
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
sábado, 29 de dezembro de 2007
o presente: a minha versão
Enquanto observava abandonado ao meu desejo, fui aliviando o tesão que elas me provocavam, com movimentos lentos e silenciosos, mas no momento do êxtase, não consegui conter uns gemidos. Elas, que até ali pareciam ignorar-me, olharam em mim e sorriram. Limparam com a boca o resultado do meu prazer, envolveram-me no meio delas e eu senti-me nas nuvens. O meu amor pediu à nossa amiga para me beijar e beijou-me de seguida. Ser mimado por duas mulheres em simultâneo é delicioso. As duas a percorrer-me o pau… é um remoinho de prazer alucinante. Mimar duas mulheres simultaneamente é uma grande responsabilidade. Eu fui-me aguentando, deixando-as fazerem o que quisessem comigo. Não nos esquecemos dos preservativos, pois embora estivéssemos à vontade na questão das doenças, não queríamos facilitar em relação a gravidezes não desejadas. Felizmente estava bem disposto e consegui chegar para as duas de uma forma equilibrada. Isto foram elas que me disseram, porque no meio de tanto desejo, o instinto tomou conta de mim e não me preocupei com mais nada a não ser satisfazê-las, satisfazendo-me a mim também.
A partir deste episódio, gerou-se uma cumplicidade ainda maior entre nós os três e especialmente entre mim e o meu amor. Os nossos sorrisos trocados sem motivo aparente tinham de ser disfarçados para que ninguém se apercebesse do nosso pequeno segredo.
o presente: a minha versão
Depois do jantar, com a fome saciada e bem regada, subimos para as águas furtadas. Senti alguma apreensão inicial na minha namorada, mas parece que o vinho fez-lhe bem, rosou-lhe as faces e desinibiu-a um pouco, estava mesmo linda! A nossa amiga também não ficava atrás com aquela mini-saia e eu só pensava como sou um homem de sorte em ter duas mulheres tão lindas a jantar comigo e a fazerem-se uma à outra.
A música ajudou a soltar os corpos e aumentar o meu tesão, o clima estava mesmo propício ao desejo, e eu sentia-o na minha namorada, sentia-o na nossa amiga. Só tinha de fazer uma ponte subtil e vê-las encontrarem-se no centro.
Foi a minha namorada quem tomou a iniciativa, oferecendo-se para massajar a amiga. Eu olhei-a com cumplicidade e fervor, fui buscar o óleo. Ela despiu-se e deixou-a massajá-la por completo, enquanto eu observava todos os seus movimentos com prazer.
Eu mal me conseguia conter com tanta sensualidade à minha frente, a nossa amiga completamente despida, linda, adoro as suas mamas firmes, e a minha namorada de lingerie, que bem que lhe fica aquele conjunto preto que lhe ofereci. Os movimentos delas eram lentos e graciosos, trocando sorrisos cheios de desejo e ternura. Finalmente beijaram-se. Um beijo tímido, como se fosse o primeiro, que no caso de ambas era mesmo, pois nunca tinham beijado uma mulher. Aquele beijo doce deixou-me louco e pelos vistos também gostaram porque decidiram continuar e prolongar aquele prazer delicioso. Eu deixei-me ficar, passando despercebido, gozando com o prazer delas a explorarem-se mutuamente. Senti-me espectador de uma obra de arte de duas artistas muito criativas.
o presente: a minha versão
Acordei-a com um beijo e o pequeno-almoço na cama, avisando-a logo para não se ir acostumando. Há certas coisas a que se dá mais valor se forem feitas apenas ocasionalmente. Ela agradeceu-me primeiro com um sorriso e depois com o corpo todo fazendo-me estremecer. Acabámos no duche, num longo e delicioso banho onde me deliciei a percorrer-lhe o corpo com a espuma para depois a possuir segredando-lhe ao ouvido, provocando-a, preparando-a para a surpresa.
Depois de almoço, ela já sabia que a surpresa envolvia uma terceira pessoa, e claro que tentou adivinhar quem seria, mas eu nada deixei transparecer. Fomos buscá-la à rodoviária. Não foi fácil conseguir que ela viesse, teve de negociar três turnos e fazer 300 km para estar ali, mas querer é poder, e eu sabia bem que ela queria tanto como eu. Estava radiante, já não via a amiga há imenso tempo, ao contrário de mim, que tinha ido ter com ela para lhe fazer o convite e expor a minha ideia. Nós já tínhamos conversado os três sobre a vontade de ambas quererem estar com uma mulher, mais do que isso, quererem estar uma com a outra, via-lhes o brilho nos olhos e o desejo disfarçado de timidez com que abordavam o assunto. Percebi que estavam receptivas e limitei-me a fazer a ponte entre as duas, falando individualmente com cada uma.
Estavam ali as duas lindas frente a frente, pareciam bastante contentes e isso alegrava-me. Conduzi-as de novo até à casa, deixei-as à vontade para porem a conversa em dia e aproveitei para descansar. Sabia que ia necessitar de estar descontraído para qualquer exigência das meninas mais tarde. Custou-me bastante a adormecer, só a imaginar o que poderia acontecer, as duas enroladas… o meu pau teimava em não descansar, mas lá consegui relaxar e acordar a tempo de tratar do jantar, avisando logo que o tratamento da loiça ficava por conta delas.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
O presente: a minha versão
Sexta-feira.
Duche tomado, um pouco de gel, o perfume que ela gosta no pescoço, pulsos e instrumento (ela gosta quando o zezinho cheira bem, mas sem exageros). Combinei com ela no restaurante. Já sei como é, os anos de namoro diziam-me que ia chegar atrasada, por isso aproveitei para rever mentalmente o meu plano, antecipando a satisfação, mal me contendo. É claro que poderia não dar certo, mas não custava nada tentar. Tudo apontava para a realização de um sonho que eu sabia aguardado por ela também. Chegou, toda produzida com um decote revelador, fiquei logo em pé quando ela se inclinou para roçar os meus lábios nos dela. Aquele decote desconcentra-me e ela sabe disso.
Ela é muito curiosa, por isso disse-lhe apenas que tinha uma surpresa, e resisti que nem uma pedra ao bombardeamento de perguntas durante o jantar e no cinema. Resisti estoicamente à tentativa de me arrancar informações em troca de carícias, aproveitando bem as que lhe apeteceu oferecer, no escurinho.
Tenho um amigo com uma pequena casa numa aldeia a 30 km daqui. Sabia que a usava para encontros amorosos e decidi pedir-lhe a casa emprestada, ao que ele acedeu prontamente. Ele é designer de interiores e decorou a casa de forma a ser quente e acolhedora, para servir os seus propósitos. A minha namorada gostou bastante e passámos uma bela noite em que eu não me poupei a esforços para a mimar como ela gosta e tendo imenso prazer em despi-la e fazê-la vir-se demoradamente.
gracias D, P, Q e AC pela preciosa ajuda ;-)
Bocadinho de Paixão # 7
Renascer das Cinzas...
Prémios
Bom Na Cama
Recebemos as nomeações da Borboleta Endiabrada e do Alguém Comum, a quem agradecemos a distinção.
Desta vez calhou-nos a nós receber tão honroso tributo ficando nós desde já agradecidos por tal confiança em nos nomear. Ainda não percebemos se ganhamos o prémio ou não, mas isso também não interessa muito.
E o que é ser BNC, ui aí está algo difícil, obriga-nos a fazer uma autoavaliação para saber se somos bons… hummm, sim somos Bons na Cama sem sombra de dúvida!
Afinal, somos três, a nossa imaginação voa em cada palavra que escrevemos, sempre e se nos juntamos a criatividade triplica e é uma delícia deliciar que nos lê.
A escolha foi muito difícil porque há muitos blogs que nos despertam a imaginação, não querendo voltar a nomear quem nos nomeou, e no seguimento das regras, cabe a nós nomear os que são na nossa imaginação, os Melhores na Cama:
- Fantasias a 4 – porque se devem divertir à brava
- Sutra – porque tem muita experiência
- Rocha Suave – porque sim
- 3º Frente – Porque, ela tem o calor nas palavras que nos faz aquecer no corpo e muito bom humor, que é importante na cama!
- Fogo no Ventre – Porque é inteligentemente quente
As regras:
- Nomear 5 bloggers (não exclusivamente do sexo oposto) que, pelas razões mais diversas, imaginem ser bons na cama.
- Expliquem, em traços gerais, o que é, para vocês, a definição de "bom na cama". Se quiserem desenvolver e explicar as vossas escolhas, parece-nos bem.
- Deixar um comentário no blog dessa pessoa para que saiba que foi nomeada. O ideal será escreverem: "Acho que és bom/ boa na cama. Desafio-te no meu blog...", mas poderão ser mais comedidos.
Não podem ser nomeados:
- Os autores do desafio: Bad e Ervi. É claro que somos bons na cama, e por isso não podemos tirar a competitividade a isto. (Não faço a mínima quem sejam!!!)
- Pessoas que se conheçam pessoalmente. Este é apenas um exercício de imaginação. Afinal, o erotismo está no cérebro, não é? O corpo reage, o cérebro age.
- Pessoas que não conhecem pessoalmente, mas com as quais já estiveram na cama.
Importante: se conhecem (no sentido bíblico da palavra) alguém que foi nomeado, e até sabem que não é bem assim, não queremos saber. Nas camas virtuais é bom quem nós achamos que é. Ao menos nessas que não existam desilusões...
DIZ QUE NÃO É UM MAU BLOG… é um blog muito bom sim senhora!
Obrigada Pekenina e Bruxinhos Kidos
Porque achamos que o prémio estava incompleto, resolvemos fazer um complemento:
Premiados:
- Pekenina
- Bruxinhos Kidos
- Alguém Comum
- 3º Frente
- Fogo no ventre
- Minhas Lindas
- Entre as Palavras
Regras:
1. Este prémio deve ser atribuído aos blogs que considerem serem bons, entende-se como bom os blogs que costuma visitar regularmente e onde deixa comentários.
2. Só e somente se recebeu o “Diz que até não é um mau blog”, deve escrever um post:
- Indicando a pessoa que lhe deu o prémio com um link para o respectivo blog;
- A tag do prémio;
- As regras;
- E a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio.
3. Deve exibir orgulhosamente a tag do prémio no seu blog, de preferência com um link para o post em que fala dele.
4. (Opcional) Se quiser fazer publicidade ao blogger que teve a ideia de inventar este prémio, ou seja – Skynet - pode fazê-lo no post).
Regras 2 – é um blog muito bom sim senhora!
Não há regras, excepto linkar a imagem ao nosso blog (se vos apetecer), de resto a regra de escolher o ou os blog(s) fica à responsabilidade de cada um.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
será que tocas?

Imaginação. A tua é estimulada por palavras. Não precisas de imagens, preferes construí-las, imaginá-las. O que desconheces é um convite à imaginação.
Gostas de ficar nessa degustação intelectual a cozinhar sensações que te dão imenso prazer.
Na tua imaginação tudo é perfeito, ninguém se magoa, só há prazer. As pessoas são exactamente como tu queres que sejam. Queres tocar, aconchegar dentro de ti quem te toca, queres entrar e penetrar também, devagar, profundamente.
Vêm–te à mente imagens do teu peito nu a abraçar alguém, de uma cabeça no teu colo, de passares a mão pelo cabelo que não é teu. Sentes o cheiro imaginado, o toque da pele a deslizar, quente, rosada, brilhante.
É a tua forma de responder a quem te chama e toca.
Na tua imaginação tudo é seguro, mas não queres guardar tudo para ti, queres expressar o que se passa aí dentro, queres partilhar.
Pode ser perigoso, já pensaste?
Achas que consegues tocar também? Até onde irá o toque da tua imaginação na realidade?
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
Natal...

Natal adj. respeitante ao nascimento; natalício; pátrio; s. m. dia ou época em que se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Lat. Natale
Tenho de dizer que detesto o natal comercial. Detesto prendas por obrigação, luzinhas, sms de natal, cartõezinhos com pai natal e azevinhos e sininhos, árvores de natal, luzinhas, canções de natal, publicidade de tv e todas essas merdas. Ignoro-as o máximo que posso.
Felizmente essa fase já está a passar este ano, resume-se agora ao lixo monstruoso que se acumula nos caixotes das zonas mais abastadas das cidades – quanto mais dinheiro, mais lixo.
Este é um dia triste para muita gente, pessoas sem família, crianças que não recebem prendas, é muito triste.
Mas afinal de contas, deve-se comemorar o Natal nesta época, apesar de muito provavelmente Cristo não ter nascido neste dia, o que importa é a intenção. E nem tudo é mau nesta altura, gosto da parte de reunir a família, de comer até fartar, das gargalhadas. Mas também podemos fazer isso mais vezes, noutras alturas do ano, não podemos?
Por isso, espero que compreendam o meu espírito natalício, e o que eu quero é que se repita sempre que possível, sem prendas obrigatórias, sem luzinhas nem sininhos, mas com amor, e paz, e saúde, e todas as coisas verdadeiramente boas da vida.
E porque o Natal afinal é nascimento, uma palavra especial de apreço a todos os aventureiros que decidiram ter filhos nestes tempos conturbados, desejo-vos muito boa sorte! Afinal, os bebés continuam a ser o maior símbolo de Esperança de Natal.

