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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Olhar


“As vezes, é preciso parar e olhar para longe, para podermos enxergar o que está diante de nós.” (John Kennedy)

ilustração cão sarnento

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

um pequeno olhar

POST ELIMINADO PELO AUTOR

O ARTISTA QUE AQUI ESTAVA NÃO TEM DIGNIDADE PARA SER REFERENCIADO NESTE BLOG

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Olhar... (4)

Continuação daqui
(…)
E agora?
Agora aguento-me à bronca! Por que é que decidi quebrar as minhas próprias regras! Tu aqui em minha casa… ainda vamos no nosso primeiro encontro…
Chegamos a casa, pouco mais de cinco minutos a pé. Soube-me bem o “passeio”, ajudou-me a pôr as ideias no lugar, a perceber o que é que podia acontecer naquela noite; tu acompanhavas-me ao meu lado, passo firme, decidido, até no teu andar sabias o que querias.
Entramos, as desculpas do costume pela não arrumação da casa, não te importaste, comentaste que em tua casa era a mesma coisa, é o que dá viver sem mais ninguém.
Levei-te para a sala, não era muito grande mas era espaçosa, não tenho muita decoração, o essencial para uma pessoa que vive só, e tem poucas visitas sociais. Sentaste-te no sofá, eu segui-te, estávamos agora pela primeira vez juntos, sozinhos, tu olhaste para mim, sempre com o teu olhar, profundo, penetrante, doce, meigo, eu olhei para ti, mas o meu coração batia a uma velocidade louca, a minha excitação era enorme, estávamos ali os dois tão próximos o desejo que brotava de mim era enorme, embora tentasse controlar, disfarçar, não queria que ficasses a pensar que…
Voltaste a beijar-me, da mesma forma intensa ternurenta, mas senti no teu beijo o teu desejo, sinto as tuas mãos percorrerem o meu corpo, dessa mesma forma, as minhas mãos tocaram no teu corpo, tocaram pela primeira vez, é intenso, sentir o teu corpo, a tua excitação sinto-a nas minhas mãos, sinto o teu coração a bater, tão acelerado como o meu, afinal não sou só eu que sinto este nervoso, esta excitação.
Finalmente os nossos corpos tocam-se, ainda que por cima da roupa, sinto o teu corpo junto do meu, continuamo-nos a beijar continuo a sentir as tuas mãos a percorrerem o meu corpo; percorrem-no como se quisessem o saborear, o meu corpo deixa-se ser saboreado…
Também eu saboreio o teu corpo, as tuas linhas, as minhas mãos sentem-te, tens um corpo magnífico para as minhas mãos.
Acalmamo-nos, as tuas mãos libertam o meu corpo, perguntas-me se tenho algo que se beba, claro que tenho, o que queres, pergunto eu. Tu pedes um simples copo de água, realmente a minha boca também está um pouco seca, a excitação seca-nos um pouco a boca.
Levanto-me, vou-te buscar o líquido pedido, aproveitando também para beber um pouco desse mesmo líquido.
Volto estás no mesmo sítio, olho para ti de lado, vejo-te de perfil, com o reflexo do candeeiro aceso, a luz é fraca, mas dá um brilho magnífico, voltas-te e olhas para mim, o teu olhar, esse olhar por que me perdi, essa olhar que me leva à loucura, que deixa o meu desejo louco.
Quero beijar-te, mas dou-te a água a beber, bebes com prazer. Pousas o copo, pegas na minha mão, sento-me junto de ti, voltamo-nos a beijar, desta vez, vais mais longe com as mãos, começas a despir-me.
Gaita! Nunca fui de sexo no primeiro encontro! Mas sinto-me capaz de o fazer, sinto confiança em ti, sei que nos podemos entregar.
Também eu começo a tirar a roupa, gosto de despir com calma, peça por peça, tirar prazer desse momento, beijar o corpo que se vai despindo.

Vejo que tu também o gostas de fazer…
Finamente ambos estamos nus frente a frente, o teu corpo é magnífico, muito melhor do que aquilo que imaginei.
(…)
continua aqui

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Olhar... (3)

(...) continuação daqui
rosto_
Encontramo-nos no restaurante combinado, calmo discreto, não romântico, mas há hora que era… a fome era mais que o romantismo… pela segunda vez beijaste-me… ainda bem, nunca saberia como te haveria de beijar, continuas a cheirar ao mesmo perfume, doce, suave…
O teu beijo foi tão bom como o primeiro, suave, quente, doce…
O jantar acabou por ser delicioso, pude olhar-te de frente, ver o teu olhar, ai o teu olhar… foi ele que me prendeu a ti, os teus olhos verdes têm qualquer coisa de muito próprio, o teu olhar meigo, doce, com um toque promíscuo misturado com um outro toque algo virado para o lascivo…
Os teus lábios brilham, o vinho tinto que bebemos era bom, relaxei, contemplo-te, a tua forma, tens uma forma perfeita, não tens as curvas nem as contracurvas impostas pela sociedade (tal como eu!) sinto bem junto de ti, dás-me segurança….
Decidimos sair do restaurante, pago eu, não pago eu, olha para não haver guerras pagamos os dois, metade para mim, metade para ti!
Para onde vamos? Onde queres ir? Eu… assim meio com vergonha, meio sem ela, disse: a minha casa não fica muito longe daqui… queres vir…
O que fui eu fazer…
(…)
Continua aqui

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Olhar... (2)

(…) continuação daqui
O dia começou cedo, embora a minha excitação fosse mais que muita tinha que a fazer passar despercebida.
Valeu ser uma manhã trabalhosa, passou rápida e nem dei bem por ela… gaita! Tenha uma chamada não atendida, será que era tua? Não… era só de um amigo, volte a ligar mais tarde se quiser…
Vou almoçar, não tenho grande apetite, o teu beijo não me sai da cabeça, foi diferente, não foi roubado, foi dado, tem um saber muito diferente, já roubei e já me roubaram muitos beijos, todos eles foram muito bons, mas este… foi mais que bom, foi… deliciosamente bom…
E o telefone que não toca… já estamos a meio da tarde… tu não dizes nada… será que perdeste o meu número?
Não, não te vou ligar, tenho de me conter, foi só um beijo, sim, não foi só um beijo, foi um beijo excelente!
Fixe! O telefone toca, será que és tu? Ora porra! Sim… oi, tudo bem? O que queres… queres vender o quê, mas achas que eu vou comprar isso? Achas que eu preciso disso para alguma coisa? Sim, já sei que pensaste em mim, que sou boa pessoa e mesmo que não compre sempre poderia vender para ti… pois… tá bem… esquece lá isso! Sim, temos de combinar ir beber um copo com o pessoal um dia destes, sim talvez no fim-de-semana, depois telefono, xau!
Que melga! Mas não é mau rapaz!
O dia terminou, que nervosismo e o telefone que não toca!
Casa, minha doce casa…. O telefone toca…. Sim és tu, finalmente és tu!
nokiaSim, sim está tudo bem, e contigo? Pois… não tem problema não teres ligado mais cedo (a gaita é que não tem! Ia-me dando para aqui umas coisinhas más por conta do telefone…), muito trabalho… pois há dias assim, queres encontrar-te… jantar… não, não jantei, deixa-me só tomar um banho mais ou menos rápido… a que horas… sim, pode ser lá nos encontramos… beijos, até já.
(...) e continua aqui

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Olho

Olho,
E tudo vejo,
Mas nada sinto,

Esperava poder sentir algo,
Mas estou aqui, no meu canto sozinho

Espero que Vocês apareçam,
Que venham ter comigo e me beijem,
Me acarinhem

Arranquem-me desta inútil solidão
Para os Vossos braços

Quero sentir os Vossos corpos
Os Vosso sexos,
Quero beijar os Vossos corpos
Quero ter os Vossos sexos na minha boca

Quero sentir os Vossos orgasmos junto de mim
Quero que Vocês se beijem
Se comam à minha frente

Que ser comido por Vós!
Quero ter orgasmos em Vós!

Beijo-vos,
Toco-vos,

Já não estou só,
Estou convosco,

Sinto o vosso calor junto de mim

O Vosso desejo,
O Vosso prazer.
O Vosso corpo

O Vosso calor
O Vosso carinho

Olho,
Tudo vejo,
Tudo sinto.