quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Sexo Seguro SEMPRE! sidaction



Lá por a SIDA ter sido desconsiderada ao estatuto de doença crónica, não significa que não continuem a morrer pessoas. Mais vale prevenir.

www.sidaction.org

terça-feira, 28 de outubro de 2008

fondue de chocolate com sexo

Encontrámo-nos por acaso no supermercado depois do trabalho. Disse-lhe que queria comê-lo com cacau doce e escolhi chocolate de leite em forma de botão.
Após o jantar, a sobremesa: chocolate fundido no calor do corpo.

Humedeci o primeiro botão doce na minha boca e dei-lhe a provar na boca dele. Aquele sabor aveludado aquece-me. Derreti o segundo botão lentamente no morango dele, descendo pelo corpo, insistindo na prega que prende a pele, no rebordo do morango carnudo.

Comecei a lamber devagar, a sentir aquele sabor doce misturado com um toque salgado, quase picante de excitação e mamei-o assim, devagar, alternando lambidelas com mais chocolate, que se derretia facilmente no calor húmido da carne palpitante.

O creme que brotou fundido no chocolate… ummm, delicioso!

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terça-feira, 21 de outubro de 2008

estímulo

Em pé, contra a superfície fria do lavatório, penetro-te lentamente por trás enquanto te dedilhas e te vens assim, com um seio na minha mão, a olhar-me através do espelho...

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Beijo em tom cor-de-rosa


Olho para os teus lábios,

Quero beijá-los, sentir cada pedacinho deles,

Começo no canto da tua boca, junto ao lábio superior, vou calcorreando cada pedacinho do teu lábio, depois, deixo e faço exactamente o mesmo no teu lábio inferior.

Gosto dos teus lábios, são doces, tal como tu és doce, e ai de tão doce que és!

Gosto de te beijar, tal como gosto que me beijes.

Adoro passar os meus lábios pelo teu corpo, fazer-te estremecer, dar-te a sentir o meu toque junto do teu corpo, ver que reages ao meu toque.

Gosto de beijar o teu corpo, todo ele sem excepção!

Dos teus lábios emerge o teu sorriso, lindo, meigo, doce.

Beijo o teu sorriso

Beijo-te!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

hot wet pink suede


Chega aqui. Deixa-me falar-te ao ouvido: quero-te toda! Deixas-me mimar-te? Começo devagar a descer pelo pescoço, a inspirar o teu cheiro a um milímetro da pele, a trincar a tua orelha até sentir a resposta. Beijo-te suavemente, demoradamente, nos teus lábios doces. Mordo-te o queixo e desço com a língua. Enrolada na toalha, és uma irresistível tentação. Posso despir-te? Deixa… desembrulho-te, a sorver o sabor quente do teu peito. Quero ter-te assim, nua, à minha mercê. Confias em mim?
És linda! O teu corpo é um instrumento delicado e único que eu toco todo, não deixo milímetro por tocar, e insisto onde sinto a resposta mais intensa. A minha boca perde-se nos teus seios, nas tuas axilas, no interior dos teus braços, faço-te cócegas com a língua e mordo suavemente a lateral do teu tronco. Adoro quando fechas os olhos e ris!
Contorno as tuas pernas, subo até ao interior das coxas e por lá me deixo ficar até suspirares… lindíssima.
Beijo a tua barriguinha e vou rodeando o umbigo. Suspiras. Arrepio-te?
Lambuzo-te as virilhas com a língua toda até à entrada do teu anusito e seguro-te as nádegas, até me pedires para entrar.
Mergulho em ti devagarinho, roço a face, o nariz, os lábios nas tuas profundezas.
Tão macia… carnuda, camurça rosa, molhada e quente, a deslizar por entre os meus dedos. Quero beijar todos os teus lábios. Beijo-os de facto, como se de uma boca se tratasse, e enterro a minha língua na maciez do teu interior. Beijas-me, ora com uma, ora com a outra boca, sorvo o teu sabor húmido de desejo, doce e salgado. Aperto o teu segredo com pequenas dentadas, mordo os teus lábios generosos, esfrego a minha boca em ti, o meu queixo, a minha língua, com força, em sintonia com o ritmo da tua respiração.
As minhas mãos passeiam-se pelo teu corpo, apertam-te os seios, as nádegas e todas as tuas partes redondas e carnudas. E gemes… sim, consigo ouvir a sinfonia que o teu corpo orquestra, que maravilha! E danças na minha boca, enquanto te sinto toda, a transpirar prazer. O teu sexo vibra, explode e brilha sob a minha boca, puxas-me o cabelo, prendes-me, apertas-me e eu liberto-te.
Lambo-te com ternura, como a uma ferida, até me dizeres para parar.
Adoro quando fechas os olhos e sorris… queres mais?
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domingo, 12 de outubro de 2008

lollypop: uma vontade danada...

apetece-me dar-te beijinhos, mordiscar-te todo a começar pela base, passar por lá a língua e ir subindo, brincando com as tuas bolinhas, beijando-as, sugando-as, lambendo-as… parece-te bem? devem estar mesmo macias. mas eu quero subir em espiral, enquanto as minhas mãos dançam com as tuas virilhas e com as tuas nádegas, com o teu saco de bolas mágicas. vou subindo e mordiscando e lambendo e beijando. gosto de mordiscar aquela parte que une a glande ao corpo, quando o prepúcio está todo para trás. e no freio, dar umas valentes lambidelas. aguentas-te?
umas lambidelas vigorosas, enquanto seguro a base para não fugires e depois passo a língua pelo buraquinho devagarinho a olhar para ti com cara de safada, a rir-me. e depois, tens de me pedir para continuar. quero apenas dar-te prazer à minha maneira, quero concentrar-me no que estou a fazer e para isso, não me podes tocar senão desconcentro-me! tens é de me pedir para continuar porque eu agora parei e só continuo se tu pedires.
lambo-te a glande macia e inchada em espiral e mordisco. e depois, quando tu me pedires bastante com o corpo todo, começo a chupar. e espero. se soubesses como estou molhada...
a minha saliva lambuza-te todo e eu começo a chupar-te lentamente. primeiro, só a glande. depois desço sobre o corpo. bolas, és grosso! mas eu tento engolir-te todo devagar até sentires a glande esmagada contra a minha garganta e eu ficar com imensa falta de ar. e subo. e desço. e subo. e faço umas coisas com a língua que te tu não sabias que era possível fazer e volto a subir para tomar fôlego. e desço. e começo a aumentar o ritmo, e a sugar, e a morder-te a glande quando subo, e a apertar com os lábios e com a garganta. posso ficar nisto imenso tempo, mas às tantas canso-me e peço ajuda a uma mão que te vai percorrendo ritmadamente e com a outra mão, vou explorando as tuas nádegas, levo dois dedos à boca, ou melhor, neste momento, posso levá-los à minha menina que o efeito é o mesmo, ficam bem molhados e começo a explorar os arredores do teu anusito, enquanto te chupo vigorosamente, insistindo no freio do prepúcio. chupo-o, faço um movimento de sucção com os lábios de modo que vens atrás deles para onde eu quiser e nisto, começo a penetrar-te devagarinho, só com um dedo, enquanto te abocanho. aperto-te as nádegas com força e pressiono-te contra o fundo da minha garganta. onde é que te queres vir?

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Inquietações do Corpo e da Alma - 6ª Parte

continuação daqui

Já passaram seis meses desde o incidente com o cowboy. Ao contrário do que imaginava, a mentira não me tirou o sono! O Carlos continua convicto que a nossa relação é inabalável. Cada vez mais dedicado ao trabalho, nem percebe a incerteza que sinto em relação a tudo o que me rodeia.

Hoje convidou-me para jantar num restaurante que há já algum tempo tenho curiosidade em conhecer. Chegamos ao restaurante e somos encaminhados para a mesa previamente reservada. A vista sobre a cidade é soberba. Fico em silêncio a contemplar o horizonte até que o empregado chega com dois flutes de champanhe que coloca na mesa.

- Um brinde ao amor!
- Ao amor! – Respondo-lhe automaticamente mas sem qualquer convicção. Pressinto-o misterioso mas ainda não percebi porquê. Talvez tenha finalmente percebido que uma mulher tem que ser conquistada a cada dia que passa!

Já na sobremesa diz-me que tem duas coisas muito importantes para me dizer. Demonstro-lhe a minha curiosidade e ele ganha coragem para mas contar. A primeira, diz ele, é a menos boa. Terá que se ausentar do país por causa dos seus negócios por aproximadamente 3 meses. Ainda penso para mim mesma que nem irei sentir a diferença porque ultimamente mal o vejo mas contenho-me e mais uma vez mostro-me compreensiva.

Entretanto vejo-o meter a mão no bolso e tirar uma pequena caixa preta. E eis que o imprevisível acontece.

- Lara, eu amo-te e quero passar o resto dos meus dias ao teu lado. Queres casar comigo?

Não acredito no que estou a ouvir mas o anel de noivado confirma-me num lampejo essa realidade! Um turbilhão de pensamentos invade-me e deixa um rasto de lágrimas nos meus olhos. Fico sem reacção e apenas lhe peço para sairmos dali. Ele acede ao meu pedido e leva-me para casa dele. Na sua inocência julga que choro de emoção. Sim, é emoção mas não a que deveria sentir perante um pedido em casamento.

Já em casa recosto-me no sofá e ele começa a beijar-me lânguidamente, cheio de ternura. A cada beijo a minha frustração e culpa aumentam até me descontrolar num choro compulsivo. Ele fica perplexo e em vão tenta acalmar-me. Tudo o que me estava preso na garganta solta-se num fôlego só. Num longo relato, sem qualquer coerência, digo-lhe que não sei se o que sinto por ele é amor, que estou farta de tudo e de todos, inclusive de mim.

A surpresa dele não poderia ser maior mas perante a minha desolação limita-se a abraçar-me, dizendo que tudo irá ficar bem. Enquanto imagens funestas assaltam os meus pensamentos, acabo por adormecer no colo dele...

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Pensamento

Gosto de Cinema, seja no grande ecrã onde muitas das vezes se está bem junto ali no escuro e se o filme afinal não for assim tão bom...

Como gosto de ver um filme em casa refastelado em cima da cama, estava eu a acabar de ver este filme que até nem é grande coisa (pronto está bem, a actriz é bem gira... pena é ter tanta roupa durante o filme) e até gostei mais do primeiro e a actriz também é gira e tem uma cena bastante interessante como aqui se pode ver:



Mas o que me leva a escrever horas foi mesmo o "pensamento" deixado no final do segundo filme que achei interessante, a tradução é livre e feita por quem legendou o filme.

A vida é como um pénis
Quando está duro, dá uma.
Quando está mole não dá para nada.

É claro que é um mero pensamento, mas fica em jeito de pensamento provocante... ;-)

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

jacto de tinta vs offset

Os homens, são como as impressoras jacto de tinta – rápidas e sem desperdícios, sempre prontas, ideais para pouco volume de trabalhos, permitem diversificar bastante. As mais recentes imprimem em quase todo o tipo de materiais e grandes formatos. Existem de todos os tamanhos, desde as caseiras até às grandes máquinas industriais com tinteiros separados.

As mulheres, são mais do tipo offset - ideais e mais económicas para grandes volumes de trabalho, a preparação é morosa, mas depois conseguem imprimir muito mais rápido, e com mais fiabilidade de cor. Imprimem sobretudo em papel, mas também podem imprimir em plástico e em outros materiais lisos de formatos médios e também em rolo contínuo. O offset digital está a revolucionar o mercado com a tecnologia a laser sem necessidade de processos intermédios entre computador e impressão.

Ambas as tecnologias permitem uma excelente qualidade, mas destinam-se a trabalhos diferentes. É claro que existem mulheres jacto de tinta e homens offset, já para não falar nas serigrafias e nas gravações a laser, mas isso já é outra divagação…