sexta-feira, 22 de agosto de 2008

provocação gratuita 30

“Ter o Diabo no corpo não é só arder com a vontade de foder! (…) É a vontade de sermos verdadeiros com aquilo que queremos para nós e dos outros!”

cão sarnento, especialmente dedicada a esta Diaba

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Lifetime - sexo seguro sempre!




Deixo este video, na senda de outros aqui deixados sobre o mesmo assunto, ainda há dias esta noticia apareceu em vários jornais e televisão.

Fico a pensar, afinal, nós que vivemos numa sociedade evoluída, continuamos a querer arriscar?

Eu não arrisco! Vocês arriscam?

domingo, 17 de agosto de 2008

gelo escaldante

Mais um fim-de-semana de trabalho intensivo. Já faltou mais para terminar o curso e desaparecer de vez... O laço aperta-me o pescoço, incomoda-me hoje mais do que o costume, é um eufemismo para forca. O calor é insuportável, o ar condicionado no máximo não dá conta do recado. Vou enchendo o balde de gelo com vontade de me enfiar na arca, enquanto a chefe me grita ao ouvido que o gelo já devia estar no copo do senhor da mesa 9 há 3 minutos. Pego na toalha, respiro fundo e preparo-me para aturar mais um cliente insatisfeito pronto a descarregar o seu mau humor de pessoa frustrada em cima de mim. Mas não foi isso que aconteceu. Assim que saí a porta de serviço, ela estava a levantar-se da mesa. Não era muito alta, mesmo com os saltos, mas sobressaía no seu vestido vermelho escuro simples, colado ao corpo, onde transpareciam algumas curvas apetitosas. A melhor parte deste trabalho é isto: poder servi-las, aspirando os seus perfumes e espreitando os seus decotes. Estamos sempre a competir por mesas destas e deixamos as mulheres servir as mesas dos homens que elas acham piada. Isto quando a chefe nos deixa fazer esta gestão, claro, e não estão homens e mulheres interessantes na mesma mesa, caso em que temos de tirar à sorte ou tentamos servi-los à vez.
Mas esta mulher de vermelho... pele clara, cabelo escuro, curto, impecavelmente penteado e brilhante, colado ao crânio. Uns lábios vermelhos de cereja e uns olhos... ela olha directamente para mim enquanto me aproximo e o calor aperta. Ela diz "Que calor!" com uma voz tão quente que eu sinto o gelo a derreter mais depressa. Nisto, desata um laço na parte detrás do pescoço e o vestido desliza rapidamente, descobrindo-lhe o corpo por completo, caindo aos seus pés e revelando a sua total nudez. Tem a atitude das ninfas do Manara e algumas curvas da Druuna do Serpieri, um pouco menos sumptuosa, mas equilibrada. Eu paralizo, e perante o meu espanto, ela aproxima-se mais, olhando para o balde que trago nas mãos, e retira lá de dentro dois cilindros. Sorri, e com a outra mão disponível, faz-me subir o queixo que entretanto tinha caído, e pisca-me o olho, voltando costas. Começo a ver as nádegas dela a bambolear lentamente enquanto se afasta um pouco e vai passando o gelo pela face, pelo pescoço, pelas axilas e depois pára. Encosta-se à parede e faz o gelo deslizar pelo peito, endurecendo-o, despertando os mamilos. Vai arredondando as arestas dos cilindros gelados, que passam do estado sólido a líquido ao contacto com a pele escaldante, deixando um rasto de pequenas gotas que vão escorrendo e pingando. Desce pelo centro até ao umbigo, e por lá se detém um pouco, a arrefecer o ventre. Sinto o sangue a descer vertiginosamente, reparo que estou completamente em pé, e isso nota-se bem nas minhas calças, mas nem vale a pena disfarçar porque ninguém está a olhar para mim, está tudo de boca aberta a olhar para ela, a tapar os olhos às criancinhas. Sinto o suor a escorrer e só me apetece enfiar o balde de gelo pela cabeça abaixo. Ela desce as mãos pelo corpo, esfrega o gelo pelo interior das coxas, pelas virilhas e pelo rego das nádegas, e em gestos coordenados e simultâneos, faz desaparecer o gelo dentro dela. Aquilo deve ter-lhe provocado imenso prazer, porque pouco depois o seu corpo estremece todo por entre gemidos, o peito sobre e desce rapidamente devido à respiração acelerada, ela fecha os olhos e abre a boca, soltando um grito desalmado e o som ecoa na minha cabeça e faz-me querer ainda mais penetrá-la e ajudá-la a derreter o gelo.

Escorre-lhe algum líquido por entre as pernas, o único vestígio da água que já foi gelada e agora é quente.




Acordo encharcado em suor e esperma. Foda-se, devia ter percebido que era bom demais para ser verdade... mas mesmo assim, foi bastante real!

imagem: getty images

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Provocação gratuita 29

Especialmente dedicada a quem não está de férias e tem de trabalhar neste feriado:
tomar banho de mar sem roupa e ficar ao sol a ouvir nina simone cantar summertime com cheirinho a maresia e sabor a sal na pele...

domingo, 10 de agosto de 2008

Praia



Um reflexo provocante neste Verão quente...

Ai como sabe bem o Sol, a praia, o calor dos corpos juntos nestes dias de Verão...

Boas férias... que sejam provocantes ;-)

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

"já sei que hei-de arder na tua fogueira"

É inevitável, sabe-lo tão bem quanto eu. É uma combinação explosiva que testa os limites da sanidade mental. Deixa-te de merdas e goza…

Já devias saber que quanto mais esperneias, mais presa ficas.

Pensas que me assustas com a tua sinceridade bruta. "Vais ter que te esforçar mais, muito mais"…

Ainda tens dúvidas, mas eu tenho a certeza de que nos vamos dar bem. Se não jogasses tão à defesa, tinhas percebido logo isso.

Quero roçar-me em ti, quero ser a foda da tua vida.

Quero a tua cona quente e suculenta, sim, não consigo deixar de pensar nela a sorver-me o caralho pulsante a entrar bem fundo, preenchendo-te completamente. Quero dançar esse tango até à exaustão e depois recomeçar.

À tua maneira, seja, não é assim tão diferente da minha.

E depois, que importa de quem é a fogueira, não ardemos tão bem juntos?

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

"já sei que hei-de arder na tua fogueira"




Devia ser proibido. Ele tira-me do sério, é tão bom que até irrita. Está farto de o saber e sabe usá-lo para ter o que quer. Neste caso, eu. E a minha passarinha começa a piar. "Está quietinha" digo-lhe eu. "Deixa-me tratar disto. Pois é, já não vês pássaro há algum tempo, eu sei, mas tem lá calma." O meu corpo todo começa a trair-me - não consigo evitar sorrir-lhe, caramba. Ele chega-se para mim, toca-me ao de leve, até parece inocente, olha-me nos olhos e o meu coração dispara. "Também tu?" A biologia trai-me à força toda. Que tolice! Vou para a cama com ele, saciamos a nossa sede momentânea, amanhã cada um vai para seu lado ou se a coisa correr bem, damos mais umas voltinhas. Serei apenas mais uma para ele, e vou ficar a remoê-lo durante uns tempos. Valerá a pena? "Tu não tens dúvidas que sim, não é minha pássara desasada?"

"Vais ter de te esforçar mais do que isso. Muito mais." Digo-lhe. Gosto de me fazer de difícil. Eles não entendem que se não estivesse interessada, não me prestava a estes jogos. Acham que dominam a situação…

A verdade é que não me acontece tantas vezes como isso, esta predisposição. Sinto um fogo no ventre cada vez que penso nele, quando ele me toca, o fogo sobe por mim acima, incendeia-me descontroladamente, arrebatadoramente. Se não estivesse a tomar a pílula, estaria a ovular de certeza. E não estou a ficar mais nova... Raisparta a biologia!

Dei-me a conhecer demasiado, ele já sabe os pontos por onde pegar, faz de mim o que quiser, se quiser. E quer... mas este chove-não-molha dá-me uma pica desgraçada. Ele está a cantar-me a cantiguinha do costume, mas hoje quem quer cantar sou eu. Vou deixar-me de merdas, e dizer-lhe claramente o que quero e como quero. A ver se ele se assusta. Não, não se assustou. Contra-atacou. Ummm, que bom! Podemos ficar horas nisto. A aquecer, a preparar a grande fogueira onde vamos arder.

E agora, quem é que arde na fogueira de quem?