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domingo, 14 de dezembro de 2008

diálogos (im)prováveis VI


ela: como será que se diz asa vazada em inglês?
ele: nem sei. wing vasation?
ela: lol, parto o côco a rir com o tradutor do Google!
escrevi asa torcida. sabes o que é que ele respondeu? ASA FANS lolololololololol o que eu me ri!
ele: lol
ela: depois optei por twisted wing. twisted wing é giro!
ele: lol
ela: e se for embeded wing? sabes aquelas asas dos sacos de plástico, que são recortadas no próprio saco? acho que vou fazer uns desenhos..
ele: ok. vê lá se vês algo erótico nisso lolol
ela: em asas de sacos? eu pegava nelas e punha-me a voar daqui para fora! um montão delas coloridas, um grande saco a fazer de balão de ar quente! e depois quando estivesse lá em cima, sozinha ou bem acompanhada, despia-me...

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

diálogos (im)prováveis V

Woody Allen, Play it Again, Sam

- É um belo Jackson Pollock, não é?
- Sim, é.
- E o que é que lhe diz?
- Fala sobre a negatividade do universo. O odioso vazio solitário da existência. O nada. O predicamento do homem forçado a viver numa eternidade sem deus, como uma pequena chama a tremeluzir num vazio imenso com nada a não ser desperdício, horror e degradação, formando um espartilho inútil e desolador no preto, absurdo cosmos.
- O que vai fazer no sábado à noite?
- Cometer suicídio.
- E na sexta?

terça-feira, 25 de novembro de 2008

domingo, 2 de novembro de 2008

diálogos (im)prováveis III

Ela: se bem me lembro, tu disseste que tinhas um coração de manteiga há uns tempos
Ele: HAHAHAH no sentido figurado, claro.
Ela: na, eu às vezes vou lá. e tem gordura sim senhor. à volta
Ele: hahahahaha
Ela: o que é bom. porque ajuda a escorregar para o interior. E é quentinho.
Ele: eu sou todo quentinho :D algo me diz que já não estamos a falar de coração :D
Ela: sei lá. Posso estar enganada. Mas como palpita, presumi que fosse o coração.
Tu não me digas…
Ele: Pois, pois
Ela: lol
Ele: o que não faltam são coisas que palpitam!
Ela: pois, realmente há outros sítios que palpitam :$
Ele: sim...e não é preciso estar a listá-los :D
Ela: Preciso urgentemente de um mapa!
Ele: para?
Ela: ai este meu sentido de orientação… Para saber onde estou afinal, ora!
Ele: hahaha...e de momento a tua localização é um problema?
Ela: É! Quer dizer, não gosto de andar por aí perdida. E depois se não encontro o caminho para casa?
Ele: e agora andas perdida porque? não sabes o teu rumo?
Ela: eu sei o rumo, só estou um bocadinho desorientada. Caraças…
Ele: ora, então o que é que te esta a desorientar? conta-me lá
Ela: são muitas artérias, muitos vasos capilares
Ele: palpitações, pois!
Ela: e eu tento não sair das artérias, que são as vermelhas. Mas não têm tabuletas como no "era uma vez o corpo humano"
Ele: hahaha...o que eu gostava desses bonecos!
Eu: mas eu percebo quando entro numa veia, porque não palpita tanto e é mais escura. De resto, estou um bocado às escuras.
Ele: ora...basta uma ideia luminosa;) e não me parece que te faltem ideias
Ela: acho que tenho de ir para cima. É, deve ser para cima…
Ele: então, se para cima é o caminho, o que te detém?
Ela: falta de combustível
Ele: é um mal geral
Ela: estímulo
Ele: ora, há que bicicletar :D
Ela: o meu combustível é estímulo
Ele: e qual é o estimulo que te falta?
Ela: vou tentar aproveitar o oxigénio do teu sangue. Mas provavelmente se me deixar ficar quietinha, o fluxo acaba por me levar lá. afinal, o sangue todo passa por lá.
Ele: hum...andar ao sabor do vento… isso pode-te levar contra os rochedos da costa
Ela: isso é se tiveres as artérias entupidas de colesterol, pelo que vejo, não é o caso. eu é que sou uma precipitada de ideias malucas. não te vou roubar oxigénio nenhum. vou esperar que o teu sangue me leve lá. afinal de contas, o coração bombeia o sangue todo numa questão de minutos.
Ele: não me vais roubar?
Ela: na, não acho muito correcto.
Ele: e porque haverias de me roubar oxigénio? e, já agora, como o farias?
Ela: não estás a perceber? era o combustível para pôr o motor a funcionar. o oxigénio da artéria... ora, eu consigo filtrar oxigénio do sangue. qualquer célula faz isso. O oxigénio é o estímulo sanguíneo.
Ele: troca-me lá isso por miúdos.
Ela: queres coisa mais miúda que uma célula? então vamos lá. O átomo…
Ele: vamos a isso :D Mais ainda
Ela: … é uma coisinha muito pequenininha
Ele: os átomos têm núcleo :D
Ela: exacto, eu ia chegar lá a seguir
Ele: :D
Ela: o núcleo, se bem me lembro das aulas de química, tem protões
Ele: hum...isso não será mais de física? :D
Ela: ou será neutrões? Ou electrões?...
Ele: olha lá... já que falamos de neutrões... e como anda a tua vida sexual?

terça-feira, 16 de setembro de 2008

diálogos (im)prováveis II




Closer


- Estás a deixar-me? Por causa disto? Porquê?
- Dan.
- O cupido… Ele é a nossa piada.
- Eu amo-o.
- Têm se encontrado? Desde quando?
- Desde a minha estreia, no ano passado. Não valho nada.
- És fenomenal. És tão esperta. Por que casaste comigo?
- Parei de sair com ele. Queria que desse certo connosco.
- Por que me disseste que querias filhos?
- Porque queria.
- E agora queres filhos com ele.
- Sim… Não sei.
- Mas... Somos felizes... não somos? Vais morar com ele?
- Podes ficar aqui se quiseres.
- Olha, estou pouco me lixando para o espólio. Fizeste isso comigo no dia que nos conhecemos. Ficaste a enrolar-me para tua diversão. Por que não me disseste na hora que entrei por aquela porta?
- Eu estava assustada.
- És uma cobarde, sua puta mimada! Estás vestida porque achaste que eu te ia bater? O que achas que sou?
- Já apanhei antes.
- Mas não de mim! Ele fode bem?
- Não faças isso.
- Responde à pergunta. Ele é bom?
- Sim.
- Melhor que eu?
- Diferente.
- Melhor?
- Mais gentil.
- Como assim?
- Sabes o que quero dizer.
- Diz-me.
- Não.
- Eu trato-te como uma puta?
- Às vezes.
- E por que será?
- Sinto muito, tu és...
- Não digas!
- Não digas que sou bom demais para ti, eu sou, mas não digas isso.
- Estás a cometer o pior erro da tua vida. Estás a deixar-me porque achas que não mereces a felicidade, mas mereces, Anna.
Tomaste banho porque fizeste sexo com ele? Para não cheirares a ele? Para sentires-te menos culpada? Como te sentiste?
- Culpada.
- Alguma vez me amaste?
- Sim.
- Fizeram-no aqui?
- Não.
- Por que não?
- Querias que tivéssemos feito?
- Diz a verdade.
- Sim. Fizemos aqui.
- Onde?
- Ali.
- Nisto? Demos a nossa primeira foda aqui. Pensaste em mim? Quando? Quando o fizeste aqui? RESPONDE À PERGUNTA!
- Esta tarde.
- Vieste-te?
- Por que estás a fazer isso?
- Porque quero saber.
- Sim, vim-me.
- Quantas vezes?
- Duas vezes.
- Como?
- Primeiro ele chupou-me e depois fodemos.
- De que forma?
- Eu estava em cima e depois ele fodeu-me por trás.
- E foi então que te vieste pela segunda vez…
- Porque é que o sexo é tão importante?
- PORQUE SOU UM HOMEM DAS CAVERNAS, FODA-SE!
Tocaste-te enquanto ele te fodia?
- Sim.
- E bateste-lhe uma?
- Às vezes.
- E ele também?
- Fazemos tudo que as pessoas que fazem sexo fazem!
- Gostas de lhe chupar o pau?
- Sim.
- Gostas do pau dele?
- Adoro!
- Gostas que ele se venha na tua cara?
- Sim!
- A que é que ele sabe?
- IGUAL A TI, SÓ QUE MAIS DOCE!
- É esse o espírito. Obrigado. Obrigado pela honestidade. Agora pira-te e morre! Sua puta miserável…

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Diálogos (im)prováveis I

Ela: Onde é que queres que ponha isto?
Ele: Põe aí na bolsa de cima. [da mochila]
Ela: Ena, não tens nada aqui dentro!
Ele: Claro, eu não tenho vagina!