sexta-feira, 7 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
private dancer
Ele é fornecedor da Casa desde o início e faz uns trabalhos extra para a Dançarina, que avisou logo que seriam cobrados em trabalho. Queria que ela dançasse para a Namorada, numa dança privada, com ele a assistir.
Ambas acederam, e após duas tentativas de marcar a cena, à terceira foi de vez. Entre elas gerou-se uma empatia imediata desde a primeira vez que se viram. A Dançarina, mulata brazuca, toda sabida e desinibida, bunda e mamas no sítio, a fazerem jus à nacionalidade, a Namorada, mais velha que a Dançarina, mas com um arzinho de menina que não parte um prato, portuguesa branquinha, com um bronze integral dourado responsavelmente conquistado em praias do sul. Aparentemente mais tímida e humilde, rabo menos exuberante e mamas menos firmes que a Dançarina, mas ainda assim proporcionais e bastante comestíveis. Devia ter trazido saltos para ficar mais à altura das plataformas da Dançarina. Falou com o Namorado e com a Dançarina e o seu patrão/amante no sentido de negociar a dança de modo a que fosse para os dois, apesar do Namorado insistir que seria só para Ela, que não queria que a outra esfregasse as mamas nos seus óculos. No fundo, ele ficaria sempre a ganhar, mesmo que a desculpa fosse para a Namorada ver e aprender para reproduzir em casa. A Dançarina disse que ia ver o que podia fazer, enquanto ambos tomavam uma bebida oferecida pela Casa. Já tinham assistido a um strip misto ao vivo, nada de especial, deu para dar umas boas gargalhadas. O Namorado já tinha frequentado sítios semelhantes com colegas de profissão e despedidas de solteiro, mas nunca gastou dinheiro com profissionais do ramo. A Namorada nunca tinha estado numa casa de meninas, satisfez assim a sua curiosidade. O ambiente era calmo e discreto, não fosse o traje insinuante de algumas (poucas) mulheres a denunciarem a sua condição de amantes profissionais. Ainda era cedo, haveria sessão de strip mais tarde.
Mal acabaram as bebidas, veio o patrão/amante, cliente do Namorado indicar as "condições do serviço". É um homem maduro mas enxuto, ligeiramente bimbo, mas ainda assim com algum charme. Devido ao facto de o Namorado ter tratado de alguns assuntos da Dançarina, ele iria aceder a que ela pudesse retribuir com o seu trabalho, sem que fosse necessário pagar qualquer valor. Eles agradeceram e esperaram pelo "serviço". A Dançarina perguntou se queriam que fosse na sala onde estavam (um espaço amplo e vazio, com um varão e bancos confortáveis, robot luminoso e música) ou lá dentro. Por "lá dentro", eles não sabiam muito bem ao que ela se referia, mas disseram que podia ser onde ela preferisse. Ela decidiu então que seria ali mesmo, ficando o patrão/amante a guardar a entrada para que ninguém os interrompesse.
A Dançarina chama o Namorado em privado e fala com ele, pergunta o que pode fazer e ele diz que vale tudo menos morder a Namorada. Depois chama a Namorada e faz-lhe a mesma pergunta e ela diz que é para provocar também o Namorado.
A música é uma dessas baladas da moda e a luz restringe-se ao robot que vai debitando raios laser verdes e vermelhos ritmicamente. A Dançarina surge pela porta em altas plataformas e lingerie branca e preta com folhos que potenciam ainda mais o seu rabo e mamas. Começa a dançar em volta do varão, em poses sensuais estudadas, nota-se que houve ali algum treino, nada que se possa comparar com as bailarinas do Crazy Horse, mas ainda assim, interessante. O casalinho observa atentamente os movimentos da dançarina em volta do varão. Meneia as ancas, empina o rabo, oferece as mamas, usa habilmente os braços e as pernas para subir e descer do varão... A Namorada gosta particularmente de um movimento em que ela, de gatas, encaixa as nádegas no varão e investe repetidamente contra o cilindro de metal. Pensa que tem de arranjar uma coisa daquelas lá para casa. A Dançarina larga o varão, dirige-se para o casalinho e pergunta a ambos mais uma vez, numa atitude muito profissional com aquele sotaque carregadinho de açúcar, se pode pegar na Namorada, ao que lhe respondem afirmativamente. A Namorada dança com ela e pede-lhe novamente para incluir o seu par. Ela tira o soutien e avança para a cara da Namorada, que aproveita para se refastelar naquele vale, depois faz o mesmo ao namorado, que parece relutante de início, mas depois colabora a pedido da Namorada, interpretando muito mal o papel de quem está a fazer um grande frete. A pele dela é extremamente macia, cabelos cuidados, bem perfumados. A Namorada encontra oportunidade de percorrer o corpo dela com as mãos e lamber e mordiscar-lhe as mamas. A menina tímida revela-se. Tinha saudades de fazer aquilo e soube-lhe bem, mesmo sabendo que se tratava de uma profissional que não o fazia (apenas) por prazer mas por uma troca comercial. A Dançarina despe a camisola ao Namorado e ele diz-lhe para fazer o mesmo à namorada. Ela usa apenas um vestidinho cai-cai, sem roupa interior. A Dançarina parece ter ficado supreendida quando baixa o vestido, revelando as mamas da Namorada, mas rapidamente recupera a compostura e faz um sinal para o patrão/amante vigiar a porta. A Namorada repara no homem, fica um pouco constrangida, mas isso passa-lhe logo, quando a Dançarina se vira para ela e faz encaixar as suas mamas alternadamente, ora de um lado, ora do outro, nas suas, para satisfação de todos. Depois chama o Namorado e dançam os três, com ela no meio, ora virada para um, ora virada para o outro. A seguir, volta para o varão e despe a última peça de roupa que falta e atira-a para a Namorada. Dança um pouco mais e mostra a sua púbis com alguma penugem. Pouco depois, desaparece repentinamente pela mesma porta por onde entrou.
Passado algum tempo volta já vestida, pergunta se gostaram, ao que ambos respondem afirmativamente e agradecem. Ficam com a sensação de que ela também terá gostado, que não foi apenas uma troca comercial, que talvez tenha havido algum prazer da parte dela, que tenha sido um trabalho especial. Afinal de contas, é essa a impressão que deve transmitir todo o bom profissional.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
sábado, 1 de setembro de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
provocação gratuita 90
Raquetar na praia. Sem roupa. Transpirar. Mergulhar...
post relacionados: o Prazer de Raquetar na Praia | Provocação gratuita 35
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
FRUTA: agradabilíssimas formas de a comer
Como somos apologistas da máxima "5 porções de fruta por dia nem sabes o bem que te faria!", estamos sempre a procurar formas sugestivas de servir e degustar a dita. Desta vez, experimentámos amora com iogurte:
Posts relacionados: Gostas de Amoras? | O Prazer de Iogurtar
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
cativa
"Aquela cativa que me tem cativo,
(...)
Eu nunca vi rosa em suaves molhos,
Que pera meus olhos fosse mais formosa.
(...)
Presença serena
Que a tormenta amansa;
Nela, enfim, descansa
Toda a minha pena.
Esta é a cativa
Que me tem cativo;
E pois nela vivo,
É força que viva."
Camões
sexta-feira, 20 de julho de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
o Prazer de Raquetar na praia
Na infância e na adolescência, praia era sempre sinónimo de banhos de
mar e jogos na areia sem parar. Uma bola e (pelo menos) um par de
raquetas eram parte integrante do equipamento indispensável para passar
um bom dia na época balnear. Chateava toda a gente para jogar, ou
melhor, as pessoas que eu sabia que jogavam bem (nunca a minha mãe) e
mesmo quando não conseguia convencer alguém, jogava só comigo, batendo a
bola, alternadamente de um lado e do outro da raqueta, batendo com
força, até ao pôr-do-sol, de modo a elevá-la bem alto e ter mais tempo
para me deslocar e voltar a bater.
Na areia molhada da maré vazia era muito bom de jogar, porque a bola ressalta, dando mais uma oportunidade ao que, na areia seca, seria uma bola perdida. O que eu curtia! ágil e leve, brincadeira de crianças, alternava o tempo entre mergulhos e raquetadas, nunca parava.
Com o passar do tempo, fui deixando de ter companhia para jogar e comecei a preferir fazer coisas mais calmas na praia, como caminhar à beira-mar, ler ou simplesmente dormir de papo para o ar, a adorar o sol. Mas um destes dias, lembrei-me de voltar a levar o velhinho par de raquetas para a praia. E não me arrependi. Diverti-me como dantes, entre risos e gargalhadas, a desafiar o meu par. Uma coisa que eu notei, é que não estou tão em forma como dantes. Raquetar a sério cansa! No dia a seguir, doía-me os ante-braços e as coxas. Aquilo costumava ser mais fácil. Às tantas tive de parar porque o suor me escorria para os olhos, apesar das minhas fartas sobrancelhas, e limpá-lo à toalha. Mas continua a dar o mesmo gozo! E é apenas uma questão de treino, como andar de bicicleta faz doer as nádegas e depois passa com a continuação.
A ver se consigo explicar a piada das raquetes a quem nunca a achou. É de certeza o mesmo instinto, o mesmo prazer irracional que leva um cão a correr atrás de uma bola. Ao contrário do ténis, em que o objetivo é pôr a bola no chão adversário, na praia o que importa é manter a bola no ar. É um diálogo, uma dança entre a bola e a(s) pessoa(s) que a joga(m). Pode ser preciso como um relógio suíço; pode ser inconstante, intempestivo como um barco em mar alto. O que importa é manter a bola no ar, custe o que custar.
Lembro-me de pensar algumas vezes como seria o sexo com a pessoa que estava a jogar comigo. Será que existe alguma relação entre a performance com a raqueta e a performance com o sexo? Será que uma pessoa que salta para chegar mais alto, que se joga no chão para apanhar aquela bola mais baixa, usa o mesmo empenho na cama para satisfazer o/a parceiro/a? Não reuni ainda dados suficientes para chegar a alguma conclusão. Mas o que importa mesmo é a sensação, aquele triunfo de cada vez que se consegue bater uma bola, principalmente as difíceis, aquelas que parecia mesmo que não ia conseguir apanhar...
Na areia molhada da maré vazia era muito bom de jogar, porque a bola ressalta, dando mais uma oportunidade ao que, na areia seca, seria uma bola perdida. O que eu curtia! ágil e leve, brincadeira de crianças, alternava o tempo entre mergulhos e raquetadas, nunca parava.
Com o passar do tempo, fui deixando de ter companhia para jogar e comecei a preferir fazer coisas mais calmas na praia, como caminhar à beira-mar, ler ou simplesmente dormir de papo para o ar, a adorar o sol. Mas um destes dias, lembrei-me de voltar a levar o velhinho par de raquetas para a praia. E não me arrependi. Diverti-me como dantes, entre risos e gargalhadas, a desafiar o meu par. Uma coisa que eu notei, é que não estou tão em forma como dantes. Raquetar a sério cansa! No dia a seguir, doía-me os ante-braços e as coxas. Aquilo costumava ser mais fácil. Às tantas tive de parar porque o suor me escorria para os olhos, apesar das minhas fartas sobrancelhas, e limpá-lo à toalha. Mas continua a dar o mesmo gozo! E é apenas uma questão de treino, como andar de bicicleta faz doer as nádegas e depois passa com a continuação.
A ver se consigo explicar a piada das raquetes a quem nunca a achou. É de certeza o mesmo instinto, o mesmo prazer irracional que leva um cão a correr atrás de uma bola. Ao contrário do ténis, em que o objetivo é pôr a bola no chão adversário, na praia o que importa é manter a bola no ar. É um diálogo, uma dança entre a bola e a(s) pessoa(s) que a joga(m). Pode ser preciso como um relógio suíço; pode ser inconstante, intempestivo como um barco em mar alto. O que importa é manter a bola no ar, custe o que custar.
Lembro-me de pensar algumas vezes como seria o sexo com a pessoa que estava a jogar comigo. Será que existe alguma relação entre a performance com a raqueta e a performance com o sexo? Será que uma pessoa que salta para chegar mais alto, que se joga no chão para apanhar aquela bola mais baixa, usa o mesmo empenho na cama para satisfazer o/a parceiro/a? Não reuni ainda dados suficientes para chegar a alguma conclusão. Mas o que importa mesmo é a sensação, aquele triunfo de cada vez que se consegue bater uma bola, principalmente as difíceis, aquelas que parecia mesmo que não ia conseguir apanhar...
quarta-feira, 4 de julho de 2012
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