgindade e tem medo que a mãe perceba. Já decidi que não lhe vou dizer nada sobre a minha one night stand. Acho que não vale a pena magoá-lo com isso. Não agora!
Quero apenas perceber o que significou esta noite, entender até que ponto isso tem alguma coisa a ver com o meu namorado e depois sim, tomar uma decisão friamente.
Eu gosto dele! Cresci com ele, como poderia não gostar!? Será que a compreensão, o carinho, tudo aquilo que construímos é suficiente para “vivermos felizes para sempre”? Será (só) isso o Amor?!!!
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Inquietações do Corpo e da Alma- 4ª Parte
O telemóvel continua a chamar. É o Carlos, tenho que atender! A voz doce do outro lado da linha faz-me sentir a maior cabra do mundo!
Estou atordoada… se não estivesse neste quarto julgaria que tudo não tinha passado de um sonho. Ou pesadelo!
Deixei-me levar pelo desejo, pela ilusão do que aquele corpo prometia. Afinal era muito rastilho e pouca pólvora! A sedução terminou no palco. Depois disso tornou-se mecânico, desprovido de qualquer erotismo. Limitou-se a abrir-me as pernas e possuir-me selvaticamente sem sequer se importar se me dava ou não prazer.
Sinto-me frustrada, com um (falso?) sentimento de culpa. Se esta aventura se assemelhasse ao que tinha idealizado talvez não me incomodasse tanto ter traído o Carlos.
Saio da cama calmamente para não acordar o meu parceiro. Pego as minhas roupas que se encontram espalhadas pelo chão e visto-as. Quero sair daqui sem que ele dê por nada. Quero mergulhar no anonimato das ruas e fingir que esta noite nunca existiu!
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
balanço

Pensar que tudo começou com uma surpresa à QJ, que eu e a Quimera recebemos com entusiasmo… pensar na excitação, na paixão com que abracei a ideia, com imensa vontade de experimentar. É certo que a qualidade de que falei no início nem sempre foi conseguida da minha parte, mas pelo menos tentei, com a melhor das intenções. É certo que desencantei e fiquei desencantada também, mas isso faz sempre parte do processo, não é? "paixão e mágoa", como diria Alguém…
Mas isto não significa que queira ficar por aqui, nada disso. Isto é cíclico. Outros entusiasmos surgirão, outras desilusões também. Vou preparar-me. Vou tentar estar mais consciente antes de agir. Não quero desiludir nem magoar ninguém, e quero evitar ao máximo que isso me aconteça.
Aqui pratica-se a partilha do prazer sensual, sensorial, até onde a imaginação nos levar. Se este processo nos fizer evoluir, conhecermo-nos melhor, se sugerir o conhecimento de outras pessoas – só temos a aprender com isso.
Agradeço-te QJ pelo "brinquedo", espero poder continuar a fazer (bom) uso dele até me fartar.
Para as pessoas que nos têm perguntado pela Quimera, devo dizer-vos que está bem, mas tem andado muito ocupada, pelo que não sabemos quando voltará às lides.
Peço-te mais uma vez, Quimera, que voltes e pelo menos termines o que começaste. Sabes que o tempo é o que fazemos dele, e no fundo é tudo uma questão de prioridades. Vê se encontras nesses teus dias tão preenchidos um bocadinho para fazeres a vontade a mim e a toda a gente que gosta do que tu trazes para aqui.
A todos os leitores, especialmente aos assíduos, agradeço o vosso retorno, espero que consigamos manter o vosso interesse desperto. Já sabem que podem sempre reclamar, bajular, sugerir o que quiserem. Têm os mails à disposição para um contacto mais privado. Bem–hajam!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Inquietações do Corpo e da Alma - 3ª Parte
Como é habitual às quintas-feiras, hoje é a minha ladies night. Vou jantar com as minhas amigas sem os respectivos namorados ou maridos.
Vamos à “tasquinha” do costume. É um lugar simples mas tem umas iguarias divinas e empregados sempre simpáticos.
A Marta não está nos dias dela, mais uma vez discutiu com o marido. Com tanta discórdia não percebo como ainda conseguem viver sob o mesmo tecto. A velha desculpa do filho em comum! No fundo acho que tem medo de recomeçar a sua vida mas seria demasiado doloroso ter que o admitir. Também não serei eu a tocar na ferida.
Todas acabam por se queixar de alguma coisa em relação às suas caras metades. Reparo no ar descontraído da Júlia, a única do grupo que não tem qualquer compromisso. Por momentos invejo a sua independência. Está sozinha mas feliz!
Entretanto saímos para beber um copo num bar que a Júlia sugere. O espaço é amplo mas acolhedor. No balcão está a habitual clientela masculina preparada para o engate. Há um jovem que se destaca no grupo pelo seu corpo nitidamente trabalhado. Cruzámos olhares por instantes mas eu desvio o olhar e dirijo-me para a mesa que as meninas escolheram. Sobre a mesa encontra-se um folheto no qual diz que haverá uma surpresa nesta noite.
Peço um whiskie e deixo-me relaxar recostada no sofá. O corpinho escultural do bar não tira os olhos de mim. Entro no jogo, dá-me gozo sentir que o atraio.
Vou bebericando o meu escocês enquanto brinco com o gelo. Discreta mas propositadamente deixo cair uma gota de bebida sobre o meu peito descoberto. Passo os dedos pela pele em jeito de carícia tentando secar o líquido derramado. Levo a mão até entre os meus seios sobre os quais pende um colar com o qual brinco. Sei que me observa, imagino que por instantes desejou que outro líquido jorrasse sobre o meu peito. Excita-me imaginar o desejo dele!
Entretanto deixo de ver o meu deus grego. Num dos monitores do bar anunciam que já falta pouco para a surpresa da noite. A dois metros da nossa mesa estão a montar um mini-palco sobre o qual deixam apenas uma cadeira. Vinha mesmo a calhar um comediante para nos alegrar a noite.
Fico estupefacta quando após o suspense criado pela música aparece o homem que estivera a seduzir vestido de cowboy. Afinal trata-se de um show de strip!
Começa a dançar ao ritmo envolvente da música. As calças justas deixam antever o deleite que está para vir. O chicote que tem na mão dá-lhe ainda mais virilidade, fazendo-me estremecer a cada movimento de simulação duma chicotada.
Vai-se despindo aos poucos com movimentos que exalam sensualidade. Fica de tronco nu, os seus mamilos destacam-se na pele morena. Dá vontade de os morder…Depois despe as botas, as calças… hummm! Belo rabo que espreita pelas cuecas de fio dental!
Subitamente desce do palco, pega-me pela mão e leva-me para o centro das atenções. Pede-me que me sente na cadeira que jaz sobre o palco e dança para mim. De pernas abertas sobre a cadeira em que estou sentada, insinua o seu sexo na minha direcção. Pega nas minhas mãos e encosta-as ao seu rabo. Dou-lhe uma palmada de mansinho. Tenho vontade que seja o meu cavaleiro, que me cavalgue até á exaustão… Termina esta tortura deliciosa com um suave mas sugestivo deslizar do chicote desde os meus ombros até às minhas coxas. Pega-me novamente pela mão beijando-a encaminha-me para a minha mesa.
Estou a arder de desejo… Afinal, esta noite, foi ele que dominou o jogo de sedução…!
continuação aqui
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Sem sentido(s)…
Aconchego-me no sofá e fecho os olhos. Oiço uma música que fala de amor mas esse ser não habita em mim. Enfrento a dura constatação de não amar, de não sentir…Já amei um dia, um amor que me traiu. Já me apaixonei vezes sem conta para depois cair na desilusão e no desencanto.
Pobre coração mutilado que já não consegues voar sobre os vales dos sentidos… Estás preso, fechado em ti mesmo, acorrentado por laços de frustração e dor!
Entrego-me ao prazer do momento, procuro reconfortar-me nos braços de alguém mas a minha alma continua vazia.
Depois de amar, de me sentir plena de paixão, sentir-me privada dessa condição, conduz-me inevitavelmente à aniquilação de uma parte de mim. O meu ser consumiu-se no mesmo fogo em que arderam os meus amores. Resta a cinza que sufoca o meu coração, último vestígio do ser que fui outrora…!
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Inquietações do Corpo e da Alma - 2ª Parte
Não acredito, acabou-se o pouco sossego que me restava! Disfarço o meu descontentamento com uma conversa de circunstância. Depois do meu chefe sair sento-me na minha secretária. Tento trabalhar mas aquela nova presença perturba-me. Dou comigo a observá-lo. Devemos ter aproximadamente a mesma idade. Espero que esse factor ajude a criar um bom ambiente de trabalho porque senão, com a falta de paciência que eu ando, não teremos uma convivência saudável.
O restaurante está mais calmo do que é costume. Foi fácil arranjar uma mesa ao pé da janela. Sentámo-nos frente a frente. Reparo nos seus olhos cor de azeitona, na delicadeza das suas feições e gestos. Uma presença realmente agradável!
Decorrida a hora de almoço voltámos ao escritório. Ele tem algumas dúvidas relativamente ao nosso programa informático. Debruço-me sobre a sua secretária para o ajudar e sinto a envolvência do seu cheiro. Hugo Boss - Baldessarini…este perfume deixa qualquer mulher maluca! Por um instante sinto vontade de lhe morder o pescoço. Vem-me à cabeça que o Carlos não haveria de achar graça nenhuma a estes impulsos.
Saio para fumar um cigarro na varanda. Divago nos meus pensamentos e sou invadida pela melancolia. Questiono-me sobre as minhas escolhas, o meu percurso. Tento, em vão, perceber o que quero afinal da vida…!
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Inquietações do Corpo e da Alma - 1ª Parte
Entro em casa decidida a esquecer este dia, como se ao fechar a porta conseguisse deixar tudo para trás. Um jantar com o Carlos vinha mesmo a calhar. O Carlos é o meu namorado. Acho que o conheço desde sempre mas só começamos a namorar há 2 anos. Ligo-lhe e combinamos jantar em minha casa. Ele passa pelo take away e traz aqueles bifinhos que eu adoro. O vinho fica por minha conta.
Entretanto vou tomar um banho. Sabe tão bem descalçar estes sapatos de salto alto e despir o tailleur e blusa que uso quase por obrigação! Meto-me debaixo do chuveiro, e enquanto a água desliza pelo meu corpo vou imaginando o calor do Carlos, o toque da pele dele, a mão dele onde tenho agora a minha. Humm… que vontade de o ter dentro de mim!
Visto a lingerie preta que ele adora por debaixo do meu robe de cetim. Preciso sentir que ele me deseja. Quando começámos a namorar fazíamos amor a toda a hora mas ultimamente ele anda mais entusiasmado com o seu novo projecto empresarial.
Ele chega com um ar cansado mas com o sorriso de sempre. “Boa noite querida!”, diz-me ele depois de me dar um beijo. É tão reconfortante sentir o carinho dele! Por vezes pergunto-me se realmente o amo ou se simplesmente gosto do amor que ele sente por mim.
Começámos a jantar enquanto conversámos sobre os nossos dias de trabalho. Só consigo pensar numa forma delicada de lhe dizer que hoje não me interessam absolutamente nada as burocracias que o irritam, que apesar do meu dia ter sido péssimo não quero falar sobre isso. O que eu quero mesmo é uma boa noite de sexo que me faça esquecer tudo!
“Fazes-me uma massagem?” Pergunto-lhe enquanto me dirijo para o meu quarto e vou desapertando o roupão. Sem uma palavra o Carlos abraça-me por detrás com as mãos sobre o meu decote e faz deslizar o cetim pelas minhas costas até cair no chão. Passa levemente as suas mãos pela minha pele e num gesto suave deita-me sobre a cama. Sinto o corpo dele já despido tocar no meu, o seu sexo a roçar no meu rabo. Com uma agilidade nada habitual desaperta o meu soutien e deixa cair algumas gotas do óleo de massagens nas minhas costas. Sinto um arrepio, uma urgência do seu toque! Começa então a massajar-me as costas levando as suas mãos até ao meu dorso, insinuando-as na direcção dos meus seios sem, contudo, lhes tocar. Vai descendo até à anca e despe a minha tanga para então continuar a percorrer as minhas nádegas, coxas, pés. Sinto-me cada vez mais excitada! Estremeço de prazer quando, já voltada de frente para ele, me acaricia o ventre. Ao sentir o meu desejo, os seus dedos precipitam-se para o interior dos meus lábios, sinto-os entrarem em mim. Não aguento mais esta espera. Encosto o corpo dele ao meu fazendo-o penetrar-me. Os nossos corpos mexem-se ao ritmo do nosso prazer até saciarmos o nosso desejo. Foi bom…!
