quinta-feira, 6 de março de 2008

ingenuidade infantil

Três crianças com meia dúzia de anos encostadas à parede. Iô-iô do México 86 com a mascote do sombrero. Camisolas de manga curta (porque naquele tempo ainda não se dizia t’shirt). Cochichavam de cócoras entre risadas:
- “Fudar”?! Os meus pais tiveram de fazer isso para eu nascer?!! Não acredito!
- Não é “fudar”, é foder!
- Blherrrrg!


1988. Férias de verão em casa dos meus primos. Jogo das palavras. Escrevi broche em objectos começados por “B”. Toda gente desatou a rir sem eu entender porquê. Eram todos mais velhos que eu, não me quiseram explicar.
Voltei de férias. Fiz a pergunta aos meus informadores habituais (se ao menos houvesse net…).
- Chupar a pila? Ca nojo!



Mal sabia eu…
imagem Mexico 86: panini
foto do broche: corbis

4 comentários:

Doce Veneno disse...

Ahahahahaha!

Já me ri por causa dessa última afirmação! ehehehe...

Mal sabias tu... mal sabia eu... lol

Beijocas

mulher lua disse...

Tenham paciência, mas não resisto (ah ah ah ):
Uma mulher que morava num 4.º andar, caíu da varanda abaixo, quando estendia roupa. Aos gritos, foi agarrada pelos braços pelo vizinho do 3.º andar, a quem gritou: Salva-me! Salva-me!
Ele respondeu que a salvava se ela lhe fizesse um ......, ao que ela respondeu, horrorizada: Ai que nojo!!!
O fulano largou-a e ela continua a cair aos gritos, até ficar segura pelas mãos pelo vizinho do 2.º andar, a quem grita: Salva-me! Salva-me! Mas ele faz-lhe a mesma proposta. Ela responde, de novo: Ai que nojo!!!
Depois de largada, novamente, continua aos gritos a cair até que é agarrada pela ponta dos dedos pelo vizinho do 1.º andar. Desesperada, ela diz-lhe: Salva-me! Salva-me que eu faço-te um ......!
O homem larga-a, dizendo: Ai que nojo!!!

GataHari disse...

...tão inocentes que nós éramos....principalmente quando jogávamos ao "Bate-pé"!!!!!!

carpe vitam! disse...

lol, mulher lua, o que vale é que a queda do primeiro andar não é assim tão grande como isso, com sorte ela ainda se safa e faz um broche a todos os vizinhos que acabaram por a salvar. Mas será que existem mesmo homens que não gostam de broches?