quarta-feira, 26 de junho de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
quinta-feira, 13 de junho de 2013
swingin' (in the rain) parte 27
continuação daqui | início
A
chibata andou de mão em mão a fazer das suas. Houve uma altura em que
nos estávamos a beijar aos pares e a Yin sugeriu que experimentássemos a
quatro. Depois de resolvida uma ou outra questão de espaço, conseguimos
fazer um divertido toque a quatro línguas, quatro pares de lábios
beijantes... só mesmo experimentando.
Houve
o clássico momento das duas meninas para cada menino, a mimar e a mamar
enquanto o outro assistia e ia tocando, ora uma, ora outra, ora ambas.
A
Yin olha para o A com um olhar guloso e ele pergunta o que é que ela
quer. Ela dá uma de miss e responde: "Quero que toda a gente seja
feliz". Na verdade, o que ela queria dizer era "quero que me fodas e
depois quero foder-te", mas achou melhor dar a resposta politicamente
correta que não era mentira nenhuma, apenas foi o que lhe saiu pela boca
depois de pensar. Não queria pôr os seus interesses à frente dos
outros, afinal de contas, eram nossos convidados, por isso tínhamos de
ser nós a zelar pelo seu bem-estar.
Ficámos
a explorar os corpos alheios um bom bocado, com línguas e dedos, até
que o Yang sugeriu à Yin que fosse buscar o strap on. Ela acedeu, pronta
a demonstrar como o colocar, sem grandes esperanças de efetivamente o
usar em alguém. Mas eis que a O a surpreende, pondo-se de quatro e
pedindo-lhe que entre. Ela não se fez rogada mas começou por se fazer
esperar na menina dela, roçando-se e esfregando a campainha. Não demorou
assim tanto a entrar e por ali ficou, naquele maravilhoso vai-vém, a
acariciá-la por dentro. O rabo dela pareceu-lhe demasiado tentador para
não tentar uma aproximação. E ela não lhe disse que não! Foi buscar o
lubrificante e entrou com um dedo, enquanto a outra mão estimulava o
botão mágico. Ela parecia estar a gostar. Entrou então com o strap on,
devagarinho, e recomeçou o vaivém, a roçar-lhe a campainha. Ela estava
definitivamente a gozar aquilo e a Yin também. A O quis matar saudades
do seu amor, que estava sentado a observá-la e enterrou-se nele "só um
bocadinho", disse ela. Mas foi ficando e entretanto, quis que o Yang
entrasse no seu outro orifício e ficaram os três assim, até ela começar a
explodir com toda a força, até gritar e parar. O A veio-se
discretamente e saíram os dois de dentro dela. Tentou levantar-se mas
uma vertigem impediu-a. Quebra de tensão. Ficou um pouco mais em cima do
A até recuperar forças para ir à casa de banho. Ficámos preocupados com
ela, perguntámos se queria chá ou qualquer coisa com açúcar, mas ela
rejeitou. Sentou-se no sofá, deixou-se mimar pelo seu par, enquanto nós
dávamos largas ao tesão acumulado. Amigo não empata amigo e a bela da
canzana fez-nos vir juntinho a eles.
Houve
um momento de descompressão em que o A acariciou o corpo da Yin com a
proteção de peluche das algemas e aquilo soube-lhe genuinamente bem.
A
Yin sugeriu um banho de imersão à O e liga a torneira, mas o
esquentador não colabora e a água não aquece. Por esta altura, a O já
estava melhor e a dizer que era altura de ir embora. Ficámos com pena,
pensávamos que eles iriam ficar a noite, mas compreendemos.
Despedimo-nos
e depois de várias tentativas, conseguimos que o esquentador
colaborasse para nos proporcionar um reconfortante banho a dois.
continua aqui
sábado, 8 de junho de 2013
swingin' (in the rain) parte 26
continuação daqui | início
As
duas meninas estavam a entender-se e a Yin achou por bem trazer outra
menina para a festa, a sua íntima e vibrante amiga Gigi. Começou a
percorrer o corpo da O com ela, devagarinho, a testar os efeitos dos
vários tipos de vibração. Ela parecia gostar. Foi explorando cada
pedacinho de pele, as áreas mais sensíveis, numa lenta tortura de prazer
antes de se dirigir à entrada que a esperava. Colocou-lhe um
preservativo e entrou, depois de tocar insistentemente à campainha. Ela
estava definitivamente a gostar. Depois de recuperar um pouco, despiu a
saia e as cuecas de renda preta da Yin, deixando-a apenas com as meias
de liga pretas, semi-transparentes, a revelar os dedos dos pés pintados
de vermelho, que ela pintou propositadamente para a ocasião. A dada
altura, elas começaram a meter-se com eles e passaram para o outro sofá.
Perguntaram se não tinham calor e começaram a despi-los antes de
esperar pela resposta.
O
toque da O sabe bem à Yin, mas a pressão dos dentes nos seus pequenos
lábios tinha de ser aliviada. Ligeiros ajustes para quem experimenta
pela primeira vez um corpo diferente. Nesta altura, ainda não tinha
havido consideráveis avanços por parte dos meninos, apenas o contato que
um sofá de três lugares para quatro pessoas obriga. Mas passado pouco
tempo, a O meteu-se com o Yang de uma forma que deixava muito poucas
dúvidas sobre a sua vontade e nós apreciámos a segurança dela e tentámos
retribuir o melhor possível. Aliás, eles são ambos atrevidos e muito
bem resolvidos e é uma delícia privar com um casal assim.
continua aqui
segunda-feira, 3 de junho de 2013
diálogos (im)prováveis XXIII
São dois "eles", mas podia perfeitamente ser um "ele" e uma "ela". Só que assim tem muito mais piada :)
Lá no fundo, continua a ser um "ele" e uma "ela", ahah!
Rendi-me completamente a esta "Porta dos Fundos" :D
post relacionado: diálogos (im)prováveis XX
segunda-feira, 27 de maio de 2013
swingin' (in the rain) parte 25
Ficámos com muito boa impressão do casalinho eclesiástico, tanto que os convidámos para ir lá a casa jantar e eles aceitaram. Não moramos propriamente perto, mas quando se tem vontade, não é assim tão longe.
Será importante referir que após a noite de Carnaval, fomos procurá-los nos sites e ficámos com a nítida sensação de que se não os encontrássemos no clube, passariam-nos completamente despercebidos online. Temos a noção que a net não é o meio preferencial de de toda a gente, há pessoas que comunicam muito melhor ao vivo e a cores.
Preparámos o jantar, o Yang fez a sua sobremesa preferida e ambos pensámos como seria interessante comê-la no corpo, com fruta à mistura. Esses pensamentos não chegaram a passar a ação, pois apesar do ambiente estar aquecido, ainda não estávamos suficientemente quentes e a noite era ainda uma criança. Entre sangria e licores, passaríamos um agradável serão.
A O sentou-se num sofá com a Yin, o A e o Yang no outro. Quase dejá vu. Desta vez queríamos fazer diferente, mas mesmo que não o quiséssemos, nunca seria igual. Esperávamos que fosse melhor. A O, que estava mais afastada do aquecedor, começou a queixar-se do frio e a Yin prontificou-se a trocar de lugar com ela e a chegar mais perto, abraçá-la e aquecê-la. Ambas se entrelaçaram, tal como da outra vez no clube, quando se enrolaram frente à lareira. Só que agora, à falta de lareira, havia aquecedor. A Yin sentiu a mão da O por baixo da saia, a subir por entre as suas pernas à procura de um sítio mais quente. Sorria com um sorriso malandro enquanto conversava como se nada mais se passasse. A conversa continuava animada, a O encontrou forma de contornar as cuecas rendadas e caminhar com os dedos em direção à umidade expetante da Yin. Soube-lhe bem o toque. Daí a pouco, riam e beijavam-se num beijo quente e demorado. Na verdade, foi todo um bouquet de beijos, como se cada um fosse uma flor a compor um colorido ramo campestre. Uma longa primavera a anunciar um verão escaldante. Depois de saciada a urgência dos beijos, começaram a explorar o corpo uma da outra, primeiro devagar, depois com pressa. Já conheciam alguns detalhes, agora tinham oportunidade de os saber melhor, mutuamente. A Yin ajudou a O a desembaraçar-se dos collants para revelar uma tanga que lhe assentava como uma luva. Começou a beijá-la à volta da tanga, a passar com a língua e reparou como o tecido se colava ao corpo, não fazendo segredo do que se encontraria por baixo do padrão vermelho e preto. Começou a dar-lhe pequenas dentadas nas nádegas e a roçar o nariz na fenda oprimida pela tanga que lhe esculpia o sexo reproduzindo todas as curvas e contracurvas. Deu-lhe imenso gozo a resposta dela, pedia-lhe com o corpo que a livrasse da tanga opressora e ela assim fez, revelando o pedaço que restava da sua pele branca, sem vestígios de pêlo, mesmo apetecível. Mergulhou devagar no seu interior, primeiro com os lábios, depois com a língua e por fim com os dedos, tudo em simultâneo, como se fosse uma maestrina a dirigir uma orquestra. A resposta foi muito positiva e assim continuou, enquanto os homens permaneciam serenos no outro sofá. Onde mesmo é que já se viu?...
continua aqui
quinta-feira, 23 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
swingin' (in the rain) parte 24
continuação daqui | início
A maluca da Musa pediu ao DJ para tocar uma musiquinha que sabia que a Yin gostava. Estava prestes a preparar das dela. Quando a música começou a tocar, ela e a O foram para o palco e chamaram a Yin. Ela fingiu que não era nada com ela e assobiou para o ar. Elas foram dar show para o varão e nós ficámos a assistir. Estava a ser um bom espetáculo, elas mexem-se bem e fazem bom uso do cilindro de metal. A música é contagiante e o A (chamemos assim ao par da O) aproxima-se da Yin e começam a dançar. Ela chama o Yang para a dança e enquanto as outras duas se entretêm no varão, a Yin dança com os dois, beija-os muito languidamente, alternadamente, até que é puxada pelas outras duas para o palco (que na verdade tem apenas uma dezena ou duas de cm, mas ainda assim lhe parece bastante assustador. Ela é voyeur, caramba, e isso é exibicion... nem sequer tem tempo para raciocinar. desata a gritar “socorro, tirem-me daqui!” mas ninguém parece ligar-lhe. Agarra-se ao varão enquanto elas a puxam para o meio, perde um sapato, enfim, faz um bocadinho de palhaça antes de decidir deixar-se ir e depois de se soltar (literalmente, do varão) fica no meio das duas e aceita os mimos que ambas lhe dão. Depois sugere que a Musa vá para o meio e beijam-se. é um beijo muito suave e terno, difícil de explicar. Não é daqueles que aquecem, embora ela não estivesse com frio, mas sabe definitivamente bem. Ela beija-lhe uma mama e também lhe sabe bem. Depois sugere que seja a vez da O ir para o meio, mas a música termina entretanto. Que não fosse por isso, voltamos a estar os quatro juntos, a formação original e mimamos a O, e a Yin prova-lhe uma maminha de mamilo espetado e beijam-se mais e aquecem, aquecemos todos. Vamos espreitar o espaço renovado ao lado da pista, uma espécie de labirinto com glory holes do diâmetro de pernas. Vimos algumas cenas dignas de filme erótico de alta qualidade. A luz estava fantástica, avermelhada, parecia acariciar o rabo alçado na mulher, mas na verdade era uma mão masculina cujos dedos iam entrando e saindo de dentro dela, ao ritmo da respiração e dos gemidos. Passou-nos pela cabeça fazermos o nosso próprio filme a quatro, mas não ali, não assim. Ficámos algum tempo com eles no escurinho, a partilhar aquela intimidade lasciva. A Yin aproveitou para descer à cintura do Yang e brincar como menino dele. O A perguntava-lhe se tinha perdido as chaves e ela ria com o sexo do Yang na boca. Queríamos aproximar-nos mais deles, mas a Yin achou que tínhamos de lhes dar espaço. Ainda não tinha havido muito contato entre a O e o Yang e achávamos que tinha de ser ela a dar o primeiro passo nesse sentido, caso o quisesse dar. Arrefecemos e voltámos para cima.
Por esta altura o T-boy andava de toalha enrolada à cintura, com arzinho de quem já tinha faturado e ficou um pouco à conversa connosco. A O ainda falou em tomar banho (nesta altura, ainda não conseguíamos distinguir quando ela estava a falar sério e quando estava a gozar) e o Yang sugeriu que a Yin lhe fosse lavar as costas, mas ela torceu o nariz e disse que não tinha chinelos. A ideia de tomar banho ali não é minimamente atraente. Lembra as séries CSI, se alguém usasse uma daquelas luzes que faz os fluídos corporais brilhar, haveria de encontrar muitas luzinhas no final da noite. E isso, de alguma forma, representa um sério risco de saúde pública que não estamos dispostos a correr. Tentamos sempre minimizar os riscos ao máximo. Pouco depois o casal eclesiástico foi embora e nós não demorámos muito mais, deixando bem clara uma forte vontade de estar novamente com eles. Um banho relaxante na nossa banheira, quem sabe?
A maluca da Musa pediu ao DJ para tocar uma musiquinha que sabia que a Yin gostava. Estava prestes a preparar das dela. Quando a música começou a tocar, ela e a O foram para o palco e chamaram a Yin. Ela fingiu que não era nada com ela e assobiou para o ar. Elas foram dar show para o varão e nós ficámos a assistir. Estava a ser um bom espetáculo, elas mexem-se bem e fazem bom uso do cilindro de metal. A música é contagiante e o A (chamemos assim ao par da O) aproxima-se da Yin e começam a dançar. Ela chama o Yang para a dança e enquanto as outras duas se entretêm no varão, a Yin dança com os dois, beija-os muito languidamente, alternadamente, até que é puxada pelas outras duas para o palco (que na verdade tem apenas uma dezena ou duas de cm, mas ainda assim lhe parece bastante assustador. Ela é voyeur, caramba, e isso é exibicion... nem sequer tem tempo para raciocinar. desata a gritar “socorro, tirem-me daqui!” mas ninguém parece ligar-lhe. Agarra-se ao varão enquanto elas a puxam para o meio, perde um sapato, enfim, faz um bocadinho de palhaça antes de decidir deixar-se ir e depois de se soltar (literalmente, do varão) fica no meio das duas e aceita os mimos que ambas lhe dão. Depois sugere que a Musa vá para o meio e beijam-se. é um beijo muito suave e terno, difícil de explicar. Não é daqueles que aquecem, embora ela não estivesse com frio, mas sabe definitivamente bem. Ela beija-lhe uma mama e também lhe sabe bem. Depois sugere que seja a vez da O ir para o meio, mas a música termina entretanto. Que não fosse por isso, voltamos a estar os quatro juntos, a formação original e mimamos a O, e a Yin prova-lhe uma maminha de mamilo espetado e beijam-se mais e aquecem, aquecemos todos. Vamos espreitar o espaço renovado ao lado da pista, uma espécie de labirinto com glory holes do diâmetro de pernas. Vimos algumas cenas dignas de filme erótico de alta qualidade. A luz estava fantástica, avermelhada, parecia acariciar o rabo alçado na mulher, mas na verdade era uma mão masculina cujos dedos iam entrando e saindo de dentro dela, ao ritmo da respiração e dos gemidos. Passou-nos pela cabeça fazermos o nosso próprio filme a quatro, mas não ali, não assim. Ficámos algum tempo com eles no escurinho, a partilhar aquela intimidade lasciva. A Yin aproveitou para descer à cintura do Yang e brincar como menino dele. O A perguntava-lhe se tinha perdido as chaves e ela ria com o sexo do Yang na boca. Queríamos aproximar-nos mais deles, mas a Yin achou que tínhamos de lhes dar espaço. Ainda não tinha havido muito contato entre a O e o Yang e achávamos que tinha de ser ela a dar o primeiro passo nesse sentido, caso o quisesse dar. Arrefecemos e voltámos para cima.
Por esta altura o T-boy andava de toalha enrolada à cintura, com arzinho de quem já tinha faturado e ficou um pouco à conversa connosco. A O ainda falou em tomar banho (nesta altura, ainda não conseguíamos distinguir quando ela estava a falar sério e quando estava a gozar) e o Yang sugeriu que a Yin lhe fosse lavar as costas, mas ela torceu o nariz e disse que não tinha chinelos. A ideia de tomar banho ali não é minimamente atraente. Lembra as séries CSI, se alguém usasse uma daquelas luzes que faz os fluídos corporais brilhar, haveria de encontrar muitas luzinhas no final da noite. E isso, de alguma forma, representa um sério risco de saúde pública que não estamos dispostos a correr. Tentamos sempre minimizar os riscos ao máximo. Pouco depois o casal eclesiástico foi embora e nós não demorámos muito mais, deixando bem clara uma forte vontade de estar novamente com eles. Um banho relaxante na nossa banheira, quem sabe?
continua aqui
sexta-feira, 10 de maio de 2013
diálogos (im)prováveis XXII
Person of Interest, S2e21:- Zero Day
Sou só eu ou este tipo de diálogos dá um certo tesão? As últimas duas linhas, então... o resto é contexto:
Guarda: Sit down. Your lawyer's here.
Ela: You were expecting somebody else?
Ele: I need to get out of here. I have to find Harold.
Ela: I'm not sure Harold wants to be found. At least not by you.
"- 9-1-1 emergency.
- Yes, I'd like to report a break-in at the home of Ernest Thornhill by an extremely dangerous man."
Ele: Root could have forced him to make that call.
Ela: Either way, if those two have history, odds are she's with him, so I need you to find Harold for me. Can you track him? How? You put a bug on your friend?
Ele: Just his glasses. I've lost people before, so when I care about someone, I plant a tracking device on them.
Ela: I can understand why you and Harold get along.
Ele: Well, unless you've got some kind of plan to get me the hell out of here...
Ela: John. This is the plan.
I'm this way.
Ele: I'm driving.
Ela: No. No, you're not.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Swingin' (in the rain) parte 23
continuação daqui | início
Os t-couple também apareceram, muito bem acompanhados pelo seu casal de namorados. A Yin perguntou-lhes pelas asinhas pretas que o T-Boy disse que levariam, mas que afinal deixaram noutro sítio... uma que pena, teríamos gostado de ver. Ainda assim, estavam bem giros, bastante kinky, ele no colete preto de cabedal e ela no fato de lycra justo e rasgado, revelendo partes interessantes do corpo e exibindo o seu novo "bumbum".
Voltando ao casal eclesiástico, depois de uma longa e agradável conversa junto à lareira, decidimos fazer-nos à pista e aterrar no meio da multidão. Escusado será dizer que se portou lindamente.
Desta vez fomos os dois ter com o Guardião e levou um beijo na cara da Yin, uma dentadinha no pescoço do Yang e ainda uma apalpadela de ambos no rabo.
Já era tarde, pelo que a multidão não era assim tão grande. A empatia foi crescendo na pista, a um nível muito intuitivo e quando demos por nós, estávamos a dançar os quatro, meninas ao meio, meninos atrás. A música estava a ajudar a descontrair e a dar lugar ao desejo. O desejo de estar ali, de tocar, de explorar... os corpos delas colados, sensualmente ondulantes, encaixando as mamas, beijando os pescoços, roçando nos respectivos pares, beijando ombro, queixo lábios, devagar, ao ritmo da música. Línguas, mãos, muitas mãos, e mais línguas e lábios e sorrisos... calor. Passou pela cabeça da Yin assim como estava, aproximar os homens e cada uma beijar simetricamente o par oposto. Mas decidiu não arriscar a coreografia, até porque não sabia como iria a O (chamemos assim à moça) reagir ao Yang. Registou aquela ideia, para experimentar numa altura mais apropriada, havia de tentar aquilo. Quando se desgrudaram, a saia da Yin já não era saia, de tanto amasso que levou. Ela acabou por soltar a parte que faltava e as tiritas prateadas voaram em várias direções, revelando-lhe o traseiro. Não acha a tanga a peça de roupa mais confortável do mundo, mas aquela até era, confortável e sexy, uma combinação nem sempre fácil de conseguir. Tinha uma espécie folho preto transparente que envolvia as ancas, simultaneamente ocultando e revelando, tornando o ato de lhe olhar para o traseiro num divertido e entesoante prazer, até para ela. A O também já tinha despido a camisola e descoberto que o traje que a cobria (um pequeno vestido preto) era bastante sexy. Pedimos-lhe para tirar as meias e ela não se fez rogada. Com uma pequena ajuda da Yin, (não que precisasse da ajuda, mas porque a Yin insisitiu, e apesar de não gostar de usar collants, gostou de ter a oportunidade de a ajudar a livrar-se deles e tocar-lhe na pele macia). Por esta altura os meninos já estavam em tronco nu (o Yang só de boxers, o A dizia que não tirava as calças porque não tinha nada por baixo).
Não estamos aqui para enganar ninguém, muito menos a nós próprios, claro que também somos exibicionistas, caso contrário não escreveríamos sobre isto e muito menos publicaríamos para que qualquer pessoa possa ler e não colocaríamos fotos íntimas nos sites, de forma a que nos possam ver e comentar. Mas antes de o fazermos, refletimos sobre as consequências e sobre como reagir à crítica, aos comentários menos simpáticos. A diferença de o fazer aqui ou ao vivo e a cores é o timing. Se alguém decidir fazer um comentário negativo aqui, podemos sempre escolher a reacção que queremos ter. Podemos ignorar, apagar, responder. A nossa integridade física está sempre preservada. Ao vivo e a cores é muito mais difícil ter o controlo da situação. Pelo menos era o que achávamos. Até que algo (inesperado) aconteceu...
Os t-couple também apareceram, muito bem acompanhados pelo seu casal de namorados. A Yin perguntou-lhes pelas asinhas pretas que o T-Boy disse que levariam, mas que afinal deixaram noutro sítio... uma que pena, teríamos gostado de ver. Ainda assim, estavam bem giros, bastante kinky, ele no colete preto de cabedal e ela no fato de lycra justo e rasgado, revelendo partes interessantes do corpo e exibindo o seu novo "bumbum".
Voltando ao casal eclesiástico, depois de uma longa e agradável conversa junto à lareira, decidimos fazer-nos à pista e aterrar no meio da multidão. Escusado será dizer que se portou lindamente.
Desta vez fomos os dois ter com o Guardião e levou um beijo na cara da Yin, uma dentadinha no pescoço do Yang e ainda uma apalpadela de ambos no rabo.
Já era tarde, pelo que a multidão não era assim tão grande. A empatia foi crescendo na pista, a um nível muito intuitivo e quando demos por nós, estávamos a dançar os quatro, meninas ao meio, meninos atrás. A música estava a ajudar a descontrair e a dar lugar ao desejo. O desejo de estar ali, de tocar, de explorar... os corpos delas colados, sensualmente ondulantes, encaixando as mamas, beijando os pescoços, roçando nos respectivos pares, beijando ombro, queixo lábios, devagar, ao ritmo da música. Línguas, mãos, muitas mãos, e mais línguas e lábios e sorrisos... calor. Passou pela cabeça da Yin assim como estava, aproximar os homens e cada uma beijar simetricamente o par oposto. Mas decidiu não arriscar a coreografia, até porque não sabia como iria a O (chamemos assim à moça) reagir ao Yang. Registou aquela ideia, para experimentar numa altura mais apropriada, havia de tentar aquilo. Quando se desgrudaram, a saia da Yin já não era saia, de tanto amasso que levou. Ela acabou por soltar a parte que faltava e as tiritas prateadas voaram em várias direções, revelando-lhe o traseiro. Não acha a tanga a peça de roupa mais confortável do mundo, mas aquela até era, confortável e sexy, uma combinação nem sempre fácil de conseguir. Tinha uma espécie folho preto transparente que envolvia as ancas, simultaneamente ocultando e revelando, tornando o ato de lhe olhar para o traseiro num divertido e entesoante prazer, até para ela. A O também já tinha despido a camisola e descoberto que o traje que a cobria (um pequeno vestido preto) era bastante sexy. Pedimos-lhe para tirar as meias e ela não se fez rogada. Com uma pequena ajuda da Yin, (não que precisasse da ajuda, mas porque a Yin insisitiu, e apesar de não gostar de usar collants, gostou de ter a oportunidade de a ajudar a livrar-se deles e tocar-lhe na pele macia). Por esta altura os meninos já estavam em tronco nu (o Yang só de boxers, o A dizia que não tirava as calças porque não tinha nada por baixo).
Não estamos aqui para enganar ninguém, muito menos a nós próprios, claro que também somos exibicionistas, caso contrário não escreveríamos sobre isto e muito menos publicaríamos para que qualquer pessoa possa ler e não colocaríamos fotos íntimas nos sites, de forma a que nos possam ver e comentar. Mas antes de o fazermos, refletimos sobre as consequências e sobre como reagir à crítica, aos comentários menos simpáticos. A diferença de o fazer aqui ou ao vivo e a cores é o timing. Se alguém decidir fazer um comentário negativo aqui, podemos sempre escolher a reacção que queremos ter. Podemos ignorar, apagar, responder. A nossa integridade física está sempre preservada. Ao vivo e a cores é muito mais difícil ter o controlo da situação. Pelo menos era o que achávamos. Até que algo (inesperado) aconteceu...
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