terça-feira, 29 de julho de 2008
sábado, 26 de julho de 2008
cornetto
Não comia um cornetto desde o milénio passado, mesmo antes de ser destronado pelo Magnum. Mas desta vez, era o que havia em casa. E foi o melhor cornetto que comi até hoje.Comecei por lamber a parte de cima e dei uma dentada generosa que fez o chocolate estalar sob a pressão dos meus dentes, a cremosidade da nata contrastava com a dureza do chocolate a derreter mas ambos se fundiram na minha boca dançando com a língua. Doce, doce, doce…
Um dos motivos pelos quais eu deixei de comer cornettos foi o cone. Gostava mais dele seco, e com a variedade de sabores que existem actualmente no mercado, não faz sentido limitar-me aos sabores dos cornettos.
Mesmo assim, a baunilha húmida soube-me bem. Comecei por dar pequenas dentadas no rebordo do cone estaladiço, lambendo o coração macio de nata, comendo a baunilha e vendo o cone afunilar-se. Tinha-me esquecido de como o interior é forrado a chocolate, o que se tornou numa agradável recordação. Quando estava perto do fim, enfiei a língua no interior do que restava do cone para derreter o chocolate até chegar bem lá no fundo, e sorvi-o com os lábios fresquinhos.
Delícia!
Pequeno detalhe: tecnicamente, nem sequer era um Cornetto da Olá, mas sim uma dessas marcas do Jumbo, tão bom ou melhor que o original, mas por uma fracção do preço, ahahah.
O que estava a ouvir enquanto comia o gelado:
INXS, Taste it
"Sweet, sweet, sweet
Could you taste it?"
sexta-feira, 25 de julho de 2008
quarta-feira, 23 de julho de 2008
o Prazer de dar Sangue

Tenho estado a sentir-me a transbordar de vida, e quando vi a campanha, não hesitei. Fui dar sangue! Talvez consiga contagiar alguém com este meu entusiasmo…
Era uma ideia que eu tinha desde a adolescência, e assim que fiz 18 anos, apesar dos meus pais me terem tentado dissuadir, concretizei-a. Desde essa altura, tenho vindo a fazê-lo sempre que posso. Primeiro nos bancos de sangue dos hospitais, depois nos Bombeiros, numa associação de motards, onde calha. Em todo o lado, contando quase sempre com a simpatia de todos os profissionais envolvidos.
O motivo que me leva a fazê-lo é simples. Se eu posso ajudar alguém de uma forma tão eficaz com um gesto tão simples que não me custa nada, porque não? Desta última vez, foi no centro comercial. O espaço improvisado dava a privacidade suficiente para o fazer, e após a consulta e o teste de hemoglobina, esparramei-me na cadeira reclinada e esperei que os enfermeiros fizessem o seu trabalho, enquanto olhava para o tecto de vidro que deixava ver as nuvens e o sol a espreitar de vez em quando. Foi como se estivesse numa bela esplanada, à beira da piscina, e no final tive direito a um lanchinho.
O questionário faz algumas perguntas em relação a comportamentos sexuais e já vi a minha dádiva ser rejeitada por ter um episódio sexual (mesmo que devidamente protegido) com alguém há menos de 6 meses. E caso tivesse relações sexuais com múltiplos parceiros, teria de esperar 12 meses para poder dar sangue. Coisas que não compreendo, uma vez que as doenças são detectáveis num período de tempo inferior e todo o sangue é analisado. Neste questionário, não havia nenhuma pergunta relativamente a homossexualidade, perguntaram-me simplesmente se eu tinha algum comportamento de risco.
Eu não gosto particularmente de agulhas, acho que ninguém gosta, apesar de algumas pessoas terem mais pavor que outras. Não tenho veias fáceis, o que nem sempre torna a experiência confortável no início, mas existe algum prazer sem mistura de dor? De qualquer das formas, não é mais desagradável que fazer análises ao sangue, simplesmente demora um pouco mais tempo.
Recomendo vivamente a todas as pessoas saudáveis com mais de 18 anos e 50 kg de peso fazerem-no. É uma forma de fazer análises regularmente e ter isenção de taxas no sistema nacional de saúde. A sensação é indescritível, mas é qualquer coisa de bom, sinto-me mais leve, muito bem mesmo!
Mais informações: http://www.ipsangue.org/
Era uma ideia que eu tinha desde a adolescência, e assim que fiz 18 anos, apesar dos meus pais me terem tentado dissuadir, concretizei-a. Desde essa altura, tenho vindo a fazê-lo sempre que posso. Primeiro nos bancos de sangue dos hospitais, depois nos Bombeiros, numa associação de motards, onde calha. Em todo o lado, contando quase sempre com a simpatia de todos os profissionais envolvidos.
O motivo que me leva a fazê-lo é simples. Se eu posso ajudar alguém de uma forma tão eficaz com um gesto tão simples que não me custa nada, porque não? Desta última vez, foi no centro comercial. O espaço improvisado dava a privacidade suficiente para o fazer, e após a consulta e o teste de hemoglobina, esparramei-me na cadeira reclinada e esperei que os enfermeiros fizessem o seu trabalho, enquanto olhava para o tecto de vidro que deixava ver as nuvens e o sol a espreitar de vez em quando. Foi como se estivesse numa bela esplanada, à beira da piscina, e no final tive direito a um lanchinho.
O questionário faz algumas perguntas em relação a comportamentos sexuais e já vi a minha dádiva ser rejeitada por ter um episódio sexual (mesmo que devidamente protegido) com alguém há menos de 6 meses. E caso tivesse relações sexuais com múltiplos parceiros, teria de esperar 12 meses para poder dar sangue. Coisas que não compreendo, uma vez que as doenças são detectáveis num período de tempo inferior e todo o sangue é analisado. Neste questionário, não havia nenhuma pergunta relativamente a homossexualidade, perguntaram-me simplesmente se eu tinha algum comportamento de risco.
Eu não gosto particularmente de agulhas, acho que ninguém gosta, apesar de algumas pessoas terem mais pavor que outras. Não tenho veias fáceis, o que nem sempre torna a experiência confortável no início, mas existe algum prazer sem mistura de dor? De qualquer das formas, não é mais desagradável que fazer análises ao sangue, simplesmente demora um pouco mais tempo.
Recomendo vivamente a todas as pessoas saudáveis com mais de 18 anos e 50 kg de peso fazerem-no. É uma forma de fazer análises regularmente e ter isenção de taxas no sistema nacional de saúde. A sensação é indescritível, mas é qualquer coisa de bom, sinto-me mais leve, muito bem mesmo!
Mais informações: http://www.ipsangue.org/
domingo, 20 de julho de 2008
sexta-feira, 18 de julho de 2008
provocação gratuita 25
"É impossível resistir à atracção de dois corpos e permanecer são o resto da vida."
Foi assim que aconteceu
Gracias, otário
Foi assim que aconteceu
Gracias, otário
terça-feira, 15 de julho de 2008
Usem protector Solar
Faz, talvez, agora um ano recebi por mail este video...
Divirtam-se
Provoquem
Deixem-se provocar :-)
Divirtam-se
Provoquem
Deixem-se provocar :-)
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Sexo Seguro SEMPRE! nova campanha
Nova campanha da Coordenação Nacional para a Infecção VIH/SIDA
"A campanha, que conta com a participação de actores conhecidos, dirige-se em particular à população em situação conjugal estável, dando conta que a infidelidade poderá ser uma porta de entrada da infecção VIH/sida. A Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida chama a atenção para o facto de não existirem pessoas imunes à infecção, nem pela idade, nem pelo estatuto social ou económico, muito menos pelo estado civil. Esta é uma primeira abordagem, em Portugal, que visa aumentar a consciência de toda a população sexualmente activa para a sua vulnerabilidade à infecção VIH e consequentemente para a necessidade de atitudes preventivas - a utilização generalizada do preservativo, bem como de conhecer o seu estatuto serológico, realizando o teste para diagnosticar a infecção."
in www.sida.pt
No grupo das mulheres heterossexuais com parceiro fixo tem vindo a aumentar os casos de infecção. Caso não haja confiança total, é melhor não vacilar. É para isso que existe o preservativo!
sábado, 12 de julho de 2008
a cereja, a boca e o amiguinho tímido: uma conversa
Uma cereja rubra e polpuda encontra uns lábios igualmente polpudos e suculentos. Percorre a sua maciez firme e elástica, aloja-se na casinha que se forma à sua medida.- Que quentinho e confortável, que bem que se está aqui!
Então repara que alguém a observa no andar de cima. É um ser tímido, enfiado no seu capuz de carne tenra.
- Olá! - diz a cereja. - Queres brincar comigo?
Ele sorri timidamente e ela sai da casinha e visita-o, cumprimentando-o ao de leve. Nessa altura, ele sai de dentro do capuz e começa a revelar a sua natureza libidinosa.
- Vem cá, esfrega-te em mim, deixa-me provar esse suco que te envolve! - diz ele inebriado pelo aroma da casinha da cereja e pela textura lisinha e firme da sua nova amiga. E ela faz-lhe a vontade, e riem-se os dois perdidamente.
É então que uma boca de lábios igualmente macios e elásticos entra em cena. Do seu interior, espreita uma língua sedenta, que percorre os lábios antecipando o que se irá passar. A boca começa a passear na periferia da casinha da cereja, a depositar beijos nas suas paredes, a arrastar a língua por aquela textura macia. A cereja e o seu amiguinho vêem-na e chamam-na, pedem para ela se juntar à festa.
- Vem, anda cá morder-nos! - dizem os dois suplicantes.
A boca demora-se. Ela gosta de os fazer esperar, pedir, suplicar. E eles não se fazem rogados. Quanto mais ela se aproxima, mais eles gritam, e pedem, e suplicam. Ela morde os lábios que os envolvem e beija-os devagar.
- Anda lá, vem cumprimentar os teus amigos, vem visitar a casinha que tem sempre as portas abertas para ti, vem tirar-me o capuz e conhecer esta nova amiga cereja!
A boca não resiste mais e toca ao de leve no amigo que se lança a ela aos beijos. Cumprimenta a cereja e bebe o suco que a envolve, sorve-o com os lábios e espreita para dentro da casinha. Os dentes roçam ao de leve no amigo e lançam-se à cereja mordendo-a. Ela gosta, ela grita enquanto é esmagada e comida pelas duas bocas. A boca a saber a cereja continua a esfregar o amigo, a pressionar, a tilitar, faz-lhe cócegas e ele ri-se, ri-se que nem um perdido, e dá gargalhadas estridentes que o fazem vibrar todo e contagia todos à sua volta. A língua lambe-o lentamente, despede-se com um beijo e parte para beijar a outra boca do corpo, dando-lhe a provar um sabor único, com um travo de cereja. :)
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)
