
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
balanço

4 meses de blog a roçar as 20 000 visitas. 128 posts quase diários, um sem número de comentários simpáticos. Achei por bem fazer uma pausa e pensar um pouco sobre o assunto. Agora que o entusiasmo inicial começa a dissipar-se em mim, começo a traçar novos planos, hipóteses de rumos vão surgindo na mente.
Pensar que tudo começou com uma surpresa à QJ, que eu e a Quimera recebemos com entusiasmo… pensar na excitação, na paixão com que abracei a ideia, com imensa vontade de experimentar. É certo que a qualidade de que falei no início nem sempre foi conseguida da minha parte, mas pelo menos tentei, com a melhor das intenções. É certo que desencantei e fiquei desencantada também, mas isso faz sempre parte do processo, não é? "paixão e mágoa", como diria Alguém…
Mas isto não significa que queira ficar por aqui, nada disso. Isto é cíclico. Outros entusiasmos surgirão, outras desilusões também. Vou preparar-me. Vou tentar estar mais consciente antes de agir. Não quero desiludir nem magoar ninguém, e quero evitar ao máximo que isso me aconteça.
Aqui pratica-se a partilha do prazer sensual, sensorial, até onde a imaginação nos levar. Se este processo nos fizer evoluir, conhecermo-nos melhor, se sugerir o conhecimento de outras pessoas – só temos a aprender com isso.
Agradeço-te QJ pelo "brinquedo", espero poder continuar a fazer (bom) uso dele até me fartar.
Para as pessoas que nos têm perguntado pela Quimera, devo dizer-vos que está bem, mas tem andado muito ocupada, pelo que não sabemos quando voltará às lides.
Peço-te mais uma vez, Quimera, que voltes e pelo menos termines o que começaste. Sabes que o tempo é o que fazemos dele, e no fundo é tudo uma questão de prioridades. Vê se encontras nesses teus dias tão preenchidos um bocadinho para fazeres a vontade a mim e a toda a gente que gosta do que tu trazes para aqui.
A todos os leitores, especialmente aos assíduos, agradeço o vosso retorno, espero que consigamos manter o vosso interesse desperto. Já sabem que podem sempre reclamar, bajular, sugerir o que quiserem. Têm os mails à disposição para um contacto mais privado. Bem–hajam!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Banho...
Acordei com o som da água a correr, pensei que era chuva, afinal estamos no tempo dela. Ai como o vento uiva lá fora, está frio. Contínuo a ouvir a água correr, acabo por acordar, mas estou tão bem no quentinho…
Bem tenho de ir à casa de banho, vou-me levantar, hummm que bem que sabe espreguiçar, porra para o vento continua a soprar forte, está frio!
E que raio, a água que continua a correr, devo ainda estar a dormir. Bem toca a levantar.
Olho para o meu lado… onde estás tu? Devia estar mais alguém nesta cama? E eu ontem à noite não sonhei, tinha-te aqui ao meu lado a dormir, adormeci junto de ti, a sentir o teu calor, o teu corpo, o teu toque, a tua excitação.
Tenho mesmo de ir à casa de banho!
Mas tem lá santa paciência que eu quero mijar, pira-te daqui!
Ahhhhh! Estava a ver que não, sabe bem!
Ahhhhh! Estava a ver que não, sabe bem!
Já podes voltar, despe-me! Eu dispo-te! Vamos os dois ali para dentro. Sim! Gosto de poder partilhar estes momentos contigo, sabe bem.
Agora sou eu, também é te toco também tu te vens pelas minhas mão, sinto o teu corpo a vibrar com a aproximação do teu orgasmo.
Provoco-te!
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
ok, do you want something simple?
The Gift, Ok, do you want something simple?
Ok, eu admito, estou apaixonada. Apanhei-me a olhar para ele, só faltava babar-me, que nojo. Não me sai da cabeça a voz dele, que chatice. Há-de passar. Vou aproveitar para canalizar isto para o trabalho, a ver se me inspiro. É isso, vou concentrar-me no trabalho, vou-me disciplinar.Que merda, tinhas de ser comprometido? E ainda por cima com uma mulher tão dotada? Que bom para ti…
Ele tem um feitio complicado, demasiado possessivo, nunca iria resultar. É demasiado grande, se for todo proporcional, não deve dar jeito nenhum engoli-lo, já para não falar do sexo anal.
Mas por que é que eu estou para aqui a desdenhar? É só porque quero comprar…
Eu não preciso de ti. Tenho alguns amigos com quem posso contar, mas é claro que não vou falar disto a ninguém. Tenho o Zé. O Zé está sempre pronto, só precisa que lhe mude as pilhas periodicamente, satisfaz perfeitamente a minha vontade de sexo e não me pede explicações nem me rouba espaço nenhum a não ser na gaveta das meias.
Dou comigo a imaginá-lo dentro de mim e estremeço, sinto um pulsar forte no clítoris sempre que me imagino a tocá-lo. No outro dia estava em pleno orgasmo com o Zé e gritei o nome dele. Ainda por cima já me deu a entender que eu não lhe desagrado sexualmente. Nunca resultaria. Mas por que é que eu tenho de ser tão complicada? Por que é que não o convido para vir até minha casa e tiro as minhas dúvidas? Se ele é comprometido, não é com certeza problema meu. Quero-o, quero-o desesperadamente! Aqui, agora!!
Esquece, o que eu sinto não tem espaço para ser pelo menos agora. Não faz sentido, tenho coisas mais importantes em que pensar, não vou deixar que se transforme numa angústia.
Ok, eu gosto mesmo dele. Gosto do espírito. Gosto quando ele olha para as novidades com o entusiasmo de um puto, sem medo da mudança. Gosto da forma criativa como ele pensa. Gosto do sentido de humor peculiar, sempre bem disposto. Gosto dos olhos, gosto das mãos, do sorriso… Estar com ele era muito confortável antes de me ter apercebido desta paixão, agora é um desconforto enorme, pareço uma adolescente que não sabe o que fazer com o corpo. Isto tem de acabar a bem da minha saúde mental.
É por isso que não te vou dizer o que se passa comigo. Posso até nem conseguir controlar isto muito bem, mas não vou facilitar. Vou afastar-me de ti lentamente. Também acho que não precisas de mim, mas se precisares, sabes que podes contar comigo. Vou dar-te espaço. Vou esperar para ver. Saber que estás bem, que estás feliz, tranquiliza-me.
Ok, eu amo-o.
Ele tem um feitio complicado, demasiado possessivo, nunca iria resultar. É demasiado grande, se for todo proporcional, não deve dar jeito nenhum engoli-lo, já para não falar do sexo anal.
Mas por que é que eu estou para aqui a desdenhar? É só porque quero comprar…
Eu não preciso de ti. Tenho alguns amigos com quem posso contar, mas é claro que não vou falar disto a ninguém. Tenho o Zé. O Zé está sempre pronto, só precisa que lhe mude as pilhas periodicamente, satisfaz perfeitamente a minha vontade de sexo e não me pede explicações nem me rouba espaço nenhum a não ser na gaveta das meias.
Dou comigo a imaginá-lo dentro de mim e estremeço, sinto um pulsar forte no clítoris sempre que me imagino a tocá-lo. No outro dia estava em pleno orgasmo com o Zé e gritei o nome dele. Ainda por cima já me deu a entender que eu não lhe desagrado sexualmente. Nunca resultaria. Mas por que é que eu tenho de ser tão complicada? Por que é que não o convido para vir até minha casa e tiro as minhas dúvidas? Se ele é comprometido, não é com certeza problema meu. Quero-o, quero-o desesperadamente! Aqui, agora!!
Esquece, o que eu sinto não tem espaço para ser pelo menos agora. Não faz sentido, tenho coisas mais importantes em que pensar, não vou deixar que se transforme numa angústia.
Ok, eu gosto mesmo dele. Gosto do espírito. Gosto quando ele olha para as novidades com o entusiasmo de um puto, sem medo da mudança. Gosto da forma criativa como ele pensa. Gosto do sentido de humor peculiar, sempre bem disposto. Gosto dos olhos, gosto das mãos, do sorriso… Estar com ele era muito confortável antes de me ter apercebido desta paixão, agora é um desconforto enorme, pareço uma adolescente que não sabe o que fazer com o corpo. Isto tem de acabar a bem da minha saúde mental.
É por isso que não te vou dizer o que se passa comigo. Posso até nem conseguir controlar isto muito bem, mas não vou facilitar. Vou afastar-me de ti lentamente. Também acho que não precisas de mim, mas se precisares, sabes que podes contar comigo. Vou dar-te espaço. Vou esperar para ver. Saber que estás bem, que estás feliz, tranquiliza-me.
Ok, eu amo-o.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
domingo, 6 de janeiro de 2008
por falar em sobremesa...
The Matrix Reloaded
Reparem naquela mulher. Meu Deus, olhem para ela! Afecta toda a gente à sua volta. É tão óbvia, tão burguesa, tão enfadonha. Mas esperem… vejam, eu mandei-lhe uma sobremesa. Uma sobremesa muito especial. Eu mesmo a escrevi. Começa muito simplesmente, cada linha do programa cria um novo efeito, como… poesia. A princípio, um ímpeto, um calor, o coração palpita-lhe. Está a vê-lo, sim, Neo? Ela não compreende. Porquê? Será o vinho? O que é então, qual a razão? E em breve, não terá importância. Em breve, o porquê e a razão terão desaparecido, e tudo o que importa é o próprio sentimento. Esta é a natureza do universo. Debatemo-nos contra ela, lutamos para a renegar, mas é falso, é mentira! Para lá da nossa aparência composta, a verdade é que estamos completamente fora de controlo.
Estaremos mesmo?
sábado, 5 de janeiro de 2008
Gelado de canela e maçã assada
Existem vários tipos de provocações, deixo uma provocação doce e fresca, para adoçar a boca e o espírito!* ingredientes
Para 8 a 10 pessoas
3 folhas de gelatina
água
15 g de farinha custarda
2 dl de leite
1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de canela em pó
20 g de Vaqueiro
1 limão
4 dl de nata fresca
* preparação
Ponha as folhas de gelatina de molho em água fria.
Dissolva a farinha custarda no leite. Deite o leite condensado numa tigela, junte a canela em pó e o leite com a custarda dissolvida e misture muito bem com uma vara de arames. Junte a Vaqueiro e leve ao microondas durante 3 a 4 minutos na potência máxima, mexendo com a vara de arames de minuto a minuto. Adicione a gelatina escorrida e a raspa da casca do limão, misture bem, mude para outra tigela e deixe arrefecer.
Bata as natas, que devem estar bem frias, até ficarem espessas e adicione-as delicadamente ao creme anterior. Leve ao congelador e deixe gelar.
A acompanhar uma maçã assada polvilhada com canela
Bom apetite, e boas provocações!
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
trocas de palavras... trocas de mimos. um diálogo
Queria beijar-te intensamente, deliciar-me com o sabor dos teus lábios.
Eu sinto-o, também quero! Muito!
Enrosco-me em ti, aconchego-me no teu calor, enquanto lá fora a chuva cai.
A chuva, ai a chuva, está a trovejar, raios e coriscos!
Sinto vontade de te possuir!
Quero, quero, QUERO!
Possui-me!
Se eu pudesse, agora mesmo…
Irra! Quero lamber-te!
Tem paciência, espera…
Engole-me!
Ummmmm!
Perdi-me, no teu corpo, delicioso, quente, envolvente, excitante, perdi-me nele e por aqui quero continuar.
Não pareces nada perdido, nem precisas de mapa, já conheces bem os caminhos que te levam ao êxtase…
Humedeço de excitação!
Também eu! E aqueço, ganho rosetas nas faces…
Encontra-me para me voltar a perder em ti!
Tão bom, perder para encontrar!
Toca no meu corpo, sente nas tuas mãos o resultado do teu toque.
Eu sinto, mesmo à distância, não é preciso corpo presente, basta a ideia, a mera ideia de te ter aqui, de te saber perto, tão perto, dentro de mim!
Eu sinto-o, também quero! Muito!
Enrosco-me em ti, aconchego-me no teu calor, enquanto lá fora a chuva cai.
A chuva, ai a chuva, está a trovejar, raios e coriscos!
Sinto vontade de te possuir!
Quero, quero, QUERO!
Possui-me!
Se eu pudesse, agora mesmo…
Irra! Quero lamber-te!
Tem paciência, espera…
Engole-me!
Ummmmm!
Perdi-me, no teu corpo, delicioso, quente, envolvente, excitante, perdi-me nele e por aqui quero continuar.
Não pareces nada perdido, nem precisas de mapa, já conheces bem os caminhos que te levam ao êxtase…
Humedeço de excitação!
Também eu! E aqueço, ganho rosetas nas faces…
Encontra-me para me voltar a perder em ti!
Tão bom, perder para encontrar!
Toca no meu corpo, sente nas tuas mãos o resultado do teu toque.
Eu sinto, mesmo à distância, não é preciso corpo presente, basta a ideia, a mera ideia de te ter aqui, de te saber perto, tão perto, dentro de mim!
QJ + cv!
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Noite fria. Estás sozinha, a tremer na cama gelada. Chamas-me e eu enrosco o meu corpo por trás do teu, deitado de lado com os joelhos para cima como um feto.
Tem calma, não te assustes, afinal, foste tu que me chamaste. Seguro-te com firmeza enquanto te debates. Sussurro-te ao ouvido para que te acalmes. Escusas de acender a luz, eu vejo com o coração. Vejo que és divina.
O sopro da minha respiração no teu ouvido. O teu corpo a estremecer, vai aquecendo colado ao meu. Vibras a cada sopro quente na tua orelha, a cada beijo no pescoço. Agarro-te na camisola e as molas desprendem-se, deixando-te o ombro a descoberto para eu beijar e fazer esse trajecto que vai do teu ombro à tua orelha, a morder com calma.
Rebolas o rabo contra mim, sinto as sacudidelas de prazer que te percorrem o corpo. Sinto o teu sorriso com as pontas dos dedos. Entro na tua boca, encontro os teus dentes a morder, a tua língua ávida, a sucção dos teus lábios…
Estou duro sim, consegues senti-lo com o teu rabo frio, deixa-me puxar-te as calças para baixo mas descansa, não te vou penetrar. Não pedi as camisas à Vénus e sei que não é isso que queres agora. Estou aqui para te aquecer.
Leio-te o corpo com as mãos, entro por baixo da camisola e encontro as tuas mamas redondas, estão quentes, com os bicos em pé, e não é do frio que já não sentes. As auréolas têm pequenas saliências em Braille a dizer: toca-me!, mima-me! E eu sigo as instruções.
Desço até ao umbigo, pelo centro, sinto a penugem, a tua respiração a encher e esvaziar o peito, o teu coração a bater forte… detenho-me no umbigo, rodeando-o em espiral até ao centro, acaricio a tua barriguinha quente e arrepio-te mais uma vez.
Desço um pouco mais e entro na densidade dos pêlos que te guardam a entrada do templo quente e encontro-o húmido. Tem pequenas saliências também, onde posso ler: ama-me! Tu suspiras. Convido-te a seguir-me com a tua mão, quero ver como te tocas, quero senti-lo. Assim, estou a ver…
Estás tão molhada, a deslizar em ti… entramos os dois, dançamos com os dedos entrelaçados a sentir a tua textura interior, a massajar-te o segredo que guardas e que eu consigo ler mesmo antes de tocar… é um prazer dar-te prazer!
És linda! Estás a ferver… vais explodir?... Linda, linda, linda!
Sorrio. Vou ficar aqui até adormeceres. Sempre que quiseres, chama-me.
Tem calma, não te assustes, afinal, foste tu que me chamaste. Seguro-te com firmeza enquanto te debates. Sussurro-te ao ouvido para que te acalmes. Escusas de acender a luz, eu vejo com o coração. Vejo que és divina.
O sopro da minha respiração no teu ouvido. O teu corpo a estremecer, vai aquecendo colado ao meu. Vibras a cada sopro quente na tua orelha, a cada beijo no pescoço. Agarro-te na camisola e as molas desprendem-se, deixando-te o ombro a descoberto para eu beijar e fazer esse trajecto que vai do teu ombro à tua orelha, a morder com calma.
Rebolas o rabo contra mim, sinto as sacudidelas de prazer que te percorrem o corpo. Sinto o teu sorriso com as pontas dos dedos. Entro na tua boca, encontro os teus dentes a morder, a tua língua ávida, a sucção dos teus lábios…
Estou duro sim, consegues senti-lo com o teu rabo frio, deixa-me puxar-te as calças para baixo mas descansa, não te vou penetrar. Não pedi as camisas à Vénus e sei que não é isso que queres agora. Estou aqui para te aquecer.
Leio-te o corpo com as mãos, entro por baixo da camisola e encontro as tuas mamas redondas, estão quentes, com os bicos em pé, e não é do frio que já não sentes. As auréolas têm pequenas saliências em Braille a dizer: toca-me!, mima-me! E eu sigo as instruções.
Desço até ao umbigo, pelo centro, sinto a penugem, a tua respiração a encher e esvaziar o peito, o teu coração a bater forte… detenho-me no umbigo, rodeando-o em espiral até ao centro, acaricio a tua barriguinha quente e arrepio-te mais uma vez.
Desço um pouco mais e entro na densidade dos pêlos que te guardam a entrada do templo quente e encontro-o húmido. Tem pequenas saliências também, onde posso ler: ama-me! Tu suspiras. Convido-te a seguir-me com a tua mão, quero ver como te tocas, quero senti-lo. Assim, estou a ver…
Estás tão molhada, a deslizar em ti… entramos os dois, dançamos com os dedos entrelaçados a sentir a tua textura interior, a massajar-te o segredo que guardas e que eu consigo ler mesmo antes de tocar… é um prazer dar-te prazer!
És linda! Estás a ferver… vais explodir?... Linda, linda, linda!
Sorrio. Vou ficar aqui até adormeceres. Sempre que quiseres, chama-me.
Chama-te.
Toca-te.
Sente-te.
Ama-te!
Ama-te!
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