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terça-feira, 24 de junho de 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
sábado, 12 de abril de 2014
quinta-feira, 20 de março de 2014
sábado, 21 de dezembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
L'Agent Provocateur
...viens ici!
"Je vais et je viens
Entre tes reins"
Jane Birkin & Serge Gainsbourg Je t'aime... moi non plus
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
domingo, 22 de setembro de 2013
sábado, 14 de setembro de 2013
a Odisseia do último Concerto
Terminaste o último concerto da digressão, um arraso, banda e público sintonizados, numa massa sonora fluida, electrizante, que te deixou com a adrenalina toda a galopar descontrolada pelo corpo, cheio de energia e claro, a libido à flor da pele. No meio da multidão, montes de miúdas giras todas oferecidas, falas com algumas que vêm ter contigo, simpáticas e atrevidas, elogiam-te, gritam com o corpo “fode-me!” e tu pensas: “Penélope...”. Que bem que te sabia a pele dela agora, o sorriso, o abraço, a boca, enfim, toda. Ela não te pode acompanhar desta vez, tens de te portar bem. Mas elas bem que te tentam! Os sorrisos, os decotes, as mini-saias, meu Deus, as mini-saias… Dás os autógrafos, despachas as miúdas. Elas são bastante insistentes, o resto do pessoal baza, tu que vás lá ter. O último concerto… e estás apenas a algumas horas de distância dela…
Os teus pensamentos são interrompidos pelo som da aceleração de uma potente moto. Estás deitado no palco exterior e levantas-te a tempo de a ver ser travada com estrondo.
A moto dos teus sonhos… Quem a conduz é um corpo esguio, vestido de cabedal preto dos pés ao pescoço, com botas de saltos altos do mesmo material. Tira o capacete, mas tem uma máscara de látex tipo Cat Woman sem orelhas, toda a indumentária está concebida para revelar as formas sem mostrar o conteúdo. Mas se não é uma mulher, engana bem e desperta em ti pensamentos luxuriantes. Dirige-se devagar em passos decididos para ti e sorri uns lábios rubros. Intriga-te, esta mulher entesoa-te o cérebro e desconcerta-te.
A próxima vez que abrir os lábios, será para sorver a tua língua, a boca inteira, e beijar-te com uma paixão que nunca antes tinhas sentido. Sabe a fruta. Apanhou-te desprevenido, colou o seu corpo ao teu, tirou-te o fôlego, intumesceu-te o sexo, fez-te tremer as pernas. Há quanto tempo não sentias isto? Mas que loucura é esta?
“Penélope…” o pensamento atinge-te como um raio e torna-se sonoro: tens de parar com isto.
Tens mesmo?...
“Xiu…” sussurra ela de dedo em riste a tocar nos lábios que leva depois aos teus. Ela tem luvas pretas sem dedos, que terminam em belas unhas da cor dos lábios. Não resistes e chupas-lhe o dedo. Tens esta vontade irresistível de lhe chupar os dedos todos, sorvê-la toda.
Para lá do cheiro do cabedal, sentes um leve aroma que não consegues identificar mas que te é extremamente familiar. Tentas inquirir-lhe os olhos, mas percebes que tem lentes coloridas.
Quem é esta misteriosa mulher que te tira do sério? Quem é que ela pensa que é para te deixar assim? Queres saber, claro, e esse desejo sobrepõe-se por momentos ao de a possuir.
“Quem és?”, perguntas. Ela apenas sorri e começa a abrir lentamente o fecho do fato colado ao corpo, revelando a pele branca… o rego das mamas… ui, o umbigo… ai, a fenda do sexo…
Deixa-te doido, completamente doido, latejante, com muito pouco sangue no cérebro. Agora há apenas um pensamento latente na tua mente: fodê-la. Fodê-la de todas as formas que conseguires. Mas logo a seguir, há uma campainha que ressoa: “Penélope… nem sequer tenho preservativos...”
“Mas quem és tu, tenho de saber!” gritas e abana-la com força, prestes a tirar-lhe a máscara de forma violenta se ela não o fizer.
Mas ela fá-lo. Não sem antes seres atingido pelo raio do discernimento e perguntares: “Penélope?”
Ela sorri. Como foi que não percebeste logo no primeiro sorriso? “Penélope!...” Apetece-te bater-lhe pela figura de parvo que fizeste mas conténs-te e ainda acrescentas, com a maior das inocências: “Desde quando é que tu sabes conduzir motas!?”
Ela ri: “Ainda há coisas sobre mim que tu não sabes, Ulisses. Tenho de conseguir surpreender-te de vez em quando. Se soubesses tudo deixaria de ter piada, não achas?” E continua a rir às gargalhadas, perante a tua perplexidade, até te desmanchares a rir também.
“Achas que foi o destino que nos juntou?” – pergunta ela.
“Não tenho dúvidas”.
“E achas que também estava escrito que me reconhecerias?” Ela de vez em quando faz com cada pergunta, não é?
“Isso agora… sei que tive de me conter bastante para não te saltar logo em cima, lá isso tive!”
“E que tal saltares agora?”
Depois de recuperares da surpresa, fazes o que continua a apetecer-te fazer, até com mais vontade agora, fodes e deixas-te foder por ela, de todas as formas que vos apetecer. E há qualquer coisa de diferente, como se estivessem redescobrir-se, a reconquistar-se. E quando passadas umas horas estão os dois satisfeitos, deitados de costas a olhar para o céu, perguntas-lhe: “Onde foste desencantar a moto?” E ela diz-te: “A moto é tua, feliz aniversário!”
Deixa-te conduzir o brinquedo novo e partem os dois, em direcção ao sol nascente.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
sexta-feira, 29 de março de 2013
Santa SEXta...
Foi há uns meses, mas podia ser agora, no outro hemisfério. E será novamente, daqui a uns meses... mas aqui dentro, por mais que chova, é sempre Verão.
quinta-feira, 14 de março de 2013
uma noite erótica (parte II)
texto por PinhalMan | continuação daqui
O enorme quarto tinha uma ténue iluminação, em tons de vermelho, oriunda principalmente das mesas-de-cabeceira. Espalhadas pelo chão do quarto, haviam também bastantes velas, que emanavam um suave mas interessante odor a cereja. Ainda no chão, e desde o ponto onde ela se encontrava, tinha sido colocado um encantador trilho de pétalas vermelhas, que seguiam um trajecto ondulante até uma cadeira no centro do quarto, e desde aí até à enorme cama. Aqui, sobre os lençóis brancos, estava desenhado um grande coração, preenchido também com pétalas vermelhas, e no seu centro, um outro mais pequeno, com pétalas de um tom mais claro. Cor-de-rosa suave talvez, ou mesmo brancas.
Na cadeira, provocadoramente despido de roupas à excepção de uma pouco inocente gravata, mas numa pose pouco reveladora, encontrava-se Miguel, expectante pela reacção da jovem beldade ao cenário por si montado.
Carla seguiu pelo trilho de pétalas, pisando-as cuidadosamente com os sensuais sapatos de salto stiletto, até chegar bem perto da cadeira. As notas e o ritmo da música enchiam o ambiente, como que a convidando descaradamente a presentear Miguel com um sensual Striptease. Era sem dúvida uma jogada arriscada da parte deste, pois é sabido que deve partir da Mulher a iniciativa de querer brindar o seu parceiro com uma actuação tão ousada. Mas Carla adorava ser desafiada… E Miguel já tinha percebido isso… Num acto romântico, ele revelou uma rosa vermelha, que ofereceu a Carla. Esta aceitou-a, com um sorriso, e perguntou-lhe:
- O que é que tu queres?...
- O que tu me quiseres dar. Nada mais do que isso…
- Olha que depois tens que te aguentar à bronca!
- E eu aguento…
- Tens a certeza?
- Tenho… – Arriscou ele.
Naquele curto momento de impasse, a música desapareceu num fadeout…
De repente, a doce voz de Michael Bublé surgiu por entre um fundo de cordas, soltando
as palavras “Birds flying high, you know how I feel”…
Era o catalizador que Carla precisava… O timbre do Canadiano arrancou-lhe desde logo
um sorriso maroto, e à medida que os vocábulos eram derramados, surgiu-lhe uma enorme vontade de baixar a alça direita do vestido. Os olhares não descolavam, e nenhum dos dois se permitia sequer a pestanejar. Era como se uma batalha pelo controlo do Universo estivesse prestes a começar!
Ao escutar “…It’s a new dawn…”, Carla deixou cair a rosa a seus pés. A sua mão esquerda deslizou sobre o ombro direito e a alça descaiu no braço.
Quando o contrabaixo surgiu a marcar o ritmo, foi inevitável o acelerar das batidas dos
corações de ambos.
A anca de Carla começou a seguir a cadência da música de uma forma infernalmente
provocante.
Havia voltado as costas a Miguel que se encontrava absolutamente fascinado, enquanto
a segunda alça também era arrastada pelo braço esquerdo. O vestido desceu vagarosamente até à cintura, impulsionado sensualmente pelos dedos de Carla.
Ela virou-se por momentos, revelando o atraente rendilhado do seu soutien preto.
Aproximou-o descaradamente da cara de Miguel, deixando-o a morder os seus próprios
lábios.
Depois girou de novo, sempre numa dança ritmada. O vestido continuou o seu caminho,
descendo pelo fabuloso corpo da jovem e revelando o cinto de ligas e o sensual fio
dental que desaparecia por entre as suas nádegas.
No resto do trajecto descendente do vestido, Carla foi flectindo as pernas, mantendo o
tronco direito e o ritmo da música na anca.
O vestido caiu finalmente no chão, sobre o manto de pétalas. Ela retirou os pés de
dentro da circunferência que o mesmo desenhava, afastando um pouco as pernas.
Vergou o corpo para o apanhar, espetando descaradamente o traseiro na direcção de
Miguel e, sempre sincronizada com a cadência da melodia, endireitou-se e atirou-o para
longe, num gesto brusco mas que conteve uma bela carga erótica.
Carla olhou por cima do ombro, só para confirmar que Miguel se encontrava a apreciar
o espectáculo. Sorriu ao atestar que só lhe faltava um pouco baba para perder por
completo a compostura.
Ele estava extasiado pela divina imagem que lhe entrava pelos olhos: Os saltos altos
sublinhavam a elegância das pernas, cobertas por umas sensuais meias escuras,
semi-transparentes, encimadas por um cativante trabalhado de renda, preso pelas ligas
que as uniam ao cinto. O fio dental e o soutien eram as restantes peças que restavam no
corpo de Carla. Certamente ficariam para o final da actuação.
As molas que ligavam as meias ao cinto foram soltas, e este começou lentamente a ser
puxado para baixo pelos polegares de Carla. Ela foi curvando as costas aos poucos,
fazendo questão de manter as pernas esticadas e os seus glúteos bem pertinho da cara de
Miguel. A sua anca mantinha um delicioso rebolar, quase enlouquecedor. Miguel era um cavalheiro, de facto. Ardia em vontade de lhe tocar, mas nem por um instante ousou arriscar uma atitude que pudesse pôr em causa o resto da fantástica representação.
Quando o cinto chegou ao chão, os peitos de Carla quase que estavam colados aos seus
joelhos, numa fantástica demonstração da sua elasticidade. Ela tirou o cinto, rodou o
corpo e atirou-o a Miguel, que o recebeu com um sorriso aberto.
Carla aproximou-se e curvou o corpo sobre ele, aproximando os seus lustrosos lábios
dos dele e, pousando as mãos sobre os joelhos, afastou-lhe descaradamente as pernas,
revelando uma brutal erecção.
- Olha quem acordou! – Brincou ela.
Miguel não conseguiu evitar que surgisse um rubor no seu rosto, como se se sentisse
envergonhado.
- Não tenhas vergonha, meu lindo… Agora já é tarde demais para isso! – Disse, enquanto soltava uma piscadela de olho.
De seguida, pegou na gravata e segredou:
- Gostei deste pormenor… Mas mais tarde, vais ficar tão quente, que nem esta peça vais
querer sobre o teu corpo – Gracejou.
Então, puxando o artefacto com suavidade mas de um modo convicto, ordenou:
- Anda daí! Preciso dessa cadeira, agora…
Miguel obedeceu e deixou-se guiar através do manto vermelho, até aos pés da cama.
Então, Carla fê-lo sentar, apontou-lhe o indicador direito e rematou com um sorriso:
- Fica aí quietinho a apreciar…
continua...
segunda-feira, 11 de março de 2013
memórias veraneantes: a Gruta e a Fonte
Era uma vez...

saudades do Verão? não, ele está sempre presente, a aquecer o coração :)
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
canzana-me! #4
Foto: Brincar com o Fogo
Enviem as vossas fotos para: provocados@gmail.com
(meninos, estamos à espera...)
(meninos, estamos à espera...)
sábado, 8 de dezembro de 2012
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
menina narcisa
envia os teus reflexos auto-retratados para provocados@gmail.com
post relacionado: caixinha de surpresas
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012
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