domingo, 10 de abril de 2011

sexo seguro sempre! use preservativo sempre



"A DCE - Design e Publicidade e o Alto Comissariado da Saúde - Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida criou uma campanha destinada aos trabalhadores do sexo e seus clientes. O conceito visual criado pela DCE consiste numa comunicação construída exclusivamente sobre um universo gráfico que recorre á ilustração/animação que ganha vida em todos os suportes, e que torna a campanha forte e sem preconceituos, passível de transmissão em qualquer horário televisivo."

outro spot da mesma campanha aqui

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Senti a pele estava morna.

Lisa e suave.

Na minha mão aqueces.

Na minha mão a pele desliza

Toque que de início é delicado, rapidamente acelera para um toque rápido.

A mão ritmadamente desliza por ti, com o vigor e a pressão necessária

Um sobe e desce que só pode ter um final

Uma explosão!

Como outra não existe, de violenta nada tem, mas no fim fica a calmaria

FODA-SE! Sabe bem

segunda-feira, 4 de abril de 2011

diálogos (im)prováveis XII




texto e imagem por Pink Poison

Abraça-me!”
“Pede com jeitinho…”
“Abraça-me já!”
“Amuei”
“Abraça-me”
“Desamua-me!”
“Parva…”
“Trongamongo…” com um pau grosso

Chegas-te a mim e não me tocas, apenas fazes-me sentir a tua respiração… tento agarrar-te e foges…
já todo nu e com o maior ferro, anseias por me mamar mas eu... não deixo
Sento-me, baixo as calças e começo a mexer-me, primeiro por cima das cuecas, algo que ADORO e me DEIXA EM PONTO DE CARAMELO e tu sentas-te à minha frente a masturbar-me para veres e entesar-te,
vês-me a molhar as cuecas,
ponho um dedo e dou-to a provar passo o dedo na cabça do caralho ja toda molhada e passo o liquido pelos teus labios com se de batton se tratasse, ponho dois e digo-te que me sinto insatisfeita, com ar de menina mimada… Juntas dois dedos teus aos meus, e começo a ter espasmos, a vir-me e toda a tremer, metes mais dedos e digo-te: “Agora, era impossível foder, não te iria sentir”, quero a tua mão toda… Nunca o havias feito, e eu olhei para ti e disse: “descansa que eu não em magoo e vais-me ver a ter prazer como poucas vezes tenho”… Pouco a pouco foi entrando, olhámos e só estava o teu pulso à vista… Disse-te para rodares a mão ou mexeres alguma coisa e aí sim, foram gritos, foi a tua mão a sentir-me a escorrer
porque tiveste um squirt enorme que me molhou até ao ombro
e eu não parava de me vir… Estavas atónito e eu só disse: Preciso de um copo de água e um beijo” dei-te o copo com água, beijei-te e fodi-te a garganta como tanto gostas enquanto te apalpava e puxava os bicos duros do teu peito. Vim-me muito mas muito e tu lambeste ao ponto de não precisar de o lavar... estava limpo e pronto para mais.

quarta-feira, 30 de março de 2011

O prazer de Cozinhar e Degustar


Antes do sabor, já o aroma invade o ar, os olhos arregalam-se perante o manjar, a língua percorre os lábios com as papilas gustativas excitadas, sente-se a textura, ouve-se ceder sob o poder dos talheres e só depois… o paladar - doce, salgado, ácido ou amargo. Cozinhar, comunicar através da comida, degustar, implicam a utilização de todos os sentidos. Há muito erotismo latente nisto, não há?
“És o que comes”, diz o ditado - isso reflecte-se em todas as vertentes do ser.
Cozinhar é uma forma de expressão, o estado de espírito de quem cozinha reflecte-se no prato e em quem degusta.
Existem receitas, mas costuma sair melhor quando se experimenta bastante e se improvisa e se vai buscar inspiração aos lugares mais improváveis. É isso que faz a diferença entre um arrastar de tachos, um mero exercício técnico e uma obra-prima de saborear e chorar por mais.
Cozinhar não é muito diferente de Escrever – há que reunir os ingredientes, temperá-los, apurá-los. E degustar não é muito diferente de Ler – há que compreender e digerir, tirando o máximo prazer no processo.
A selecção cuidada dos ingredientes, a preparação, são toda uma antecipação do prazer que é comer. Mas por vezes são as coisas mais simples que dão maior gozo. Pode resultar lindamente algo que é feito no momento com as sobras do dia anterior e os temperos que existem no momento. Porque o mais importante de todos os ingredientes é o Amor que se põe no prato – é preciso colocar uma dose generosa para que fique perfeito. A magia acontece quando Amor e Sabor se fundem. Bem cozinhar é química elementar, pura magia alimentar. E degustar é muito mais que comer para satisfação de uma necessidade básica, é comer com todos os sentidos, para satisfazer o corpo e a alma!

imagem: frame do filme O fabuloso destino de Amélie

Leitura recomendada: “Como água para chocolate” de Laura Esquível (obrigatória para quem gosta de comida mexicana e/ou romances que fazem água na boca). Aconselha-se degustação de quadradinhos de chocolate preto para acompanhamento da leitura.

sábado, 26 de março de 2011

diálogos (im)prováveis XI

texto por Lúcio Ferro "Na mouche do Hadith"

«(…) A tua net é lenta. A minha? Ou a tua? A minha costuma ser bastante rápida. É por cabo - fibra óptica - a informação viaja velozmente até me cair no colo; isto é, desde que não esteja a receber ficheiros oriundos do teu pc que, como de costume, está cheio de viroses, em virtude de toda a porn que o infecta... Não tenho porn no meu computador. Não me insultes. Ah! Consultas porn online, é? Claro. Pior um pouco, mais riscos corres; já eu armazeno toda a minha porn em suportes fixos. E só consulto porn na net se e quando oriunda de fontes fidedignas, gosto de porn, não o nego, mas prefiro-a filtrada. Ora, lá estás tu com a tua paranóia habitual; de todos os modos, digo-te que isso de porn, o lexema, é uma palavra muito feia. Prefiro o tradicional e insuspeito eufemismo de "filme de foda". Hmm, parece-me uma combinatória robusta and straight to the business at hand, literalmente, contudo peca por excesso de brejeirice. Que tal, er… filmes de educação sexual? Qual educação. Um mestre por definição já não precisa de educação. Se bem que há algumas películas onde ainda se vê qualquer coisa fora do vulgar. Concordo, há pouco de novo no mundo da porn mas, paradoxalmente, também é verdade que a porn é hoje um dos mais ousados meios de expressão artística, se bem que, por vezes e na ânsia de inovar, a dita expressão roce o doentio.

Ah... Foder como quem faz um filme porn... Ui. Sabes, uma vez fodi a ver um filme de foda: Senti-me como um verdadeiro artista: uma espécie de Clark Gable da foda. E foder para a câmara, já fodeste? Não, alto lá, taradices é que não! Eheheh. Também nunca o fiz, mas sei de quem já o tenha feito. Parece que possui algum mistério, então se for com a criatura amada... Pois, o mistério é como é que é possível agarrar a sarda numa mão e a máquina de filmar na outra. Hmm. É tudo uma questão de prática e ademais pode ser a parceira a segurar; numa coisa ou na outra, bem entendido. Desde que não me dê cabo da máquina... de filmar, bem entendido. Olha, estão a passar educadoras de infância na minha janela, é do infantário ao fundo da rua… Uma loira, metro e sessenta, com colete de sinalização do trânsito... 27, 28 anitos, boa, tão querida, tão boa… Pois. Acredito. Educadoras... educação... filmes de educação... filmes de arte... filmes de arte, filmes de foda... Desculpa, mas não gosto da combinatória "filmes de foda": é feio. É horrível. Imaginas-te a acariciar a tua parceira e às tantas a dizeres-lhe, como quem não quer a coisa: “Querida, vamos ver um filme de foda?..” Não, mas ainda menos me imagino a dizer-lhe: "Querida, vamos ver um filme pornográfico?.."

Realmente, tens alguma razão, é muito complicado gerir as palavras e os eufemismos ainda mais; na volta o melhor é ser ela a dar a dica. É isso mesmo, o giro é quando é ela te confronta com o filme à má-fila; acredita, um tipo fica todo encavacado. Mas depois...Vinga-se. E dá uma excelente foda, garanto. Tem a ver com o sindroma Clark Gable; a arte pela arte. Hmmm… Ou, então, engendra-se uma situação em que, como por "acidente", aparece um filme de foda no canal onde normalmente está a Oprah e um tipo finge que nunca tal coisa viu na vida e diz: "Oops! Mas que vem a ser isto? Já agora, querida, vamos ver o que estão a fazer?.." Bem, é uma estratégia com mérito. Muito embora, mudar da Oprah para um canal porn me pareça ligeiramente inusitado.

Ora, detalhes, sabes, com a minha ex-mulher era giríssimo... Um filme do princípio ao fim e fazíamos questão de replicar a performance dos protagonistas. Isto, claro, se fosse apenas um casal, quando eram orgias entrávamos em variações… Pois. É importante ser versátil e capaz de reproduzir a personagem escolhida com diferentes características; desse ponto de vista é mais um Anthony Hopkins do que um Clark Gable.Er... Não percebi o Hopkins. Há um filme em que ele de facto fode uma gaja mais nova, aquela tipa que foi casada com o Tom Cruise, a australiana. Boazona, ruiva e a fazer papel de mulher ferida e rebelde… Mas, foder imolando Anthony Hopkins? Sim, repara, o Anthony Hopkins é um actor capaz de desempenhar diferentes papéis de modo credível, já o Clark Gable era mais canastrão, era sempre o mesmo. De todo o modo, isto era somente uma metáfora. Sim, claro, percebo, vês-te então como um Anthony Hopkins da foda? Não, mais um Stalone. Um Rambo. Fodo-as a todas com a minha metralhadora, sé é que estás a ver a coisa e, se ficar sem balas, uso o facalhão. Caramba, uma metralhadora? Nunca tinha pensado na foda sob esses termos; e muito menos “facalhão”… mas… Estás louco ou quê? Não me digas que andas por aí armado em Jack the Ripper da foda... Metaforicamente, caralho. Pensava que tinhas uma veia poética, caramba!

Er… Mas um facalhão corta, decepa. E um caralho, pelo contrário, penetra sem ferir, aloja-se, conquista e a dado momento explode. Que lindo, que bonito, mas estás a ver mal a coisa: uma metralhadora tem um ritmo incessante de disparo que pode ser regulado à medida que a munição se esgota ou o cano aquece... Ora bem, a analogia da metralhadora refere-se a sua velocidade de repetição e potência de impacto. O facalhão, no contexto do Rambo, refere-se à capacidade de improvisação quando perdido no meio do mato (também tenho que te explicar a analogia de "no meio do mato"?) Hmm.., sabes, adoro a metrosexualidade púbica, sobretudo se praticada pela minha parceira. Metro quê? Metrossexualidade. Rapar os pelos púbicos, ou queres que te faça um desenho?

Sim, faz-me um desenho, estou curioso. Opá, tu não me provoques, menino. É muito diferente. Sabe bem melhor, isso te garanto... Lamber uma bela cona rapadinha é uma experiência inolvidável e, se for o sexo duma mulher que nos ama, aí então… Esquece. (…)»

sexta-feira, 25 de março de 2011

terça-feira, 22 de março de 2011

Aproveita a PrimaVera!

“Olhos postos na terra, tu virás
no ritmo da própria primavera,
e como as flores e os animais
abrirás as mãos de quem te espera.”

Eugénio de Andrade

Todos os anos por esta altura, chegas com o teu calor e desabrochas as flores, e os animais e as cores, num festival de beleza natural. Um perfume de esperança e renovação invade o ar e faz-me acreditar que tudo é possível. O sabor do teu calor penetra-me a pele e diz-me que já é tempo de guardar as meias e a roupa interior. Vivam as t-shirts e as sandálias! Cantas e encantas com o teu toque fresco e aveludado, escorres-me pela garganta em gole cadenciado. Expiro a inspiração que me dás e expresso-a o melhor que consigo. Tudo parece mais vivo, brilhante, vibrante! Rimas com Poesia, Cor e Alegria!

Grazzie mille Prima :)

[eu sei que já chegaste antes de ontem, mas só hoje consegui reunir todos “ingredientes” necessários para publicar isto]
 

quarta-feira, 16 de março de 2011

diálogos

Texto e foto por Pink Poison

Não me perguntes porquê: imagino-te com umas Dockers azuis escuras e uma camisa azul clara de mangas dobradas… Imagino-te a abrires-me a porta de uma casa e ficares a rir e a chorar ao mesmo tempo, são muitas emoções e tu sabes, SE NÃO SABIAS, FICAS A SABER AGORA: ao pé de mim, podes ser tudo o que quiseres à hora que quiseres… Abraço-te a afago-te no meu peito (ok, aguenta-te) e choras, choras talvez a bola de sofrimento que tens dentro de ti.
Sorrateiramente, tiro da minha mala um bombom da caixa que havia trazido e depois de ter deixado todas as tuas lágrimas correrem, mando-te fechar os olhos:
“Confias em mim?”
“Ai… o que me vais fazer?”
“Coisa linda, confia em mim…”
Ponho um bombom na boca e dou-to à tua boca. Sorris e mastigas ao mesmo tempo e assim se afastou o desabafo das lágrimas… Volto a abraçar-te mas desta vez :”Olha, as tuas mamas são um encosto do melhor” enquanto eu replico:”São tuas”…
Sinto-me a levitar quando fecho os olhos e te aperto bem forte, e tiro-te a camisa para fora das calças… Lá vou eu sentir as tuas costas, enquanto uma das minhas pernas roça a parte interior nas tuas, o que já dá um tesão do caraças…
“Ai estas mamas…”
“Quais? Estas?” E pego na tua mão e ponho-ta em cima da minha mama, respiras fundo e começas a desabotoar-me a camisa para descobrires tudo, (entretanto, tanto um, como o outro, começa a sentir o tesão bem forte), ao mesmo tempo eu sussuro-te ao ouvido: “Estou cheia de tesão, mexes nelas como eu gosto… “ E gemo… (ah, pois, eu gemo muito)…
Puxei por ti e fomos para um quarto… fiz-te uma massagem nas costas, beijei-te as orelhas enquanto te dizia: “A tua puta está a ficar com mais e mais tesão… tens que resolver esse problema”… Viras-te para cima como se a massagem não te tivesse relaxado em nada e voltas a lamber, chupar e amassar as minhas mamas, tinhas uma mão em cada uma e, do nada, eu venho-me… Estou molhada, estou com tesão e desejo-te. Dispo-te e faço-te um broche mas antes beijo-te o interior das coxas, lambo-te os tomates e o caralho desde a base até à cabeça e faço o que mais gosto durante um bom tempo: Tenho um caralho na boca… Enquanto isso ouço e sinto o teu prazer, avisas que te vais vir, e eu preparo-me para engolir aquele jacto quente. Saboreio tudo e rio-me. Rio-me porque finalmente tinha conhecido o teu corpo, o teu cheiro, e estavas despenteado por causa dos amassos… Fazemos uma pausa… E, quanto falamos e falamos, eu digo:
“Apetece-me foder-te”
“E se for eu a foder-te?”, dizes tu.
“Olha o atrevido”
Pegas em mim pela cintura e viras-me no sofá da sala, baixas-me as calças e cuecas ao mesmo tempo…
“Não quero cona, importas-te?”
“Não coisa linda, quero-te em todos os buracos”
Entras no meu cú, devagar, quando me sentes relaxada e a ir contra o teu corpo, percebes que me podes enrabar como foder uma cona, eu gemia, eu vinha-me e a minha cona pingava, enquanto eu te pedia para enrabares a tua puta como se não houvesse amanhã… Esporras-me o cú… e cais para o sofá ao lado…
Levanto-me e como um bombom, vou tomar um duche quente e tu segues-me, relaxamos no duche e mais uns momentos de tró-ló-ló, quero saber como és, como são os, como te sentes, como está a “passa seca”, conto-te que também eu já sofri mesmo muito como tu, falamos de coisas divertidas, do teu desporto, do meu desporto, rimo-nos e abraçamo-nos…
Os abraços silenciosos são tramados.
“Coisa linda, a minha cona está a dizer …”
“Só se te comer em todas as posições que eu quiser”
“Aceito”
Fodemos tanto e tantas horas, de quatro, vim-me, pedi para me dares umas valentes palmadas e deste, percebias que eu era doida na cama, montei-te e gemia, vinha-me várias vezes no meio disto tudo…
“Não estou a conseguir aguentar mais…”
E eu para te atrasar, comecei a perguntar-te a tabuada…
Vieste-te depois de termos fodido em todas as posições, tinha parecido uma dança tal era o entendimento do outro quando queria mudar de posição…
Lá fomos para o duche e desta vez, eu quis lavar-te…
Quando eu saí, estavas na cama a olhar para a janela, sentei-me a olhar fixamente para ti e emocionei-me. Com as lágrimas nos olhos, disse:
..., tu também és tudo. Tu és um espectáculo, nunca te disseram?”
Tu ris e dizes que não é assim.
“Isso cabe-me a mim julgar. Tenho fome”
Fomos a um McDrive e ficamos horas no carro a conversar, entre mimos e gargalhadas, ambos nos sentíamos um do outro… O dia nasceu e fomos cada um para sua casa…
Quando é a próxima?


quarta-feira, 9 de março de 2011