sexta-feira, 5 de agosto de 2011
carpe somnium [16]
terça-feira, 2 de agosto de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
carpe somnium [15]
Avanço para a Ângela. Começo devagar, a minha boca perde-se nos lábios, nas mamas dela, nas axilas, no interior dos braços, faço-lhe cócegas com a língua e mordo suavemente a lateral do tronco, até ela fechar os olhos e rir. Contorno as pernas, subo até ao interior das coxas e por lá me deixo ficar até ela suspirar… lindíssima. Beijo-lhe a barriguinha e vou rodeando o umbigo até sentir-lhe o arrepio. Lambuzo-lhe as virilhas com a língua toda até à entrada do rabo e seguro-lhe as nádegas, até ela me pedir para entrar. Mergulho assim devagarinho, roço a face, o nariz, os lábios nas suas profundezas. Tão macia… carnuda, camurça molhada e quente, a deslizar por entre os meus dedos. Beijo-lhe todos os lábios, como se de uma boca se tratasse, e enterro a minha língua na maciez do seu interior. Ela beija-me, ora com uma, ora com a outra boca, sorvo o sabor húmido do desejo, doce e salgado. Aperto o segredo dela com pequenas dentadas, mordo os lábios borboleta, esfrego a minha boca, o meu queixo, a minha língua, com força, em sintonia com o ritmo da respiração. As minhas mãos passeiam-se pelo corpo dela, apertam-lhe as mamas, as nádegas e todas as suas partes redondas e carnudas, esgueiram-se para dentro dela e iniciam o vaivém da loucura.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
carpe somnium [14]
quarta-feira, 20 de julho de 2011
"Gostas de Amoras?"
Como é que uma praga espinhosa e desagradável dá frutos tão doces e apetecíveis?
Nascem assim, silvestremente, totalmente disponíveis para quem as quiser apreciar, saborear o Verão...
em pequenas bolinhas
esmagadas na mão
de tão maduras que estão!
sábado, 16 de julho de 2011
carpe somnium [13]
sexta-feira, 15 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
carpe somnium [12]
Pego num pedaço e manga e papaia, esfrego a mistura no meu botãozinho e vou provando. Ummm, sabe a Verão! Lembra-me um lip gloss que tenho do mesmo sabor e que nunca dura muito tempo nos lábios porque estou sempre a passar por lá com a língua, a saboreá-lo. A Ângela também quer e o cão dá-lhe alguma assistência. Ficamos as duas assim de costas, lado a lado, e o orgasmo dela despoleta o meu logo a seguir. Nunca achei grande piada a orgasmos em uníssono. Assim consigo gozar os dois. Se acontecerem ao mesmo tempo, só consigo gozar o meu.
Precisamos todos de um banho. Enchemos a banheira com sais e relaxamos no líquido borbulhante. Sabe tão bem… levar com os jactos de água na planta dos pés e noutros sítios estratégicos… que maravilha!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
diálogos (im)prováveis XV
Ele: Tenho estado a pensar… não sei se é boa ideia casar com a S.
Ela: Casar ou viver com ela?
Ele: Tudo… não tenho certezas.
Ela: Não sejas totó, vocês foram feitos um para o outro.
Ele: Então explica-me o que estamos aqui a fazer?
Ela: Foder, sexo do bom. Não confundas as coisas, puto. Lá por as nossas peles se darem extremamente bem, não significa que vamos passar o resto da vida juntos. Não troco o meu marido nem descuro os meus filhos para estar contigo. Enquanto aceitares isso, está tudo bem. Enquanto durar, há que aproveitar.
Ele: Tudo bem, mas… tenho dúvidas.
Ela: É saudável questionares-te. Mas olha bem para ti: tens uma carreira brilhante à tua frente, és um pedaço de carne muito interessante, podes ter as miúdas que quiseres, mas continuo a achar que a S tem tudo o que tu precisas.
Ele: O que eu preciso é diferente do que eu quero…
Ela: Deixa-te de merdas e fode. Verás que tudo fica mais claro depois de uma bela foda.