"Põe-no, põe-no, põe-no..." por Carlos Gimenez, 1994
in "A Prevenção não impede o Humor", brochura sobre SIDA e Toxicodependência
Organization L. J. Engelmajer / Associação Le Patriarche
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
sexo seguro sempre!!! na BD
terça-feira, 17 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
selo "brasa"
recebemos este mimo da Bruxinha :)
Tal como a bebida, é para os "blogs que aquecem o coração".
Não foi tarefa fácil escolhê-los, e não vamos apresentar 10 como dizem as regras, até porque somos 4 (para evitar termos aqui 40, os restantes podem consultar no blog roll aqui ao lado).
Este é (por ordem alfabética porque nos foi impossível determinar outro tipo de ordem) o nosso top de blogs bons para aquecer o músculo cardíaco:
Blog do Otário
Daqui Ninguém Sai Vivo
Engonha McQueen
Escritos de um mentecapto
Lima ou Limão
O Palácio
Palavras que sou
Prazer Oculto
Shelyak
Troblogdita
Uminuto
Agradecemos muito o calorzinho bom com que nos vão brindando! principalmente no Inverno, porque por agora o sol está a esmerar-se...
envio as regras, caso apeteça aos premiados cumpri-las:
2. Responder à pergunta: O que te aquece o coração?
3. Oferecer este selo a outros 10 blogs
quarta-feira, 28 de julho de 2010
celebração
O resto foi instintivo, tinha de me despir para o duche, aproveitei para o fazer ao ritmo do som, creio que vai bem com roupa desportiva e corpo transpirado.
Estava uma noite quente, estrelada, lembrámo-nos de parar no pinhal.
Depois virei-me para ser penetrada por trás e vi as estrelas de olhos fechados. Voltei a virar-me para beber da Via Láctea e partilhar com ele esse deleite...
domingo, 25 de julho de 2010
sexo seguro sempre - em tempo de férias
quinta-feira, 22 de julho de 2010
motel
Tinha de ser alguma coisa especial, afinal de contas, é muito tempo!
Muito tempo… a partilhar sonhos, tristezas e alegrias, a crescer juntos…
Ao fim deste tempo todo, não é fácil descobrir coisas que ainda não tenhamos experimentado. Ela disse que tinha uma surpresa para mim, queria levar-me a um sítio e mais não diria. Na minha mente passaram alguns cenários… de certo a comemoração envolveria sexo... Estaria ela a pensar convidar mais alguém? Puxei um pouco por ela. Fez questão de esclarecer que seríamos só os dois. Riu-se e desconversou quando lhe falei em motel.
No dia anterior, mandou-me dar uma volta para fazer uns telefonemas e verificar coordenadas. como ela queria fazer mistério, fiz-lhe a vontade, fui passear para o supermercado, comprei uma tablete de chocolate daquelas de leite, como ela gosta. Ainda me perguntou se eu queria saber ou preferia a surpresa, claro que optei pela segunda, mas a desconfiar que não iria ficar assim tão surpreendido…
Estava meio atordoado, o dia era de chuva intensa, tudo o que sabia é que íamos para os lados de Sintra, continuava a suspeitar do motel, mas ela não adiantava mais nada, só sorria e dizia que eu ia gostar.
Deixei-me levar com ela a conduzir-me segundo as orientações precisas do GPS e depois de muita água e trânsito, chegámos ao local.
Tal como eu suspeitara. O sítio até era discreto, não fossem os inúmeros cartazes com o preçário. Ela comentou a falta de classe da tipografia e organização gráfica da sinalética que retirava todo o charme que o exterior poderia ter. Curioso o facto de os folhetos promocionais falarem de comemoração de aniversários, reveillons, ocasiões especiais perfeitamente lícitas, quando rapidamente se verifica que está totalmente concebido para os encontros clandestinos – a garagem privativa, o acesso directo ao quarto, o discreto serviço de quarto…
Mas ela gostou daquela sensação de clandestinidade, mesmo sem o ser. E eu também. O facto de estarmos ali exclusivamente para foder era uma novidade excitante.
O quarto era simples mas interessante, cama redonda, forrado a espelhos, permitia-nos uma visão diferente de nós próprios. Na casa de banho, uma banheira de hidromassagem esperava-nos. Há muito que ela comentava que queria sentir o poder dos jactos. Mas antes disso, dançou para mim e tirou a roupa criteriosamente escolhida para a ocasião devagar, permitindo-me fazer algumas fotos. Aproveitámos os espelhos para descobrir novos ângulos e brincámos com os vários tipos de luz existentes.
Depois foi a vez dela me despir e saborear. Estávamos com fome, pedimos algo para comer e fomo-nos comendo enquanto esperávamos. Ouvimos alguns ruídos a abrir uma porta seguidos de uma campainha – era a comida – continuámos a comermo-nos na alcova redonda e depois de saciado o sexo, saciámos o estômago.
Ela começou a preparar a banheira. O líquido borbulhante facilmente provocou a espuma do gel duche. Ela mergulhou, levou o champanhe e os bombons e eu juntei-me à festa. Com jeitinho, coubemos os dois e ela pode finalmente experimentar e direccionar os jactos. Brindámos ao amor, à saúde, à felicidade e ao sexo do bom. Brincámos um pouco, mas a banheira era demasiado estreita, pouco confortável para dois corpos fodentes.
Voltámos à cama. Apreciei uma vez mais os nossos corpos em acção como se fosse um espectador graças ao espelho redondo do tecto. Gostei do que vi e ela comentou comigo: “somos fotogénicos a foder, já viste?” E de facto, a forma como os corpos e os músculos se movem é espantosamente sensual. E dei-lhe com força, excitado por aquele estímulo extra, até ela se vir profusamente, até eu me vir de seguida. Era para isso que ali estávamos. Na verdade, o local é indiferente para mim, desde que esteja com ela.
Acalmámos um pouco entre os lençóis, aninhados um no outro, a ouvir a chuva bater furiosamente lá fora, a ver um canal porno sem som e a comentar os clichés. Experimentámos ainda partilhar um chupa duplo de morango e champanhe e fazer algumas fotos com ele saboreando-o nos locais mais prováveis do corpo, fazendo-o derreter e escorrer gulosamente antes de tomarmos duche e seguirmos viagem.
Quando saímos, o dia resplandecia de acordo com os nossos estados de espírito. Fomos pelo caminho a saborear os quadradinhos da tablete de chocolate comprada na véspera, especialmente desenhados para se encaixarem no céu da boca. Para a próxima, talvez fiquemos para a noite…
sábado, 17 de julho de 2010
Magda XI
foto da praia por Imperator
foto melão gettyimages
foto Raspberry Grape por bon idee
Finalmente toda a pele de Magda tinha absorvido os óleos essenciais do protector e brilhava como bronze exposto aos raios solares.
Para não saciar logo a sede da dela e terminar antes do tempo esse jogo delicioso, Henrique passou a oferecer bagos de uva, dos mais doces e suculentos. Obviamente, devido o tamanho reduzido dessa fruta, Magda tinha que aproximar mais ainda sua boca à do seu Senhor o qual, para dificultar a acção, segurava os bagos com os dentes e como resultado que os lábios dos amantes ficavam colados por um tempo maior.
sábado, 10 de julho de 2010
gelado!
Confesso que aprecio por demais um gelado a meio da tarde. Mas fiz-me a ele com voracidade e a saborear cada detalhe. Primeiro, uma lambidela na fina capa de chocolate estaladiço. Chocolate gelado para mim, tem de ser assim, duro, a derreter lentamente com o calor da boca. posts relacionados: cornetto | fondue de chocolate com sexo
Nem sequer foi a minha primeira escolha, apenas o que havia disponível.
Depois vem a baunilha cremosa, branca, suave e a seguir a geleia de morango… não me interessa quantos corantes aquilo tem, sei que é para lá de bom, é qualquer coisa extraordinária, uma textura fugidia que escapa à língua... sorvo de um trago um pedaço que facilmente se desprende da baunilha macia e deixo-a permanecer entre a língua e o céu da boca, a derreter, a saborear… fresquinha, alternada com a doçura da baunilha e vestígios do chocolate… ummmm… delícia!
sexta-feira, 2 de julho de 2010
* Dança XI - tango com bola
também não sei dançar propriamente, e muito menos dançar um tango, dança agressiva mas muito sensual.
juntar uma bola e um par a dançar dá no que segue
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Madga X
E, assim dizendo, pegou os dois enfeites e aproximou-os aos peitos de Magda que ainda estavam parcialmente cobertos pelo avental de linho branco. Henrique desatou a fita que sustentava a parte alta da peça e a jovem ficou nua até à cintura. Instintivamente escondeu os seios com as mãos, mas bastou um severo olhar de relance do seu Senhor para que ela os descobrisse imediatamente.
Mesmo assim, depois de ter contemplado essa obra de arte viva, pela primeira vez retirou as cordas, todas as correntes e levou a jovem, ainda um pouco tonta pelos efeitos do anestésico, para a cama carregando-a nos seus braços fortes. Queria mostrar para ela a sua capacidade de amá-la não somente como escrava, mas também como mulher.


