"Sabes, não se vai chupar sozinho..."
O Patife não papa rosbife
sexta-feira, 26 de julho de 2013
quarta-feira, 24 de julho de 2013
swingin' (in the rain) parte 30
continuação daqui | início
A Duquesa sugeriu que mudássemos de poiso e fomos espreitar novamente a área do "labirinto". Todos os caminhos vão dar ao "aquário", uma espécie de quarto no meio do espaço e foi para lá que nos dirigimos os seis. O sítio estava limpo e sabíamos que mais ninguém ali tinha estado naquela noite. A Yin começou a palhaçar, a meter a perna até à coxa nos supostos "glory holes", depois a saltar em cima do colchão de molas, quase batendo com a cabeça. Todo o espaço é um enorme colchão. A luz vermelha apontada diretamente para os nossos olhos lembrava as luzes dos frangos no aviário ou depois de assados, para os manter quentes. O Duque queria apagá-la, mas o Yang não deixou, pelo que ficou apenas virada para o teto. O Duque ia-se entendendo com a Duquesa e acariciando o pé da Yin, que sabia onde é que ele queria chegar. Os outros dois marmelavam a bom ritmo e a Yin ajoelhou-se para abocanhar o membro do Yang. O colchão de molas forrado a napa dava-lhe algum balanço que aproveitava para o vaivém entre a base e a glande.
Os Duques entrelaçavam-se cada vez mais e a Yin começou a sentir uma mão subir-lhe pela perna acima. Na posição em que estava, não conseguia saber quem era, mas não era difícil adivinhar.
"O Duque está com a mão no meu rabo!" disse ela a sorrir para o Yang, à procura da reação dele. "Não é o Duque é a Duquesa" diz ele. E ela sorri em pleno vaivém e assim continua. gosta do toque, por cima das cuecas, é suave. Abre um pouco as pernas par lhe dar espaço. Respira-se um contagiante clima de tesão naquele espaço, tão estranho quanto agradável.
A Duquesa apróxima-se da perna do Yang, toca-lhe, mas ele afasta-se. A Yin sente uma mudança no toque e desta vez confirma que é mesmo o Duque. Assim, de rabo alçado e saia levantada, expõe as coxas e as meias de rede castanha, com um buraco maior do que os outros, para o qual o Camaleão já a havia alertado. Não está nada preocupada. O Duque explora um pouco aquela região com a mão e entra nela sem grandes cerimónias com o dedo. A Yin não encoraja nem afasta, continua com o seu vaivém, atenta ao que se está a passar do outro lado: a Utopia vibra com o Camaleão, que por esta altura já lhe tinha desapertado as calças e enfiado a mão, enquanto a beijava. Lembramo-nos com saudades do tempo em que aquela intimidade havia sido partilhada. A Utopia geme de um lado, a Duquesa do outro, a Yin olha para a utopia, que lhe pede com o corpo que a beije, ao que ela não se faz rogada. Sabe-lhe bem os beijos, relembram à pele o sabor de há uns anos. A doçura que era... A Utopia aperta a Yin contra o seu peito, enquanto se contorce e suspira, e geme, deixando-a sem ar. O Yang não está confortável ali no meio, sente o peso da Yin na sua bexiga cheia.
Camaleão e Utopia saem do espaço. O Camaleão estava incomodado com o fato de estarmos a ser observados, principalmente pelo casal nosso conterrâneo que tinha por ali parado, em estilo de quem tirou bilhete. É preciso notar que quem vai para ali pode tornar-se uma espécie de animal de circo, o que por vezes até pode ser interessante. Nós apreciámos experimentar as duas perspetivas, voyeurs e exibicionistas, se bem que é um pouco confuso e difícil de gerir a parte do exibicionismo e a alternância entre ambas. Exibir e observar em simultâneo é uma proeza fantástica, que ainda estamos longe de dominar.
O Yang não aguentou mais e decidiu sair para visitar a casa de banho. A Yin soltou-se da mão do Duque e foi com ele.
Aquilo foi realmente estranho. Aproveitou para também despejar a bexiga. Quando saiu da casa de banho, o Yang olhou para ela com uma cara muito séria. "Anda cá", diz-lhe. Pega-lhe por um braço, fecha a porta e a Yin pensa que ele está chateado com ela e que vai ser uma conversa séria... até que ele começa a desapertar o cinto e ordena: "Ajoelha-te!" Aí rebenta a rir, mas prontifica-se a cumprir a ordem com todo o prazer, no tapete. Sim, porque a imagem das luzes CSI que fazem os fluidos corporais brilhar ainda estava presente nas nossas memórias. E ele dá-lhe com força, numa canzana plena, e ela vem-se. Uma e outra vez, a rir-se.
A Duquesa sugeriu que mudássemos de poiso e fomos espreitar novamente a área do "labirinto". Todos os caminhos vão dar ao "aquário", uma espécie de quarto no meio do espaço e foi para lá que nos dirigimos os seis. O sítio estava limpo e sabíamos que mais ninguém ali tinha estado naquela noite. A Yin começou a palhaçar, a meter a perna até à coxa nos supostos "glory holes", depois a saltar em cima do colchão de molas, quase batendo com a cabeça. Todo o espaço é um enorme colchão. A luz vermelha apontada diretamente para os nossos olhos lembrava as luzes dos frangos no aviário ou depois de assados, para os manter quentes. O Duque queria apagá-la, mas o Yang não deixou, pelo que ficou apenas virada para o teto. O Duque ia-se entendendo com a Duquesa e acariciando o pé da Yin, que sabia onde é que ele queria chegar. Os outros dois marmelavam a bom ritmo e a Yin ajoelhou-se para abocanhar o membro do Yang. O colchão de molas forrado a napa dava-lhe algum balanço que aproveitava para o vaivém entre a base e a glande.
Os Duques entrelaçavam-se cada vez mais e a Yin começou a sentir uma mão subir-lhe pela perna acima. Na posição em que estava, não conseguia saber quem era, mas não era difícil adivinhar.
"O Duque está com a mão no meu rabo!" disse ela a sorrir para o Yang, à procura da reação dele. "Não é o Duque é a Duquesa" diz ele. E ela sorri em pleno vaivém e assim continua. gosta do toque, por cima das cuecas, é suave. Abre um pouco as pernas par lhe dar espaço. Respira-se um contagiante clima de tesão naquele espaço, tão estranho quanto agradável.
A Duquesa apróxima-se da perna do Yang, toca-lhe, mas ele afasta-se. A Yin sente uma mudança no toque e desta vez confirma que é mesmo o Duque. Assim, de rabo alçado e saia levantada, expõe as coxas e as meias de rede castanha, com um buraco maior do que os outros, para o qual o Camaleão já a havia alertado. Não está nada preocupada. O Duque explora um pouco aquela região com a mão e entra nela sem grandes cerimónias com o dedo. A Yin não encoraja nem afasta, continua com o seu vaivém, atenta ao que se está a passar do outro lado: a Utopia vibra com o Camaleão, que por esta altura já lhe tinha desapertado as calças e enfiado a mão, enquanto a beijava. Lembramo-nos com saudades do tempo em que aquela intimidade havia sido partilhada. A Utopia geme de um lado, a Duquesa do outro, a Yin olha para a utopia, que lhe pede com o corpo que a beije, ao que ela não se faz rogada. Sabe-lhe bem os beijos, relembram à pele o sabor de há uns anos. A doçura que era... A Utopia aperta a Yin contra o seu peito, enquanto se contorce e suspira, e geme, deixando-a sem ar. O Yang não está confortável ali no meio, sente o peso da Yin na sua bexiga cheia.
Camaleão e Utopia saem do espaço. O Camaleão estava incomodado com o fato de estarmos a ser observados, principalmente pelo casal nosso conterrâneo que tinha por ali parado, em estilo de quem tirou bilhete. É preciso notar que quem vai para ali pode tornar-se uma espécie de animal de circo, o que por vezes até pode ser interessante. Nós apreciámos experimentar as duas perspetivas, voyeurs e exibicionistas, se bem que é um pouco confuso e difícil de gerir a parte do exibicionismo e a alternância entre ambas. Exibir e observar em simultâneo é uma proeza fantástica, que ainda estamos longe de dominar.
O Yang não aguentou mais e decidiu sair para visitar a casa de banho. A Yin soltou-se da mão do Duque e foi com ele.
Aquilo foi realmente estranho. Aproveitou para também despejar a bexiga. Quando saiu da casa de banho, o Yang olhou para ela com uma cara muito séria. "Anda cá", diz-lhe. Pega-lhe por um braço, fecha a porta e a Yin pensa que ele está chateado com ela e que vai ser uma conversa séria... até que ele começa a desapertar o cinto e ordena: "Ajoelha-te!" Aí rebenta a rir, mas prontifica-se a cumprir a ordem com todo o prazer, no tapete. Sim, porque a imagem das luzes CSI que fazem os fluidos corporais brilhar ainda estava presente nas nossas memórias. E ele dá-lhe com força, numa canzana plena, e ela vem-se. Uma e outra vez, a rir-se.
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segunda-feira, 22 de julho de 2013
*Dança XX: Houba!
Sur la piste du marsupilami, música de Bruno Coulais, interpretada por Salah Benlemqawanssa
O filme está muito bem feito, é de rebolar a rir do princípio ao fim, vale mesmo a pena!
Tem outra cena em que o Lambert Wilson "interpreta" I'm alive da Celine Dion que deverei trazer aqui noutra oportunidade. Mas esta cena de dança no final... é o delírio! Existem outras danças houba lá pelo meio também a não perder, mas queria só mostrar este solo da cintura para cima, um cheirinho do domínio de cada músculo, cada articulação, como se a estrutura óssea deixasse por momentos de existir e a carne de borracha flexível dominasse o espaço apenas enquanto o esqueleto não voltar novamente ao seu lugar, quando lhe apetecer. Também quero! É contagiante, não é? Será que se eu treinar bastante...
sexta-feira, 19 de julho de 2013
swingin' (in the rain) parte 29
Após um jantar bem regado e animado na casa dos Duques, lá seguimos. O ambiente e tudo o que se passou a seguir parecia típico de um sonho da Yin, ligeiramente absurdo e altamente improvável. Mas ainda assim, aconteceu.
O espaço estava vazio quando chegámos, mais staff que clientes, mas éramos seis e não precisávamos de mais ninguém para fazer a festa. Ficámos lá em cima, ao pé da lareira, não sem antes lhes mostrar o espaço. Concordaram connosco, é um sítio simpático, tem uma certa ruralidade, um arzinho de casa de campo tranquila que nos agrada bastante, apesar de tudo o que de intranquilo que acontece lá dentro. E divertimo-nos como costumamos fazer em casa, até nos chamarem lá para baixo para a pista para nos oferecerem um shot. Como éramos poucos, queriam juntar o pessoal todo num espaço e lá fomos. A pista vazia tem outro aspeto, não deixa de ser convidativa, mais espaçosa.
O Camaleão mostrava a sua indignação perante a forma como clientes e empregados se relacionavam, não lhe parecia muito profissional deixar os clientes entrar na zona do bar para se servirem. Explicámos-lhe que aquilo é uma espécie de private party em que as pessoas convidadas contribuem para as despesas, não é o mesmo conceito de um bar ou um negócio normal.
No bar, encontrámos o casal conterrâneo do costume e apresentámos os nossos amigos. Fizemos notar que um dos casais era o que estava connosco na noite em que eles não chegaram a encontrar-nos. O discurso mudou em relação à primeira explicação para o que teria acontecido. Desta vez não era por causa de terem encontrado outros amigos, era por estarmos acompanhados. A Yin, à beira de lhe saltar a tampa, comentou que o casal com quem nós estávamos poderia ser mais interessante que nós e que assim tinham perdido de uma só vez, a oportunidade de conhecer quatro pessoas. Ele contra-argumentou dizendo que o que estava planeado era conhecer-nos só a nós, e se isso não iria acontecer, preferiam combinar noutra altura. A explicação não convenceu a Yin, que resolveu juntar-se aos outros enquanto o Yang ainda continuou mais um pouco à conversa. No fim, o outro já tinha dado a entender mas desta vez fez questão de deixar bem claro, de uma forma civilizada, que por ele estava tudo bem, até simpatizava connosco, mas a sua mulher não tinha qualquer interesse no Yang. Temos pena. Esqueceram-se foi de contabilizar a nossa vontade. Mas claro que basta um não querer. E neste caso, até são três.
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quarta-feira, 17 de julho de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
swingin' (in the rain) parte 28
Continuámos a trocar ideias com o caloroso casal eclesiástico, mas compromissos e contratempos de parte a parte impediam-nos de estarmos novamente juntos, embora a vontade prevalecesse.
Conhecemos um casal de vizinhos muito simpáticos, com idade para serem nossos pais, e apesar do Yang ter alguns preconceitos em relação à idade das pessoas com quem fode, não os tem em relação às pessoas com quem conversa. E a conversa foi bastante agradável. É sempre interessante conhecer outra perspetiva mais amadurecida. Gostámos bastante da forma de estar deles, achámos curioso terem contado aos filhos as suas atividades extra curriculares e de terem o seu apoio. Trocámos alguns cromos em lanche prolongado com chá e bolachas barradas a geleia de laranja, jantar de feijoada de lulas e ceia de queijos e crepes recheados de doce, em diferentes dias. Eles vieram contribuir para melhorar a perceção que tínhamos dos nossos vizinhos que se dedicam a esta "religião".
O Yang andava a relatar as nossas experiências a todos os nossos amigos mais "liberais". Não gostamos muito da conotação que costuma ser dada a esta palavra, digamos que são nossos amigos de longa data, com quem nunca houve interação sexual (ou, se houve, há muito que deixou de existir) mas com quem nos sentimos perfeitamente à vontade para falar destas coisas. Fê-lo com bastante entusiasmo e lá conseguiu convencer dois casais a virem connosco celebrar a Páscoa ao nosso antro de perdição predileto.
O casal mais novo é composto por uma ex-amante nossa, a primeiríssima Utopia, com a qual não acontece nada de sexual desde ainda antes de ter começado a namorar (salvo, talvez, uma vídeo conferência ou outra mais malandreca) e o seu companheiro Camaleão. Devido à distância geográfica que nos separa, só nos vemos uma ou duas vezes por ano, pelo que temos de aproveitar muito bem todo o tempo que estamos juntos. Já dividimos o mesmo espaço em várias ocasiões e locais diferentes e nunca houve nenhuma aproximação sexual. Mas é sempre um prazer estar com eles, mesmo sem essa partilha.
O outro casal é formado por Duques de porte real e sofisticação qb, com imenso savoir faire. Relações públicas da blogosfera, uma espécie de irmãos mais velhos que com muita paciência vão contribuindo para a nossa educação. Já os conhecemos há anos e nunca houve nenhum contato sexual, apesar de sempre falarmos abertamente e nos picarmos. Praticamos nudismo com eles e estamos sempre na boa. Inicialmente, eles não estavam nada inclinados a ir. O Duque, por uma questão de princípio e coerência, disse que jamais iria a um sítio daqueles, a tática de caça dele é outra, noutros ambientes. A Duquesa já tinha alguma experiência no assunto, já havia frequentado antros similares antes de conhecer o Duque, e a experiência não tinha sido das melhores. No entanto, após a entusiástica insistência do Yang, apoiado pela Yin de uma forma mais moderada, lá se decidiram a ir.
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quarta-feira, 26 de junho de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
quinta-feira, 13 de junho de 2013
swingin' (in the rain) parte 27
continuação daqui | início
A
chibata andou de mão em mão a fazer das suas. Houve uma altura em que
nos estávamos a beijar aos pares e a Yin sugeriu que experimentássemos a
quatro. Depois de resolvida uma ou outra questão de espaço, conseguimos
fazer um divertido toque a quatro línguas, quatro pares de lábios
beijantes... só mesmo experimentando.
Houve
o clássico momento das duas meninas para cada menino, a mimar e a mamar
enquanto o outro assistia e ia tocando, ora uma, ora outra, ora ambas.
A
Yin olha para o A com um olhar guloso e ele pergunta o que é que ela
quer. Ela dá uma de miss e responde: "Quero que toda a gente seja
feliz". Na verdade, o que ela queria dizer era "quero que me fodas e
depois quero foder-te", mas achou melhor dar a resposta politicamente
correta que não era mentira nenhuma, apenas foi o que lhe saiu pela boca
depois de pensar. Não queria pôr os seus interesses à frente dos
outros, afinal de contas, eram nossos convidados, por isso tínhamos de
ser nós a zelar pelo seu bem-estar.
Ficámos
a explorar os corpos alheios um bom bocado, com línguas e dedos, até
que o Yang sugeriu à Yin que fosse buscar o strap on. Ela acedeu, pronta
a demonstrar como o colocar, sem grandes esperanças de efetivamente o
usar em alguém. Mas eis que a O a surpreende, pondo-se de quatro e
pedindo-lhe que entre. Ela não se fez rogada mas começou por se fazer
esperar na menina dela, roçando-se e esfregando a campainha. Não demorou
assim tanto a entrar e por ali ficou, naquele maravilhoso vai-vém, a
acariciá-la por dentro. O rabo dela pareceu-lhe demasiado tentador para
não tentar uma aproximação. E ela não lhe disse que não! Foi buscar o
lubrificante e entrou com um dedo, enquanto a outra mão estimulava o
botão mágico. Ela parecia estar a gostar. Entrou então com o strap on,
devagarinho, e recomeçou o vaivém, a roçar-lhe a campainha. Ela estava
definitivamente a gozar aquilo e a Yin também. A O quis matar saudades
do seu amor, que estava sentado a observá-la e enterrou-se nele "só um
bocadinho", disse ela. Mas foi ficando e entretanto, quis que o Yang
entrasse no seu outro orifício e ficaram os três assim, até ela começar a
explodir com toda a força, até gritar e parar. O A veio-se
discretamente e saíram os dois de dentro dela. Tentou levantar-se mas
uma vertigem impediu-a. Quebra de tensão. Ficou um pouco mais em cima do
A até recuperar forças para ir à casa de banho. Ficámos preocupados com
ela, perguntámos se queria chá ou qualquer coisa com açúcar, mas ela
rejeitou. Sentou-se no sofá, deixou-se mimar pelo seu par, enquanto nós
dávamos largas ao tesão acumulado. Amigo não empata amigo e a bela da
canzana fez-nos vir juntinho a eles.
Houve
um momento de descompressão em que o A acariciou o corpo da Yin com a
proteção de peluche das algemas e aquilo soube-lhe genuinamente bem.
A
Yin sugeriu um banho de imersão à O e liga a torneira, mas o
esquentador não colabora e a água não aquece. Por esta altura, a O já
estava melhor e a dizer que era altura de ir embora. Ficámos com pena,
pensávamos que eles iriam ficar a noite, mas compreendemos.
Despedimo-nos
e depois de várias tentativas, conseguimos que o esquentador
colaborasse para nos proporcionar um reconfortante banho a dois.
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sábado, 8 de junho de 2013
swingin' (in the rain) parte 26
continuação daqui | início
As
duas meninas estavam a entender-se e a Yin achou por bem trazer outra
menina para a festa, a sua íntima e vibrante amiga Gigi. Começou a
percorrer o corpo da O com ela, devagarinho, a testar os efeitos dos
vários tipos de vibração. Ela parecia gostar. Foi explorando cada
pedacinho de pele, as áreas mais sensíveis, numa lenta tortura de prazer
antes de se dirigir à entrada que a esperava. Colocou-lhe um
preservativo e entrou, depois de tocar insistentemente à campainha. Ela
estava definitivamente a gostar. Depois de recuperar um pouco, despiu a
saia e as cuecas de renda preta da Yin, deixando-a apenas com as meias
de liga pretas, semi-transparentes, a revelar os dedos dos pés pintados
de vermelho, que ela pintou propositadamente para a ocasião. A dada
altura, elas começaram a meter-se com eles e passaram para o outro sofá.
Perguntaram se não tinham calor e começaram a despi-los antes de
esperar pela resposta.
O
toque da O sabe bem à Yin, mas a pressão dos dentes nos seus pequenos
lábios tinha de ser aliviada. Ligeiros ajustes para quem experimenta
pela primeira vez um corpo diferente. Nesta altura, ainda não tinha
havido consideráveis avanços por parte dos meninos, apenas o contato que
um sofá de três lugares para quatro pessoas obriga. Mas passado pouco
tempo, a O meteu-se com o Yang de uma forma que deixava muito poucas
dúvidas sobre a sua vontade e nós apreciámos a segurança dela e tentámos
retribuir o melhor possível. Aliás, eles são ambos atrevidos e muito
bem resolvidos e é uma delícia privar com um casal assim.
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